sheepfilms

@theartofmadeline

⁂
Peter Solarz

pixel skylines
Today's Document
let's talk about Bridgerton tea, my ask is open
tumblr dot com
Jules of Nature
Game of Thrones Daily

JVL
styofa doing anything

ellievsbear

if i look back, i am lost
TVSTRANGERTHINGS

祝日 / Permanent Vacation

Origami Around
art blog(derogatory)
todays bird
AnasAbdin

seen from United States
seen from Canada

seen from United Kingdom
seen from Canada
seen from Malaysia
seen from South Africa

seen from Germany
seen from United States

seen from United Kingdom

seen from United Kingdom
seen from Netherlands
seen from United Kingdom
seen from United States

seen from United Kingdom

seen from Malaysia

seen from Australia

seen from France
seen from South Africa
seen from Canada
seen from South Korea
@goo-zando
(via beatyeyedcdn, beatyeyedcdn, phil-macrackin)
(via hottwotub)
(via 16506chris)
(via mike2123)
İs bitince kocasina kosuyor hemen
Tesao de corno 😈🦬
Apena uma Dança
By; Marido da Valeria
Porto Alegre sempre esvazia no período entre o Natal e o Ano-Novo. Seja por idas ao litoral norte, seja pelas visitas a parentes no interior, uma significativa parcela dos moradores da capital gaúcha tiram uma folga do dia-a-dia da metrópole nestes poucos dias.
Na contramão desse movimento, Valéria e o marido acabam a aproveitando a cidade mais tranquila e vazia para aproveitarem lugares que comumente não frequentam. Num desses passeios, numa tarde tórrida do final de dezembro, o casal reencontra um amigo antigo que não viam há muitos anos.
Sérgio os conhecia desde a época da adolescência, quando ainda eram namorados e sempre esteve próximo do casal. Há pelo menos 20 anos, Sérgio havia se mudado para o exterior, onde fez seus estudos e carreira. Estava de passagem pela capital.
Os três se sentaram em um bar para papear e Sérgio dominou as atenções da mesa com suas histórias dessas duas décadas de afastamento, contando de seus estudos, trabalho e, claro, dos namoros. Valéria ouvia com atenção e admiração a todas as histórias, com um franco sorriso no rosto. Ao mesmo tempo notava como Sérgio estava bonito, com um físico de aparência bem mais jovem do que os 43 anos de idade.
Após uma hora de conversa e entusiasmados pelo encontro, o trio combinou de se encontrar mais tarde na casa que Sérgio estava alugando, combinando de chamar outros amigos da mesma época. Contudo, os amigos daquele tempo haviam aproveitado a escapadela de final de ano e, à noite, somente Valéria e o marido foram à casa de Sérgio.
Valéria caprichou no visual, com maquiagem leve e um vestido azul decotado e soltíssimo, deixava à mostra as leves marcas de seu biquini nos ombros e boa parte das pernas torneadas, emolduradas por uma sandália preta de salto alto. Sérgio iluminou-se quando abriu a porta e viu Valéria deslumbrante, elogiou-a e a cumprimentou com um beijo no rosto muito próximo da boca, fazendo Valéria sentir um arrepio.
Sérgio usava uma camiseta suavemente justa que deixava evidente seu corpo em ótima forma física, com marcas dos músculos na barriga imediatamente notados por Valéria.
Sérgio foi super receptivo e generoso, com um belo jantar italiano regado a muito vinho e espumante. Sérgio mostrava uma incrível resistência ao álcool, diferentemente do marido de Valéria que, sem o costume de beber, já enrolava a língua ao falar e via o mundo girar à sua volta. Valéria também havia tomado bastante espumante, o suficiente para deixá-la solta e relaxada. Embalado pelo álcool e trio se divertia e avançava noite adentro.
Em dado momento, Sérgio colocou uma música mais calma e sugeriu que Valéria e o marido dançassem.
- Mal consigo ficar em pé, sem condições...
Balbuciou o marido quase deitado no sofá. Sérgio sorriu a estendeu a mão à Valéria que olhou rapidamente para o marido e aceitou o convite, retirando o salto alto e se dirigindo ao meio da sala. Sérgio colocou a mão na cintura de Valéria e a puxou para bem perto de seu corpo de modo que seus rostos ficaram lado a lado.
