"quando-eu-era-criança-eu-achava-que-penicilina-era-um-remedio-para-o-penis"
sério isso?
serião, cara, eu era uma criança muito retardada.
wow, o tempo realmente amadurece as pessoas kkkkkkkkkkk
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blake kathryn
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let's talk about Bridgerton tea, my ask is open

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⁂
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@heals-valley
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wow, o tempo realmente amadurece as pessoas kkkkkkkkkkk
— NO, ELE NÃO QUER. ELE SE ENCOLHE MAIS, ABRAÇANDO A SI PRÓPRIO. YEH. ELE ESTÁ RESISTINDO. —
….
— SHIT. SHIT SHIT SHIT SHIT. ELE VIRA E ABRAÇA O NORUEGUÊS. —
ARGH, EU NÃO CONSIGO FICAR BRAVO COM VOCÊ!
— JFC, não amasse o seu homem. —
— Por que você ficaria bravo comigo? — Olha pra ele.
Lukas já está acostumado a ser amassado.
— Eu amo você.
"quando-eu-era-criança-eu-achava-que-penicilina-era-um-remedio-para-o-penis"
sério isso?
I am conducting a scientific study on what houses people are in. Reblog this post if you are proud to be a Hufflepuff. (Slytherins reblog this, Ravenclaws reblog this, and Gryffindors reblog this)
@Luna
➘ — Luna. Luna. Luna. Luna. Luna. Luna. Luna. Luna.
Uma ruivinha baixinha e insistente batia na porta de uma azulada, com expressões levemente assustadoras e incomodadas. Quer dizer, ela estava praticamente esmurrando a porta. E tudo isso apenas por um motivo: Luna havia ido e voltado de Trizma sem sequer dar um aviso à amiga antes. Tudo bem que elas se conheciam há pouco tempo, mas… Enfim. A francesa havia ficado irritada.
Jack sabia que a garota estava bem melhor, agora - e fora por esse motivo que a mais velha havia escolhido ir visitar a azulada naquele momento. A menor das duas não estava segurando a lança vermelha brilhante, o que deixava-a com as mãos livres para socar a porta o quanto ela quisesse. Sequer se importava se aquele demônio, que Luna tinha comando sobre, iria peitá-la por estar fazendo tanto barulho quanto aquele.
Mas, por debaixo de toda aquela raiva, que era descontada na pobre porta - e no nome da maior, ainda repetido diversas vezes, em um ritmo praticamente igual ao dos socos, que até já atraía olhares de pessoas que passavam por ali -, tinha muita preocupação e saudade escondidas. Jack não era boa em demonstrar sentimentos, vamos dizer. Então, não iria dizer com palavras exatas o que estava querendo falar - só faltava à Luna entender quais eram suas reais intenções.
— LUNA! — ela berrou, e chutou a porta. Estava cansada de esperar (sendo que ela esperara por apenas cinco minutos). — ABRE. ESSA. PORTA. AGORA!
A Luna não precisava somente ter um demônio morando com ela no quarto, ele era um demônio E tarado E dorminhoco. Felizmente ele dormia pra caramba, então a azulada ainda tinha tempo pra estudar no próprio quarto. Que fique bem claro que não foi uma decisão dela fazer o Dante ir morar ali, ok? Ela ganhou o novo quarto, que era bem, bem maior, quando voltou do evento da Trizma. Assim que o Dante soube que ela ganhou um quarto gigante, ele decidiu ir morar lá. Pois é.
Teria sido mais uma tarde tranquila, onde o Dante fica babando na cama de casal enquanto dorme e a Luna estuda com a luz da luminária enquanto o resto do quarto fica no escuro, mas alguém teve a brilhante ideia de bater na porta. Bater pra caramba. Magnifique.
Não ia deixar alguém ver o Dante ali. Não mesmo. Era segredo, e não ia ser uma boa ideia que o pessoal por aí ficasse sabendo que o demônio dela estava dormindo em seu quarto. Era errado, além de parecer... outra coisa. Então a Luna foi atrás de um lençol, cobriu o corpo do Dante, e jogou um travesseiro na cabeça dele, pra abafar qualquer som que ele ouvisse. ... ... O maldito não ia ficar sem ar, né? Provavelmente não.
Desesperada, correu pra porta, já que a visita estava chutando. Pela voz, parecia ser a Jack. Não via a Jack tinha... Alguns dias. Por que ela estava agindo assim?
