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@goxdgirl
hoffmcnnâ:
o jeito um tanto quanto rĂspido vindo de minerva fez com que a loira sentada erguesse uma sobrancelha tentando entender o porque daquela agressividade se nĂŁo havia falado nada demais. âcreio que vocĂȘ precisa aprender um pouco mais sobre interpretação⊠nĂŁo era sobre mim que eu estava falando.â respondeu com um dar de ombros, vendo-a abaixando a sua frente e mantave o olhar na outra. nĂŁo era porque era da realeza que a deixaria lhe tratar como uma qualquer. âvocĂȘ estĂĄ realmente interessada ou apenas estĂĄ tentando ser educada?â
Minerva apenas dera de ombro sentando-se na frente da outra, apoiando seu corpo em seus braços e observando as nuvens que passavam pelo cĂ©u azulado. - eu realmente estou interessada.- respondeu suavemente voltando a olhar para a garota, sabia que poderia ser um pouco soberba, porĂ©m ela realmente estava tentando ser menos ela mesma. - Ă© sĂ©rio que sou tĂŁo ruim assim para acharem que isso Ă© uma falsa educação? god.Â
fiecnaâ:
â ââ Cinco minutos para escaparmos desta chaticeâŠ. ââ â nĂŁo obstante o intelecto de Fien fosse um pouco acima da mĂ©dia, ela nutria o ocasional desprezo por algumas matĂ©rias, especialmente as de humanas. â ââ Ia praticar violino, posso te levar juntas e aproveitamos pra fazer algo mais divertido. ââ
Falou em algo divertido entĂŁo jĂĄ me convenceu, apesar de qualquer coisa ser mais divertida do que minha aula de calculo. - sussurrou dando uma leve risada desviando seu olhar para o relĂłgio novamente, parecia que o tempo nĂŁo passava nunca. - o que estĂĄ planejando nessa mente diabĂłlica, Fien?Â
babyx-courtyâ:
ă nĂŁo era sua briga, mas nunca poderia evitar quando se tratava de minerva e toda a sua arrogĂąncia disfarçada de perfeição, aquela coluna poderia se quebrar a qualquer momento, tamanha pressĂŁo que sua dona colocava e courtney adoraria estar presente para ouvir os gritos de dor. god save the queen. lembre-se, courtney nĂŁo era deus, era a babilĂŽnia, a cidade mais odiada da bĂblia, a que ele jurou dizimar. so, god fuck the queen. virou-se para a briga que acontecia e encarou de maneira curiosa a outra garota, quase como se estivesse vendo um ser de outro planeta, talvez ainda mais chocada, extraterrestres eram mais acreditĂĄveis que a prĂłpria monarquia. âsempre um clichĂȘ com frases de efeito⊠à dessa maneira que pretende governar?â ela perguntou sarcasticamente, um sorriso perverso surgiu em seus lĂĄbios antes de prosseguir. ânĂŁo que eu me surpreenda por vocĂȘ aderir aos clichĂȘs, afinal, o seu destino Ă© mostrar a realidade distorcida para seu povo alienado, exatamente como vocĂȘ.â ela umedeceu o lĂĄbio inferior e cruzou os dedos sobre a mesa, ainda com um pequeno sorriso escĂĄrnio. "eu tenho pena do seu povo.â completou de maneira ĂĄcida, como o veneno de uma serpente sorrateira, talvez fosse uma, pois da mesma maneira que entrou na briga alheia, saiu, voltando sua atenção para o que o estĂșpido professor permanecia falando.
