THERE WILL BE BLOOD (2007) dir. Paul Thomas Anderson

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@gyuwhor3
THERE WILL BE BLOOD (2007) dir. Paul Thomas Anderson
n to acreditando q a mlr apagoy a conta mas n terminou a fic mrç
MAPS. kim mingyu
“Passei anos seguindo mapas, acreditando que o tesouro estava sempre em algum lugar distante. Cruzei caminhos errados, desviei de rotas seguras e aprendi a me perder. Até entender que certos mapas não apontam lugares, mas encontros. O amor verdadeiro não estava marcado com um X. Ele era o próprio caminho — e tudo o que eu procurava sem saber.”
— chegou a vez do maioral, ✨kim mingyu✨.
— começando pelo fato que é de conhecimento público: manhoso. ele é um homem enorme, e extremamente manhoso. do tipo que ama carinho, contato físico, atenção, aquele grude grude mesmo.
— gosta de estar com você. então se você tá fazendo comida, ele vai estar lá sentadinho papeando com você. se você tá no banho, ele vai sorrateiramente entrar pra tomar banho com você. se você tá trabalhando, ele vai ficar do seu lado quietinho mexendo no celular, só por estar.
— vive sem camisa pela casa, hater das cuecas também. fica só de bermuda pra cima e pra baixo.
— borboleta social, o tipo de namorado que arruma amizade até com o tio da padaria. não existe UMA pessoa que não goste dele, principalmente as mais velhas. as velhinhas são apaixonadas por ele.
— sim, dorme pelado. peladinho peladinho como veio ao mundo. inclusive isso já foi um problema, quando a mãe dele foi visitar vocês de surpresa e pegou vocês dois dormindo da seguinte maneira: você com a camisa dele, meio enroscada na coberta, e ele com a lua cheia pra fora, te agarrando de conchinha.
— FIEL. solteiro pode ser um cachorro, que seja, mas namorando com você não existe homem mais fiel. não precisa nem temer que ele olhe pra outras mulheres, porque pra ele, elas nem existem.
— romanticamente falando, é intenso. daqueles que gosta de viver o amor em todos os aspectos, até na hora de sofrer. consequentemente, é meio dramático.
— é meio emocionado. no segundo encontro com você, a boca já coçou pra lançar um “te amo”.
— não tem medo de dizer o que sente. consegue lidar bem com os sentimentos e com as frustrações só na base da conversa, por isso, brigam pouco.
— ele geme. ele GEME. do tipo de homem que geme manhosinho, arrastado, que se entrega, que não tem vergonha nenhuma de mostrar o quão excitado está.
— ama cafuné, carinho no rosto, e ama que você passa a ponta das unhas das costas dele até o pescoço. fica todo arrepiado.
— muito organizado. arruma casa, lava roupa, varre tudo, lava louça, cozinha… muito comum chegar em casa e ver ele agarrado com a vassoura passando pano.
— daquele tipo de homem que sabe fazer de tudo um pouco. troca resistência de chuveiro, lâmpada, coloca prateleira, sabe fazer até gato na luz. tudo que você precisa você só tem que dizer: “gyu, faz pra mim?”. ele ama que você mande nele.
— do tipo que se o jk ligar pra sair pra beber, vai dizer: “pera aí, deixa eu ver com a minha mulher se eu quero ir”, e se você disser que não, ele nem liga. prefere ficar com você mesmo.
— se der uma dor de barriga nele que seja, o mundo já acaba. você reza pra ele não ficar doente, porque quando fica… um drama só.
— AMA quando você vai malhar com ele.
— apaixonado pela sua bunda.
— perto de outro homem que faça ele se sentir enciumado, ele vai passar o braço em volta do seu pescoço, flexionando o máximo possível pra mostrar os músculos. eita como é perigoso.
— isso se ele não te jogar na parede mais próxima e te dar um amasso de deixar sua perna bamba. só pra deixar bem claro que você é a mulher dele.
