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fico tão feliz em ver que já fui uma menina que sofria por amizades e agr eu acordo com muitos textos fofos de feliz aniversário. Amo muito meus amigos não troco eles por nada ❤️
Oi tudo bem? Sou iniciante na LDS e estou manifestando meu SP. Eu conheci a LDS depois de ter a minha primeira success story com ele e ver uma thread no Twitter falando sobre a LDS então eu entendi que foi uma manifestação inconsciente. Então decidi começar a estudar e praticar. Mas isso só foi depois de eu já ter mandado mensagem pra ele e já estar falando com ele.
Sempre ouço subliminals mantendo o foco de que ele é meu e nada mais importa, faço métodos apenas como reforço pq sei que não são extremamente necessários.
O problema aqui é que eu faço tudo isso mas ele não se mexe, não move um dedo, fica sempre esperando eu agir. A gente conversava mas do nada ele parou de responder, passou um tempo e voltamos a conversar (pq eu mandei feliz aniversário pra ele), mas agora já faz 2 dias que ele não responde mais.
Gostaria de saber se você tem alguma dica de como manter o foco na manifestação, persistir e não deixar a frustração, medo e ansiedade tomarem conta. E o que eu poderia fazer pra inverter essa situação onde eu faço tudo e ele nada.
olá meu amor, eu estou bem e espero que você também esteja.
você não está errando por não fazer o suficiente ou algo do tipo. você está errando no seu ponto de vista. você ainda está se vendo como a pessoa que precisa fazer algo pra ele reagir, e é exatamente isso que está sendo materializado.
enquanto existir a ideia "eu faço tudo e ele não faz nada”, você continua sendo a que corre atrás, e ele o que não se move.
e outra coisa, você diz que sabe que métodos não são necessários, mas continua usando como reforço. reforço de quê? isso tudo reforça a ideia de que ainda falta algo.
então, mesmo afirmando que ele é seu, ao mesmo tempo você está sendo alguém que espera resposta, que observa ausência, que mede tempo. e isso é viver na falta.
não é sobre fazer mais. é sobre parar de se colocar como essa versão que precisa de movimento dele. isso não se resolve forçando pensamento positivo, mas mudando essa identidade.
não precisa lutar contra frustração, medo ou ansiedade. eles só aparecem porque você ainda está identificada com a versão que pode perder algo. quando isso não é mais tomado como verdade, essas emoções não têm base pra se sustentar.
nada precisa ser forçado aqui. só pare de sustentar a ideia de que você é essa pessoa esperando algo acontecer. o resto não depende de esforço.
Tutorial de como manifestar com historinha🥵🥵🥵
(Pode ler enquanto escuta subliminal se quiser 🤡)
Vamos imaginar que existe uma garota que se chama denise que tem 15 anos e quer manifestar um presente para a amiga dela que se chama fabiana e tem 14 anos👀
(D = denise / F= Fabiana)
D:Oi best, ta chegando seu aniversario né?
F:Oii, siiiim vey to muito ansiosa para os presentes que eu vou ganhar hehehehe
D:😦... Nossa é mesmo, presentes né? 😅
💭D:Omg eu esqueci de comprar algo para ela, ferrou😭
F:Sim to muito ansiosa! e você vai me dar oq? ou é surpresa? 😋
D:Ah.. Nãooo eu ja comprei mana, fique tranquila 😘
F:Acho bom hein, kskssksk thau deni!
D:Thau fabi!
Alguns minutos depois, na casa de denise👀
D:Mdss como eu pude esquecer de comprar o presente pra minha best😭 Ok deixa eu pensar... Ela gosta muito de gloss e também gosta de escutar Lady Gaga. Acho que vou comprar um gloss cheio de brilho da KIKO e uma camisa da lady gaga! Mas como eu posso comprar isso a tempo e em menos de....
Denise olha para o calendario na parede do quarto
MEU DEUS 5 DIAS?! Eu preciso me apressar logo😰😵💫
Ela abre o telefone e vê o saldo na conta.Não era o suficiente para comprar uma camisa da Lady Gaga e muito menos um gloss brilhante da KIKO.
Então denise lembra da lei da suposição, ela tinha feito algumas vezes e então pensa que é a forma mais adequada para o momento.
D:Yess! Ok é só assumir né? Viver no final,muito easy😌
3 dias se passaram, e denise viveu sua vida normal como qualquer brasileiro no auge dos 15 anos.
💭Pensamento Intrusivo de Denise:Não tenho o presente da fabiana, será que ela vai ficar triste?
💭D:Oxi que isso?? Eu JA tenho o presente da fabi, não tem essa não,euem 🤨🙄
Algumas horas depois
Denise está lavando a louça enquanto cantarola
D:"Im your biggest Fan. I follow you until you love me! Papa- Paparazzi."
💭Pensamento intrusivo de Denise:Não comprei a camisa da fabi
Denise ignora e continua cantando
Até que chega um dia antes do aniversario de sua amiga.
💭Pensamento intrusivo de Denise:Amanhã é o aniversario da fabiana,eu não comprei nada
Denise, que estava em seu quarto jogando roblox,ignora esse pensamento.
Até que a mãe de denise entra no quarto e se encosta no batente da porta
Mãe:Filha, acabei de chegar e fui comprar umas coisas no shopping e acabei achando essa blusa da lady gaga em promoção, você gosta não é? Só não sei se vai caber por que não tinha do seu tamanho
Denise sai da cama e vai olhar a camisa, era do tamanho "G" e ela vestia "P".Porém sabia que fabiana vestia "G"
D:Nossa que linda! E obrigada mãe, mas não sou muito fã dela. Mas conheço alguém que vai gostar!
Depois de algumas horas, denise estava desenhando gatos no seu caderno de desenho. Sua irmã,julia, que era a irmã mais velha de denise,aparece na porta.
J:Denise você usa gloss da KIKO?
D:Oxi do nada.Por quê? 🤨
J:Você sabe que eu não gosto né? Mas acabei comprando sem querer e nem percebi. Enfim, você quer?
💭D:Meu deus não é possivel 😰 obrigado universoKKKKKKKK😭
D:Ah, valeu! Eu quero sim.
Julia lança o gloss para sua irmã, que pega na hora, e então sai da porta voltando para o seu quarto.
Chega o dia do aniversário de fabiana. Como caiu em uma terça feira, era de se esperar que os amigos de fabi iam dar os presentes para ela. A mesma agradece todos e até fica sem jeito por ter recebido um "Parabéns pra você" quando entrou na sala.
Denise caminha até fabi com o presente empacotado nas mãos e entrega pra ela
D:Feliz aniversário best! Espero que hoje seja um dia muito fodastico para você 😝
F:Muito obrigada deni!☺
💭D:E tudo isso graças a lei da suposição 😜😎
Fim.
E o que aprendemos com essa historia? Denise viu que não tinha muito tempo para manifestar, e mesmo assim quis arriscar.E no fim, ganhou do jeito mais inesperado possível.
Não importa nenhuma circunstância, nem mesmo se os seus pensamentos intrusivos vierem alguma hora.Assuma que é seu até o final como denise fez e seja feliz 😄
Espero q tenham gostado! Se você gostou, dá um like ai.E se não me segue ainda, segue ai se você quiser kskskssk
(Nossa lembrei daqueles canais de jogo de 2017 agora KSKSKSKS nostalgia)
Eu estou te esquecendo e perceber isso me deixou desesperado.