Valéria sentia o corpo forte de Sérgio pressionado contra o seu, sentindo ainda o passar de dedos pela costura de sua calcinha, por sobre o vestido. Sérgio murmurava perto do ouvido sem economizar nos elogios à beleza de Valéria, seu cheiro, sua pele...
Valéria se excitava. O enrijecer de seus seios certamente foi notado por Sérgio. Ao mesmo tempo, Valéria fixava o olhar no marido temendo por suas reações. Contudo, o corpo inerte no sofá mostrava que o marido estava em estado de semi consciência.
Sérgio deslizou a mão para a bunda de Valéria que fechou os olhos e deixou o tesão tomar conta de seu corpo. Sérgio manteve as provocações, passando a outra mão por suas costas e ombros, puxando a alça de seu vestido pela o lado e investindo em pequenos beijos no ombro já amostra.
Sentido que Valéria estava entregue, Sérgio colocou a mão por baixo do vestido de seu vestido e passou a dedilhar a calcinha molhada. Beijou seu pescoço, sua orelha e os dois se beijaram. A música ainda tocava quando Sérgio habilidosamente introduziu um dedo na buceta de Valéria pelo lado da calcinha.
Ainda dançando, Valéria deslizou sua mão até encontrar o pau de Sérgio em riste na fina bermuda de linho. Sérgio tirou por completo uma das alças do vestido e se deliciou no seio exposto. Valéria olhava o marido desfalecido no sofá e toda aquela situação lhe enchia cada vez mais de tesão.
Valéria afastou-se de Sérgio e sentou-se na beira do sofá próxima ao marido, chamando Sérgio ao seu encontro. Valéria abriu o zíper de sua bermuda e tirou seu pau duro e melado para fora. Abocanhou com vontade e deu uma bela chupada olhando, vez por outra, para o marido. Recostou-se e fez Sérgio ajoelhar-se para chupá-la. Deitada no sofá com as pernas abertas e a língua de Sérgio percorrendo sua buceta, Valéria deixou fluir o inebriante tesão da situação e gozou forte olhando para o marido, que não esboçava nenhuma reação.
Sérgio a colocou de ajoelhada no chão e com o tronco no assento do sofá, afastou sua calcinha e penetrou Valéria de uma única vez, segurando sua cintura e dando fortes metidas. Valéria segurava os gemidos, mas queria gritar.
Sérgio interrompeu as estocadas e chamou Valéria para o quarto. Provocante, Valéria tirou a calcinha e deixou ali mesmo no chão da sala. Na porta do quarto, deixou o vestido e deu uma última olhada para o marido antes de cair na cama com Sérgio, onde foi comida de lado, de quatro, em pé, cavalgando.
Depois de mais de meia hora de metidas, gritos e gemidos, Valéria chegou novamente ao orgasmo com Sérgio a comendo de quatro, algo raro em seu relacionamento. Sentindo o tesão, Sérgio gozou junto, enchendo de porra a buceta gulosa de Valéria.
Estremecida pelo tesão, Valéria ficou ali deitada por alguns minutos, sentindo a porra escorrer por sua bunda e pela cama. Apreciou um pouco o corpo de Sérgio e lembrou-se do marido. Correu para a sala e certificou-se que ele não havia se mexido. Foi para o banho e quando estava saindo, Sérgio apareceu novamente de pau duro. Entrou no box e comeu Valéria mais uma vez, em pé, deixando mais uma carga de porra em sua buceta.
Recomposta, apesar de toda gozada e sem calcinha, Valéria acordou o marido e disse que precisavam voltar para a casa. Chamaram o Uber e se despediram de Sérgio. Passado algum tempo o marido perguntou:
- Eu dormi? Foi muito tempo?
- Sim, amor. Você dormiu um pouco, mas foi só o tempo de uma dança.
Enviado ao Te Contos por Marido da Valeria
Cunhadão me dando um trato gostoso
By; Ana Carla
Me chamo Carla e quero contar sobre como transei com o meu cunhado.
Eu tenho 23 anos, sou branquinha, baixinha 1.60 de altura, cabelos pretos, peitos durinhos. Meu cunhado tem 20 anos, é bem alto 1.80 de altura, branco.
Tudo começou quando eu e meu esposo fomos morar ao lado da casa da minha sogra. Meu cunhado sempre foi parceiro pra tudo, topava qualquer coisa que eu dissesse.
Além disso ele me dava presentes e era a pessoa com quem eu mais conversava. Não tinha segredo nem pudor entre a gente. Só que depois de ir morar tão perto, ele passou estar mais presente comigo. Ele ficava me dando abraços com muita frequência sem motivos.
