ABOUT TO THE MUZZLE.
To The Muzzle é meu primeiro álbum depois de alguns anos sem publicar nada em meu nome próprio. Como todo artista, claro, fui inspirado por algumas variações de coisas diferentes para cada faixa, e é sobre isso que vão ler aqui agora.
Por que To The Muzzle?
O nome do álbum aconteceu em um dissertar repentino, sem muito pensamento ou premeditação. É simples. A ideia da focinheira sempre é o objeto que comumente penso quando penso sobre restrição e bloqueio, usualmente usada por cães, é uma forma de fingir dominância a sua própria violência e instintos.
Sobre 777:
Sete é um número favorito, é longe de ser bíblico ou angelical, na verdade, é a repetição mais suave nos meus sentidos como uma pessoa com sinestesia. A fita apresentada é de um caso real de uma das últimas execuções realizadas em uma cadeira elétrica, os detalhes não podem por mim ser revelados porém a fita é pública. O nome do condenado não é revelado, mas, o processo até o momento da contagem regressiva para o choque está presente. Sim. A contagem regressiva é uma execução por cadeira elétrica.
Plaster Wall:
Plaster Wall foi praticamente uma intuição viva, algo que deveria vir depois de uma contagem, me relembrando dos dias em que eu era garoto e tinha uma banda na garagem de uma escola abandonada perto de uma linha de trem tão abandonada quanto. A letra ficou dormindo desde aquela época até hoje, mas é algo adolescente, com todo rockeiro emo wannabe que eu um dia fui. Era originalmente a título. Para meu passado.
Patron Saint of The Broken Bones:
Ah.. o amor pela música título de um álbum. Essa também morou em um arquivo bem colocado no meu estúdio e no meu coração. Patron Saint of The Broken Bones é o motivo do álbum existir, e, como bom inspirado em Radiohead e outros ingleses que arrastam suas palavras, a letra é algo para imaginarem mais do que ouvirem, já que, o propósito original é conhecido para a pessoa que a inspirou. Sons, vocais, uma palavra ou outra, mistério. “Something waiting for you…”. Para S.
Offering:
A faixa é especificamente para poder mostrar que minha voz é feita para suportar músicas que meus ídolos carregavam. Entre Nu Metal, Hard Rock e Emo Scene, entre Linkin Park e Pierce the Veil. Offering já nasceu favorita de uma das minhas pessoas favoritas, que eu tinha certeza que confrontaria qualquer alegação de “Ace não faz mais música”. Well. Lie to me. Para G.
Interlude:
Um interlúdio sempre está presente em um bom álbum, e é crucial para suavizar ou escalar o momento que vai sucedê-lo. Diminuir o ritmo, acelerar o ritmo, mudar de som, declarar paixão perto suficiente da natureza. Foi o choro de uma guitarra pensando na companhia que quero para minha vida toda, minha A.H. Perfeito para…
Home Calling of An Army:
Pessoalmente, essa é minha favorita. É a produção mais recente que fiz neste álbum todo. “Holy Roman Empire” indeed. Foi gravado em uma câmera digital que encontrei a um tempo, uma cybershot de 2009, presenteada pelo meu pai próximo aos meus 10 anos. Minha mente e meu coração murmuram essa música, e creio que sempre vão. Minha inspiração então, fui eu mesmo.
TO THE MUZZLE is HERE.