Eu já não me lembro mais do tom da tua voz.
Procurei arquivos, vídeos, áudios, mas nada.
Sinto que te perco com o tempo. Sinto que me perco também.
Por isso estou procurando qualquer coisa, qualquer coisa que possa me apresentar a você novamente.
Qualquer convite para que você possa entrar na minha vida, para que eu possa me apaixonar e que te entregue a chave do meu coração.
E que você possa entrar e se apossar daquilo que sempre foi seu.
Mas os nossos rios correm em direções opostas.
Eu já não consigo me lembrar do caminho até o seu coração.
A tua fisionomia já me é estranha.
O teu nome...
Teu nome é...
Quem é você? Prazer
Eu sinto que eu te conheço de algum lugar mas não sei..
olá, queridos seguidores e leitores deste e de todos os meus outros tumblrs! para quem não me conhece direito, deixa eu me apresentar brevemente: meu nome é robert souza, tenho 25 anos, meus pronomes: ele/dele, geminiano, solteiro e aqui eu assino minhas autorias como palavreado, prazer.
é um prazer fazer parte desta rede social que tanto amo e admiro! estou aqui desde 2014, uso o tumblr há mais de 10 anos, e foi gratificante pra mim cada palavra escrita e exposta aqui, cada ajuda de quando prestei apoio a desconhecidos em meu chat e ask, cada parceria maravilhosa em textos incríveis sobre sentimentos e vivências humanas.
sou grato a cada mensagem de apoio e carinho, e também, a cada amigo que conheci por aqui nesses mais de 10 anos. já tive diversos nomes em meu blog principal, até me encontrar e me descobrir como palavreado.
um geminiano não é nada sem seus bilhões de palavras. eu tenho o “defeito” de fábrica de sempre ter algo a dizer sobre qualquer coisa, mas os momentos em que mais falei, foram aqueles em que eu estive totalmente calado. e não é à toa que: dissipo, encorajador, colapsointerno, subestimar, deixaram, cuidado-frágil, substanciado, segundachance e danosletais nasceram e hoje são o que são. também tem o meu projeto que divulga pequenos escritores em ascensão, o poetaslivres. que para participar, basta usar a hashtag #poetaslivres em todas as suas autorias.
tenho muito orgulho de tudo o que construí aqui e de toda a aprendizagem e evolução conquistada neste percurso. nenhuma rede social ensina e ajuda mais do que o tumblr na minha opinião. obrigado por ler meus tumblrs, obrigado por me ler. quem quiser me conhecer melhor, trocar um papo, fazer amizade e até mesmo uma parceria escrita, só vir de chat.
um forte abraço em todos. atenciosamente, robert souza. 🫂❤️🩹
Eu voltei!!! E com um novo OC!
Conheçam Innamorato! Meu mais novo OC de The Freak Circus, já fazia um bom tempo desde que eu queria criar um oc para o meu mais novo vício e, como recentemente eu vi um vídeo de redesign de ocs com tema de palhaço da @Baby_carrot_art eu acabei unindo o útil ao agradável e acabei criando essa pérola!
Entãoooo irei apresentar para vocês o meu mais novo OC de The Freak Circus! Segue abaixo ↓
O mais novo integrante de The Freak Circus, Innamorato é conhecido por seu jeito teatral de ser e agir e pelo prazer que sente em tirar Jester do sério com suas reações exageradas — especialmente quando tem algum pedido recusado por TicketTaker. Apesar do comportamento melodramático, ele é surpreendentemente controlado, leal ao circo e aos seus companheiros (com uma notável exceção por Harlequin).
Confiante e vaidoso, Innamorato possui um senso de moda refinado, sendo o único do grupo que gosta de “se expor” ao público com roupas extravagantes e mais "coloridas". Sua presença sempre chama atenção, e ele parece se orgulhar disso.
Diferente dos outros, é também o único que já demonstrou interesse romântico em alguém da própria espécie — Pierrot. Contudo, após perceber que Pierrot havia se apaixonado por MC, decidiu abandonar seus sentimentos. Para não ferir o amigo (ou se tornar um rival indesejado), jurou nunca mais amar ninguém. Ainda assim, continua defendendo Pierrot sempre que Harlequin o incômoda.
Informações Extras
- Seu ticket especial é azul-escuro.
- Mede 1,95m de altura.
- Detesta MC, pois acredita que ele(a) lhe roubou sua paixão.
- Passa o seu tempo livre stalkeando Pierrot — foi assim que acabou descobrindo a existência de MC.
- Suas botas não têm cadarço, já que ele não sabe amarrar.
- ODEIA os humanos com todas as forças.
(espero que @nekoboydreams curta :D)
Por que insistir em ‘técnicas’ é sinal de que você não assumiu o estado
Insistir em “técnicas” raramente é sobre manifestar, quase sempre é sobre lidar com a dúvida.
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Quando um estado é realmente assumido, não há urgência nem necessidade de repetir rituais esperando que algo aconteça. Técnicas só servem para te levar ao estado interno correto e, principalmente, para trazer leveza e diversão ao processo. Elas existem para tornar o estado agradável, não para causar a manifestação.
Quem possui de verdade não tem ânsia.
E onde não há ânsia, há até um certo tédio de possuir.
Por isso, muitas vezes, a mente tenta “brincar” com técnicas: não por necessidade, mas para deixar o estado mais interessante, mais vivo.
O problema começa quando a técnica vira tentativa, esforço ou cobrança. Aí você sai do estado e volta para a falta.
Manifestar não é fazer mais.
É assumir, descansar;
e só brincar com técnicas se for por prazer, não por necessidade.
Cheguei em casa e encontrei você como sempre, imerso em outra realidade, iluminado pela tela, com o mundo inteiro dentro de um jogo que nunca me incluía.
Dei um beijo na sua testa como quem tenta resgatar um gesto antigo, e por um segundo achei que ainda dava tempo. Mas bastou um olhar para a tela pra entender que, mais uma vez, eu era só o ruído de fundo na sua partida.
O comentário do seu amigo veio como um espelho torto, ele riu, mas eu só consegui sentir o vazio. Porque não era sobre o filme que nunca vimos juntos, era sobre o tempo que você nunca quis dividir comigo.
Sobre o quanto me tornei companhia de uma ausência, de um corpo presente e uma alma desligada.
E eu, por amor ou teimosia, tentei transformar silêncio em presença, rotina em carinho, descuido em esperança.
Depois, lavei a louça pra não deixar bagunça, e acabei me cortando. E você, sem olhar, disse “deixa isso aí, que saco”.
Mas o que me cortou de verdade não foi a lâmina, foi a tua voz cansada de mim. Foi perceber que até o meu sangue escorrendo valia menos do que a sua próxima jogada.
Enquanto eu recolhia minhas coisas, você continuava ali, na frente da tela, e eu percebi que aquele jogo sempre foi mais importante. Não o jogo no computador, mas o jogo que a gente vivia: o de fingir que ainda dava, que um dia você voltaria a me ver.
E quando fechei o zíper da mochila, foi como fechar a última brecha que ainda te dava entrada no que restava de mim. Você baixou a cabeça, eu segurei o choro, e o silêncio entre nós disse tudo o que faltava: que o amor, quando é de um só, cansa. E que eu me cansei de tentar ser notada por quem só sabe me ver quando perco.