Minerva jĂĄ estava cansada daquela aula e dos fofoqueiros de sua turma, nĂŁo podia dar um passo em falso que aquilo jĂĄ virava algum tipo de assunto tentando distorcer a sua imagem dentro e fora de Arkadak. VĂĄrias ideias de como acabar com Courtney passaram em sua mente quando escutou a voz da mesma, nĂŁo suportava saber que a garota estava a menos de dois metros de distancia e nĂŁo poderia fazer nada a respeito, apesar de ter pensamentos tĂŁo obscuros com a garota ela nĂŁo seria capaz de fazer nada, porĂ©m sabia que o Ăłdio que sentia pela italiana era tĂŁo recĂproco quanto o amor que tinha pela coroa. Minerva respirou fundo desviando seu olhar para a outra aluna, com um pequeno sorriso no rosto, chegava a ser hilĂĄrio a forma como ela tentava lhe atacar. - a Ășnica que pode falar de clichĂȘs aqui itâs you my love, ainda mais com aquele reality show. - os seus dedos começaram a bater na mesa sem tirar seu olhar de Courtney. - bom, pelo menos eu nunca fingi ser outra pessoa na frente das cĂąmeras, alias vocĂȘ deveria trabalhar mais nisso, sorrir mais e melhorar essa postura, seus pais me agradeceriam se seguisse esses conselhos, Courtney. - seu tom de voz ainda era tranquilo, porĂ©m possuĂa uma entonação diferente, um certo desprezo ainda mais quando falou o nome da garota. - Apesar, creio que Ă© melhor nĂŁo seguir os conselhos de uma pĂ©ssima futura governante. SerĂĄ muito melhor te ver caindo no limbo do esquecimento por conta de seus prĂłprios atos - sorriu novamente arrumando sua postura na cadeira e organizando suas coisas, assim que o sinal tocou a garota se levantou e fora atĂ© a mesa de Courtney que era prĂłxima da saĂda. - I owe you a fall, Courtney. - falou a olhando de cima a baixo e saindo calmamente da sala.Â
blancvâ:
blanca ergueu os olhos quando a voz feminina ecoou pelo corredor, prĂłxima demais ela diria; a mente trabalhou em inĂșmeras provocaçÔes, falas que certamente tirariam a outra do sĂ©rio, mas apenas deixou a disposição da outra o maço de cigarro para que ela pegasse um   â vai nos dar a honra de vĂȘ-la um pouco menos que perfeita?  â  questionou, a ideia de outrora escorrendo por entre os dedos.
impossĂvel ser menos que perfeita, se me verem fumando por aqui vĂŁo deixar fumar por qualquer canto... - fez uma pausa se aproximando e pegando o cigarro deixando seus rostoso mais prĂłximos. -Â desse maldito lugar. - completou se afastando e tirando isqueiro do bolso enquanto acendia o cigarro apoiada em uma das paredes - serĂĄ que essa diretora nĂŁo entende que nĂŁo damos a minima para o que ela fala?
goxdgirlâ:
Tentou com todas as suas forças nĂŁo gargalhar, mas fora em vĂŁo. Sua risada chamou atenção da sala, fazendo nĂŁo sĂł os alunos como o professor, que parou a aula imediatamente para entender o que estava acontecendo. âDe onde vocĂȘ tirou essa baboseira, garota?â Franziu o cenho. âAposto que foi de uma das musicas da Taylor Swift ou algo assim.â Riu, encolhendo os ombros e erguendo as mĂŁos diante do olhar severo do professor. âFoi malâŠâ
Se saiu ou nĂŁo de uma mĂșsica pop digamos que Ă© a mais pura verdade, correto? - sorriu enquanto o fitava, ignorando totalmente o professor. - digo, jĂĄ temos uma chave por estar aqui e quem sair totalmente sĂŁ desse lugar consegue todas as chaves. - deu de ombros soltando uma breve risada. - mas isso deve ser muito complexo para vocĂȘ pessoa como vocĂȘ entender. - sorriu docilmente para o professor esperando que ele encerrasse a aula.
