A minha alma novamente errou
E de lágrimas o meu corpo afundou.
O amor que era calor, o tempo levou
Resta comigo o ardor do que eternizou
d e v o n
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A minha alma novamente errou
E de lágrimas o meu corpo afundou.
O amor que era calor, o tempo levou
Resta comigo o ardor do que eternizou
Procurei tanto um amor sem achar, então desisti de buscar. Um dia esbarrei em ti e senti algo especial, me belisquei e remexi, notei algo anormal. Minhas rimas pobres passam fome e saudade, mas aos poucos ganham vida e se matam sem maldade. As linhas se endireitam e escrevemos nossa história, o amor aconteceu pra ser vivido e ser memória
Sorrisos dentários Quem é que precisa De mais dentista Quando se ama Homens diários
Espera na saudade
Seu amor me largou
Matei minha bondade
Com verso
Sou feito de poemas
Letras caídas em sorte
Sentimentos sem temas
Hiato quebrado com morte
Ah! o prazer.
Sou feio como a arte
Escrevo frases estragadas
Amo torto, apenas em parte
Bacamarte, vogais queimadas.
Ah! a morte.
Todos os planos agora em segundo plano, e do alto observo um futuro feito de passados. Quando a fogueira apaga antes de esquentar e deixa congelado o coração. Com poucos batimentos, quem será o próximo a bater? Quem será a próxima batida? E por que nossas batidas não fizeram uma única canção? Encanto se encontra em cada canto, e eu canto pra você: saudade de um futuro incerto. Ito Fav.
Com lágrimas que fazem mar E sem mais medo de sofrer Pro amor estou a remar Triste por não te ter
Uma vida de amores: O amor da minha vida E o circo de horrores Sem distância entre ambos Um amor pra cada vida Tanta morte em poucos anos
Em sete dias dizem que Deus criou o mundo Em sete dias o meu mundo foi destruído. Uma semana sem seus lábios, A vida se tornou um Calvário. E não importa em quantas feiras eu vá, nunca tenho o suficiente pra comprar seu calor. Na segunda eu ofereci o meu amor em troca, mas sabia que não seria suficientemente digno. Na terça ofereci meus beijos, mas de secos sem os teus eles nada valem. Quarta foi a parte da minha vida que eu cederia a você. Quinta eu já não tinha fígado. Sexta meu coração partido mal serviu de troco. Sábado eu te dei todas as minhas lágrimas. E agora me resta o domingo, a esperança de que você me leve a sua igreja para eu entregar meus pecados e calado te sentir voltar.
De boca em boca a mordida da maldade se apavora com o amor. De braço em braço o abraço se apavora com o medo da dor. De futuros incertos e presentes passados, de suicídios a bem-casados. A vida anda manca sem você, anda cega sem te ver. Versos soltos de frases vazias, como um amor murcho de uma vida de mentiras.
carne
Desforra, porque de dentro pra fora estou forrado de incertezas. Mas a alforria libertou os medos e fiz um templo em seus lábios. Sacrifícios e devaneios, amores, travesseiros, nós de pescoço e alma dada. Um sol que se põe para um novo sol nascer, um horizonte de vidas passadas, futuras, presentes, inexistentes. Até agora.
Arthur, Jordana e Menezes Guilherme, Iago e Cida Já perdi a conta de quantas vezes Eu disse "você é o amor da minha vida"
Você me cativou Agora estou em um cativeiro Fui seqüestrado e nenhum resgate me salva mais do que me rasga.
Então eu disse pra você ir. Disse que me cercaria e que você não entraria aqui nunca mais. Você não entende que essas são palavras jogadas numa tela abstrata, de forma aleatória, de forma equivocada. A verdade é que a porta está sempre aberta pra você. Não ligo se você vai entrar e fazer a mesma bagunça de sempre, pois no fundo eu até gosto desse caos que tira a monotonia da minha vida. Verdade verdadeira é que cansei dessa calmaria toda sem você, e que se quiser fazer uma bagunça eu até te ajudo, mas você vai ter que deixar eu bagunçar você também. E eu bagunço o quarto, a cama, seu cabelo, seus desejos... E você bagunça um pouco mais. No final, o caos acaba por consertar meu coração.
Coração selvagem, já foi ferido por um leão, um touro, dois escorpiões e uma bela virgem. Fito os olhos no céu procurando outros infinitos e o arrepio me queima de frieza. Quem será o próximo assassino? Um capricórnio, um peixe, dois gêmeos? Pra que se perguntar e pra que arriscar? Contento-me com meu sorriso, e sei que se eu não o mantenho no rosto, não haverá quem vai sorrir por mim.
Naquela praia muda, dei voz às ondas. Você tentou me afogar na desilusão e eu me afoguei nos lábios de um outro alguém. Você tentou enterrar meu sorriso, mas fiz um castelo com ele. A lua ficou deserta na praia, enquanto você destruía um mundo que fizemos juntos. Grandiosa mente, a razão venceu o coração. Um dia quem sabe ele pare de bater na minha cara. Idilicamente, corro para um amanhã mais feliz. Lentamente sei que meu sorriso virá. E ficará. Hoje a vida amanheceu pulsando dúvidas. Estranha mente, a emoção bate na razão. Rasa lagoa, secou de amores e molhou de beijos, Mas beijos mal dados; não completados. Esquente o frio que me congela o coração, esfrie o calor da razão. Peço isso e que peque comigo.