Hoje, não te escrevo pra culpar, escrevo pra entender. Pra aceitar que o amor não é salvar quem não quer ser salvo. E que o que doeu não foi o fim, foi ter passado tanto tempo acreditando que eu ainda estava em primeiro lugar, quando na verdade, há muito, eu já era só pausa entre uma partida e outra.
22 de outubro 2025 🐰💔
CAPÍTULO VINTE E NOVE: O Alvorecer do Renascimento
O Renascimento e a Reforma ocorreram praticamente ao mesmo tempo, e cada um contribuiu para o outro. Mas cada um teve seu próprio foco específico. "Renascimento", palavra francesa que significa "renascimento", descreve o renovado interesse pelo conhecimento clássico, literatura, música, arte, arquitetura e cultura. Foi um período de investigação e expressão da civilização e cultura que existiram durante os antigos impérios romano e grego. A Reforma descreve a mudança que ocorreu quando os estudiosos, e depois a sociedade em geral, começaram a ler as escrituras em seus idiomas originais e a traduzi-las para as línguas "vulgares" (que significa simplesmente línguas de uso comum) do povo. As pessoas começaram a perceber que a religião do Papa não era a religião de Cristo e a exigir a restauração do cristianismo bíblico. Assim, tanto o Renascimento quanto a Reforma buscaram inspiração e ideias no passado para a forma como devemos viver hoje. (E quem disse que a história não importa?)
Neste capítulo, falarei sobre os primórdios do Renascimento e, no próximo, sobre os primórdios da Reforma.
Já os alertei diversas vezes sobre o perigo que reside nas datas históricas. As pessoas interpretam isso de forma muito literal. Pensam na Idade Média como um período de trevas e ignorância. “Clica”, diz o relógio, e o Renascimento começa, e cidades e palácios são inundados pela era renascentista.
Na verdade, é praticamente impossível traçar linhas tão nítidas. O século XIII pertenceu, sem dúvida, à Idade Média. Todos os historiadores concordam com isso. Mas foi apenas uma época de trevas e estagnação? De forma alguma. As pessoas viviam intensamente. Grandes estados estavam sendo fundados. Grandes centros comerciais estavam se desenvolvendo. Bem acima das torres do castelo e do telhado pontiagudo da prefeitura, erguia-se a esbelta agulha da recém-construída catedral gótica. Em todos os lugares, o mundo estava em movimento. Os nobres e poderosos senhores da prefeitura, que acabavam de tomar consciência de sua própria força (por meio de suas riquezas recém-adquiridas), lutavam por mais poder com seus senhores feudais. Os membros das guildas, que acabavam de perceber o importante fato de que “os números contam”, lutavam contra os nobres e poderosos senhores da prefeitura. O rei e seus astutos conselheiros foram pescar nessas águas turbulentas e fisgaram muitos robalos brilhantes e lucrativos, que cozinharam e comeram diante dos narizes surpresos e decepcionados dos conselheiros e membros das guildas.
Para animar a paisagem durante as longas horas da noite, quando as ruas mal iluminadas não convidavam a mais disputas políticas e econômicas, os trovadores e mineiros contavam suas histórias e cantavam suas canções de romance, aventura, heroísmo e lealdade a todas as belas mulheres. Enquanto isso, os jovens afluíam às universidades, e aí reside uma história.
A Idade Média era "internacionalista". Isso soa difícil, mas espere até eu explicar. Nós, pessoas modernas, temos uma “mentalidade nacional”. Somos americanos, ingleses, franceses ou italianos, falamos inglês, francês ou italiano e frequentamos universidades inglesas, francesas e italianas, a menos que queiramos nos especializar em algum ramo específico do conhecimento que só é ensinado em outro lugar, e então aprendemos outro idioma e vamos para Munique, Madri ou Moscou. Mas as pessoas dos séculos XIII ou XIV raramente se referiam a si mesmas como inglesas, francesas ou italianas. Elas diziam: “Sou cidadão de Sheffield, Bordeaux ou Gênova”. Como todos pertenciam à mesma igreja, sentiam um certo laço de fraternidade. (Devemos ansiar pelo dia em que haverá novamente uma igreja visível em todo o mundo, mas desta vez protestante, bíblica e governada por um conselho mundial reformado de anciãos em vez de um Papa.) E como todos os homens instruídos podiam falar latim, eles possuíam uma língua internacional que eliminava as barreiras linguísticas que surgiram na Europa moderna e que colocam as pequenas nações em enorme desvantagem. Apenas como exemplo, considere o caso de Erasmo, que escreveu seus livros no século XVI. Ele era natural de uma pequena aldeia holandesa. Escrevia em latim e o mundo inteiro era seu público. Se estivesse vivo hoje, escreveria em holandês. Só os holandeses seriam capazes de lê-lo. Para ser compreendido pelo resto da Europa e da América, seus editores seriam obrigados a traduzir seus livros para vinte idiomas diferentes. Isso custaria muito dinheiro e, muito provavelmente, os editores jamais se dariam ao trabalho ou ao risco.
Há setecentos anos, isso seria impensável. A maior parte da população ainda era muito ignorante e não sabia ler nem escrever. Mas aqueles que dominavam a difícil arte de manusear a pena de ganso pertenciam a uma república internacional das letras que se estendia por todo o continente e que não conhecia fronteiras nem respeitava limitações de idioma ou nacionalidade. As universidades eram os bastiões dessa república. Ao contrário das fortificações modernas, elas não seguiam as fronteiras. Encontravam-se onde quer que um professor e alguns alunos se reunissem. Mais uma vez, a Idade Média e o Renascimento diferiam da nossa época. Hoje em dia, quando uma nova universidade é construída, o processo (quase invariavelmente) é o seguinte: algum homem rico quer fazer algo pela comunidade em que vive, ou uma determinada seita religiosa quer construir uma escola para manter seus fiéis sob supervisão adequada, ou um estado precisa de médicos, advogados e professores. A universidade começa com uma grande soma de dinheiro depositada em um banco. Esse dinheiro é então usado para construir prédios, laboratórios e dormitórios. Finalmente, professores qualificados são contratados, exames de admissão são realizados e a universidade está a caminho.
Mas na Idade Média as coisas eram diferentes. Um sábio dizia para si mesmo: “Descobri uma grande verdade. Devo compartilhar meu conhecimento com os outros”. E começava a pregar sua sabedoria onde e quando conseguia que algumas pessoas o ouvissem, como um orador de palanque moderno. Se ele fosse um orador interessante, a multidão vinha e ficava. Se fosse entediante, davam de ombros e seguiam seu caminho. Aos poucos, alguns jovens começaram a vir regularmente para ouvir as palavras de sabedoria desse grande mestre. Eles trouxeram cadernos, um pequeno frasco de tinta e uma pena de ganso e anotaram o que lhes parecia importante. Certo dia choveu. O professor e seus alunos se retiraram para um porão vazio, ou para a sala do “Professor”. O erudito sentou-se em sua cadeira e os meninos sentaram-se no chão. Esse foi o início da Universidade, a “universitas”, uma corporação de professores e alunos durante a Idade Média, quando o “professor” era tudo e o prédio onde lecionava importava muito pouco.
