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@fuck-mare
Palavras sĂŁo na minha humilde opiniĂŁo, nossa inesgotĂĄvel fonte de magia.Capazes de ferir e de curar.
 J.K Rowling. (via romantizar)
Eu queria te contar que agora nĂŁo dĂłi mais. SĂł que agora nĂŁo importa tanto o que vocĂȘ vai pensar sobre isso. Queria que vocĂȘ soubesse que jĂĄ vi nossos filmes milhares de vezes e nem chorei. Ok, chorei. Mas pelo filme, e nĂŁo por vocĂȘ. Queria que vocĂȘ soubesse que tirei a poeira das nossas mĂșsicas, e que as ouço quase todos os dias. Porque elas me faziam mais falta do que vocĂȘ fez. Os nossos lugares nĂŁo sĂŁo mais nossos. Eu jĂĄ voltei lĂĄ com outras pessoas, e escrevi lĂĄ outras histĂłrias⊠Eu estou aprendendo a tocar violĂŁo. E a primeira mĂșsica que toquei foi aquela mĂșsica que era uma espĂ©cie de hino pra nĂłs dois. Ela Ă© tĂŁo linda⊠E sim, ela continua sendo muito nossa e lembrando demais vocĂȘ. Mas ainda sim, nĂŁo dĂłi. VocĂȘ nĂŁo pergunta essas coisas, mas sei que gostaria de saber. Porque te conheço. E isso nĂŁo mudou. Do mesmo jeito que adivinhei as coisas ruins que vocĂȘ aprontaria, eu sei as coisas boas que ficaram aĂ em vocĂȘ e te fazem lembrar de mim. Porque a vida segue. Mas o que foi bonito fica com toda a força. Mesmo que a gente tente apagar com outras coisas bonitas ou leves, certos momentos nem o tempo apaga. E a gente lembra. E jĂĄ nĂŁo dĂłi mais. Mas dĂĄ saudade. Uma saudade que faz os olhos brilharem por alguns segundos e um sorriso escapar volta e meia, quando a cabeça insiste em trazer a tona, o que o coração vive tentando deixar pra trĂĄs.
Caio Fernando Abreu.  (via romantizar)
Quando se estĂĄ amando, qualquer clichĂȘ se torna poesia.
Marcello Henrique. (via renunciador)
Eu quero Ă© ele. Ele, ele, ele. Ă que nĂŁo tem ninguĂ©m igual. Ă que nĂŁo vai ter sentimento igual. Ă que nĂŁo vai ter outra pessoa que seja assim, tĂŁo Ășnico, tĂŁo perfeito, tĂŁo, tĂŁo⊠sabe? NĂŁo vai ter, eu sei.
Clarissa CorrĂȘa. (via promisse)
Enquanto as pessoas esperam por um âThe endâ, eu sĂł quero um âTo be continuedâ.
Thiara Macedo (via ventualus)
Meu maior medo Ă© viver sozinho e nĂŁo ter fĂ© para receber um mundo diferente e nĂŁo ter paz para se despedir. Meu maior medo Ă© almoçar sozinho, jantar sozinho e me esforçar em me manter ocupado para nĂŁo provocar compaixĂŁo dos garçons. Meu maior medo Ă© ajudar as pessoas porque nĂŁo sei me ajudar. Meu maior medo Ă© desperdiçar espaço em uma cama de casal, sem acordar durante a chuva mais revolta, sem adormecer diante da chuva mais branda. Meu maior medo Ă© a necessidade de ligar a tevĂȘ enquanto tomo banho. Meu maior medo Ă© conversar com o rĂĄdio em engarrafamento. Meu maior medo Ă© enfrentar um final de semana sozinho depois de ouvir os programas de meus colegas de trabalho. Meu maior medo Ă© a segunda-feira e me calar para nĂŁo parecer estranho e anti-social. Meu maior medo Ă© escavar a noite para encontrar um par e voltar mais solteiro do que antes. Meu maior medo Ă© nĂŁo conseguir acabar uma cerveja sozinho. Meu maior medo Ă© a indecisĂŁo ao escolher um presente para mim. Meu maior medo Ă© a expectativa de dar certo na famĂlia, que nĂŁo me deixa ao menos dar errado. Meu maior medo Ă© escutar uma mĂșsica, entender a letra e faltar uma companhia para concordar comigo.
