Chegou montada em seu cavalo, a cabeça erguida e o olhar firme, com uma presença que refletia o respeito e a lealdade que havia conquistado entre os seus. AtrĂĄs de si, vinham seus guerreiros e guerreiras, marchando sob os aplausos e saudaçÔes dos sĂșditos.
O som das ferraduras marcava o ritmo da entrada, enquanto acenava levemente para a multidão, o rosto sereno, mesmo que por hora, não estivesse interessada na recepção.
Que os Deuses a perdoasse.
Desmontou devagar, entregando as rédeas a um servo que aguardava, e atravessou o påtio com passos råpidos, ladeada pelos companheiros. Quando adentrou o salão, encontrou-o repleto de rostos conhecidos, e seu olhar percorreu o ambiente até finalmente encontrå-lo.
Ragnar estava ali, prĂłximo ao trono, cercado de amigos, e para sua surpresa, conversando com uma mulher desconhecida, que lhe dirigia palavras e olhares de uma forma Ăntima demais.
Caminhou atĂ© o trono, mantendo o rosto impassĂvel, embora o incĂŽmodo começasse a crescer em seu peito. Assim que Ragnar notou sua presença, afastou-se da conversa e veio atĂ© vocĂȘ, os olhos brilhando com saudade, e um sorriso caloroso nos lĂĄbios.
â JĂĄ estava ficando preocupado! - Lhe envolveu num abraço apertado e beijou seus lĂĄbios, mas sentiu que vocĂȘ estava distante, seu corpo rĂgido e seu olhar sĂ©rio.
Sem dizer uma palavra, soltou-se dele e seguiu para seus aposentos.
Ragnar ficou parado por um instante, surpreso, antes de perceber que algo estava errado. Ignorando os olhares ao redor, ele veio atrås de si, com passos råpidos, sentindo a inquietação crescer enquanto entrava no quarto.
Chamou seus nomes diversas vezes, assistindo vocĂȘ se desfazer de suas roupas e seus itens de batalha durante o caminho.
JĂĄ havia tirado o manto de viagem e soltava as fivelas da armadura com gestos bruscos.
â O que houve? â Ragnar perguntou, aproximando-se com cautela. â Por que nĂŁo me beijou de volta?
VocĂȘ o encarou, os olhos faiscando de irritação.
â O que houve, Ragnar? â repetiu, a voz fria. â Depois de dias longe, eu volto e encontro uma mulher praticamente se insinuando para vocĂȘ, enquanto vocĂȘ parece... completamente satisfeito?
Ele deu mais um passo, mas vocĂȘ recuou, mantendo o olhar firme.
â Ă isso que vocĂȘ chama de ânadaâ? â murmurou, sem se virar, a voz mais baixa, que fez Ragnar hesitar. â Depois de dias fora, resolvendo assuntos do meu povo, eu volto e vejo uma qualquer se aproveitando da sua âeducaçãoâ na sala do nosso trono? Do lugar aonde governo sendo SUA mulher?
Ragnar respirou fundo, mantendo o tom calmo, mas sentindo a pressĂŁo do incĂŽmodo crescer.
â Eu nĂŁo dei motivo para isso, vocĂȘ sabe. NĂŁo me orgulho do passado, mas estou com vocĂȘ agora. Ela Ă© apenas uma... intrusa, nada mais.
Ao ouvir isso, vocĂȘ se virou, finalmente o encarando, os olhos intensos e carregados de uma fĂșria silenciosa.
Para o loiro, foi exatamente complicado nĂŁo observar seu corpo nu a frente, e se fosse em outro momento ele lhe atacaria, mas agora segurava sua vontade e lhe via diferente.
Isso era um dos fatores que lhe fazia amar Ragnar: A diferença de olhares que ele tinha por ti. Lhe reconhecia como guerreira, como mulher e como esposa.
â Uma intrusa que, pelo visto, parece muito Ă vontade para se insinuar. â respondeu, a voz amarga. â VocĂȘ quer me convencer de que ela Ă© ânadaâ, mas vocĂȘ viu a forma como te olhava? E pior, sabia que eu poderia te ver e mesmo assim... se fez de desentendido?
Ele se aproximou, estendendo uma mĂŁo em direção a vocĂȘ, mas hesitou ao ver seu olhar.
