Me chamo Vitor Silva Frota. Sou de Junho/1998, sou de Manaus, Amazonas. Solteiro — por escolha, critério e uma certa aversão a superficialidades.
Feito nos anos 90. Quando não existia censura, e ser autêntico ainda era um ato comum — não um escândalo. Carrego essa essência comigo até hoje. Fui moldado num tempo em que a verdade era dita na cara, a música tinha alma e as conexões eram reais, mesmo nas falhas.
Sou intensidade disfarçada de tranquilidade. Não sigo tendências, sigo impulsos — e aprendi a confiar neles. Tenho uma mente que questiona tudo, um olhar que enxerga além das máscaras e um silêncio que fala mais que muitos discursos.
Não sou pra qualquer um, e nunca fiz esforço pra ser. Quem me entende, fica. Quem tenta me moldar, cansa. Prefiro a liberdade de ser incompreendido do que a prisão de ser adorado por algo que não sou.
Se me chamam de exagerado, é porque ainda não viram o mundo com os olhos de quem sente tudo ao extremo. E se alguém se incomoda, talvez seja porque minha existência não veio pra agradar — veio pra marcar.
— VSF | Vitor Silva Frota
Meu maior pecado é gostar de putaria.


