-- O-Oi! Calma! Demorei mas cheguei! -- Luan abriu a porta rapidamente, revelando o quarto grande e escuro atrás de si.
reblog if you want anonymous opinions of you
- Hola para todo mundo o/ -
— Que bonitinho, que bonitinho. Meu agora. Olá!~
- ……….. Quem ser? -
ELE TEM NAMORADA
PASSA
— Claro que tem. Agora tem.
Bitch, go away
U can't have him, bitch
- Hola para todo mundo o/ -
— Que bonitinho, que bonitinho. Meu agora. Olá!~
- ……….. Quem ser? -
ELE TEM NAMORADA
PASSA
♠ Solen ♠
— Ah, então até faz sentido ir pra Peregrinação. Se você for bom em luta, lá vai ser um bom lugar. — A Luna sabia que nunca ia ser boa em lutar contra os monstros. Era uma triste verdade. Sua habilidade com a espada não é o suficiente contra uma criatura de verdade… Ela só conseguia se virar em duelos amadores e olhe lá. Nasceu pra ser médica mesmo.
— Qual o seu poder mesmo…? — Não tinha problema perguntar, não é? Nem todos são como a Fang, que surta e fica gritando no chão quando perguntam.
— Ahn… Eu construo armas. E sei manipular a maioria delas. — Começou. Nunca sabia direito como explicar o seu poder e nem se existia um nome pra ele. — Ou melhor, eu consigo fazer isso com muito mais facilidade do que uma pessoa normal. — Ele teve a impressão de que não estava explicando direito. Existiam pessoas no mundo que conseguiam fazer aquilo sem um poder. Então ele lembrou de explicar a parte estranha. — Ah! E eu consigo meio que invocar as minhas armas de onde eu estiver, é.
Ele achava que tinha resumido direito e ficou lá com um sorriso besta no rosto, como se não tivesse dito nada demais. Olhando para os músculos, talvez não houvessem dúvidas daquilo. Mas olhando para aquela cara de criança, ninguém podia dizer que ele era um tipo de arsenal humano.
...O poder dele era legal. Mais legal que o da Luna... Como qualquer outro poder. É incrível como todo mundo tem um poder mais legal do que curar. Tá, ela sabia que sua habilidade era importante, mas ela realmente queria um dia ser útil na linha de frente dos exorcistas.
-- Ok, Peregrinação é definitivamente um ótimo lugar pra você. -- ela falava isso enquanto comia o seu prato, que era uma montanha de macarrão com almondegas no meio de tudo aquilo.
-- Vai lutar na linha de frente e fornecer armas pros companheiros. Acho que é um dos melhores poderes que eu já vi... Aposto que você é elogiado pelos professores.
♠ Solen ♠
Em menos de cinco segundos, Luna juntou toda a informação possível que tinha na sua biblioteca mental, e lembrou de várias coisas sobre aqueles dois setores em particular.
— Peregrinação… Não escolheria esse, precisa viajar demais. — Luna queria estabelecer família, nem que fosse pelo menos ter só um filho. Com quem, ela ainda não sab— não não, espanta a imagem do Dante da sua cabeça! — Eu vou pro hospitalar. Mesmo sendo ainda do primeiro ano, com um poder de cura, é bem óbvio que lá é onde vou me sair melhor.
Luna é uma criatura muito além da compreensão de um garoto burro com TDAH.
— Ah, então você é do primeiro ano. — murmurou, guardando a informação. Não era nada importante, apenas sua própria ideia fixa de guardar as informações sobre amigos em potencial. Não que ele conseguisse, mas ao menos ele tentava. — Bom, eu sei que tem isso, mas ao mesmo tempo é um trabalho que envolve bastante combate direto. Meu poder só serve pra lutar.
Ele corou um pouco, quase como se estivesse se desculpando por só servir para descer a porrada nos demônios.
-- Ah, então até faz sentido ir pra Peregrinação. Se você for bom em luta, lá vai ser um bom lugar. -- A Luna sabia que nunca ia ser boa em lutar contra os monstros. Era uma triste verdade. Sua habilidade com a espada não é o suficiente contra uma criatura de verdade... Ela só conseguia se virar em duelos amadores e olhe lá. Nasceu pra ser médica mesmo.
-- Qual o seu poder mesmo...? -- Não tinha problema perguntar, não é? Nem todos são como a Fang, que surta e fica gritando no chão quando perguntam.
Ainda tem gente aqui, não tem? Ou eu cheguei atrasada?
Ainda tem kkk
Obrigada por estar aqui, senhor Gaze- Digo, Louis.
Pode chamar de qualquer um kkk de nada =A=
Ainda tem gente aqui, não tem? Ou eu cheguei atrasada?