Até então normal. Só que ao comentar isso com uma amiga de trabalho, ela me disse que ele estava com segundas intenções. Eu já havia contado algumas de minhas aventuras pro meu cunhado. Depois disso passei a reparar melhor nas atitudes do meu cunhadinho e mesmo que eu negasse, era impossível não me sentir atraída pela situação. Adoro sexo proibido contra as regras.
Os olhares dele pra mim mexiam demais comigo. Durante um mês mais ou menos, meu cunhado passou a só ir embora da minha casa tarde. Quando meu esposo já estava dormindo. Quando ele ia embora eu tinha que tomar um banho pois cada vez que ficávamos próximos eu ia ficando cada vez mais molhada. A essa altura já era impossível falar que não estava rolando algo entre a gente.
Tudo ficou mais quente no dia que ele fez carinho na minha buceta por cima do short. Nesse mesmo dia nossas bocas se encontraram e a gente deu o primeiro beijo. Senti um pouco de culpa, um pouco de adrenalina e muito, muito tesão. Fui dormir mais molhada do que nunca e ansiosa pelo dia seguinte. Não dissemos uma só palavra sobre o que aconteceu, simplesmente nós nos beijamos e depois ele foi embora.
No dia seguinte, assim que cheguei do trabalho ele já estava me esperando. Tentamos conversar sobre o que aconteceu e decidimos que eu faria apenas um agrado para ele. Nos beijamos mais uma vez e eu abri a bermuda dele. Meus olhos brilharam quando viram aquele pau enorme, grosso, super duro na minha frente. Eu disse que ele não ia me comer, estava com medo de não aguentar aquilo tudo. Então abocanhei aquele pau enorme e comecei a chupar como se fosse a última coisa que eu fosse fazer na minha vida.
Aquele sexo oral era tão gostoso eu estava molhada de tesão, estava fora de mim. A sensação de chupar ele ver a cara dele de tesão me deixava cada vez mais louca, até que ele gozou como nunca e eu engoli tudo, QUE DELÍCIA, mas o pau dele não baixou por nada.
Foi então que de pé mesmo eu levantei o meu vestido de costas para ele e disse para enfiar aquele pau gostoso na minha buceta. Meu cunhadinho não perdeu tempo. Eu pegava fogo por dentro, mas ele meteu com tanta vontade, tanta vontade que a última coisa que eu queria naquele momento era que ele gozasse. Pra minha sorte, a vontade dele de gozar não veio tão rápido quanto pensei. Ele me deixava louca, seu pau preenchendo a minha buceta toda como nunca tinha acontecido na minha vida.
A cara dele sério, concentrado naquele vai e vem gostoso, puxando meu cabelo, me contive pra não gemer alto e deixar que todos soubessem o que estávamos fazendo. Ele metia tão gostoso até o fundo e aquilo me dava um tesão enorme. Depois de um certo tempo dando bem gostoso eu não aguentei e gozei, as pernas perderam a força, não fraquejei, deixei ele meter até gozar e foi maravilhoso.
Quando ele anunciou que ia gozar, eu deixei que fosse dentro, que sensação maravilhosa o pau dele pulsando dentro da minha buceta, sentindo cada jorrada de porra lá dentro, me encharcou todinha e eu tremia de tesão.
Passamos a transar quase que todos os dias, minha buceta ta arrombadinha e meu marido nem imagina o que ta acontecendo.
Enviado ao Te Contos por Ana Carla
Trepando na barraca (Novembro 2022)
By; Deby
Me chamo Debora, (ou Deby), tenho 27 anos, sou enfermeira, sou magrinha, 54 quilos, cabelos castanhos claros, peitos naturais médios, bunda durinha e deixo sempre a buceta raspadinha.
Em Novembro, fui selecionada por um programa aqui do meu estado a ir ate uma cidade rural bem pequena para tratar (examinar) todos lá, viajamos de onibus toda a equipe de médicos, enfermeiros e enfermeiras. A viagem foi de umas semana e por uma cidade bem pequena todos iriamos ficar dormindo no ônibus ou em um parque onde poderíamos levar barracas e acampar do lado.
Durante a viagem um enfermeiro me chamou bastante atenção. Ele era moreno claro, alto, corpo bem definido e muito cheiroso. Ele se sentou do meu lado durante a viagem e fomos conversando bastante. Descobri que ele era solteiro, morava sozinho e pelo jeito tinha um dia bem corrido assim como eu.