— te chamaria de patroa, mô.
quero morrer
[Glasses mean you're smart]
LEGAL
📲 RAISING US ✶ Jeon Wonwoo | PART SEVEN — 007
SYNOPSIS.On the night of your eighteenth birthday, you and Wonwoo made a pact to lose your virginities together. Ten years later you're co-parenting your unexpected child while figuring out where you stand with each other.
PARING. Wonwoo x F!Reader
GENRE | TAGS. Smau, series, non idol!au, best friends (idiots) to lovers, unexpected pregnancy, slow burn, angst, pinning, fluff, humor/comedy.
WARNINGS. Brief gaslighting, intense emotional distress and relationship uncertainty.
AN. I recommend listening to Landslide when you get to the written part!!
WC. 3k+
STATUS. On-going.
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estou curada
📲 RAISING US ✶ Jeon Wonwoo | PART SEVEN — 006
SYNOPSIS.On the night of your eighteenth birthday, you and Wonwoo made a pact to lose your virginities together. Ten years later you're co-parenting your unexpected child while figuring out where you stand with each other.
PARING. Wonwoo x F!Reader
GENRE | TAGS. Smau, series, non idol!au, best friends (idiots) to lovers, unexpected pregnancy, slow burn, angst, pinning, fluff, humor/comedy.
WARNINGS. Mentions of pregnancy, complicated emotions surrounding parenthood, child emotional distress, subtle distancing, miscommunication, jealousy, breakup-adjacent conversation, infidelity implications.
AN. Can’t wait to tell you what how I planned this part after the next chapter comes out. See you monday! <33
STATUS. On-going.
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vcs n sabem o quanto eu to encantada com essr final
af pq ngm faz uma fic desse bumzu delicioso
📲 RAISING US ✶ Jeon Wonwoo | PART SEVEN — 005
SYNOPSIS. On the night of your eighteenth birthday, you and Wonwoo made a pact to lose your virginities together. Ten years later you're co-parenting your unexpected child while figuring out where you stand with each other.
PARING. Wonwoo x F!Reader
GENRE | TAGS. Smau, series, non idol!au, best friends (idiots) to lovers, unexpected pregnancy, slow burn, angst, pinning, fluff, humor/comedy.
WARNINGS. Heavy angst, emotional whiplash, pregnancy talk (nausea, appointments, baby prep), kid angst, mentions of unprotected sex, condom failure. Y/N is going through emotional hell, but what's new. There's a little spelling mistake.
A/N. After many, many soons, here it is !!
STATUS. On-going.
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saerom cachorra dura
papo aqui: é muito raro ver no kpop grupos com 7 ou mais de 7 membros durarem por muito tempo, principalmente com a formação original...disband, saída de membro, término de contrato, hiatus e coisas deste tipo sempre acontecem, mas cara, o seventeen me surpreende
eles são família e como o coups disse: para o resto da vida deles
── .✦ meu presente é você.
kim mingyu x reader!, br!au, smut, fluff.
contexto: você é uma artista brasileira famosa. calhou de conhecer mingyu em um desfile da calvin klein, e se apaixonarem. a relação é tratada com bastante esforço, já que são de culturas diferentes, moram em países diferentes… mas tentam ao máximo fazer dar certo, apesar das dificuldades. o natal deste ano, a família dele vem da coreia para o brasil, para conhecer a sua. linguagens diferentes separam as famílias, mas a paixão de vocês dois é maior que qualquer coisa. e é isso que move vocês.
avisos: smut com plot, conteúdo sensível como preconceito entre culturas diferentes, sexo desprotegido, semipublic!sex.
O céu era de um azul nunca antes visto por Mingyu. As árvores eram verdes demais, palmeiras espalhadas por todos os lados, coqueiros, frutíferas, flores. E bem, as montanhas. Uma quantidade enorme de montanhas arborizadas, um frescor típico de um país tropical. Abençoado por Deus. É bonito por natureza.