Como exemplo, permitam-me contar algo que aconteceu no século IX. Na cidade de Salerno, perto de Nápoles, havia vários médicos excelentes. Eles atraíram pessoas desejosas de aprender a profissão médica e, por quase mil anos (até 1817), existiu uma universidade em Salerno que ensinava a sabedoria de Hipócrates, o grande médico grego que praticou sua arte na Grécia Antiga, no século V a.C.
Depois, surgiu Abelardo, o jovem sacerdote da Bretanha, que, no início do século XII, começou a dar aulas de teologia e lógica em Paris. Milhares de jovens ávidos acorreram à cidade francesa para ouvi-lo. Outros sacerdotes que discordavam dele apresentaram seus pontos de vista. Paris logo se encheu de uma multidão ruidosa de ingleses, alemães, italianos e estudantes da Suécia e da Hungria, e ao redor da antiga catedral, que se erguia numa pequena ilha no Sena, cresceu a famosa Universidade de Paris.
Em Bolonha, na Itália, um monge chamado Graciano compilou um livro didático para aqueles que se dedicavam ao estudo das leis da Igreja. Jovens sacerdotes e muitos leigos vieram de toda a Europa para ouvir Graciano explicar suas ideias. Para se protegerem dos proprietários de terras, estalajadeiros e donas de pensões da cidade, formaram uma corporação (ou universidade) e assim nasceu a Universidade de Bolonha.
Em seguida, houve uma disputa na Universidade de Paris. Não sabemos o que a causou, mas alguns professores descontentes, juntamente com seus alunos, atravessaram o Canal da Mancha e encontraram um lar acolhedor em uma pequena vila às margens do Tâmisa chamada Oxford, e assim surgiu a famosa Universidade de Oxford. Da mesma forma, em 1222, houve uma cisão na Universidade de Bolonha. Os professores descontentes (seguidos por seus alunos) mudaram-se para Pádua e sua orgulhosa cidade passou a ter sua própria universidade. E assim, a história se desenrolou de Valladolid, na Espanha, a Cracóvia, na distante Polônia, e de Poitiers, na França, a Rostock, na Alemanha.
O ponto que quero destacar é o seguinte: a Idade Média não foi uma época em que o mundo parou e mergulhou na escuridão total. Havia educação e aprendizado. Pode-se dizer, em elogio a esses estudiosos medievais, que eles perceberam que todo conhecimento deveria ser cristão. Mas eles não possuíam alguns dos recursos e ferramentas que deram à Reforma Protestante uma grande vantagem.
Porém, pouco antes do fim da Idade Média, uma figura solitária cruzou o palco, da qual vocês deveriam saber mais do que apenas o nome. Esse homem se chamava Dante. Ele era filho de um advogado florentino da família Alighieri e nasceu em 1265. Cresceu na cidade de seus ancestrais enquanto Giotto pintava suas histórias sobre a vida de São Francisco de Assis nas paredes da Basílica da Santa Cruz, mas frequentemente, ao ir para a escola, seus olhos assustados viam as poças de sangue que contavam a história da terrível e interminável guerra que assolava o mundo entre guelfos e gibelinos, os seguidores do Papa e os partidários dos imperadores.
Ao crescer, tornou-se guelfo, porque seu pai o fora antes dele, assim como um garoto americano poderia se tornar democrata ou republicano, simplesmente porque seu pai fora democrata ou republicano. Mas, depois de alguns anos, Dante percebeu que a Itália, a menos que se unisse sob uma única liderança, ameaçava perecer como vítima das rivalidades desordenadas de mil pequenas cidades. Então, tornou-se gibelino.
Buscou ajuda além dos Alpes. Ele esperava que um imperador poderoso viesse e restabelecesse a unidade e a ordem. Ai de nós! Esperava em vão. Os gibelinos foram expulsos de Florença em 1302. Daquele dia em diante, até o dia de sua morte em meio às ruínas sombrias de Ravena, em 1321, Dante foi um andarilho sem lar, alimentando-se da caridade oferecida por ricos mecenas cujos nomes teriam caído no mais profundo esquecimento, não fosse o simples fato de terem sido gentis com um poeta em sua miséria. Durante os muitos anos de exílio, Dante sentiu-se compelido a justificar a si mesmo e suas ações, quando fora um líder político em sua cidade natal e quando passava os dias caminhando às margens do Arno na esperança de vislumbrar a bela Beatriz Portinari, que morrera casada com outro homem, doze anos antes do desastre gibelino.
Ele havia fracassado em suas ambições de carreira. Ele havia servido fielmente a cidade onde nascera e, perante um tribunal corrupto, fora acusado de roubar os fundos públicos e condenado a ser queimado vivo caso retornasse aos domínios de Florença. Para se redimir perante sua própria consciência e perante seus contemporâneos, Dante criou um Mundo Imaginário e, com grande detalhe, descreveu as circunstâncias que o levaram à derrota, retratando a condição desesperadora de ganância, luxúria e ódio que transformara sua bela e amada Itália em um campo de batalha para os mercenários impiedosos de tiranos perversos e egoístas. Ele nos conta como, na quinta-feira antes da Páscoa do ano 1300, se perdeu em uma densa floresta e como encontrou seu caminho bloqueado por um leopardo, um leão e um lobo. Deu-se perdido quando uma figura branca surgiu entre as árvores. Era Virgílio, o poeta e filósofo romano, enviado em sua missão de misericórdia pela Virgem Maria e por Beatriz, que do alto dos céus velava pelo destino de seu verdadeiro amado. Virgílio então conduz Dante pelo Purgatório e pelo Inferno. O caminho os leva cada vez mais fundo até chegarem ao abismo mais profundo, onde o próprio Lúcifer permanece congelado no gelo eterno, cercado pelos mais terríveis pecadores, traidores e mentirosos, e por aqueles que alcançaram fama e sucesso por meio de mentiras e enganos. Mas antes que os dois andarilhos chegassem a este lugar terrível, Dante já havia encontrado todos aqueles que, de uma forma ou de outra, desempenharam um papel na história de sua amada cidade. Imperadores e Papas, cavaleiros destemidos e usurários queixosos, todos estavam lá, condenados ao castigo eterno ou aguardando o dia da libertação, quando deixariam o Purgatório rumo ao Paraíso. (Lembrem-se, Dante era profundamente influenciado pelos ensinamentos católicos romanos.)
É uma história curiosa. É um manual de muitas coisas que as pessoas do século XIII faziam, sentiam, temiam e pelas quais rezavam. Em meio a tudo isso, surge a figura do solitário exilado florentino, para sempre seguido pela sombra de seu próprio desespero.
E eis que, quando os portões da morte se fechavam sobre o triste poeta da Idade Média, os portais da vida se abriram para a criança que seria o primeiro dos homens do Renascimento. Esse era Francesco Petrarca, filho do tabelião da pequena cidade de Arezzo.