Ainda tem kkk
♠ Solen ♠
Luna, é claro que ele não é novo ali. Nem todos são o Ralph, gigantes e novatos. Mas ela não teria deduzido que ele era do último ano… Isso fazia ele ser mais velho até que a senhorita Alicia, a moça do quinto ano que vivia na biblioteca.
— A-Ah! Eu não o reconheci… Sou do primeiro, deve ser por isso. — É claro que é por isso. Luna, você só frequenta sala de aula, a biblioteca, e o seu próprio quarto. Noventa por cento dos seus conhecidos você só conhece ou porque estudam com você ou porque te encontram na biblioteca.
— Já sabe o que planeja fazer depois de se formar, Axel? — Seria bom falar com uma pessoa do último ano, poderia receber alguns conselhos de uma pessoa mais experiente.
Axel parou de brincar com a comida e olhou para a menina. Não entendeu o que ela quis dizer com “Não o reconheci”. Não era como se ele fosse famoso ou algo do gênero, como diabos ela o reconheceria? Por ser completamente alheio às histórias e fofocas, o coitado acreditava que as pessoas também eram assim. Não que ele frequentemente fosse assunto de conversas, exceto por de vez em quando apanhar dos professores por esquecer de fazer o dever de casa teórico.
— Eu penso em ir pro Setor de Defesa ou o de Peregrinação, ainda não sei direito. — Admitiu, um pouco sem jeito. As pessoas ficavam um tanto quanto impacientes com ele quando ele dizia não saber àquela altura para que setor iria, mas a verdade era que não tinha decidido ainda em qual deles seria mais útil. Ele era um bom lutador, isso era um fato. Mas ele também estava ciente da própria lerdeza. Queria ir para o setor onde isso atrapalhasse menos e não tinha certeza ainda.
Em menos de cinco segundos, Luna juntou toda a informação possível que tinha na sua biblioteca mental, e lembrou de várias coisas sobre aqueles dois setores em particular.
-- Peregrinação... Não escolheria esse, precisa viajar demais. -- Luna queria estabelecer família, nem que fosse pelo menos ter só um filho. Com quem, ela ainda não sab-- não não, espanta a imagem do Dante da sua cabeça! -- Eu vou pro hospitalar. Mesmo sendo ainda do primeiro ano, com um poder de cura, é bem óbvio que lá é onde vou me sair melhor.
♠ Solen ♠
— O prazer é meu, A-Axel… Hm… Tudo bem com você? — agora o resto do seu almoço estava amaldiçoado a ser durante uma conversa. Ela não sabe simplesmente deixar de falar com uma pessoa que está próxima a ela. Gostaria de saber, mas não sabe. Acha rude demais.
— É novo aqui…? — se ele não era novo, era de algum ano posterior ao dela, ou talvez só desinformado. Muita gente sabe que a garota de cabelo azul do primeiro ano é uma baita nerd e todos devem evitá-la, ou algo do tipo. A Luna tem tipo, umas cinco amigas dentro da sala de aula, só.
Enquanto isso, o purê de batata de Axel ia tomando forma. O que lhe faltava de intelecto, lhe sobrava de habilidade manual. Apesar de ser apenas um purê de batata e a ferramenta usada um garfo, estava ficando mais e mais parecido com a miniatura de um homem usando uma armadura. Ele distraiu-se quando Luna perguntou se ele estava bem. Ele parecia mal ou…?
— Novo? — repetiu, meio surpreso. Por causa do seu tamanho, já tinha sido muitas vezes confundido com um exorcista formado, mas nunca com um novato - nem mesmo quando ele estava no primeiro ano. Sempre fora grande demais para a sua idade. — Ah, não, não, eu estou quase me formando. Eu sou nephilim e estou no último ano.
Luna, é claro que ele não é novo ali. Nem todos são o Ralph, gigantes e novatos. Mas ela não teria deduzido que ele era do último ano... Isso fazia ele ser mais velho até que a senhorita Alicia, a moça do quinto ano que vivia na biblioteca.
-- A-Ah! Eu não o reconheci... Sou do primeiro, deve ser por isso. -- É claro que é por isso. Luna, você só frequenta sala de aula, a biblioteca, e o seu próprio quarto. Noventa por cento dos seus conhecidos você só conhece ou porque estudam com você ou porque te encontram na biblioteca.
-- Já sabe o que planeja fazer depois de se formar, Axel? -- Seria bom falar com uma pessoa do último ano, poderia receber alguns conselhos de uma pessoa mais experiente.
♠ Solen ♠
— D-De nada. — Bem, ela não iria recusar, não é? Não tinha motivos pra impedir o rapaz de sentar ali. E também seria errado ela ficar com a mesa toda pra ela.
