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Reflexões de maio...
A frequência tá decaída, né? Mas não é sobre isso o tópico de hoje, então, sigamos en frente!
Não sei se é fato de estar co 29 anos de vida agora (os 30 chegam ano que vem e não me sinto nem um pouco incomodada com esse número), a mente parece ter clareado muitas coisas, uma "maior consciência" porque se fosse alguns anos atrás talvez pirasse com isso... Ou talvez esteja acontecendo e só ignoro tudo e finjo que estou nesse estado. Enfim, quinto mês do ano e cenários reais e imaginários continuam surgindo.
Dançar continua sendo meu apoio, não sou expert ou uma super dançarina, óbvio, contudo, entendi agora o que a música "Black Swan" diz sobre a "primeira morte", não consigo me ver mais sem mandar uns passos ou estudar um movimento em algum momento do meu dia. Já murmurava músicas ao léu antes como uma forma de manter minha mente ocupada e entretida (às vezes se torna um saco quando não tô fazendo algo), trazer esse hobbie da infância realmente foi umas das melhores escolhas que fiz e já rola a 2 anos e dessa vez não quero parar!
Ultimamente, tenho me arriscado em escrever (de novo), acho que esse é o maior arrependimento da minha vida até agora... parei na época do vestibular, voltei a usar a caneta na universidade e acabei interrompendo outra vez! E não tem sido fácil, segundo minhas revisoras (minhas amigas da UEPA) como ganhamos conhecimento técnico de texto, aos meus olhos qualquer pormenor vai ser um erro e tanto e pior, é automático!!! Isso tem me frustrado muito: capitulos incompletos, ideias que abandono no meio e por aí segue a ista enorme de reclamação...
Quanto ao assunto "relacionamento", na metade de 2025 conheci uma pessoa e as coisas pareciam se desenrolar bem, mas em meados de novembro ele simplesmente disse que não existia possibilidade de continuarmos a tentar algo porque eu parecia "não buscar interagir com ele". Bom, confesso que não mandava tantas mensagens porque muita das vezes ele estava sem sinal e não via sentido em ficar teclando, ou talvez eu só não suprir as expectativas dele mesmo. A amiga que fez a mediação entre a gente ficou uma fera (ela tinha esperança que funcionasse), mas disse que talvez muito dos planos que temos em mente foi um fator pras coisas não fuírem, minha vida profissional ainda é um completo desastre e minha meta continua em sair desse buraco, já ele ainda tá finalizando a faculdade, a pouca diferença de idade não foi decisiva eu acho (2 anos de diferença).
Falar de relacionamento, no geral, tem sido um pouco... irritante, talvez? Não sei ao certo. Sempre que estou numa rodinha o assunto chega e bate em mim: apps de namoro, apresentar alguém, sair pra algum canto, flertes com alguém etc... Não vou mentir que nunca me senti mal por estar sozinha (seria muita cara de pau minha!), contudo, também penso que não estou numa provável furada e que tá tudo bem e não preciso me forçar a nada, principalmente, me desesperar por isso, só que muitos no teu caminho vão te questionar e você tem que lidar de melhor maneira possível com "sugestões não solicitadas".
Consigo contar nos dedos os casamentos que fui durante a vida (um participei somente do pós, não fui chamada para a cerimônia), me atendo aos dois últimos que estive já em idade adulta, tive 3 questionamentos: 2 sobre o motivo de não querer participar da hora do buquê e 1 sobre se desejo casar um dia. Primeiro, não que não ache divertido a expectativa sobre quem pode ser a sortuda a pegar aquelas flores, mas não minha mente não faz sentido ir até lá se não tenho esses planos em vista, e, por último, na hora só soltei um "já desisti" pra pessoa e ela me devolveu "tu ainda é nova, vai achar alguém". Desde lá pra cá umas suposições vem rondando a mente, claro, tenho ciência que disse só pra não levantar mais questionamentos, mas ao mesmo tempo uma parte era verdade, talvez a régua esteja tão alta e não me sinto tão incomodada em estar sozinha... mas acho que isso ainda vou remoer um pouco para transformar em palavras de fato.
Não planejei um monólogo e acabei criando um sem querer hihihihihi, é complicado quando sua mente é um espaço em constante trabalho de formular ideias e cenários...
Dobrando roupas, arrumando tudo no lugar e de repente começo a chorar, no início silencioso e gradualmente os soluços aumentam. Lágrimas carregadas de tristeza, raiva, dor e com o pouco de esperança resistindo dentro do peito, sofrido mas calmante...