Era mais um início de verão no Rio de Janeiro, com seu típico calor irreal, praias lotadas de uma água fresca e cristalina; cheirinho de protetor solar e churrasco. Pessoas indo ao shopping de chinelo, e saída de praia, marquinha de sol, e mercados lotados para programação de mais uma ceia.
Ele estava nervoso, não nega. Iria conhecer sua família pela primeira vez, e iria apresentar você a família dele. Tudo de uma só vez. Acharam uma brecha na agenda de ambos, e decidiram aproveitar para juntar ambas.
Leeseo, sua mãe, estava munida de potes congelados de kimchi, japchae, e bulgogi. Não confiava 100% na comida tradicional de outro país, e não estava totalmente feliz de abandonar sua cultura em uma data importante, para cruzar o planeta. Achava que Mingyu seria mais feliz com uma moça de sua própria cultura, de seu próprio país.
Já Minwoo, seu pai, e Minseo, sua irmã mais nova, estavam extremamente animados em estar no Brasil. A atmosfera carioca os encantava, mesmo ainda dentro do transfer, segundo para a casa da namorada de Mingyu, você.
Seus pais, exagerados como sempre, prepararam um banquete. Um peru enorme, salpicão, arroz, farofa, moqueca, churrasco, mesa com buffet japonês fresco… Tudo que pudessem imaginar. Seu irmão mais velho, a esposa, e seu sobrinho já haviam chegado em sua casa, assim como sua avó, e seu avô.
Você estava tensa, temia não agradar a família de Mingyu, temia que sua família fosse invasiva com a dele, já que eram bastante reservados. Queria que tudo fosse perfeito. Você e Mingyu, fluentes em inglês — além de seu irmão, sua cunhada, e a irmã de Mingyu, fariam o trabalho de traduzir o contato entre as famílias. Qualquer palavra errada poderia causar um desastre.
Quando o portão de entrada foi aberto, e o Corolla preto subiu pela entrada, seu coração disparou. O de Mingyu também. Nunca tinha visto uma casa tão grande, uma vista fabulosa de uma extensa praia oceânica, uma piscina de borda infinita imensa, um jardim com paisagismo impecável. A casa tinha detalhes em madeira, em pedra, e bastante vidros. Era uma casa de filme. Ainda tinha a quadra de futebol, e a de tênis. Ouviu sua mãe murmurar algo como “aish, pra que uma casa tão grande?”, mas preferiu ignorar.
Preferiu ignorar, porque quando abriu a porta do carro, deu de cara com você, na escadaria que dava do jardim, para a varanda, ansiosa o esperando, descalça, com uma sainha, e a parte de cima de um biquíni.
Havia te conhecido em um evento da Calvin Klein em Nova York, e depois de uma noite de vinho, muita conversa, e um beijo muito gostoso, com gostinho de quero mais, fora difícil de largar. Trocaram números, mensagens, ligações de horas. E cada país em que estavam próximos era motivo pra uma visita secreta, um encontro, e mais beijos.
Até que em mais um encontro em Milão, após uma semana de moda, ele te levou para um encontro na Torre Eiffel, e te pediu em namoro. Tiveram a primeira vez de vocês, em uma noite íntima e romântica, e ali selaram o pacto de nunca mais se separarem. Sabiam das adversidades que um relacionamento entre duas etnias diferentes apresentava, mas podiam superar. Ou tentariam.
Segurou a vontade de sair correndo até você e te beijar, em respeito aos próprios pais, e aos seus pais. Mas não evitou te abraçar com a maior força possível, respirando seu aroma, sentindo sua pele, e em seguida, seus lábios, com o selinho rápido que você deixou na boca carnudinha.
“— Gyu…” — você murmura. Obviamente meio emotiva, sentindo falta do toque dele, dos beijos dele, do calor da pele dele na sua.
“— Oi, linda…” — a testa colada na sua, o sorrisinho frouxo. “— Que saudade de você.”
