Fleshkin : An umbrella term for any eldritch, monster, fallen angel, deity or cryptid kins. Can also be used for angels with dark themes. This can be related to Gods of death and turmoil, representing hatred, rage, envy or greed.
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Fleshkin : An umbrella term for any eldritch, monster, fallen angel, deity or cryptid kins. Can also be used for angels with dark themes. This can be related to Gods of death and turmoil, representing hatred, rage, envy or greed.
slowly rotting away… my vessel is one of decay and I have no power to stop it.
The Sarah Jane Adventures 5x02 - Sky (Part 2)
ABOUT TO THE MUZZLE.
To The Muzzle é meu primeiro álbum depois de alguns anos sem publicar nada em meu nome próprio. Como todo artista, claro, fui inspirado por algumas variações de coisas diferentes para cada faixa, e é sobre isso que vão ler aqui agora.
Por que To The Muzzle?
O nome do álbum aconteceu em um dissertar repentino, sem muito pensamento ou premeditação. É simples. A ideia da focinheira sempre é o objeto que comumente penso quando penso sobre restrição e bloqueio, usualmente usada por cães, é uma forma de fingir dominância a sua própria violência e instintos.
Sobre 777:
Sete é um número favorito, é longe de ser bíblico ou angelical, na verdade, é a repetição mais suave nos meus sentidos como uma pessoa com sinestesia. A fita apresentada é de um caso real de uma das últimas execuções realizadas em uma cadeira elétrica, os detalhes não podem por mim ser revelados porém a fita é pública. O nome do condenado não é revelado, mas, o processo até o momento da contagem regressiva para o choque está presente. Sim. A contagem regressiva é uma execução por cadeira elétrica.
Plaster Wall:
Plaster Wall foi praticamente uma intuição viva, algo que deveria vir depois de uma contagem, me relembrando dos dias em que eu era garoto e tinha uma banda na garagem de uma escola abandonada perto de uma linha de trem tão abandonada quanto. A letra ficou dormindo desde aquela época até hoje, mas é algo adolescente, com todo rockeiro emo wannabe que eu um dia fui. Era originalmente a título. Para meu passado.
Patron Saint of The Broken Bones:
Ah.. o amor pela música título de um álbum. Essa também morou em um arquivo bem colocado no meu estúdio e no meu coração. Patron Saint of The Broken Bones é o motivo do álbum existir, e, como bom inspirado em Radiohead e outros ingleses que arrastam suas palavras, a letra é algo para imaginarem mais do que ouvirem, já que, o propósito original é conhecido para a pessoa que a inspirou. Sons, vocais, uma palavra ou outra, mistério. “Something waiting for you…”. Para S.
Offering:
A faixa é especificamente para poder mostrar que minha voz é feita para suportar músicas que meus ídolos carregavam. Entre Nu Metal, Hard Rock e Emo Scene, entre Linkin Park e Pierce the Veil. Offering já nasceu favorita de uma das minhas pessoas favoritas, que eu tinha certeza que confrontaria qualquer alegação de “Ace não faz mais música”. Well. Lie to me. Para G.
Interlude:
Um interlúdio sempre está presente em um bom álbum, e é crucial para suavizar ou escalar o momento que vai sucedê-lo. Diminuir o ritmo, acelerar o ritmo, mudar de som, declarar paixão perto suficiente da natureza. Foi o choro de uma guitarra pensando na companhia que quero para minha vida toda, minha A.H. Perfeito para…
Home Calling of An Army:
Pessoalmente, essa é minha favorita. É a produção mais recente que fiz neste álbum todo. “Holy Roman Empire” indeed. Foi gravado em uma câmera digital que encontrei a um tempo, uma cybershot de 2009, presenteada pelo meu pai próximo aos meus 10 anos. Minha mente e meu coração murmuram essa música, e creio que sempre vão. Minha inspiração então, fui eu mesmo.
TO THE MUZZLE is HERE.
Estamos hoje com a presença ilustre de um músico que passou quase uma década completa nas sombras da produção musical. O especial retorno de Ace provoca interesse de alguns artistas e, principalmente, dos fãs da produção artística de Victor Hugh. TO THE MUZZLE será finalmente o álbum da voz de Victor?
Victor, como podemos chamá-lo? Faz certamente muito tempo, bem-vindo de volta.
Faz um longo tempo não? Assino por Ace, mas, utilizar meu nome não me é problema, sinta-se a vontade. Estou surpreso que quiseram fazer essa entrevista em português mesmo estando em Nova Iorque, me sinto acolhido no meu idioma natural.
O que veio fazer em Nova Iorque? Será aqui o lugar de debut do álbum?
