⠀⠀𓂅⠀˙⠀˖⠀ఇ⠀Era Uma Vez… Uma pessoa comum, de um lugar sem graça nenhuma! HÁ, sim, estou falando de você ASLI AKSOY. Você veio de LONDRES, INGLATERRA e costumava ser ESGRIMISTA por lá antes de ser enviado para o Mundo das Histórias. Se eu fosse você, teria vergonha de contar isso por aí, porque enquanto você estava PARTICIPANDO DE CAMPEONATOS OLÍMPICOS, tem gente aqui que estava salvando princesas das garras malignas de uma bruxa má! Tem gente aqui que estava montando em dragões. Tá vendo só? Você pode até ser DILIGENTE, mas você não deixa de ser uma baita de uma CRICRI… Se, infelizmente, você tiver que ficar por aqui para estragar tudo, e acabar assumindo mesmo o papel de TARTARUGA MAL-HUMORADA na história LAGO DOS CISNES… Bom, eu desejo boa sorte. Porque você VAI precisar!
RESUMO
Aksoy é o nome de uma das famílias mais ligadas ao esporte da Turquia. Dona de uma multinacional da indústria têxtil, os empresários investem em esportistas desde os anos 1980, sendo particularmente chegados em esgrima, patrocinando os atletas. Dessa forma, enquanto Asli crescia, ela era encorajada a seguir o ramo empresarial já conhecido, mas ela preferiu o outro lado da moeda e se apaixonou pelo esporte que seus pais mais patrocinavam. Sem nem titubear, eles a colocaram em aulas particulares e a garotinha logo se desenvolveu. Participou de alguns campeonatos regionais, alcançando o primeiro lugar com facilidade, mas na primeira vez que enfrentou o Campeonato Mundial da modalidade júnior ela entrou em pânico e a performance apresentada não foi aquela pela qual trabalhara tanto — então no segundo ano ela deu a volta por cima e mostrou a que veio, sempre representando o seu país de origem, mesmo que tivesse passado a morar na Inglaterra aos nove anos. Então sua carreira de esgrimista teve uma subida sem fim, colecionando medalhas de ouro e contratos de patrocínio e propaganda.
Ela estava praticando com a sua arma de escolha, o florete, quando esbarrou no livro que havia ganhado de um fã, quando o objeto se abriu no chão, brilhou sem explicação, e a transportou para o Mundo das Histórias.
HEADCANONS
A família dela é podre de rica. E quando eu digo podre de rica, eu quero dizer garrafas Taste of Diamonds sendo servidas como água no aniversário de dezoito anos de Asli com direito a shows de Bruno Mars, Ariana Grande e Ed Sheeran, com cardápio servido por chefs premiados por estrelas michelin, e souvenirs milionários.
Para ter ideia de magnitude e escopo, pode-se enxergar a marca da família dela como a Nike do Médio Oriente, estando atrás somente da própria Nike. Mas os Aksoy são dinheiro antigo, então são líderes em diversos setores, como distribuição, construção civil, hotelaria etc.
Asli frequentou um internato só para garotas quase toda a sua vida. Então entrou na faculdade, mas não chegou a concluir.
Ela é noiva de um mauricinho nova-iorquino, filho de um político que, ao contrário dela, quer seguir os mesmos passos dos pais, mesmo sendo um talento do cinema. No entanto, a relação de anos é mais como um contrato vantajoso para ambas as partes (os pais e os filhos), pois ela não sente paixão nenhuma por Roman — apenas muita amizade.
Tem dois animais de estimação: Bahji e Fatin, lulus da pomerânia.
Seus gostos incluem: caça, assistir corrida de cavalos, viagens, fazer pães, dirigir em alta velocidade, ficar em sua casa de campo.
INSPOS
Monica Geller (FRIENDS), Tahani Al-Jamil (The Good Place).
com @xgcstonx na socialização + "you can’t ignore me forever."
⠀⠀⠀˙⠀˖⠀ఇ⠀Era muito tentador estar em uma realidade como aquela e não usar a deixa para sanar algumas dúvidas básicas — mesmo com grande chance de tudo estar acontecendo apenas do lado de dentro da sua cabeça. Vez ou outra, Asli se perguntava se não teria se machucado durante uma sessão de levantamento de peso ou, mais dificilmente, em um treino de esgrima. Até chegou a refletir se seus inimigos tinham conseguido acertá-la com um porrete na cabeça para tirá-la de competição — o que justificaria essa viagem que já durava dias. Com um sorriso secreto no rosto, a atleta fechou o semblante antes de girar os tornozelos e encarar Gaston, que provavelmente a abordara porque sentiu que seria o único personagem com quem ela não falaria e iria embora. “Não estou te ignorando. Só que não tem nada que eu particularmente queira saber sobre você. De onde eu vim, você não é muito popular.” Argumentou. “E estando aqui… vejo que a reputação precede.”