Se pudessem ficariam daquele jeito pra sempre. Mas os pais dele já estavam ali, de pé, com suas malas, encarando o afeto trocado dos dois.
“— Olha, essa é minha mãe, Kim Leeseo, meu pai Kim Minwoo, e minha irmã mais nova, que você já falou por telefone, Kim Minseo.” — eles abaixaram os corpos levemente em referente, principalmente Minseo. Você olha curiosa para Mingyu, e repete o gesto. Já havia visto ele fazendo aquele tipo de comprimento.
“— Olha, é um prazer conhecer vocês.” — diz em inglês. Leeseo e Minwoo nada entendem. Minseo sorri, dizendo o quão bonita você é. Se sente grata por receber calor e animação de sua futura cunhada. “— Ahn… Mannaseo bangawoyo.” — diz meio sem graça. Aprendeu a dizer prazer em te conhecer, e mais algumas frases, exatamente para essa ocasião. Seu futuro sogro sorri meio sem graça, e sua futura sogra não esboça uma reação positiva, muito pelo contrário. Ela murmura algo que você não entende.
“— Essa menina é doida? Por que ela está falando de maneira informal comigo?”
“— Omma…” — Mingyu a repreende sem graça. Você nada entende.
“— Fiquem a vontade, vamos entrando. Vou alocar vocês nos quarto, mas antes quero apresentar minha família. Estão todos na churrasqueira.”
E todos estavam lá realmente. Seu pai, sua mãe, seus avós, seu irmão, sua cunhada, e seu pequeno sobrinho.
“— Gente! O Mingyu e a família chegaram.” — você diz com as bochechas vermelhas, não só pelo calor, mas pela timidez de pela primeira vez apresentar um cara pra sua família. “— Esse é o Mingyu, meu namorado. Minseo, a irmã mais nova dele, Minwoo, pai dele, e Leeseo, mãe dele. E essa é a minha família; meu pai, Otávio, minha mãe Alexandra, meu irmão Rafael, minha cunhada Jéssica, meu sobrinho Yuri, e meus avós, Francisco e Helena. Sei que são muitos nomes, mas vamos nos conhecendo melhor durante o feriado.”
Sua família não estava muito diferente da dele. Sua mãe, que exibia um corpo bronzeado em uma saída de praia de luxo, olhou de cima a baixo para Leeseo, capturando cada detalhe da roupa que cobria quase totalmente seu corpo. Ela não estava com calor não? Por Deus! E o idiota do seu irmão segurava o riso, provavelmente pensando em alguma piadinha sem graça sobre pastéis de frango.
A mais simpática era sua avó, uma senhora elegante, educada, e doce. Havia se levantado da cadeira onde estava para iniciar os comprimentos. Após falar com toda a família de Mingyu, fora a vez dele.
“— Seja bem-vindo, meu filho. Espero que você esteja fazendo minha menina muito feliz, viu? Fica a vontade.”
Você traduziu a mensagem carinhosa para o inglês, e assim fora a manhã do dia 24. Traduções, apresentações, e muito, muito, estranhamento.
“— E aqui é o quarto de vocês. Imaginei que Minseo gostaria de ficar junto com os pais, então pedi que preparassem esse quarto com uma cama de casal, e outra de solteiro pra vocês. Tem um banheiro grande, closet, e a varanda é com vista pro mar, e pro jardim.” — você diz, mostrando o quarto, enquanto a família de Mingyu olhava em volta. Ele estava ao seu lado, aguardando ansioso pra ter um momento apenas com você, para poder matar a saudade.
“— Mingyu vai dormir aonde?” — sua sogra pergunta. Novamente você não entende, e olha para Mingyu, esperando uma resposta, que não vem. Ao menos não em inglês, e não para você.
“— Eu vou dormir com ela, Omma.” — foi o que ele disse antes de tomar um tapa no pescoço.