â Escute, eu juro que aquilo foi uma provocação dela, apenas um jogo que nĂŁo faz sentido para mim. Eu nĂŁo respondi, nĂŁo dei motivo.
VocĂȘ o observou, seus olhos questionando a sinceridade dele. Ragnar acompanhou o movimento, observando as marcas da viagem em sua pele, a exaustĂŁo que vocĂȘ tentava conter. Aproximou-se mais, cauteloso, a mĂŁo quente pousando em seu ombro.
â Sei que estĂĄ cansada. Sei que nĂŁo foi fĂĄcil... â murmurou ele, a voz finalmente mostrando o toque de vulnerabilidade que vocĂȘ conhecia bem. â NĂŁo imaginei que causaria esse mal-estar... Me perdoe se fui descuidado.
Sentindo a sinceridade na voz dele, vocĂȘ permitiu que ele se aproximasse. Ele puxou vocĂȘ suavemente para si, encostando sua testa na sua, o calor de sua respiração suavizando a tensĂŁo.
â Sei que sĂł vocĂȘ entende a vida que levamos, o que enfrentamos â Ragnar continuou, os olhos fixos nos seus, a voz firme, mas agora quase suplicante. â Posso nĂŁo ser o homem mais fĂĄcil, mas estou aqui. E sou seu, assim como vocĂȘ Ă© minha.
O coração do Viking se acalmou ao sentir suas mãos sobre seus ombros, cercando sua face e selou seus låbios em selares calmos. Os olhos azuis pareciam brilhar ainda mais, o sorriso aumentava a cada toque e isso lhe arrancou uma risada.
â Como vocĂȘ Ă© bobo! - dizia rindo, sentindo o corpo ser guiado atĂ© a cama macia.
Ragnar admira sua figura estendida pela cama, a maneira como se espreguiça e se acomoda sobre os tecidos de pele animal. Quando toca a borda do colete de couro, sente seu pé tocar a ponta de sua virilha. Observa sua cabeça negar para os lados, fecha a cara, emburrado.
â Ah, por favor. - Toca seus dedos em uma massagem, sobe por cima de ti ao segurar sua perna e abrir para o lado. - Fazem semanas.
â Exatamente, fazem semanas e estamos com o PalĂĄcio cheio. - Segura sobre os ombros fortes, o impede de beijar seu pescoço. - Precisamos ser bons exemplos para o nosso povo, Ragnar.
â Pare de me chamar de Ragnar, mulher. - Responde indignado, escuta vocĂȘ rir ainda mais. - Sabe como deve me chamar.
â Sabe que nĂŁo deve deixar nenhuma mulher lhe tocar, sem ser eu. - Responde no mesmo tom provocador.
â Desculpe, marido. - O termo faz Ragnar sorrir, deita-se ao seu lado, roubando diversos selares de seus lĂĄbios.
Acaba perdendo sua marra e deixa com que Ragnar tire as prĂłprias roupas. ExpĂ”e o corpo bonito, que tanto sentiu falta. Sente a boca salivar ao vĂȘ-lo despido por completo, tĂŁo necessitado.
Encara os olhos famintos, parecem mais escuros. Desce devagar, admira o caminho de pelos claros que adornam o peito, a barriga, abdÎmen e a pelve. Encara o membro necessitado, babado e céus, parece pulsar contra o nada.
Estica a mĂŁo, toca a pele quente com os dedos e aperta a carne farta com força, escuta Ragnar rir. Sempre gostou da possessĂŁo, do ciĂșmes que tu exalava quando o assunto era o casamento de vocĂȘs. Admitia a si prĂłprio que gostava de sentir seus toques fortes, o fazendo lembrar de quem ele era.
A boca se abre em um gemido quando sente sua boca sobre a glande inchada, onde lambe e suga, coleta o mĂĄximo de lĂquido e se afasta novamente. â Porque esta babando tanto, querido? Ficar longe de mim Ă© demais pra vocĂȘ, Lothbrook?
As mãos do Viking tomam a sua nuca, puxam seu pescoço para trås e a deitam novamente sobre a cama. Sabe a melhor maneira de responder.
Ataca seus lĂĄbios em desespero, nĂŁo se beijam de uma maneira nem um pouco ajeitada. Se mordem, se arranham, ele bate contra as suas coxas e aperta seus seios, puxa seus cabelos quando sente seus dentes fincarem sobre sua pele. Marca, machuca e sabe que vai doer por alguns dias, mas Ă© assim que vocĂȘs funcionam. Ă por isso que Ragnar lhe ama.