⠀⠀⠀˙⠀˖⠀ఇ⠀Asli segurava a pedra em seu colo que se igualava às pedrinhas cravejadas em seus braceletes. A escolha de diamantes brutos para compor as joias de seus vestuários diurno e noturno era, com certeza, ousado, mas ela até que gostava do efeito que traziam em completude às roupas. Além disso, era um excelente desestressador — assim como a gincana da caça ao tesouro em meio do baile. “Espere, acho que o seu pedaço é parecido com o meu...” Conversou com a domadora de dragões sem saber quem ela realmente era, trazendo o seu mapa fragmentado para perto do dela ao perceber que os desenhos aparentavam se encaixar. Quando o seu pergaminho chegou perto demais, se conectou ao outro, uma delicada luz dourada fazendo a costura mágica. “Gênio demais para ver mapas complementares a distância, mas não o suficiente para evitar ganhar o papel de uma tartaruga rabugenta. Realidadezinha mais sacana.” — resmungou, fechando os olhos em autoconsciência ao notar o que fizera. Sua atenção, então, voltou-se para Astrid. “Você quer caçar o tesouro obviamente inalcançável ou debater a realidade atual?”
com @elynafm + "alright, fuck this. i'm getting a drink."
⠀⠀⠀˙⠀˖⠀ఇ⠀A garota se sentiu convidada a acompanhar a loira. Mesmo que não tivesse verbalizado, sentiu vontade de beber um espumante específico, edição limitada, da coleção da sua casa de campo. Quando foi ver, sua taça estava cheia daquilo. Um palavrão escapou pelos lábios femininos e Asli nem teve a consciência de tapar a boca em censura. O susto foi tão espontâneo que ela agitou a taça e parte do conteúdo caiu em seu vestido. "Mas que droga! Como eu ia saber que essa porcaria ia se encher do nada?!" Rugiu, apertando a taça com tanta força que só pôde imaginar como sendo parte da mágica o cristal não ter quebrado (uma pela qual ela era grata, ou sua mão sofreria). "Deveriam maneirar na magia ou ficaremos completamente loucos."
⠀⠀⠀˙⠀˖⠀ఇ⠀"Acho que a magia é poderosa até certo ponto..." Pensou alto. Por um momento muito breve, acreditou que poderia voltar para casa se desejasse com bastante vontade, mas nada. Nenhuma brisa mística ou sensação calorosa dentro do peito. Mas ela conseguia ver algumas pessoas puxarem animais de estimação através das águas da fonte. "Que horror. Eu jamais traria meus cachorros para cá. Nem eu quero estar aqui." Não conseguiu evitar o comentário para a pessoa mais próxima de si: Caitlyn. Discretamente, apontou com o queixo para um garoto mais adiante delas, que pegava o segundo gato da fonte parecendo felicíssimo. É claro que seu humor melhoraria exponencialmente com a companhia de Bahji e Fatin, os lulus da pomerânia, mas nada a faria se arrepender mais do que fazê-los passar pelo que ela estava passando. E se eles não pudessem voltar? Lá, não existia o filé mignon recém preparado que eles estavam tão acostumados. Asli não poderia cometer tamanho ato de terrorismo para com as criaturas que ela mais amava no mundo.
⠀⠀𓂅⠀˙⠀˖⠀ఇ⠀"Eu não acredito! Então, para resumir, você é o herdeiro da rede de restaurantes! Que mundo pequeno!" Asli e Hayden trocavam palavras por aproximadamente uma hora, desde que ela se sentiu atraída pelo sotaque londrino, tão familiar e acolhedor aos seus ouvidos, e se aproximou daquele que tomava chá. Aquele gatilho que a lembrava diretamente de casa fez com que ela confiasse no outro sem cerimônias. "Eu já almocei muito por lá. Quer dizer, algumas vezes. Quando estou em Londres, almoço. Kate Winslet, grande amiga da minha mãe, está sempre comentando conosco sobre um prato novo." Verificou que seu chá estava quase acabando, mas quando olhava para a mesa do bufê, só via aqueles estranhos que faziam modificações no corpo. Talvez os que não faziam efeito algum tivessem acabado, e nesse caso, ela parava por aí. "Espero comer lá novamente quando sairmos daqui." Entoou a última parte da frase com uma pincelada de irritação, que acabou transbordando para seu semblante.