FabrĂcio Carpinejar. (via ventualus)
Eu duvido. Duvido que vocĂȘ nĂŁo chame meu nome quando vocĂȘ sente falta de alguĂ©m, duvido que nĂŁo sinta falta do meu carinho sempre tĂŁo sincero, falta de me contar como foi seu dia, as histĂłrias da sua vida que sempre foram pra mim melhor do que qualquer novela. Duvido que vocĂȘ nĂŁo me procure nas biscates que vocĂȘ pega por aĂ, sempre tĂŁo vazias. Vazias igual a sua liberdade idiota que nunca te serviu pra porra nenhuma. Talvez esse seja o nosso problema, eu sou completa demais pra sua vidinha mais ou menos. Eu sinto, eu penso, eu falo, eu te conheço, isso te assusta nĂ©? âTĂŽ invadindo seu espaço? Desculpa.â Essa fui eu, durante todo esse tempo, me desculpando por que mesmo? Me diminui pra vocĂȘ ficar maior, pra vocĂȘ nĂŁo me perceber entrando na sua vida. Se vocĂȘ pudesse sentir o quanto isso dĂłi vocĂȘ quem iria se desculpar. Eu queria ligar pra vocĂȘ, e te falar sem pausas tudo que eu ensaio toda vez que vocĂȘ me magoa, mas nunca digo pra nĂŁo te magoar, afinal vocĂȘ nĂŁo me faz mal por mal, e talvez esse seja o pior mal que se possa fazer a alguĂ©m, tĂŁo natural. Bobagem, como se algum ensaio no mundo fosse me deixar firme depois do seu âalĂŽâ. EntĂŁo Ă© isso, tĂŽ te escrevendo. Sempre fui mais segura com as palavras. TĂŽ te escrevendo pra talvez um dia te enviar, mas to escrevendo. E nĂŁo Ă© sobre vocĂȘ dessa vez, Ă© sobre mim. Sobre o quanto eu sou boa, igual a mim tĂĄ difĂcil meu bem. Sobre como eu nĂŁo preciso usar cinco centĂmetros de saia e um decote no umbigo pra ser mulher; Sobre como, ainda assim, sĂł eu sei fazer de vocĂȘ um homem. Sobre muitas coisas, mas principalmente, sobre quantos homens eu poderia estar saindo nesse exato minuto. NĂŁo Ă© com vocĂȘ, Ă© comigo sabe? Por exemplo, EU te idealizo nesse momento como o melhor, nĂŁo que vocĂȘ seja. Acho legal vocĂȘ brincar com a sorte, mas se eu fosse vocĂȘ nĂŁo teria tanta certeza da minha posse assim. Talvez ninguĂ©m tenha te avisado ainda, entĂŁo desculpa se eu vou te dar essa notĂcia sem te preparar antes, mas a porra do mundo nĂŁo gira em torno do seu umbigo. Ficou chocado? Acontece. SĂł queria te dĂĄ um conselho, em nome da nossa amizade e meu carinho por vocĂȘ, tira uma mĂŁo da liberdade e segura um terço. Fica assim, agarrado nas duas coisas sabe? E reza, reza muito pra nĂŁo aparecer ninguĂ©m que mexa comigo enquanto vocĂȘ fica brincando de nĂŁo saber o que quer. Porque eu sou amor, e ainda que nĂŁo seja o seu, essa Ă© a minha essĂȘncia. E vocĂȘ nĂŁo deve acreditar muito nessa ideia, pelas tantas vezes que eu quase fui, mas um dia eu vou.. sempre foi assim. Mas deixa eu te contar um segredo: se eu for, eu nĂŁo volto.