O pai de Francesco havia pertencido ao mesmo partido político de Dante. Ele também fora exilado e, assim, Petrarca (ou Petrarca, como o chamamos) nasceu longe de Florença. Aos quinze anos, foi enviado a Montpellier, na França, para que se tornasse advogado como o pai. Mas o rapaz não queria ser jurista. Detestava o direito. Queria ser erudito e poeta – e, por querer ser erudito e poeta acima de tudo, tornou-se um, como costumam fazer as pessoas de forte vontade. Fez longas viagens, copiando manuscritos na Flandres, nos claustros ao longo do Reno, em Paris, em Liège e, finalmente, em Roma. Depois, foi viver num vale isolado das montanhas selvagens de Vaucluse, onde estudou e escreveu, e logo se tornou tão famoso por seus versos e por seu conhecimento que tanto a Universidade de Paris quanto o rei de Nápoles o convidaram para lecionar para seus alunos e súditos. A caminho de seu novo emprego, foi obrigado a passar por Roma. O povo já ouvira falar de sua fama como editor de autores romanos quase esquecidos. Decidiram homenageá-lo e, no antigo fórum da Cidade Imperial, Petrarca foi coroado com a coroa de louros do Poeta.
Daquele momento em diante, sua vida foi uma trajetória interminável de honras e reconhecimento. Ele escreveu sobre o que as pessoas mais queriam ouvir. Estavam cansadas das disputas dos escolásticos. Mas Petrarca escrevia sobre o amor, a natureza e o sol. E quando Petrarca chegava a uma cidade, todos acorriam para encontrá-lo e ele era recebido como um herói conquistador. Se por acaso trouxesse consigo seu jovem amigo Boccaccio, o contador de histórias, melhor ainda. Ambos eram homens de seu tempo, cheios de curiosidade, dispostos a ler tudo pelo menos uma vez, vasculhando bibliotecas esquecidas e empoeiradas na esperança de encontrar mais um manuscrito de Virgílio, Ovídio, Lucrécia ou qualquer outro dos antigos poetas latinos.
As pessoas rapidamente se encantaram e se fascinaram com as obras das grandes civilizações romana e grega. Pegue uma pá e cave na terra. O que você encontrou? Belas estátuas antigas. Belos vasos antigos. Ruínas de construções antigas. Todas essas coisas foram feitas pelo povo do grande Império Romano. Eles governaram grande parte do mundo por séculos. Eram fortes, ricos e belos (basta olhar para aquele busto do Imperador Augusto!). Em suma, esse era o espírito que começara a preencher as ruas estreitas e tortuosas das muitas pequenas cidades italianas.
Você sabe o que queremos dizer com a “febre da bicicleta” ou a “febre do automóvel”. Alguém inventa uma bicicleta. Pessoas que, por centenas de anos, se deslocaram lenta e penosamente de um lugar para outro ficam “loucas” com a perspectiva de percorrer colinas e vales com rapidez e facilidade. Então, um mecânico habilidoso fabrica o primeiro automóvel. Não é mais necessário pedalar sem parar. Basta sentar e deixar que pequenas gotas de gasolina façam o trabalho por você. Aí, todo mundo quer um automóvel. Todo mundo fala de Rolls-Royces, Flivvers, carburadores, consumo de combustível e óleo. Exploradores penetram no coração de países desconhecidos em busca de novas fontes de gás. Florestas brotam em Sumatra e no Congo para nos fornecer borracha. A borracha e o petróleo tornam-se tão valiosos que as pessoas travam guerras para possuí-los. O mundo inteiro fica "louco por automóveis" e as crianças pequenas conseguem dizer "carro" antes mesmo de aprenderem a sussurrar "papai" e "mamãe".
No século XIV, o povo italiano ficou fascinado pelas belezas recém-descobertas do mundo subterrâneo de Roma. Logo, seu entusiasmo foi compartilhado pela maior parte da população da Europa Ocidental. A descoberta de um manuscrito desconhecido tornou-se motivo para um feriado cívico. O homem que escreveu uma gramática tornou-se tão popular quanto o inventor de uma nova vela de ignição. O humanista, o erudito que dedicou seu tempo e energia ao estudo do "homo" ou da humanidade, era considerado com maior honra e respeito do que jamais se concedeu a um herói que acabara de conquistar todas as Ilhas Canibais.
Em meio a essa efervescência intelectual, ocorreu um evento que favoreceu enormemente o estudo dos filósofos e autores da Antiguidade. Os turcos estavam renovando seus ataques à Europa. Constantinopla, capital do último remanescente do Império Romano original, estava sob forte pressão. No ano de 1393, o imperador Manuel Paleólogo enviou Emanuel Crisoloras à Europa Ocidental para explicar a situação desesperadora da antiga Bizâncio e pedir ajuda. Essa ajuda nunca chegou. A liderança da Igreja Católica Romana estava mais do que disposta a ver o mundo greco-católico sofrer o castigo que aguardava aqueles que desafiassem sua autoridade. Mas, por mais indiferente que a Europa Ocidental pudesse ser ao destino dos bizantinos, ela tinha grande interesse nos antigos gregos, cujos colonizadores fundaram a cidade no Bósforo dez séculos após a Guerra de Troia. Eles queriam aprender grego para poderem ler Aristóteles, Homero e Platão. Queriam muito aprendê-lo, mas não tinham livros, gramáticas ou professores.
Os magistrados de Florença ouviram falar da visita de Crisoloras. O povo da cidade estava "louco para aprender grego". Ele poderia, por favor, vir ensiná-los? Ele veio, e eis que surge o primeiro professor de grego, ensinando alfa, beta e gama a centenas de jovens ávidos, que mendigavam para chegar à cidade do Arno, vivendo em estábulos e sótãos escuros, na esperança de aprender a declinar o verbo e entrar na companhia de Sófocles e Homero e, por fim, do Novo Testamento grego.
Deus usou até mesmo o Renascimento humanista para alcançar os propósitos da Reforma. Pois, em meio ao antigo Império Romano, que tantos agora desejavam estudar, surgiu o reino eterno de Cristo, proclamado por apóstolos e profetas no Novo Testamento em língua grega.
Porque sofremos tanto com as decepções amorosas? Uma possível resposta...
As pessoas não vão ser e agir de acordo com as expectativas que nós criamos. Tem fundamento que falem que o amor é cego. Mas eu credito nisso em 50%, porque nem sempre estamos amando de verdade e sim sendo levados por uma carência afetiva ou pela preocupação social de encontrarmos um parceiro(a). Quando o amor é cego,não estamos vendo o outro com claresa,não conhecemos tanto o outro e não houve um mergulho em uma empatia profunda,porque na verdade nós idealizamos aquela pessoa e criamos alguém com as nossas expectativas tentando talvez suprir algo dentro de nós. O amor se cega,talvez pela falta de entrega total em se aprofundar na empatia e no universo do outro,e só estamos ainda enxergando o nosso próprio universo e não embarcamos no universo do outro e então as decepções começam. E elas começam porque vamos descobrindo aos poucos que criamos alguém em nossa mente que nem se quer existe. Por isso digo que o amor maduro é uma grande evolução humana.
E será que realmente sabemos o que é o amor?
Não acredito que tenhamos total amadurecimento para compreender de forma tão profunda o amor real.Estamos em um grande processo evolutivo e acredito que seja a minoria que realmente consegue viver um amor real. Só o tempo,idade,experiências podem nos amadurecer,e precisamos ter consciência em nosso processo de amadurecimento interno. O amor não se baseia em aparência física,mas o amor é um mergulho em águas profundas com uma beleza que nos foge aos olhos. O amor é a nossa conexão mais profunda o outro ser,e não tem nada de romântico no amor,mesmo sendo lindo…
Vou deixar uma pequena lista que fiz para refletirmos a respeito. O que nos ajudam a idealizar as relações no lugar de nos entregarmos a ela? 1. Nossa visão sobre o mundo e a forma que fomos criados.
