A gente passa tanto tempo fazendo planos, imaginando o amanhã, acreditando que sempre vai haver mais tempo.
Mais tempo para dizer “eu te amo”, para abraçar, para perdoar, para recomeçar.
Mas a verdade é que nunca sabemos quando será o último abraço ou o último adeus.
E é estranho como só percebemos o valor de um momento quando ele já virou lembrança.
Um sorriso simples, uma conversa qualquer, algo que parecia comum, mas se torna insubstituível.
A vida não avisa. Ela simplesmente acontece e, às vezes, muda tudo em segundos.
Por isso, viver não deveria ser automático.
Viver é sentir, estar presente, dizer o que importa enquanto ainda há tempo.
Eu escolho viver com intensidade, com verdade e com o coração aberto.
Porque, no fim, não é sobre o tempo que tivemos, mas sobre o quanto realmente vivemos.
E se hoje fosse o último dia, será que estamos vivendo do jeito que gostaríamos de lembrar?
By Letícia Fyorri
