Os antebraços escorados na mesa, e a palma da destra utilizada como sustento para o queixo, auxiliando Fien Ă atentar os minutos derradeiros da aula de sociologia, uma das matĂ©rias mais enfadonhas para a holandesa. Intentava sair dali para a prĂĄtica de boxe diĂĄria, animada por uma hora de socos e pontapĂ©s, optou por inquirir Ă hora para Minerva, sentada na cadeira fronte Ă sua. â ââ Shit, calm downâŠ. SĂł queria saber que horas sĂŁo, nĂŁo a letra de uma mĂșsica pop ââ â o sorriso cĂnico alumiava as feiçÔes da Anholts, uma entonação baixa para nĂŁo alarmar o docente. â ââ Mal posso esperar pra aula acabarâŠ. ââ â
Nos ultimos dias a garota estava na defensiva, recebera notĂcias que os tabloides diziam que estava novamente em uma reabilitação e aquilo sĂł piorava. Minerva dera um pequeno sorriso enquanto olhava o relĂ©gio - faltam cinco minutos para a aula acabar. - levou seu olhar atĂ© os olhos da colega, suspirando pesadamente. - eu estou querendo faltar no ensaio da peça, me sequestra para o que seja lĂĄ o que vai fazer depois daqui?
callmetefoâ:
&. ââ â ao ouvir a voz que foi direcionada a si, stĂ©fano logo sorriu de canto por saber de quem se tratava. era minerva, uma de suas colegas que assim como ele e blanca tinha a fama detrouble maker dentro de arkadak. nĂŁo conseguiu conter a risadinha que saiu involuntariamente de sua boca ao ouvir a troca que ela o sugeriu despretensiosamente. âcagna, per favoreÂč!âsacudiu a cabeça em negação falando em seu idioma natal. âquem em sĂŁ consciĂȘncia vai acreditar que vocĂȘ de fato estĂĄ trocando um cigarro por uma garrafa de ĂĄgua? vai acabar com toda a minha atuação!â brincou, entregando a garrafa Ă ela e pegando o cigarro logo em seguida.
Minerva pegou a garrafa soltando uma breve risada e logo depois dando um longo gole na vodka, sem fazer nenhuma careta. céus, como sentia falta daquele gosto! sentia o liquido descer queimando e com os olhos fechados dera um pequeno sorriso se lembrando das suas antigas festas. - por sua sorte eu sou uma ótima atriz, então se alguma coisa acontecer eu tiro a gente dessa. - brincou dando de ombros e entregando a garrafa de volta. - como foi suas férias? pensei que iriamos fazer uma festa juntos.
    ïŒïŒ©ïŒźïŒ„ïŒČïŒ¶ïŒĄÂ ïŒŁïŒŻïŒ”ïŒČ ïŒ ïœïœ ïœïœ ïœïœïœïœïœ ïœïœ
đ©đ„đđČđ„đąđŹđ:
i. you shoul see me in a crown - billie eilish ; ii. baila mais - orgùnico ; iii. dear society - madison beer ; iv. disco tits - tove lo ; v. royals - lorde ; vi. last nite - the strokes ; vii. slow down - maverick sabre ; viii. pretty please - dua lipa ; ix. descontrução - tiago iorc ; x. yellow bricks - arctic monkeys
Â Â ïŒĄïŒźïŒ€Â ïŒšïŒŻïŒźïŒ„ïŒčïŒïŒïŒ
   ăïœïœïœăïœïœïœïœïœïœăïœïœ ïœ ăïœïœ ăïœïœăïœăïœïœïœïœïœă
Youâre nuts if you think Iâll settle for your scraps. I donât want to live a lie, Lu. So you donât want to live a lie?