Tati Bernardi. (via allaxg)
VocĂȘ sempre me disse que sua maior mĂĄgoa era eu nunca ter escrito um texto sobre vocĂȘ. Nem que fosse te xingando, te expondo. Qualquer coisa. VocĂȘ sempre foi o Ășnico homem que me amou. E eu nunca te escrevi nem uma frase num papelzinho amassado. VocĂȘ sempre foi o Ășnico amigo que entendeu essa minha vontade de abraçar o mundo quando chega a madrugada. E o Ășnico que sempre entendeu tambĂ©m, depois, eu dormir meio chorando porque Ă© impossĂvel abraçar sequer alguĂ©m, o que dirĂĄ o mundo. Outro dia eu encontrei um diĂĄrio meu, de 99, e lĂĄ estava escrito âhoje eu larguei meu namorado sentado e dancei com ele no baile de formaturaâ. Ele, no caso, Ă© vocĂȘ. Dei risada e lembrei que em todos esses anos, mesmo eu nunca tendo escrito nenhum texto para vocĂȘ, eu por diversas vezes larguei vĂĄrios namorados meus, sentados, e dancei com vocĂȘ. Porque vocĂȘ Ă© meu melhor companheiro de dança, mesmo sendo tĂmido e desajeitado. Depois encontrei uma foto em que vocĂȘ estĂĄ com um daqueles Ăłculos escuros espelhados de maconheiro. E eu de calça colorida daquelas âbailarinaâ. E nessa Ă©poca vocĂȘ nĂŁo gostava de mim porque eu era a bobinha da classe. Mas eu gostava de vocĂȘ porque vocĂȘ tinha pintas e eu achava isso super sexy. E eu me achei ridĂcula na foto mas senti uma coisa linda por dentro do peito. AĂ lembrei que alguns anos depois, quando eu jĂĄ nĂŁo era mais a bobinha da classe e sim uma estagiĂĄria metida a esperta que sĂł namorava figurĂ”es (uns babacas na verdade), vocĂȘ viu algum charme nisso e me roubou um beijo. Fingindo que ia desmaiar. Foi ridĂculo. Mas foi menos ridĂculo do que aquela vez, ainda na faculdade, que eu invadi seu carro e te agarrei a força. VocĂȘ saiu cantando pneu e ficou quase dois anos sem falar comigo. Eu nĂŁo sei porque exatamente vocĂȘ nĂŁo mereceu um texto meu, quando me deu meu primeiro cd do VinĂcius de Morais. Ou quando me deu aquele com historinhas de crianças para eu dormir feliz. Ou mesmo quando, jĂĄ de saco cheio de eu ficar com vocĂȘ e com mais metade da cidade, vocĂȘ me deu aquele cartĂŁo postal da AmazĂŽnia com um tigre enrabando uma onça. TambĂ©m nĂŁo sei porque eu nĂŁo escrevi um texto quando vocĂȘ apareceu naquela festa brega, me viu dançando no canto da mesa, e me disse a frase mais linda que eu jĂĄ ouvi na minha vida âeu sei que vocĂȘ nĂŁo gosta de mim, mas deixa eu te olhar mesmo assimâ. Talvez eu devesse ter escrito um texto para vocĂȘ, quando eu te pedi a Ășnica coisa que nĂŁo se pede a alguĂ©m que ama a gente âme faz companhia enquanto meu namorado estĂĄ viajando?â. E vocĂȘ fez. E vocĂȘ me olhava de canto de olho, se perguntando porque raios fazia isso com vocĂȘ mesmo. Talvez porque mesmo sabendo que eu nĂŁo amava vocĂȘ, vocĂȘ continuava querendo apenas me olhar. E eu me nutria disso. Me aproveitava. Sugava seu amor para sobreviver um pouco em meio a falta de amor que eu recebia de todas as outras pessoas que diziam estar comigo. Depois vocĂȘ começou a namorar uma menina e deixou, finalmente, de gostar de mim. E eu podia ter escrito um texto para vocĂȘ. Claro que eu senti ciĂșmes e senti uma falta absurda de vocĂȘ. Mas ainda assim, eu deixei passar em branco. Nenhuma linha sequer sobre isso. Depois eu tambĂ©m podia ter escrito sobre aquele dia que vocĂȘ me xingou atĂ© desopilar todos os cantos do seu fĂgado. Eu fiquei numa tristeza