“— Foi essa a educação que eu te dei? Conheceu os pais dela hoje, eu, seu pai, e principalmente sua irmã no quarto ao lado! Aish, você não tem noção? Quer morrer? Você vai dormir com a gente!”
E era melhor nem discutir.
“— O que houve?” — você murmura baixinho, e ele nega com a cabeça, sorrindo sem graça, e te puxando para fora do quarto.
Já no corredor, murmura baixinho:
“— Ela não quer que eu durma com você. Acha que pode ser desrespeitoso com seus pais.”
“— Hein? Não! Claro que não, eles não se importam. Ela não precisa se preocupar com isso.” — você sorri doce, sem ao menos entender a gravidade da situação.
“— E… Ela também disse que não se sente confortável. Que eu durma com você, com ela, meu pai, e minha irmã no quarto ao lado. São umas coisas culturais, e…”
“— Gyu. Sua mãe não gosta de mim, não é?”
“— Princesa. Não diz isso, ela gosta sim, só que é tudo novo pra ela.”
“— Eu sei que ela preferia que você namorasse uma coreana. Não sou boba.”
“— Amor.” — ele segura seu rosto com as duas mãos, e leva seu corpo até a parede, o prensando com o dele. “— Ela pode preferir o que ela quiser. Eu sempre vou preferir você. Eu quero você, eu preciso de você. Eu ‘tô completamente apaixonado por você, e feliz em amar você. Entendido?” — murmura com os lábios coladinhos nos seus, finalizando com um selinho.
“— Entendido.” — você sorri boba.
Como se o dia já não tivesse sido confuso o suficiente, a ceia fora pior. Leeseo apareceu com suas comidas típicas, e se recusou a comer a ceia oferecida. Minwoo além de comer a comida da esposa, comeu a ceia, o buffet, e tudo que podia, e não podia. Terminou a noite com dor de barriga trancado no banheiro do quarto deles. Minseo adorou seu sobrinho. Ficou basicamente responsável por cuidar do pequeno durante toda a ceia, o ninando, brincando, assistindo desenhos. Sua mãe se sentiu profundamente ofendida por Leeseo, e seu pai tentou apaziguar a situação. Seus avós foram dormir cedo, depois do seu avô passar da conta no vinho, e seu irmão e cunhada acompanharam o pequeno bebê para descansarem.
Sua garganta seca, o nariz ardendo, e os olhos vermelhos denunciavam o caos que a noite fora. Você estava extremamente chateada, e era inegável. Sabia que seria uma relação difícil de manejar, mas admite que havia criado outras expectativas. Expectativas positivas, afinal. Sua sogra te odiava, seu sogro estava com dor de barriga, sua mãe super brava, seu avô bêbado… E você só queria que as famílias se dessem bem.
Estava sozinha, sentada em uma espreguiçadeira na beira da piscina, com as luzes apagadas, observando o céu limpo. Haviam tantas e tantas estrelas, satélites passando, aviões em suas rotas. Você suspira. Apesar de tudo se sentia muito grata em estar em casa. Viajar o mundo a trabalho era sensacional, uma oportunidade em um milhão, mas nada era melhor que sua casinha, seu país. E se sentia mal em ter arrastado Mingyu para ali, porque ele provavelmente pensava da mesma maneira. Ainda o fez carregar sua família junto.
Fechou os olhos sentindo mais uma lágrima fujona cair, enquanto a agradável brisa marítima da noite beijava seu rosto com leveza. Ouviu um barulho atrás de si, e não precisou abrir os olhos para saber quem era. O perfume perceptível, impossível de não reconhecer.
“— Mô… Cê tá chorando?” — a voz é baixinha, cuidadosa. Você abre os olhos, o encara com um sorriso triste. Ele havia sentado na beirada da espreguiçadeira.
“— Eu tô bem.” — você garante, mas ele te conhece. Se aproxima, se deitando ao seu lado, e limpando suas lágrimas.
