Adela Szwaja-Dudzińska (1925-2019) — Carousel XXVII [oil on canvas, 1977]
DEAR READER

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祝日 / Permanent Vacation
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Sweet Seals For You, Always

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Adela Szwaja-Dudzińska (1925-2019) — Carousel XXVII [oil on canvas, 1977]
Ariadne in Naxos - Joseph Edward Southall
Palestinian embroidery on wedding handkerchief. Front and back.
submit to the sacrifice of letting it go
Ontem e hoje procuro, todas as noites, os teus cabelos na minha cama. Procuro apagar qualquer vestígio teu na minha cama. Mas só consigo ver as nódoas nos meus lençóis, onde me sentei e os meus líquidos lhes tocaram. Só consigo pensar nas flores secas que não me deste, que estão no lixo com os preservativos que usamos por cima. Usados, abertos, como me deixaste sentir.
Não foi só na minha cabeça, e não foi só irresponsabilidade minha — procuraste tanto afeto como eu precisei de ti. Não me consegues dar mais, mas também nunca quiseste saber do que eu precisava, nunca me perguntaste. Durante, quando me penetravas, perguntar se estou bem com o olhar de um cachorro abandonado não conta. No meio de todas as outras coisas que me dizias, em que eu só ouvia a tua luxúria bêbada.
Sabias a tapete de cerveja, e eu sabia, quando te deitei na minha cama, que teria de ser a última vez. Quando toquei os teus lábios e senti esse hálito a álcool, percebi que não tenho de fazer isto. Eu sabia, pelas mensagens que mandaste, que ia ser a última vez. Eu sabia que não gostava e que não o merecia, mas fiz-lo porque senti a necessidade de me castigar e de me regalar contigo pela última vez.
Não consigo dizer que tenha sido somente castigo, porque te apreciei como apreciei todas as outras vezes. Abaixo da clavícula, fomos físicos porque não queria falar. Porque não havia nada para dizer — nenhuma combinação de palavras que eu usasse iria transmitir qualquer ideia que tu quisesses entender. Não me consegues dar mais que isto, e a verdade é que eu não sei o que quero. Mas sei que isto não é sequer uma sombra do que eu quero.
Olho para os teus cabelos na minha cabeceira como olhava para a tua cabeça quando te deitavas, vestido, no meu colo. Eu sempre soube que eram momentos isolados no tempo, roubados a qualquer ideia de amor ou carinho.
Yves Tumor for Alt Press. By Noah Dillon. Styled by Peri Rosenzweig. 2023
may the ashes be the sign that reborn is near
“It was really true, there was no longer anything about him that could interest me. He wasn’t even a fragment of the past, he was only a stain, like the print of a hand left years ago on a wall.”
— Elena Ferrante, The Days of Abandonment
Paradise Rot | Jenny Hval
just dykes being freaks - exactly what was missing in my life
JEMIMA KIRKE PHOTOGRAPHED BY LINDSEY BYRNES FOR COVETEUR
Art by Maria Prymachenko about Chornobyl disaster:
1. "This is how the Unit 4 dreamed. Flowers will grow on it. And the children will carry flowers. As a monument will forever be near it. Our heroes saved us, they left us."
2. "An old man was grazing his cow near Unit 4 and put nylon bags on her for her health. But cow is eating grass and not listening to him"
3. "Flowers grew near Unit 4"
Yashima Gakutei – Crabs near a tide line, Japan, 1827
Eartheater | MoMA PS1: Warm Up | Boiler Room
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