Sente os dedos grossos do viking tocarem seu Ăntimo carente, força dois dedos para dentro. Grita, sente a garganta doer.
Lothbrook abaixa o corpo o suficiente e lambe seu meio preenchido, coletando seu lĂquido para cuspir de volta em seu meio, deixa babado o suficiente. Abre os dedos em formato de tesoura, quer expandir sua entrada para que nĂŁo doa quando houver penetração.
Seu corpo Ă© virado de lado, as pernas dobrada o suficiente para expor seu Ăntimo. Guia o pau teso atĂ© sua entrada babada, brincando pelos lĂĄbios Ășmidos com a cabecinha inchada, provocando.
O loiro geme em satisfação junto à ti, entra de maneira bruta, indo até o fim, até sentir sua bunda colada com a pelve dele. Sentia as paredes macias o apertar, quase que o sufocar. A mão forte se chocam contra sua bunda e a outra se prende em seu cabelo, o puxa para trås.
Geme de maneira alta, grita pelo nome do marido, sente a ardĂȘncia da grossura lhe alargando, doendo quando se sentiu expandir. Sua mente parecia uma neblina, sentindo o membro grosso estocar quase que contra o colo de seu Ăștero, era ritmado, bruto. Seus olhos cansados e molhados reviravam vez ou outra. Os Ăntimos faziam aquele barulho gostoso de tĂŁo ensopados, ecoava pelo quarto todo, e talvez quem estivesse por perto acabasse por ouvir.
Suas pernas se abriram e virou-se de frente para o loiro, puxando ele pelos ombros acima de si, fazendo o clåssico papai e mamãe. Passa suas coxas contra o quadril, seguindo o mesmo movimento de estocadas que ele. Arranha a carne de suas costas, sente a mão de Lothbrook trancar em seu pescoço enquanto as estocadas ritmadas tomam conta de seus corpos.
Seu ponto doce chorava, suas paredes rugosas o apertavam tanto que parecia impossĂvel de continuar. O viking gemia contra seu ouvido, os olhos azuis pareciam tĂŁo vivos e brilhantes, tal qual um oceano.
â Hoje Ă© a noite em que vamos fazer um filho. - Ele sussurra ardiloso contra seu rosto, sorri ao vĂȘ-la tĂŁo cansada, mas com os olhos brilhantes em suplica de mais.
Afunda o rosto contra sua clavĂcula, ao passo que cria um ritmo alucinante contra os Ăntimos babados. Acerta seu ponto doce vĂĄrias e vĂĄrias vezes, o caralho grossos engrossando quando a viu tĂŁo mole, pulsando ao seu redor. Foi o suficiente para que suas costas arqueassem do colchĂŁo, os dedos ficassem esbranquiçados de tanto que os apertava contra o corpo tatuado, os olhos molhados se fechassem e de repente, a sensação eletrizante passasse por cada cĂ©lula de seu ser, enguichando todo o lĂquido acumulado. Lothbrook fez indiferença, continuando a estocar com tanta pressa que sentia que podia quebrĂĄ-la. Chocou sua pelve contra a sua mais alguma vezes, antes de se libertar e sentir a mente nublar, jogando seu lĂquido diretamente em seu Ăștero.
Tombou ao seu lado, abraçando seu corpo com as mĂŁos fortes. Selou sua testa vĂĄrias vezes, seus lĂĄbios e sua face, sorrindo ofegante, porĂ©m foi interrompido ao vĂȘ-la fechar suas pernas e as apertar. Lhe encarou esperançoso, agora com os olhos azuis estando molhados e sua Ăris mais clara.
â Quero carregar o seu filho, Lothbrook. - Sussurrou enquanto o admirava, alisando a face cansada do viking. - Assim conseguirĂĄ provar que jĂĄ tem alguĂ©m que o satisfaz.
O homem fechou os olhos e tapou a face com as mĂŁos, escutando sua risada ardilosa.
â Que os deuses me protejam da sua raiva, esposa!
@hashnna oi amor te amo meu amor, agora Ă© a sua vez de postar com o Hvitserk ou com o Rollo. đđđđđđ