Assim que chegamos na cidade já fomos direto para atendimentos. A equipe queria aproveitar a tarde e já fazer alguns atendimentos. Passamos então o dia trabalhando e logo no início da noite decidimos parar e começar a montagem do nosso acampamento. Eu então recebi a ajuda do enfermeiro que veio comigo durante a viagem. Ele me ajudou a montar a minha barraca que tinha a capacidade para 4 pessoas. Decidi levar a barraca grande para dividir com outras enfermeiras que quisessem, porém nenhuma quis pois tinham levado tambem.
Acontece que o safado não tinha levado barraca e teve a ousadia de me perguntar se poderia dividir a barraca comigo, pois não queria dormir no ônibus. No fundo eu sabia bem o que ele estava querendo.
Tomamos um banho no trailer da equipe e fomos então nos deitar. No início ele se deitou em uma ponta e eu na outra e assim fomos conversando até que grande parte do pessoal dormiu. Foi a partir desse momento que o safado mostrou o que realmente queria. Ele em um determinado momento se aproximou de mim e falou logo na minha cara olhando em meus olhos:
– Eu estou com muito tesão em você. Quero você desde a hora que te vi sentada na poltrona daquele busão.
Eu estava com a buceta molhada de tesão, os bicos dos meus peitos estavam bem ligados. Naquele momento eu não consegui dizer nada e minha reação foi dar um beijo na boca do pilantra. E por sinal que beijo gostoso foi aquele. Ele me abraçou com uma pegada tão gostosa que me deixou melada de tesão. Quando me dei conta eu estava com uma de minhas mãos segurando seu pau duro e o punhetando devagar e bem gostoso. Não demorou muito e eu me deitei de ladinho e pedi pra que ele colocasse a camisinha e me comesse gostoso.
Senti quando sua pica dura começou a invadir minha buceta molhada e aquilo me fez ficar maluca de prazer. Suas metidas eram gostosas e aquilo me deixava maluca de tesão. Logo o coloquei deitado e fui por cima onde sentei gostoso e comecei a galopar com tesão naquele cacete duro. Seu pau gostoso invadia minha bucetinha e aquilo ia me deixando ainda mais louca de tesão.
O safado falava baixinho sempre me xingando e mandando eu foder gostoso. Aquilo foi me deixando maluca de desejos e quando eu percebi lá estava eu gozando na rola dura do safado. Eu não podia gemer alto, mas naquele momento minha vontade era gritar de prazer. Eu me segurei e curti meu orgasmo que me fez tremer as pernas.
Logo o sacana me colocou de quatro e passou a me penetrar gostoso e com muito tesão. Suas metidas eram fortes e gostosas. Sempre safado e gostoso o malandro ia me fodendo com força e me chamando de safada. Naquele momento a gente já não ligava pra mais nada e tudo o que eu queria era sentir sua porra quente.
Ele então veio por cima de mim e gozou gostoso na minha boquinha. Fiz questão de engolir tudinho sem desperdiçar nenhuma gotinha. Aquela porra quente e gostosa era tudo o que eu queria e precisava.
Passamos aquela semana toda com muito sexo e sacanagem.
Enviado ao Te Contos por Deby
Mamei na rola do amigo do meu pai (dezembro-2022)
By; Vitoria
Oi Te Contos, pra começar obrigada por postar minha historia e desejo Feliz Ano Novo pra todos aqui.
Eu me chamo Vitoria, tenho 19 anos, tenho 1.70 de altura, seios pequenos, bundinha redondinha, sou de uma cidade no interior de São Paulo, o que contarei aconteceu semana passada.
Meu pai é policial e as vezes ele e seu amigo Tony fazem bico a noite como segurança nas boates aqui da cidade, meu pai é separado e então só mora eu e ele.
Como disse Tony é amigo do meu pai e sempre aparece em casa para buscá-lo para os bico nas boates, Tony é alto, 30 anos e corpo de boas, não é atlético, mas também não tem barriga de shop, olhar perigoso, moreno e estilo charmoso que me dava um tesão ao ver, nunca pensei que um dia aconteceria algo.
Em umas das noites da semana passada, meu pai acabou dormindo além da conta, ele é daqueles que apaga, então Tony chegou, todo simpático esbanjando beleza, eu estava no computador de boa, perguntou do coroa e eu disse que iria chamar.