sem fim. Depois pensei que a gente sĂł odeia quem a gente ama. E fiquei feliz. Pode me xingar quanto vocĂȘ quiser desde que isso signifique que vocĂȘ ainda gosta um pouquinho de mim. Minhas piadas, meu jeito de falar, atĂ© meu jeito de dançar ou de andar. Tudo Ă© vocĂȘ. Minha personalidade Ă© vocĂȘ. Quando eu berro Strokes no carro ou quando eu faço uma amiga feliz com alguma ironia barata. Tudo Ă© vocĂȘ. Quando eu coloco um brinco pequeno ao invĂ©s de um grande. Ou quando eu fico em casa feliz com as minhas coisinhas. Tudo Ă© vocĂȘ. Eu sou mais vocĂȘ do que fui qualquer homem que passou pela minha vida. E eu sempre amei infinitamente mais a sua companhia do que qualquer companhia do mundo, mesmo eu nunca tendo demonstrado isso. E, ainda assim, nunca, nunquinha, eu escrevi sequer uma palavra sobre vocĂȘ. AtĂ© hoje. AtĂ© essa manhĂŁ. Em que vocĂȘ, pela primeira vez, foi embora sem sentir nenhuma pena nisso. Foi a primeira vez, em todos esse anos, que vocĂȘ simplesmente foi embora. Como se eu fosse sĂł mais uma coisa da sua vida cheia de coisas que nĂŁo sĂŁo ela. E que vocĂȘ usa para nĂŁo sentir dor ou saudade. Foi a primeira vez que vocĂȘ deixou eu te olhar, mesmo vocĂȘ nĂŁo gostando de mim. E foi por isso, porque vocĂȘ deixou de ser o menino que me amava e passou a ser sĂł mais um que me usa, que vocĂȘ, assim como todos os outros, mereceu um texto meu.
Tati Bernardi (via intercalado)
Ver tv me deprime, entĂŁo resolvo ler. Que me deprime. EntĂŁo resolvo dançar de pijama na cozinha. Que me deprime. EntĂŁo resolvo ver tv. Que me dĂĄ sono. E sono nĂŁo me deixa triste. Mas sonhar me deixa. Porque todas as noites eu sonho que estico o braço e encontro as costas dele. E enfio a mĂŁo pela camiseta amarela e faço carinho nas costas dele, onde tinha um pouco de pĂȘlo quente. E ele sĂł gemia ao estilo nenĂȘ e nĂŁo ao estilo sujo. E o mundo ficava tĂŁo limpo. E desde que ele se foi o mundo ficou sujo. E entĂŁo fico muito, muito, muito, muito triste.
Da mais såbia de todas, Tati Bernardi. (via frasesmalfeitas)
VocĂȘ finge que isso nĂŁo te chateia, mas vocĂȘ quer explodir.
Metallica. (via allaxg)
RepĂłrter: Homens sĂŁo...
Renato Russo: Bobos, que nem cachorro.
RepĂłrter: Mulheres sĂŁo...
Renato Russo: Misteriosas que nem gato.
Teu nome. Teu sobrenome. Teus gestos. Teu sorriso. Teu perfume. Teus conselhos. Teu abraço. Teu olhar. Teu beijo. Teu amor. Teu jeito de ser. Teu jeito de me chamar de âlindaâ . Teus sms. Teus olhos fixados nos meus. Teu orgulho. Teu respeito. Teus sonhos. Teus objetivos. Teu cabelo. Teus carinhos. Teus mimos. Teus dengos. Teus toques. Teu corpo colado no meu. Teus defeitos. Teu cheiro impregnado na minha roupa. Teu dom de me fazer sorrir. Teu sorriso tĂmido. Teu ciĂșmes. Teus problemas. Tua vida. Tua forma de cuidar de mim. Tuas manias. Tua voz. Tua risada. Tua admiração. Tuas cantadas âbregasâ. Tuas palavras. Tuas mordidinhas. Tua coragem. Tuas qualidades. Tuas birras. Tua carinha de nenĂ©m âpidĂŁoâ. Tua força. Tua fĂ©. Tua moradia. Tua fonte de felicidade. Tua forma de encarar o mundo. Tua companhia. Tuas caras e bocas. Tua voz no meu ouvido. Nossa casa. Nossa vida. Nosso amor.
Tudo que eu preciso. (via ventualus)
Ela sabia que precisava dele. Mas tinha medo da compulsĂŁo. De querer ele sempre e sempre e pra sempre. E amanhĂŁ e depois. E de dia, e tarde, de madrugada.
Tati Bernardi (via promisse)