(Isso influencia demais sobre quem nos tornamos e sempre vale muito a pena nos questionar em relação as nossas ações no mundo,e saber que as pessoas que nos criaram não são perfeitas e o que elas nos ensinaram nem sempre é o melhor para quem somos ou podemos nos tornar,como por exemplo uma família que cria um filho para ser juiz,mas aquela criança prefe artes,mas aprendeu desde pequeno que ser artista não é profissão,mas cabe aquele garoto abrir os olhos e a mente para se conhecer o bastante e descobrir que apesar de sua criação indicar o que ele deve fazer,ele pode ser livre e dono de sua própria história buscando sua autonomia em qualquer decisão que toma. Muitas famílias não tem costumes amorosos,algumas não se abraçam,não demonstram afeto e são secas sem comentarem sobre sentimentos,a criança que nasce em uma família assim,uma criança que nasce em uma família assim,pode ter grandes dificuldades em demonstrar afeto ou amorosidade pelo outro,mesmo que essa pessoa sinta e tudo vai depender de se libertar e se abrir ao novo. )
2. Filmes românticos que colocam a mulher como princesa indefesa,o homem como super herói e salvador da princesa indefesa. ( Adoro os filmes da Disney onde as princesas são suas próprias heroínas,o que eu quero dizer,é que nenhuma mulher depende de um homem para ser feliz,e nenhum relacionamento cura feridas do passado ou apagam dores internas de forma real,porque aquele relacionamento não está em uma frequência de amor real. Muitas pessoas buscam relacionamentos amorosos para superarem algo e por sinal foi o conselho que mais recebi na minha fase de luto,encontrar um namorado pra ajudar a superar. E ninguém me entendia quando eu falava que era o pior momento para me relacionar com alguém. Muitas vezes queremos esse super herói de infância para nos salvar da nossa própria dor,mas apenas nós mesmos podemos trabalhar a nossa própri dor e cuidar dela com o nosso amor por nós mesmos. Antes de uma cura interna com nós mesmos,qualquer relacionamento poderá se tornar até mesmo doentio pela falta de preparação para o relacionamento, somos os nossos próprios super heróis e quando estamos esperando que o outro carregue todas as nossas dores e nos cure,sobrecarregamos o outro,criamos ilusões e expectativas, por isso recusei a tal idéia, são nos nossos momentos de fraquesa que qualquer relação poderá ser as cegas da ilusão, e tornar-se relações tóxicas no futuro.
3. Filmes românticos com a idéia de encontrar alguém para ser feliz pra sempre.
( Não podemos depender de ninguém para sermos felizes,a nossa felicidade é algo interno que só cabe a nós mesmos e é independente de outra pessoa,quando a gente coloca isso na cabeça gera uma independência emocional,amor próprio e só depois de estarmos felizes e seguras com a gente mesmo,podemos pensar em transmitir o amor que temos dentro de nós,expandir aquilo que já temos e existe para outras pessoas,não dá para amar todos antes de se amar primeiro,pois será relação tóxica,onde por conta de uma baixo autoestima e dependência emocional a pessoa acaba aceitando qualquer coisa que outro diz além do medo da perda do outro e uma visão embaçada que aquela pessoa é sua felicidade,quando na verdade,uma relação saudável existe o compartilhar e assim ambos não se sentem sufocados. Se amar primeiro,se cuidar primeiro ser a sua própria prioridade,se conhecer e só depois pensar se é o momento para nova relação amorosa. )
4. Tabus e preconceitos religiosos podem afastar algumas pessoas e podemos idealizar aquelas que pensam parecido,sem dar a chance de abrir nossa visão para uma idéia nova. Além de prejudicar a entrega na hora H. (Quando gostamos realmente de alguém,não precisamos concordar e sim respeitar a idéia e a visão do outro. Não é preciso ter a mesma visão politica ou a mesma religião,ou uma aparência perfeita,o amor vai além de todas essas coisas pequenas,é uma conexão tão profunda que o respeito é totalmente natural e não forçado,a idéia é aceita mesmo que nem sempre se concorde,e fica tudo bem da mesma forma. Não precisamos buscar alguém com uma visão de perfeição que criamos,tendo os mesmos gostos.O seu parceiro ou parceira,pode ser o amor da sua vida e vice versa e vocês não gostarem do mesmo estilo de música,não serem da mesma religião e não ter a mesma visão politica. Mas é preciso maturidade para saber conversar evitando brigas por coisas bobas como diferença de gosto musical. Algumas crenças também prejudicam muito em relação a liberdade sexual do casal,O amor não depende de sexo e sexo não depende de amor,são duas cosas separadas que se complementam e ficam ótimas juntas, mas uma não depende da outra. Muitos tabus foram criados em religiões,crenças antigas,criação da família,e cada pessoa tem uma idéia diferente a respeito de cada assunto no mundo. Por isso o dialogo é mais que essencial em qualquer tipo de relacionamento. A respeito de uma relação de casal,é importante a liberdade e a segurança que um transmite ao outro para ser falado sobe qualquer assunto,um deve compartilhar seus fetiches com o outro,ter liberdade para falar o que gosto e o que não gosta e maturidade o suficiente para não julgar o outro e olhar para o outro de forma amorosa. Não é preciso concordar,mas respeitar é a base,além de uma boa relação também os dois precisam ceder um pouco afim de agradar quem se ama de vez em quando.
5. Busca da perfeição em mim e no outro. Não existe uma entrega verdadeira quando buscamos alguém perfeito,porque isso já parte de uma grande ilusão que de cara vai gerar uma bela frustração. Porque aquele príncipe lindo da disney e super herói,não existe. A aparência é uma capa de livro,ela é só uma capa,temos que ler,conhecer e apreciar o conteúdo,bem mais do que uma capa. Hoje em dia muitas pessoas confundem o amor com a atração e aparência,muitas buscar modelos para suas vidas vazias,acreditando que o ser perfeito irá preencher aquele buraco,e na verdade falta a conexão profunda com nós mesmos,antes de tentar evoluir para a conexão profunda com o outro,e pelo menos eu presenciei muito isso com amigos e amigas que fazem o uso do aplicativo tinder. Selecionam as pessoas de acordo com a beleza física e nem se da a chance de conhecer as pessoas realmente,de alma para alma,de coração aberto e mergulhando na empatia real .
6. É preciso lembrar que a vida real não é um filme de romance e que paixões acabam e são apenas o primeiro estágio para que tudo evolua até se tornar amor. Paixões são sempre passageiras e podem durar em média 24 meses,ela acaba,é tipo um estado de demência no cérebro ou a sensação de não estar sóbrio.A paixão é algo que deve ser vivido sem criação de expectativas, na vivencia de cada dia com intensidade e aproveitando cada momento,cada segundo do tempo que estamos apaixonados. “Que a paixão não seja eterna,posto que é chama,mas que seja infinita enquanto dure” (Adaptação de Vinícius de Moraes. ) 7. O amor não é nem um pouco romântico e é a evolução do estágio da paixão.Na paixão ficamos meio bobos,fazendo loucura,já no amor,é algo mais leve racional eu uma preocupação com o bem estar do outro,não existem joguinhos ou posse,é apenas um cuidar amorosamente um do outro. Então neste item sete,valeria a pena lembrar que a vida não é um filme de romance e o amor,não é só feito de atração física é algo bem mais profundo,ele não é uma paixão louca onde nem estamos tão conscientes,mas ela é a consciência do amor presente com os pés no chão e não nas nuvens. Quem ama,briga menos e comprrende mais,quem ama tem total empatia pelos outros,quem ama tem a capacidade de enxergar a beleza em detalhes,quem ama,não quer ser o dono do outro mas compartilhar vivencias,alegrias,tristezas sem tanto ciúmes ou desejo de posse.