(Tony) – Deixa ele dormir, falta 40 minutos ainda pra gente sair.
Fiz ok com a cabeça e observando ele jogado no sofá, afinal ele já era da casa.
(Tony) – O que joga aí?
(Eu) – GTA.
Dizendo que gostava do jogo levantou e veio todo sorridente por de trás de mim mostrando uns códigos.
(Eu) – Né que tu sabe mesmo!
Porém além de mostrar os códigos ele passava seu pau nas minhas costas, uma sensação que não sabia nem reagir, mas gostava.
Tony parecia que entendia meu desejo e meu não afastar daquelas sarradas, o que também com a dureza que sentia nas costas via que ele estava excitado. Minha buceta piscava e o medo do meu pai acordar com tudo aquilo dava ainda mais emoção.
(Tony) – Se tu fazer este giro com o carro dou o que quiser.
Era mó difícil, tentei duas vezes e não consegui.
(Tony) Perdeu, agora vai fazer o que quero?
Dei uma risada e menos de dois segundos ele já tirava a rola pra fora, grossa e toda com veias saltando, uma pica linda, um pau magestoso que parecia gostoso.
(Tony) – Vem, vai ser nosso segredo.
Sem demora coloque a mão naquele pau, senti o calor do seu sexo enquanto minha buceta piscava e minha boca aguava.
Sem demora comecei a chupar, gostoso e suculentas, cheiroso e pulsante. Passei toda minha língua em cada parte, olhava para ele e seu olhar de prazer era intenso, afinal não era a primeira rola que provei, mas era a que tanto desejei.
Sua expressão de prazer e a minha de medo do meu pai acordar aguçava ainda mais nosso tesão. Ele batia na minha cara com sua rola grossa e gostosa, eu segurava e enfiava tudo na boca, até o talo e dava uma sugada na rola.
Suas bolas lisa e eu brincando com elas na boca, seu corpo delícia e suas carícias no meu cabelo, que homem e que pegada, minha buceta em chamas louca pra dar, mas não seria possível, afinal papai logo acordaria.
(Tony) – Vem!!!!
Me arrastou para meu quarto e lá apenas encostou a porta, abaixou meu calção e me colocou de quatro na cama, sua língua atolava na minha buceta e eu rebolava, esfregava a raba na sua cara.
Minha buceta piscando e ele lambendo, queria pica. Ele apenas forçava seu pau na entrava da minha buceta, mas sabia que era uma foda ousada demais, pois alem do perigo de estar próximo do meu pai, ainda tinha o fato de não termos camisinha, ele começou a brincar com seus dedos no meu anelzinho que mordia seu dedo com cada vai e vem…
Sentei na cama e mamei tudo que pude, fiz ele gemer e metendo com força na minha boca ele parecia fazer dela o que a buceta não pode fazer…
Socava até o talo, me fazia engasgar, mas era prazeroso segurar nas suas coxas enquanto era fodido pela garganta, então acelerando ele jorrava porra, até tentei sair, mas em vão, ele forçava eu tomar tudo, sem resmungar.
Jatos e jatos de um leite quente, gosto amargo e eu com vontade de dar, mas já era um bom começo com amigo do meu pai.
Acontecendo mais e sei que vai, eu contarei.
Enviado ao Te Contos por Vitoria
If it takes a thousand arrests of our actors, musicians and writers to reinforce inappropriate sexual behaviour isn’t acceptable I’m very good with that.
If TV shows end, studios close, bands fall from the charts to prove that the vulnerable are not there to be used and discarded and not believed.
Tear it all down…. it’s built on rot
Getting Sir ready to fuck better pussy than mine 😛🥵
Taste us earn ur place
For my friend sweethang306 🥰
Another Phat Pussy Candidate 🍆🍆🍆🍆🍆🍆🍑🍑🍑🍑🍑
Your asshole is nothing more than an unloading zone for his balls to dump his load and your pussy disgusts him.
For more content: Twitter
"Vem. Me fode aqui mesmo. Meu marido vai ficar só olhando."
Tem uma onça em extinçã❤🔥❤🔥
Hoje eu vim de pantera cor de rosa 🌷🔥🫦. Eai gostaram???
Loucurinha no trem com um desconhecido (dezembro 2022)
By; Cibele
Me chamo Cibele, tenho 22 anos, acabei numa foda com estranho e adorei. Vou contar um pouco sobre mim: Cabelos castanhos, 1,70m, 62kg e faço faculdade de enfermagem. O que vou contar hoje, foi algo que aconteceu semana passada.