O velho e péssimo hábito de guardar tudo dentro de mim, que irritante agora que estou nos 28 anos de vida, porém, não consigo me livrar dele. Talvez isso me destrua uma hora dessas...
Confirmaçãoda programação do próximo final de semana e acidentalmente descubro que o "grupo do pavulagem" vai se reuni outra vez... coincidência?
Só sei que tô rindo de nervoso da situação...
Conselhos partilhados
Às vezes penso no que minha amiga disse, hora ou outra isso vem à mente... e dou razão, outras digo a mim mesma que não é bem por aí. 17 anos é muito tempo, mas parece que foi ontem que nos conhecemos.
Agora as palavras delas estão rondando meus pensamentos de novo...
Junto com a raiva guardada, porque parece que tenho que aceitar em silêncio uma oferta e sentir que está tudo no eixo...
Não sou assim.
Não é bem por aí!
Quem sabe os desafios é quem os vive, não o outro!
E agora reflito mais uma vez sobre isso, prós e contras, ir ou ficar.
Tem alguns dias que retomei um dos meus escritos parados e inacabados, novas ideias e reescritas de cenas que não faziam mais sentido pra mim, porém, notei como aquele ciclo que caí uma vez retornou. É triste, porque minha mente trabalha com possibilidades de desenvolvimento para o enredo da história, mas as influências externas pertubam tudo isso e no final a desmotivação me assola.
Perceber isso tudo me acendeu uma ideia, o problema e leva-la até o final. Geralmente, minhas amigas são minhas "revisoras" de cada página que escrevo e me dão sugestões de como melhorar cada descrição de acontecimento, contudo, jamais poderão me apontar o norte que perdi novamente, isso é algo que devo achar sozinha a cada vez que as coisas perdem o total sentido e quero jogar tudo pro alto e esquecer que um dia pensei nisso. Sempre ando acompanhada de uma inquietude mental que somente eu escuto e vejo, pois ninguém ao redor pode vê-la (talvez possam ver parte dela em ocasiões específicas).
Dizem que uma discussão ou briga revelam muitas coisas, principalmente, um lado da pessoa que você acredita conhecer e entende que não é bem assim... Ao longo da vida temos esses embates com aqueles que estão inseridos em nosso círculos de convivência e podem ser desde motivos mais bestas ao mais complexos. Nunca achei que discutiria por coisa pequena e, no fim, já fiz isso inúmeras vezes sem me dar conta na hora, mas tempos depois raciocinando de cabeça fria cheguei a me "bater mentalmente"... Sendo mais direta possível: bati boca com minha irmã mais nova por causa de uma garrafa vazia (completamente desnecessário, eu sei, mas a impaciência dela me tirou do sério) e dessa vez, além das "palavras carinhosas" acho que o nível foi elevado....
Geralmente, em conflitos as pessoas tendem a se deixar levar pelo emocional e falam muitas coisas, contudo, nessas horas externamos muitas vezes o que pensamos do outro e acho que foi o que aconteceu... Na hora, minha mente realmente tiltou e em segundos refleti se realmente tinha ouvido ou foi imaginação, mas entendi que foi aquilo mesmo porque ela continuou descarregando tudo, só mandei ela pra aquele lugar e saí porque (infelizmente) não sou tão boa pra embates por detestar eles já que vi meus pais brigarem muitas vezes, merda feita e jogada no ventilador não tem como voltar atrás, desci enchi a maldita garrafa (não tinha porque brigar já que tinha uma cheia na geladeira e só me ocorreu esquecimento porque os gatos começaram a miar pra comer e já tava tarde) que já tinha lembrado e iria encher quando fosse na cozinha, subi e tentei me acalmar repetindo várias coisas pra mim mesma... acho que nunca tremi tanto na vida como nesse momento...
Doeu e não foi pouco...
Ouvir de outras pessoas como as palavras de algum familiar podem machucar e diferente de você estar na porcaria da situação.
Só me ajeitei o mais rápido possível, peguei minhas chaves e saí pra rua com a desculpa de comprar ração, mesmo tremendo e com o choro engolido e entalado na garganta, foi díficil manter as aparência enquanto caminhava até o pet shop e até mesmo pedir a bendita ração foi horrível. Fiquei parada na rua com a sacola na mão por uns bons minutos repetindo "Não quero voltar", tentei até mesmo ficar na casa de uma amiga mas ela não estava, a contragosto retornei e me eclausurei no quarto, desde então não troquei nenhuma palavra com elae nem tenho vontade, algumas coisas passaram na minha mente desde ontem e também me mantenho a distância.