“— Eu sei que não foi o melhor primeiro encontro de famílias, mas vai melhorar.” — acaricia sua bochecha.
“— Eu sei, é só que… Eu esperava outra coisa. Acho que criei expectativas demais.” — sorri triste.
“— Tá tudo bem. Sério. O importante é estarmos juntos. Minseo se divertiu demais, sabia? Ela adorou o Yuri.” — ele diz, e você sorri, desta vez verdadeiramente.
“— Quando sua mãe disse que não iria comer nada, eu achei que o olho da minha mãe ia saltar fora. Meu pai quase se engasgou com a farofa.” — você brinca desta vez.
“— Viu? Uma hora eles se entendem. Vai dar certo, princesa. Te prometo.”
Você o olha. Repara cada partezinha do rosto bonito dele. O cabelo curtinho compõem perfeitamente com o nariz vultuoso, com uma pintinha delicada na ponta. O rosto limpo te chama atenção, sem maquiagem alguma. Ama a feição travessa dele, com os dentinhos de um lobo. Mas não há nada que você ame mais em Mingyu que sua língua presa. É tão, tão fofo.
“— Gyu…” — ele te responde com um ‘hm?’ “— Quer nadar?”
Ele sorri aberto. Era um grande sim. Vocês vão para piscina, ele com a bermuda que estava, e você apenas de calcinha e sutiã. A casa está silenciosa, todos dormindo naquela madrugada, mas o calor carioca ainda era presente. Por isso, um mergulho era bem vindo.
“— Eu nem pude te beijar direito hoje.” — diz tristinho.
“— Então aproveita agora.”
Ele se aproxima de ti, prensa seu corpo na borda da piscina. A respiração quente dele próxima ao seu rosto te faz fechar os olhos instintivamente. Logo os lábios carnudos dele estão colados nos seus. São selinhos castos, todavia. Mas logo ele desliza a língua por sua boca, até beijá-la de verdade. As mãos grandes estão pousadas em sua cintura, aproximando seu corpo, do dele. Suspira com o aperto dele. Mingyu é forte, mas ainda assim consegue ser delicado quando o assunto é você.
Alguns segundos se passam, e você está com as pernas encaixadas no tronco dele, enquanto é amassada de todas as formas possíveis. As mãos dele já desceram de sua cintura há tempos. Antes de chegar até sua bunda, passaram pelo quadril, apenas para pegá-la no colo. Agora já estavam ofegantes, o beijo carregado de saudade, vontade, amor.
“— Amor… Melhor pararmos.” — ele murmura com os lábios colados nos seus. Já é evidente o quão duro ele está, o pau marcado na bermuda roçando bem no seu pontinho, ainda por cima da calcinha. Você, tão afetada quanto ele.
“— Por que?” — pergunta, manhosa.
“— Não vou aguentar continuar te beijando sem acabar comendo você aqui na piscina mesmo.” — diz baixinho, te fazendo pulsar.
“— E quem disse que você não pode? Me come, Gyu. Aqui mesmo. Eu tô com tanta saudade.” — você diz. Mesmo sem enxergar direito, sente os olhos de Mingyu nublarem. Ele torna a te beijar, desta vez com mais vontade, sem nenhum impedimento. Passa a se esfregar em você com mais força, te fazendo soltar resmungos baixinhos, implorando por mais contato.
Se arrepia quando o sente descer a própria bermuda, o pau teso salta em sua virilha, enquanto ele continua te beijando. Ele suspira em alívio, finamente livre para seu toque. Segura o próprio pau com a destra, enquanto a canhota coloca sua calcinha para o ladinho. Roça a cabecinha por sua fenda babada, com o cenho franzido pelo tesão acumulado. Entra em você aos poucos, centímetro por centímetro, gemendo baixinho sem vergonha alguma, uníssono com você.
“— Gyu…” — geme baixinho o apelido dele.