Uma coisa polêmica que até agora, não entendi direito como aconteceu. Eu fui visitar minha mãe, que mora em Ribeirão Pires, na grande São Paulo. Peguei o trem lotado na estação da luz. Na parada seguinte, entraram mais passageiros e estávamos comprimidos igual sardinhas em lata.
Senti alguém encostando no meu traseiro. Isso já aconteceu muitas vezes no metrô e penso que foram acidentais e inevitáveis. Só uma vez, percebi que era proposital, com o sujeito fungando na minha nuca. Quando a mão avançou para meu baixo ventre, mesmo surpresa e assustada com a abordagem agressiva, reagi dando uma cotovelada. O abusador afastou rapidinho.
Sempre que posso, pego transporte coletivo com calça branca, uniforme de enfermeira, já que trabalho numa clínica. Como era dia de folga, estava com um vestido justo e colado, o que realça cinturinha e quadril largo, sem falar no bumbum redondo e empinado. Meus pontos fortes.
Quando o trem arrancou senti que a encostada foi mais forte, me fazendo inclinar o tronco, deixando o traseiro arcado. Fiquei na dúvida se era proposital ou não. Fiquei parada, encaixada nele, já que não havia nem espaço para se mexer, de tantas pessoas no vagão.
– Desculpe!
Ouvi uma voz masculina se desculpando. Virei a cabeça e vi um homem com no máximo trinta anos, aparência distinta, paletó sem gravata. Não pareceu bonito à primeira vista. O que chamou atenção foi seu perfume, discreto e agradável. Acabei sorrindo, como dizendo
- “Não foi nada”.
Não sei porque, inexplicavelmente, senti tesão. Ele procurava manter o ventre longe, se bem que não havia como deixar de encostar seu peito nas minhas costas. Acabei empinando o traseiro, encaixando melhor a minha bunda bem no pau dele. Ele não recuou e ficamos assim, encaixados. Sua calça social facilitava meus sentidos perceberem que ele estava com o pau duro, em plena ereção.
Tomada pela libido exacerbada, cometi a loucura de rebolar lentamente.
O recado foi claro. Eu estava gostando! Ele entendeu e passou a corresponder, dando estocadas como estivesse metendo. Na hora nem pensei na insanidade de estar fazendo sacanagem pública e pior, com um total desconhecido! A buceta cada vez mais umedecida pela excitação.
Mais confiante, segurou minha cintura com uma das mãos. Na parada seguinte, enquanto pessoas desciam e mais ainda subiam, fui puxada para o canto do vagão. Naquele mar de pessoas espremidas, ele colocou a mão por baixo do vestido, passando o dedo na bocetinha, acariciando-a por cima do tecido da calcinha. Enfiou o dedo por dentro dela e com certeza, deve ter sentido no tato o quando eu estava molhada.
Na hora pensei que devia ter colocado uma calcinha fio dental, o que facilitaria ainda mais a bolinação. Como ninguém nos conhecia, parecíamos um casal de namorados, com ele “protegendo” a minha retaguarda.
O cara sabia mesmo como manipular meu clitóris. Parou um pouco e logo soube porque. Foi quando algo grosso e duro, roçou minha virilha, a ponta buscando a entrada da minha buceta. Senti um choque quando a cabeçona roçou os lábios vaginais. Seus dedos voltaram a manipular a xaninha, enquanto o pau deslizava pela minhas intimidades.
Estava gostoso demais o roçar da pele na pele. Ousado, ele tentava me penetrar e eu, louca de desejo, tentava facilitar o que era impedido pela calcinha. Se pudesse, eu a teria tirado ali mesmo. O clímax estava chegando. Acabei tendo um orgasmo forte, a ponto de sentir as pernas bambearem.
Nessa altura, me agarrei fortemente na alça de sustentação. Ele com as duas mãos nas minhas ancas, fazia seu pau inchado deslizar no meio das minhas coxas. Até que aconteceu! Uau, ele gozoou! Foram jatos e mais jatos de gala morna, enchendo tudo!
Já estávamos em Mauá e quando a porta do trem abriu, senti que ele desengatou e desceu rapidinho naquela estação. Nem consegui vê-lo direito descendo do trem. Quando saiu, só então, pude vê-lo pela janela, tentando disfarçar a barraca ainda armada.
O trem já estava mais vazio. Eu sentindo o desconforto da porra gosmenta escorrendo pelas coxas. Quando chegou em Ribeirão Pires, corri para o banheiro me limpar. Não fiquei sabendo o nome dele e nem ele, o meu, mas foi muito gostoso.