Ao final... toda a situação só se juntou e nutriu uma única emoção que tenho e venho discutindo há algum tempo...
"IR EMBORA"
Não gosto de falar sobre meu futuro, pelo menos não mais... Nos últimos tempos pensar nisso tem tido um tom melancólico e enfadonho, acho que desaprendi muita coisa nesse processo e incluo o fato de não conseguir almejar ou sonhar um futuro lindo e brilhante para mim. Mesmo fazendo o melhor para cuidar da minha saúde mental, procurando testar novas coisas e retomar hábitos que deixei por força externa, olho para quem sou agora e entendo que não estou bem, de fato.
Retomar a escrita foi e ainda é uma luta diária, pois por muito tempo dei ouvidos aos comentários ao redor e larguei tudo quando na verdade nem deveria, passar meus pensamentos pra uma folha e postar para que outros lessem me deixava feliz, agora nem consigo terminar um capítulo sequer. Agora mais do que nunca sinto o vazio que ficou, as páginas incompletas por não consegui pensar em nada e não ter algo satisfatório em mãos, um dia contei isso para os amigos com quem escrevi um dia e me aconselharam a ter paciência e provavelmente que o meu conhecimento técnico de literatura poderia ser um dos responsáveis pelas minhas reprovações de todo e qualquer conteúdo que produzia. Agora e tentar aos poucos refazer os passos.
Quanto ao profissional... é torturante só de pensar no tópico, talvez fosse uma boa andar com um cartaz escrito "favor não falar sobre o meu profissional, obrigado", antes que digam: EU GOSTO DA MINHA ÁREA, O QUE EU NÃO GOSTO E DE DAR AULA E LETRAS NÃO SE RESUME SOMENTE A MAGISTÉRIO!!! A parte de revisão sempre teve muito apelo pra mim, desde o curso é algo que não tenho problemas ou empecilhos de fazer, contudo, se quiser trabalhar com isso preciso ir pro eixo sul-sudeste e por enquanto está fora de cogitação.
Sei que muita coisa devia ser ignorada mas ninguém consegue fazer 100%...
Reflexão noturna
Acho que uma observação voltou a mente, nessas últimas horas venho refletindo... Às vezes, nos esforçamos tanto para ajudar os outros que esquecemos de nós mesmos, esquecemos que precisamos ajustar e reorganizar tudo dentro de nossos corações e mentes antes de caminhar em socorro à outro ser.
Em muitos momentos servirmos de apoio, e quando precisamos do mesmo talvez você esteja sozinho, porque aos olhos alheios possa soar que alguém "forte" como você não precise disso. Ledo engano...
Você não é "forte", você apenas não quer que ninguém passe pelo que vem arrasando sua vida...
I keep seeing this meme all over twitter so I wanted to join in with a silly doodle
Telas quebradas
Eu simplesmente quebrei duas telas de celular, sim, por me distrair e deixar eles caírem... Num espaço de curto meses entre eles, já chorei de tanta raiva que senti na hora, dormi ainda com raiva e acordei com raiva no dia seguinte.
É isso, não tem mais que comentar.
I like in Teen Titans that Robin’s mask is just as expressive as like cartoon spidey masks. Especially when they do this thing:
OR WHEN HE DOES THIS:
he’s so silly I love him lmao
Sempre gostei desse detalhe no Robin, necessariamente, ele não precisa tirar a máscara e acaba ganhando um tom de comédia.
team gai holding metal
JJBA x Series of Unfortunate Events
Isso é bom demais!!!
2024, Janeiro
27 anos...
27 anos e em completo estado caótico, não foi animador comemorar meu aniversário... não é estranho viver com meus pensamentos lotando a mente e tals, mas é a segunda vez na vida que me sinto incomodada com eles e o rumo que pode tomar. Minha cabeça anda bem sombria.
A única coisa que parece me animar é botar os pés fora de casa, andar um pouco por aí e focar em outras coisas. Fora isso, é monotonia, estresse e dúvidas(muitas delas).
Queria escrever algo diferente disso, só que não rola por agora...
Ultimamente, me sinto com 7 anos de novo...
Por algum motivo queria chorar hoje, apenas chorar na janela do ônibus no caminho pra casa...
Translation not required.