“— Eu sei, amor, eu sei.” — diz com dificuldade, tão afetado quanto, te pegando no colo contra a borda novamente, para poder meter em você. “— Tão gostosa, tão feita pra mim. Você é minha, toda minha.”
As investidas são lentas, mas profundas. São só vocês dois ali, a brisa gostosa, o barulho das ondas, e os gemidos baixos. As testas coladas tornam o ambiente íntimo, romântico. Ele aumenta as estocadas, encaixando o rostinho contorcido pelo prazer em seu pescoço. A respiração quente dele em sua nuca te faz arrepiar ainda mais, com os gemidos dengosos dele em seu ouvido. Segura com força os cabelos dele, tentando puxar ainda mais o corpo musculoso para perto.
A maneira que a pelve dele roça perfeitamente em seu pontinho te põem bem mais próxima de um orgasmo iminente. Não resiste a passar as unhas pelas costas largas, mas quanto mais se aproxima do orgasmo, mais força usa. Depois provavelmente se arrependeria dos arranhados, mas naquele momento não. Não enquanto recebia mordiscos no pescoço, não enquanto estava sendo tão bem preenchida por ele. Não enquanto as bolas cheias dele batiam em você repetidamente.
Palavras desconexas saiam da boquinha dele, “princesa, minha linda… te amo, caralho… que buceta gostosa, que saudade que eu tava de te comer assim… você é tudo pra mim. porra… você me engole tão bem, tão apertadinha”, e todo o mundo ao redor parecia ter sumido. A mãe dele poderia ate estar olhando pela varanda, que vocês não ligariam, não parariam.
O orgasmo chega avassalador, com seu interior mastigando o membro de Mingyu, o trazendo ao ápice com você. Ele jorra em jatos longos dentro de ti, o corpo tremendo, quente, tentando ao máximo prolongar o momento gostoso.
Até normalizarem as respirações, continuam na mesma posição. Você no colo dele, com ele dentro. Sorriem juntos, selando o momento com mais um beijo casto.
“— Eu te amo. Lembra sempre disso, tá? Não existe nada mais importante que isso. Eu amo você, e vou fazer de tudo pra te fazer a mulher mais feliz do mundo. Prometo ser o homem perfeito pra você. Porque você é perfeita pra mim. Ta?” — ele diz, e você com um biquinho nos lábios, e os olhos cheios de água, concorda com a cabeça.
“— Você já é o homem perfeito pra mim. Vamos fazer dar certo.”
“— Vamos fazer dar certo.” — ele repete.
A madrugada segue com vocês nadando na piscina vazia, trocando carinhos, palavras de amor, e conversando trivialidades. Sempre iria se lembrar daquele céu estrelado, e de Mingyu com a cabeça recostadinha em seu peito, recebendo um cafuné seu, enquanto conta coisas bobas. Saem da piscina próximos ao amanhecer, e mesmo com muita vontade de chutar o balde e dormir agarradinho com você, ele respeita seu pedido de acatar a ordem de sua mãe, e ir dormir com sua família, afim de evitar confusão.
Mas chegando no quarto, se jogando no colchão no chão, sem camisa, ainda com o corpo meio molhado, Leeseo o observa. Os arranhões frescos nas costas, o sorriso bobo nos lábios, a feição tranquila e feliz. Se sente uma péssima mãe. Seu filho estava visivelmente amando, e sendo amado, e ela querendo destruir a felicidade dele por puro capricho. O que importa se você não era coreana, não seguia a cultura e os padrões? Seu filho estava feliz. Mingyu estava sendo bem cuidado, tinha uma mulher carinhosa ao seu lado, e mais importante que qualquer princípio, era isso. Amá-lo. E você fazia isso muito bem.
