Dave Allen, again, “looking just as terrific in or out of uniform.” Photo by Kris of Chicago, 1960s.
Sweet Seals For You, Always
$LAYYYTER
PUT YOUR BEARD IN MY MOUTH

❣ Chile in a Photography ❣
🩵 avery cochrane 🩵
𓃗
todays bird
Mike Driver
Xuebing Du
d e v o n
trying on a metaphor
noise dept.
Cosmic Funnies
untitled
No title available

Andulka

tannertan36

blake kathryn
TVSTRANGERTHINGS
Aqua Utopia|海の底で記憶を紡ぐ
seen from Morocco

seen from United States

seen from Germany
seen from United States

seen from Lithuania
seen from United States
seen from Malaysia
seen from Pakistan
seen from Lithuania
seen from United States
seen from United States

seen from Guyana
seen from Colombia
seen from Canada
seen from Bangladesh

seen from South Korea
seen from Bangladesh
seen from United States
seen from Iraq
seen from India
@ferchomarquez
Dave Allen, again, “looking just as terrific in or out of uniform.” Photo by Kris of Chicago, 1960s.
Natalia Goncharova, Costume for the Coq d'Or in the Ballets Russes production of ‘Le Coq d'Or,’ (The Golden Cockerel), 1914
A garden designed by Roberto Burle Marx in Rio de Janeiro, Brazil. Photo courtesy of Getty Images.
Reference to A Father of the Bride by Ezra Koenig’s Vampire Weekend band
Ruth Asawa in her studio, San Francisco, CA, November 1954 (photo: Paul Hassel)
Robert Morris, Untitled (Labyrinth), ICA Philadelphia, 1974
Laßt Blumen sprechen, 1974 Joseph Beuys
As cidades e o nome: Porto Alegre #1
Porto Alegre carrega a falta de rosto. Não houve viajantes que pintassem sua tez. Talvez fosse alegre pelo porto que atracava a continuação da viagem.
Da falta de imagem daquilo que se apresenta a primeira vista, foi-se embora a imagem do próprio rio e seu aportamento. Todo rio tem um pouco de Lethe, deusa grega do olvido.
O seu rio foi traído justamente por si mesmo, pelo que tem de mais fluvial, de mais letal. Rio que esquecido pelo seu povo, morreu afogado pelo olvido.
Cidade hoje que exibe parte do seu corpo, semi-revela. Sua parte revelada são os imensos povoamentos. Pessoal carrancudo, de fala espetada. Acreditam que onde vivem é o melhor do mundo, mas nem sabem os prazeres de seu rio. Mesmo revelada, essa parte carrega a imensa quantidade de história mal contada, de gente enterrada, de gente expulsa de seus pensamentos.
Na parte oculta, tudo o que precisava ser escondido, descartado de forma grosseira, ali era dado fim. Se não podemos concretar os metais pesados nas casas das pessoas, podemos ali vertê-los, líquido no líquido. Construíram um muro forte, poderoso, extensivo, páreo à altura das marés.
Afã de ludibriação: o muro na verdade era a separação, o vendar-os-olhos para as marés. Iemanjá já conjurou ventanias e inundações: elas chegarão sob o nome de maré, irá se infiltrar pelos boeiros, pelas canalizações: inundará tudo: áreas aterradas, rios retificados. Afogará 17 gerações de prefeitos antilacustres.
(Fercho Marquéz)
Me looking through my laundry bin to find a dry piece of clothing to wipe the cum off my chest and face after mastrubating at 2am
holy shit I am deceased
Well… That’s more accuracy than I normally care for this early in the day.
the spiders in my house watching me put up spider webs as halloween decorations
cultural appropriation strikes yet again
Akilah Green on Chelsea
Painting Water
Aivazovsky | Monet | Turner | Signac | Wyeth | Renoir | Courbet | Dali | Manet
Mark Rothko, Untitled (Purple, Yellow, Red), 1951