Enviado ao Te Contos por Cibele
Vou começar andar mais de trem aqui em Mauá 😋
Tendo um "Vale a pena ver de novo" com meu Ex. (03-12-2022)
By; Luma
Oi, sou a Luma, sou de Santos-SP. E vou contar sobre a transa que tive com o meu ex na semana passada.
Foi na sexta feira eu tinha chegado em casa vindo do trabalho, estava casada, fui tomar um banho bem demorado e quando saio do banheiro ainda molhada, enrolada em uma toalha pequena. As cortinas de meu quarto estão fechadas e quase não há luz no quarto neste fim de tarde. Percebo algo diferente no ar e olho em volta para confirmar que estou sozinha. Não vejo ninguém, mas logo escuto uma voz de homem dizendo;
- “estou aqui, Luma”.
Viro a cabeça assustada na direção da voz e vejo uma figura masculina sentada em meu sofá. Não fico com medo, pois a voz é ridiculamente familiar. Além disso, não aprendi a lutar à toa. Dou alguns passos, meu olhar se acostuma com a pouca luz e reconheço meu ex-namorado olhando para meu colo nu.
– Rodrigo… Eu sabia que deveria ter trocado as fechaduras depois que eu de chutei pra fora de casa.
– Também adorei ver você, gata.
Ele me olha com luxúria e aprovação. Preciso admitir que ele está melhor do que eu me lembro… Mais musculoso, mais elegante. Reconheço o perfume e memórias começam a encher minha mente.
Nossa história começou na faculdade, cerca de quatro anos atrás. Eu era uma caloura boba e ele, o dono de uma das casas mais badalados da cidade. Com caipirinhas grátis e convites VIP para camarotes dos melhores shows, não demorou muito para eu ficar louca por ele. Namoramos um bom tempo e logo ele se mudou para meu apartamento. Tínhamos uma vida incrível e o sexo, consequentemente, era alucinante. Mas logo os problemas apareceram: Rodrigo era carinhoso e protetor, mas também era obsessivo, sempre desconfiado e ciumento. Quando terminamos, ele saiu do país e há um bom tempo eu não tinha notícias dele.
– Então, o que há de novo? Como está o Marcos?
Marcos é meu novo namorado. Não estranho que ele tenha feito a lição de casa antes da visitinha.
– Não é da sua conta. Diga-me o que quer e vá embora. Na verdade, você pode ir direto pra parte de ir embora… Não tenho o menor interesse em saber o que você tem a dizer.
– Você não mudou nada. Na verdade, mudou sim. Ficou mais gostosa.
Ele levanta e me puxa para perto dele, olhando nos meus olhos.
– Rodrigo, não me provoque… Você sabe que posso quebrar sua espinha com exatamente três movimentos.
Na verdade – eu olho para baixo por um segundo – com as mãos colocadas assim, eu vou precisar de dois.
Ele ri e me libera.
– Bem, estou na cidade a trabalho, mas minha reunião desta noite foi cancelada e eu queria ver se você topa sair, em nome dos velhos tempos. Eu sei que Marcos está fora da cidade. – Acrescenta ele, indo a cozinha.
Deixo-o falando sozinho na sala e vou ao quarto me vestir. Coloco uma calcinha preta de renda e estou fechando o sutiã quando percebo Rodrido atrás de mim. Sinto seu cheiro e um segundo depois a mão dele já desliza para minha virilha, seus dedos pressionando suavemente os lábios da minha buceta e a ponta do meu grelo, o que me faz tremer da cintura para baixo.
– Você sabe que eu também preciso de apenas alguns movimentos para te derrubar…
Ele diz, ao mesmo tempo em que me vira e me segura firme perto dele. Beija meu pescoço e aquela sensação quase esquecida me fazem fechar os olhos e relaxar para sentir o prazer daquele toque. Já não respondo por mim. Rodrigo tira meu sutiã, segura meus seios, começa a beijá-los impaciente, enquanto eu sinto aquele volume peculiar tomando forma por baixo da calça jeans. Mal posso esperar para liberá-lo.
Ele me levanta com facilidade e me leva para a cozinha, onde me coloca em cima da mesa. Passa a língua toda no meu corpo nu, suas mãos deslizando pela minha cintura, até chegarem na calcinha e arrancarem-na com pressa. Ele puxa uma cadeira, senta e abre as minhas pernas bem no meio da cara. Lambe primeiro minhas coxas e eu já gemo de prazer com seu toque.