Vim prestigiar a coleção da Spiral-Ode. Foi uma das melhores experiências até então, fiquei por mais um tempo para realizar as entrevistas para onde fui chamado, mas sintam-se felizes, não tenho grande aparição midiática afinal.
Conte para nós tudo que precisamos saber sobre To The Muzzle.
To The Muzzle é um álbum de rock que contém seis faixas, a ideia é resgatar a nostalgia do gênero ser a melhor ferramenta para explorar meus sentidos e sentimentos mais agressivos. É como se lembrar de uma banda de garagem, a diferença é que é feito por um homem só.
Qual o motivo de ser tão diferente do trabalho que anda fazendo em sonoplastia?
Existem vários aspectos para essa resposta assim como existem vários aspectos na vida de um artista. O princípio que carrego comigo é que, música pode ser minha carreira, mas certamente é minha vida, e isso me trás uma liberdade ampla e a possibilidade de abraçar as coisas conforme elas vem em minha vida.
Sou músico porque é isso que quero fazer com a minha vida, se fosse apenas uma carreira, então obedeceria a uma grade de disciplinas nas quais não quero fazer parte. A sonoplastia é um grande sonho tanto quanto produzir de mim, sobre mim, para vocês.
A produção é inteira da Label?
Sim, é tudo feito entre os estúdios na China e no Brasil, mas em sua maioria na China. Desde os instrumentais até o vocal, são todos meus. As façanhas de um multi instrumentalista.
É verdade que a produção envolve um áudio de uma execução criminal?
Vocês são rápidos… bem… sim. O processo de obtenção da fita em questão foi devidamente feita sob a lei do estado em questão, mas para começo de conversa, a fita já era pública do Estado de Mississipi. Ouvirão duas vezes durante o álbum a descrição de uma execução por cadeira elétrica, mas claro, nenhuma morte é incluída na equação. Não matei ninguém! [riu alto].
Não se preocupem.
Por que “To The Muzzle”?
Creio que esse seja um dos aparelhos de contenção à violência necessária mais interessantes de se observar, nossa espécie tem infinitas maneiras de lidar com a expressão de agressividade e violência, e é essa violência que quero expressar. Não é novidade que a música é poderosa medicina para a alma, um movimento que tira a focinheira de um cão para vê-lo em sua ira.
Quando fala sobre violência, não há receio de propagar alguma apologia que não deve?
[Risos ecoam pela sala]
Posso ver pela expressão de como me perguntou que o tédio dessa questão é palpável. Bem… eu creio que não tenho que explicar a história da música e da arte para expressão própria e os sentimentos mais vicerais que ela amplifica.
Creio que estar em contato com o que te amordaça é uma parte importante de dominar a natureza agressiva em cada um de nós, então não, não estou preocupado sobre o que devo ou não cantar e tocar.
A discursos on-line debatendo uma possível ficha criminal sua, essa brincadeira toda tem algum fundo?
[Um sorriso surgiu]
Geralmente me falam que eu dou pinta de assassino por toda essa história de expressão de violência, mas nada passa de uma narrativa que entretém, mas é falsa. Sou inofensivo e, na realidade, emotivo até demais, mas de onde vim temos muito apreço no assustador. Creio que mostro meus laços brasileiros assim.
Quando será o lançamento oficial?
Dia 31 de outubro para todo o público, mas estou trabalhando na primeira distribuição da faixa principal que sairá mais cedo. Fitas já foram distribuídas para pessoas selecionadas que já ouviram todo o trabalho.
Para finalizarmos, um recado para quem está ansioso para ouvir?
Não vou lhes decepcionar, fiquem mais que tranquilos, tudo bem? É sempre um prazer fazer arte e espero que seja mais prazeroso ainda ouvi-lá. Talvez alguma faixa lhe encha a alma e te faça explodir, isso é sempre uma boa coisa ao meu ver.
Espero ver todos lá, até dia 31.
hi!
so I'm questioning if I'm a fallen angel or not (sorry if that's worded weird) and I was curious as to how you found out..? I'm trying to piece together a puzzle that doesn't have any edges haha!
Thank you in advance, friend
Haiiiii thanks for asking it can be tough to figure out but all experiences r different.
We started feeling a set of wings but we are aviankin so we didn't think anything of it, until we had a dream. We were falling from tgr sky but we knew we could fly we had to be able to because i had wings. It felt like my wings were burning so we didn't fly but we had a safe landing. We looked behind us and saw my wings were burning with embers and black.
After that we started feeling more wings and eyes and started to love gold rings. We also started remembering more. We know that we questioned our Gods unjust ways and He kicked us out. We feel so much hate towards Him but also sorrow.
We miss it so much. We had friends.
Thats about it lmk if that helped friend!!!