E Axel, tudo bem não ter conversa na hora da comida, a Luna também não se importa com isso, mas quando um estranho simplesmente chega do nada, é meio, tipo, sabe… estranho.
— Eu sou a Luna. — falou lentamente, como se estivesse tentando chamar a atenção de uma criança distraída. — Você é…?
Bem, não esperava companhia na hora do almoço, mas aquele cara ali devia ser mais legal que o Dante. Falando nele, a Luna tava torcendo pra ele não estar a espionando de algum canto.
Axel é tonto demais pra notar que alguma coisa é estranha, desculpa Luna. Mas, vendo pelo lado bom, ele é um bom rapaz e nem teria ficado chateado caso você tivesse dito a ele que não podia sentar com você.
Ou seja, você perdeu a chance de almoçar em paz.
Ele engoliu a porção enorme de batata que tinha enfiado na boca antes de falar - não queria que a primeira impressão que a garota tivesse dele fosse ele brindando-a com uma visão do almoço semi-mastigado - e apresentou-se ainda no seu tom de voz alegre:
— Meu nome é Axel, Axel Sten. — e disse isso com um sorriso largo e branco capaz de cegar uma pessoa desavisada. E olha que ele estava no meio da refeição. Imagina esse garoto depois de escovar os dentes. — É um prazer, Luna.
-- O prazer é meu, A-Axel... Hm... Tudo bem com você? -- agora o resto do seu almoço estava amaldiçoado a ser durante uma conversa. Ela não sabe simplesmente deixar de falar com uma pessoa que está próxima a ela. Gostaria de saber, mas não sabe. Acha rude demais.
-- É novo aqui...? -- se ele não era novo, era de algum ano posterior ao dela, ou talvez só desinformado. Muita gente sabe que a garota de cabelo azul do primeiro ano é uma baita nerd e todos devem evitá-la, ou algo do tipo. A Luna tem tipo, umas cinco amigas dentro da sala de aula, só.
♠ Solen ♠
Desde que o Dante tinha ido morar com ela, ela tinha entrado no modo Ninja, ou seja, ela tentava ficar longe da vista de todo mundo, só pra garantir que o Dante não a encontrasse. Já bastava encontrar ele no quarto, não queria que ele grudasse nela enquanto ela estivesse almoçando ou andando pelos corredores.
E é claro que uma pessoa estranha aparecendo do nada ia deixá-la assustada. Luna tava lá comendo de boas, e então um rapaz bem alto e loiro apareceu pedindo permissão pra sentar com ela. Isso geralmente não acontece… E quem conhecia a Luna, geralmente a evitava. Fama de nerd não é legal.
Ela ficou um pouco engasgada, mas bebeu um pouco de água bem rápido e apontou para as cadeiras vazias — C-Claro! Pode sentar, sem problema!
Como esperado do rapaz mais alheio ao mundo de toda a Matriz, Axel não conhecia a fama de ninguém. Seus amigos não achavam que valia a pena contar a respeito de outras pessoas para ele, simplesmente porque ele não fazia o tipo. Ele preferia tirar as próprias conclusões e estas bastavam para ele, não precisava da opinião de mais ninguém. É claro que ele não fazia a menor ideia de quem era aquela garota pequenininha e fofa e, para falar a verdade, não conhecia ninguém do primeiro ano, nem de vista e nem de fama. Se ele já tinha cruzado com aquela ali nos corredores, também não se lembrava.
— Muito obrigado~! — Ele respondeu, muito animado, ocupado um lugar no lado oposto da mesa em que Luna estava.
Uma vez sentado, ele começou a comer sem dar tanta atenção assim à garota. Só achava que sentar numa mesa sozinho era triste, não precisava ter conversa na hora da comida.
Só que, é claro, ele não conseguia ficar quieto, nem mesmo na hora do almoço. Enquanto mastigava, ele usou o garfo pra começar a esculpir alguma coisa com o purê de batata.
-- D-De nada. -- Bem, ela não iria recusar, não é? Não tinha motivos pra impedir o rapaz de sentar ali. E também seria errado ela ficar com a mesa toda pra ela.
E Axel, tudo bem não ter conversa na hora da comida, a Luna também não se importa com isso, mas quando um estranho simplesmente chega do nada, é meio, tipo, sabe... estranho.
-- Eu sou a Luna. -- falou lentamente, como se estivesse tentando chamar a atenção de uma criança distraída. -- Você é...?
Bem, não esperava companhia na hora do almoço, mas aquele cara ali devia ser mais legal que o Dante. Falando nele, a Luna tava torcendo pra ele não estar a espionando de algum canto.