Logo, seus lábios sugam minha buceta e ele deixa a ponta da língua dura para pincelar tudo dentro de mim. Lambe meu grelo de um jeito que quase me faz enlouquecer. Rodrigo conhece bem os melhores jeitos de me dar tesão. Sinto espasmos de prazer quando ele me coloca de quatro e continua lambendo minha boceta por trás, fazendo com que eu goze loucamente. Grito, estremeço e ele para. Puxa meu corpo para si num abraço de espera, até eu recuperar o fôlego.
- Vamos para a cama.
Ajudo Rodrigo a tirar a roupa e faço que ele sente na cama. Ajoelho e admiro o pau grosso, latente, antes de cair de boca naquele mastro imponente enquanto massageio suas bolas. Ele geme e aproveita a experiência de quem conhece bem todas as nuances do corpo dele. Chupo o pau duro com prazer, fazendo círculos com a língua bem na cabecinha, do jeito que ele gosta. Engulo tudo e sinto que ele está prestes a gozar. Tomo fôlego e recebo toda a porra espessa na minha garganta, satisfeita com os gemidos e espasmos de prazer dele.
Sei que ele se recupera rápido e conheço as técnicas para acelerar o processo. Subo em cima dele e começo a me tocar com os olhos fechados. Enfio o dedo em minha buceta e me inclino para frente, conseguindo beijá-lo sem tirar as mãos de mim mesma. Bastam minutos e Rodrigo está pronto, duro feito pedra.
Depois de apreciar meu exibicionismo, ele me empurra na cama, levanta a minha perna direita para cima e mete com força. De repente, tira seu pau fora e coloca-o na minha boca. Eu chupo por um tempo e ele continua me fodendo sem pena.
Um tempo depois, trocamos e é minha vez de trabalhar: monto no pau dele e cavalgo do jeito que ele gosta, deixando meus peitos balançarem. Minha buceta está muito molhada e eu consigo tirar todo o pinto para fora e sentar novamente com facilidade. Ele vira os olhos de prazer, ajudando nos movimentos ao segurar meu quadril. Ele me levanta e me solta tão rápido que gemo de prazer, quando ele dá um tapa em minha bunda e me ordena que eu fique de quatro. Ele vai para trás de mim e mete na minha buceta com força.
Eu ouço o som do seu pau batendo minha xana molhada e as bolas na minha bunda. Ele começa a acariciar meu cuzinho.
– Quero comer esse cu, sua safada…
Sinto um arrepio de prazer e ansiedade, estou tão louca de prazer que me deixo levar. Ele para de foder e tira o pau de minha xana, enquanto eu espero sem saber o que viria depois. Fico surpresa quando o vejo abaixar e meter a língua no meu cuzinho. Que sensação incrível... Ele lambe e acaricia meu buraco por tanto tempo que não aguento mais.
– Come meu cu, Rodrigo!
E não preciso pedir duas vezes. Ele se levanta e coloca primeiro a cabeça, depois todo o resto daquele pau enorme e gostoso na minha bundinha devagar.
– Ai, Luma, é tão apertado aqui atrás…
Ele mal consegue falar enquanto eu controlo a dor e sinto meu cu se abrir inteiro para receber aquele monumento latejando de prazer dentro de mim. Quando ele percebe que está tudo dentro, começa a foder de verdade, indo e voltando, cada vez mais rápido.
– Ai, ai, aaaaai, fode, isso, fode meu cu, mais, mais – eu gemo enquanto ele força a minha bunda.
– Sim, vou foder seu cu a noite inteira, minha putinha… – ele fala e agarra minha bunda, metendo sem parar.
Percebo que ele está quase lá, então coloco a mão no meu grelo e começo a esfregá-lo com força. Quase perco a consciência, de tão bom. Grito de prazer e ele me acompanha, espirrando porra dentro do meu cu, gemendo de tesão. Relaxo os braços e ele cai por cima de mim, os dois largados na minha cama.
Ficamos assim por vários minutos antes de ele tirar o pau de dentro de mim, pingando, pega as roupas, levantar-se e sair do quarto. Escuto os barulhos de banheiro, ouço a porta da sala abrindo, depois fechando, mas estou tão cansada que durmo sem me importar.
No dia seguinte, descubro a chave que era dele em cima da minha mesa com alguma tristeza, mas plenamente satisfeita.
Não nos vimos e nem nos falamos depois desse dia.
Enviado ao Te Contos por Luma