Quem ama simplesmente ama,e ama sabendo que ama, consciente em cada toque dado e no sentir,o arrepio é poesia,canto dos pássaros no silêncio,numa paz interna tão profunda,que não existe tempo para guerras ou joguinhos,quem ama,simplesmente ama. Ama a vida,as pessoas,os animais,a pessoa ao lado.
Eu vejo tantos coaching de relacionamentos e alguns impões tudo como um jogo,uma partida de xadrez com estratégias para “amarrar” o outro ou jogar um jogo de conquista,mas este jogo de conquista uma hora acaba,ninguém consegue jogar o tempo todo. Eu não posso falar que isso não funcione,porque pode funcionar,mas quando se entra em um estado de amor profundo,esses joguinhos de conquista ou de amor,não são necessários,porque vai existir uma intimidade tão grande que podemos ser simplesmente livre nas ações ou nas escolhas porque aquela pessoa se nos amar vai nos aceitar como somos. É preciso se deixar ser vulnerável ao outro para sentir o amor,e poucos estão dispostos a perder o controle e se deixar levar simplesmente. Eu acho sim importante saber conversar na hora da conquista,mas o amor não é um jogo é um sentimento muito maior e profundo.
A frase “ O Amor é para os fortes” é algo bem verdadeiro,porque não acreditar no amor é não acreditar em si mesmo,é não acreditar mais na vida,se afundar no escuro sem saber qual é nossa essência real e verdadeira. A frase mais falada após uma decepção amorosa é sobre a falta de acreditar novamente no amor. Quem não acredita mais no amor,se esqueceu de olhar para dentro,para si,de se amar primeiro,porque quem ama,nunca vai desacreditar no amor.
Quem não acredita mais no amor,se esqueceu de olhar para dentro,para si,de se amar primeiro,porque quem ama,nunca vai desacreditar no amor. As decepções amorosas não tem haver com o acreditar no amor que podemos sentir e sim as expectativas que colocamos no outro,nos sonhos e planos que imaginamos na nossa cabeça e colocamos em nossa cabeça como achamos que a pessoa ideal seria e que quem escolhemos como essa pessoa seria do jeito que imaginamos e nisso vem a decepção. Quando nos apaixonamos não devemos esperar absolutamente nada do outro mas simplesmente viver. Sabe aquela coisa do viver no presente? As expectativas geralmente são para o futuro,quando estivermos vivendo uma paixão é um momento da entrega no presente e não do pensamento futuro ou de jogos de amor eterno,só vivendo com intensidade uma paixão sem pensar tanto se o amanhã ainda estarão juntos,isso já vai acalmar a ansiedade de uma paixão. O tempo vai fazer com que a relação acabe ou evolua para um amor pé no chão,longe das nuvens mágicas da paixão vivida,e é um companheirismo muito leve e maior. Porque o casal soube amadurecer juntos,evoluíram juntos,e permaneceram juntos,dos sonhos,a realidade das alegrias as dificuldades,esse casal cresceu e aprendeu o que era amar.
A paixão acaba sim! Um dia ela se vai! Então o que temos que fazer aproveitar cada momento vivido dessa paixão cega,maluca,que parece feitiçaria,aproveitar nossos momentos insanos,e continuar acordando cantando,porque talvez isso dure só alguns meses,mas será os melhores meses da sua vida e repleto de grandes aprendizagens e experiências. O que será depois…apenas deixe para depois.
Viva a vida,sendo eternamente um jovem louco e apaixonado…
Transtorno de Hera
É como eu gosto de chamar. Essa sistêmica de querer ser de alguém. Querer ser com alguém. Idealizar o matrimônio como fundamento de uma vida carnal completa. Sinto que é um provável erro em que persisto acreditar. Mas, não é como se fosse algo implantado, sabe? Está mais para algo concreto que carrego em essência. Sempre gostei de contos de fadas apesar de nunca ter acreditado em príncipe encantado. O romance era o que me prendia de fato. Talvez a promessa do felizes para sempre. No plural. Sempre me culpei por cada término triste que sofri. Anos se passaram e minha ambição não mudou, apenas acrescentou o medo. O medo de assumir estar apaixonada. Da entrega total. Da adaptação. Do encaixe. Da sensação de pertencimento. E da ruptura. É o romance de Schrodinger. Não há como saber se vive ou se morre sem arriscar. Me sinto idiota escrevendo cada uma dessas palavras. Como também me sentia há anos atrás. O medo e o romance caminhando como um casal inseparável. Soa egoísta daqui de dentro. A oscilação. A indecisão. O silêncio. Me paralisam. Viver na palma de outra mão que não a minha. Esperar. Criar. Viver. Tudo que imaginei a dois, mas sozinha. Quem sabe esse não é o segredo do amor próprio do ponto de vista da ironia?
Artestrangeira (24-03-2020)
Quilômetros de distancia de mim
O amor da minha vida mora a quase dois mil quilômetros de distância de mim e como consigo lidar com isso? não consigo. não suporto. não tolero e não aceito. é como se estivesse brigando com o mundo, sentando no chão e orando pra Deus me perguntando do porquê as coisas serem do jeito que são, será que não mereço viver um amor como nosso? será que estou pagando pelos meus pecados tão cedo assim? será que sou uma pessoa tão ruim pra não viver algo que tanto esperei? na minha cabeça consigo pelo menos realizar o momento em que corto a distância entre nós e finalmente acabamos com esse martírio de estar longe um do outro, pelo menos posso imaginar, idealizar, sonhar com momentos assim, raros e inesquecíveis.
Parece ser tão certo amar alguém assim de tão longe, parece certo amar você, cuidar, pensar, querer por perto, fazer planos, querer viajar pelo mundo, andar de mãos dadas pela chuva, ficar na beira da praia conversando sobre vários nadas, dormir na rede ou no sofá, brigar por conta das roupas jogadas pela casa ou pelo quarto bagunçado, brigar por conta da toalha molhada na encima da cama ou sobre a sua roupa amassada pra ir ao trabalho, pode ter certeza que discutir com você sobre todas essas coisas seria como viver sete vidas juntos. Apesar de doer constantemente, gosto da expectativa de um dia te encontrar e colocar o papo em dia ou matar a vontade dos nossos corpos juntos e deixar a conversa para depois, jantar em qualquer quiosque de beira de esquina, sentar de qualquer jeito e no silêncio saberíamos o que esperar um do outro.