Minerva sempre tentava mostrar ser a boa samaritana, porĂ©m quem conhecia a verdadeira Minerva sabia que ela apenas atuava o tempo todo, sĂł para tentar demonstrar o quĂŁo perfeita era sua vida. A garota tinha o uniforme em perfeito estado, sua postura era da forma mais correta e sua atenção estava voltada para o professor em sua frente, porĂ©m alguns sussurros com seu nome começaram a serem feitos no fundo da sala, no qual a mesma escutou. Virou-se com um pequeno sorriso no rosto, a calma era uma de suas maiores virtudes - In a world of locked rooms, the woman (man) with the key is the queen (king). And honey, you should see me in a crown. - seu tom de voz era tranquilo porĂ©m com uma certa seriedade, assim como seu avĂŽ e seu pai sempre lhe ensinaram.Â
Danna Paola as Lucrecia âLuâ Montesinos Hendrich on Elite (2018 - Season 1, episode 6)
afirmar que havia prestado atenção no discurso da diretora era claramente uma mentira, passara boa parte do tempo brincando com o isqueiro dourado que mantinha no bolso e fora a primeira a sair do auditĂłrio, antes mesmo de todo protocolo ser finalizado. blanca jazia encostada em uma parede, ignorando o fluxo de alunos que passavam por ela â- nĂŁo tinha paciĂȘncia para a maioria dos novatos, toda aquela euforia a deixava irritada. com um cigarro entre os lĂĄbios, o isqueiro fora em direção a ponta do mesmo, parando apenas para dar atenção a quem jazia a sua frente, julgando-a  â  ¿quĂ©?  â  questionou enquanto abaixava a mao que segurava o isqueiro  â  vai dizer que Ă© proibido fumar no corredor?  â
Minerva respirava fundo a cada palavra da diretora, nĂŁo aguentava ficar muito tempo escutando algumĂ©m mais velho dizer o que deveria ou nĂŁo fazer, aquilo lhe dava arrepios e trazia suas lembranças da adolescencia de volta. Saiu um pouco mais cedo do auditĂłrio observando um pouco mais o colĂ©gio enquanto pensava o que estava fazendo ali, tudo para conseguir aquela coroa. Avistou a garota um pouco mais distante e fora se aproximando lentamente da mesma - atĂ© onde eu sei, Ă© sim... mas posso ficar quieta se me der um.Â
Com a volta as aulas voltava tambĂ©m o Ăłdio que Leona havia por aquele lugar e pela matriarca. Entretanto, era algo que a loira conseguia deixar bem guardado dentro de si e evitava expor para nĂŁo se prejudicar jĂĄ que se fizesse tudo certo sairia dali o mais rĂĄpido possĂvel. Depois dos reencontros e primeiras aulas do dia, a alemĂŁ resolveu sentar abaixo de uma ĂĄrvore para ler um livro na hora do intervalo e pode sentir as aulas fazendo efeito quando ouviu passos aproximando-se. Seu olhar saiu das pĂĄginas para encarar sua companhia e deu um sorriso pequeno. âVocĂȘ sabe que existe uma enfermaria por aqui, nĂŁo Ă©? Pode acabar sendo um problema vocĂȘ vir a mim.â
Minerva estava dando um tempo para as aulas, aquela escola conseguia ser mais rĂgida do que seus antigos tutores. Dava curtos e rĂĄpidos passos atĂ© a ĂĄrvore onde estava a loira, parando em sua frente e guardando seu cigarro eletrĂŽnico. - Acha mesmo que vou ter medo de vocĂȘ, Leona? - perguntou se abaixando e ficando de frente para ela na sua altura. - o que esse livro tem que chama tanto a sua atenção?
&. ââ â por mais que soubesse que era obrigatĂłrio assistir aos discursos da diretora, stĂ©fano fazia questĂŁo alguma de ouvir ela falando tudo que ele jĂĄ sabia. preferia mil vezes ficar em seu dormitĂłrio desenhando do que no auditĂłrio, mas sempre dava um jeito de aparece lĂĄ no fim sĂł para fingir que estava no ambiente desde o começo. âeu amo o quanto os novatos usam o uniforme certinho sem darem uma customizada em nada.â revelou em meio a risadinhas fracas enquanto bebia vodca disfarçada em uma garrafa de ĂĄgua. ânĂŁo que a customização seja permitida, né⊠but who cares???â
A morena estava no fundo do auditĂłria, em pĂ©, observando o entusiasmo dos novatos e percebendo o quĂŁo feliz era e nĂŁo sabia. Estava encostada em uma das colunas enquanto fumava seu cigarro eletrĂŽnico, sem chamar muita atenção. A voz do outro a fez dar um pequeno sorriso malĂ©fico, jĂĄ sabendo quem estava por perto. - e Ă© por isso que eles sĂŁo os mais chatos, sempre andando na linha e nunca dando aquele pequeno tropeço. - continuou com o sorriso no rosto, agora virando em direção a ele. - que tal a gente trocar um pouco e ai eu bebo e vocĂȘ fuma um poquinho?