Decidiu por si só que dia vinte e cinco seria diferente. Foi a primeira a se levantar, e colocou para seu café da manhã comidas típicas brasileiras. Era o seu sinal de paz, e deu certo, já que assim que sua mãe desceu, ficou encantada ao vê-la comendo de tudo um pouco. A comunicação entre as duas fora limitada, mas Mingyu e você ficaram felizes em vê-las tentando uma conversa, e comendo juntas. O resto do dia fora tranquilo, bem melhor que o dia anterior. Mingyu parecia explodir de felicidade ao ver a família tentando se incluir, e sendo tão bem acolhida.
No fim da tarde, Leeseo fora até seu filho, dando um tapinha em suas costas.
“— Quero te pedir desculpas.” — Mingyu arregalou seus olhos. Nunca havia escutado aquilo vindo de sua mãe.
“— Omma…?”
“— Essa moça te faz feliz, e sua omma entende o quão difícil essa vida de artista pode ser… Nunca te vi com nenhuma namorada, e me assustei um pouco quando a primeira menina que você nos apresentou veio de um país tão longe. Mas sou sua mãe, e a sua felicidade é a minha. Se ela te faz feliz, eu como mãe, devo apoiar, e prezar por te ver desse jeito. Alegre. Vivo.”
“— Omma, eu.. Eu realmente a amo. Tô feliz, tô apaixonado, eu gosto demais dela. Pra mim é importante que você saiba e entenda isso. Obrigado.” — ele a reverência levemente.
“— Mas não quero o senhor dormindo enfiado no quarto dela. Ainda estamos na casa dos pais dela e devemos respeito. Ainda tem sua irmã que é uma adolescente, e não precisa ver o irmão dela se agarrando com a namorada. Entendeu?” — tenta soar séria, mas Mingyu está tão feliz que apenas sorri concordando, e se lembrando da madrugada deliciosa e secreta que teve com você na piscina. “— E pede pra ela maneirar nos arranhões da próxima vez.”
O sorriso dele some na mesma hora que ele entende que a mãe dele percebeu. Desta vez ela que sorri, escondido, achando graça do espanto do filho.
Aquele havia sido apenas o início, de uma vida inteira ao lado dele. Com dificuldades, planejamento e um manejo diferenciado, mas que com amor, tudo dava certo.
Drunk after show mingyu trying to process they’re being kidnapped to italy at 4.30am will never not be funny
NEVER gonna shut up abt THIS Seungcheol, I NEED HIS ARMS AROUND ME SO BAD 😫😫
and the universe said,
07 - "bro, chill"
genres/tags: soulmate au, idol au, comedy, romance, dumbassery relationship(s): ot13 x reader chapter warnings: coarse language. kithing. a liiitle svt on svt violence note: ik it's been a long time please be nice to me <3 (this isn't edited... I'll take a look at it when I have the time)
When soulmates are suddenly thrust upon the world, you are one in a million who wishes they weren’t – and that’s before you meet the person (people?!) making your life much harder than it needs to be. And before someone asks you to sign an NDA.
series masterlist
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“Where are they?” Myungjun asks as soon as Jihoon and Junhui enter the room they agreed upon.
Junhui braces both of his arms on the back of a chair. “What do you mean?”
“Your soulmate—” Cutting himself off with a sigh, Myungjun pinches the bridge of his nose and answers his own question. “You didn’t bring them.”
Yejung, who was sitting at a table with her laptop, shuts it with a frown. “Why not?”
n to acreditando q n tem fim isso eu lendo tda confiante
⟢ texts with guitarinstructor!vernon
part three -> part two
◁ II ▷ now playing: lovefool - the cardigans
contains: smau, guitarinstructor!vernon, bestfriend!dino, vernon and reader both try to act nonchalant but are very much chalant, college au, bestfriend!seungkwan, they aren’t dating but they should be
mds eu vou passar mal
I just cant act normal abt this
did i post this already i dont know but wow i love cheol in the mansae mv so much pls
to escrevendo uma coisinha com o woozi, ai eu fico olhando pra essa foto dele pra ter inspiração... (estou a mais tempo olhando para a foto do que para o texto de fato...)