O amor da vida de alguém assim como o meu deve ter um sorriso lindo e uma voz cativante como a força de um trovão, um sentimento que surgiu com o tempo e que ao passar dos dias consumiu o corpo de dentro pra fora como um veneno se espalhando pelas veias, um sentimento que ao mesmo tempo que é bom é ruim por ser grande demais e que chega a doer dentro do peito. uma história que queremos fazer dar certo pegando um carro, ônibus, trem, metro ou um avião, um amor que fazemos as malas às pressas por conta da ansiedade que grita proferindo as palavras ‘’a hora de vocês se encontrarem chegou’’ ou é apenas um amor que passou por nossas vidas e que iremos carregar para sempre dentro de nossos corações e com a possibilidade de viver em outras vidas ou nunca viver, só Deus sabe.
Elle Alber
perdi a conta de quantas vezes durante toda a minha vida verbalizei o meu asco por viver constantemente entre voos prazeirosos e quedas violentas, mas hoje, vejo que todas essas longas viagens por momentos, lugares, e pessoas, foram necessárias para me levar até você.
viajei por tanto canto, passei por tantas turbulências, conheci lugares, do outro e de mim, que por vezes não eram tão bonitos assim. minha bagagem é pesada, nem sei quantas taxas a mais teria que pagar para despachar, mas não importa, eu farei, eu organizarei todo o espaço necessário para me preencher dias após dias, de você.
sim, eu vou correr atrás de você num aeroporto.
sim, eu vou pedir para você ficar, para não voar, e sempre para maneirar um pouco.
sim, eu vou continuar pintando telas do seu corpo sempre que tiver o prazer de vê-lo e tê-lo.
você ainda não sabe tanto de mim, não sabe que gosto do meu café não tão forte, sem açúcar, e acompanhado de um doce, ou talvez não saiba que gosto de dormir com a cabeça encaixada na curva da sua axila, mas sei que já decorou quantas tatuagens tenho, que não ligo pra cartoon, e que sim, eu rabisco alguns desenhos, você sabe quantas horas tem na minha agenda, e também sabe meus cantores favoritos, você conhece o peso do meu coração e se dispõe a segurar.
onde serão as férias? joão pessoa! eu nunca conseguiria idealizar conhecê-lo sem você.
no samba, sambo com pagode, e o que será que faz chorar? daniel caesar.
talvez você não saiba, mas sim, eu vivo o medo de correr sozinha e nunca alcançar.
me entrego como a rosa que você está despetalando, a rosa com espinhos que furam, e até podem machucar, mas sei que você passeará com cuidado, nas pontinhas dos pés, por cada partezinha de mim. que estará lá pro que aconteça. que também estará lá nos dias em que sou carente, completa, suficiente, sendo o meu amor correspondente.
me preenche saber que quando alçar o voo mais bonito da minha vida, terei quem me chamar de amor, de gostosa, de querida, que me esperará em casa, e me cuidará como a sua joia rara, porque você é o meu pseudofruto, necessário, enraizado, inseparável, meu caju.
Te amaria,
mas melhor evitar.
Vai que você me ama de volta
e aí teríamos que nos casar,
construir uma família,
viajar para beira-mar,
viver lua de mel,
horas e horas a nos paparicar,
viver de chamego
e não nos desgrudar,
nos encher de carinho,
não parar de beijar.
.
Até te amaria,
mas não gosto de idealizar.
Vai que sou correspondido...
Ia ter que te amar.
Melhor evitar.
droga você é....Tão linda quanto A Noite Estrelada de Van Gogh, tão linda quanto a Mona Lisa de Leonardo Da Vinci, tão linda quanto A Capela Sistina de Michelangelo, tão linda quanto os campos de Lírios, tão linda quando a estética da Disney antiga, tão linda quanto o pôr do sol mais dourado em uma praia deserta, tão linda quanto um campo florido na primavera, tão linda quanto o brilho da lua cheia em uma noite clara, tão linda quanto uma constelação inteira dançando no céu, tão linda quanto um sorriso verdadeiro de criança, tão linda quanto o som da primeira risada do dia, tão linda quanto um jardim secreto escondido entre as árvores, tão linda quanto a calma depois de uma tempestade, tão linda quanto um sonho bom que a gente não quer acordar, tão linda quanto uma aurora boreal refletida num lago tranquilo, tão linda quanto a primeira flor que nasce no inverno, tão linda quanto uma canção que toca a alma, tão linda quanto a sensação de abraço depois de um dia difícil, tão linda quanto a liberdade de voar sem medo, tão linda quanto o aroma do café fresco de manhã cedo, tão linda quanto as cores do outono espalhadas pelas folhas, tão linda quanto o brilho nos olhos de alguém apaixonado, tão linda quanto a primeira estrela que aparece no céu, tão linda quanto um segredo bem guardado pela natureza, tão linda quanto o silêncio que acalma a alma, tão linda quanto a leveza de uma pena no vento, tão linda quanto a poesia que a gente sente, mas não sabe explicar, tão linda quanto o toque suave da brisa em um dia quente, tão linda quanto o amor mais puro e sincero que existe, tão linda quanto uma carta de amor escrita à mão, tão linda quanto o olhar de quem ama sem dizer nada, tão linda quanto o primeiro beijo sob a chuva, tão linda quanto uma noite de estrelas dividida a dois, tão linda quanto um “fica comigo” dito com o coração, tão linda quanto o som do "eu te amo" sussurrado ao pé do ouvido, tão linda quanto uma dança lenta ao som de um piano.
voce nao precisava de tanto pra pedir a minha alma porque eu TE DOU
droga você é....Tão linda quanto A Noite Estrelada de Van Gogh, tão linda quanto a Mona Lisa de Leonardo Da Vinci, tão linda quanto A Capela Sistina de Michelangelo, tão linda quanto os campos de Lírios, tão linda quando a estética da Disney antiga, tão linda quanto o pôr do sol mais dourado em uma praia deserta, tão linda quanto um campo florido na primavera, tão linda quanto o brilho da lua cheia em uma noite clara, tão linda quanto uma constelação inteira dançando no céu, tão linda quanto um sorriso verdadeiro de criança, tão linda quanto o som da primeira risada do dia, tão linda quanto um jardim secreto escondido entre as árvores, tão linda quanto a calma depois de uma tempestade, tão linda quanto um sonho bom que a gente não quer acordar, tão linda quanto uma aurora boreal refletida num lago tranquilo, tão linda quanto a primeira flor que nasce no inverno, tão linda quanto uma canção que toca a alma, tão linda quanto a sensação de abraço depois de um dia difícil, tão linda quanto a liberdade de voar sem medo, tão linda quanto o aroma do café fresco de manhã cedo, tão linda quanto as cores do outono espalhadas pelas folhas, tão linda quanto o brilho nos olhos de alguém apaixonado, tão linda quanto a primeira estrela que aparece no céu, tão linda quanto um segredo bem guardado pela natureza, tão linda quanto o silêncio que acalma a alma, tão linda quanto a leveza de uma pena no vento, tão linda quanto a poesia que a gente sente, mas não sabe explicar, tão linda quanto o toque suave da brisa em um dia quente, tão linda quanto o amor mais puro e sincero que existe, tão linda quanto uma carta de amor escrita à mão, tão linda quanto o olhar de quem ama sem dizer nada, tão linda quanto o primeiro beijo sob a chuva, tão linda quanto uma noite de estrelas dividida a dois, tão linda quanto um “fica comigo” dito com o coração, tão linda quanto o som do "eu te amo" sussurrado ao pé do ouvido, tão linda quanto uma dança lenta ao som de um piano.
voce nao precisava de tanto pra pedir a minha alma porque eu TE DOU