oiii lipa, tudo bem amo? eu acabei de ver o seu post de comeback, e estou ainda muito eufórica com as fotos do dada no studio produzindo.. calma perereca
qria saber se vc pode fazer um smut bem gostosinho, dele metendo bem gostosinho na pp enquanto ele produz as músicas. #enhypenis7
MEU BEM OIIIII ! passando pra avisar que já tá feitinho e pronto pra ler aki ♡ . gostaria tbm de mencionar que vc & o heeseung colocaram na minha cabeça as safadezas mais enlouquecedoras do mundo e n me aquietei até terminar de escrever .
espero que você seja muitíssimo feliz lendo ! fiz com todo amor, carinho & tesão <3 BEIJO
.ᐟ.ᐟ smut, bf!au, producer!au & singer!au ( ? ) petnames ( amor, meu bem etc ), dirty talk, degradation ( slightly ), unprotected sex & established relationship. mdni.
𝓛 — muehehehehehehhehheheheheh ! gente . a minha maior vigarice esse heeseung ( namoradinho as always ) saboroso, enfornado num estúdio produzido coisas saborosas.. ou tentando ! (˚ ˃̣̣̥⌓˂̣̣̥ ) ‧° . fiquei FAMINTA pra escrever quando recebi 1 ask sobre e espero mesmo estar do agrado de cada um que ler isso aki . não desistam de mim <3
importante: não revisado ! atenção aos avisos, se esse tipo de conteúdo te incomoda, recomendo não ler .
obrigada pela atenção & boa leitura ( ˘ ³˘), xo.
⋆✴︎˚。⋆
se perguntassem ao seu namorado qual era o lugar preferido dele no mundo, o loiro com certeza diria que era o estúdio — não só pela necessidade de produzir, mas por se encontrar ali, no controle da mesa de mixagem, diante da tela cada vez mais preenchida por camadas de voz que ele mesmo gravava, junto ao microfone condensador acoplado à mesa, onde os pensamentos mais criativos dele ganhavam vida.
e, bem, se te perguntassem qual era o seu lugar preferido, você provavelmente responderia o estúdio do seu namorado — mais especificamente, no colo dele, acomodada enquanto ele passava horas naquela cadeira ergonômica confortável.
naquele dia, você estava exatamente onde queria estar: no colo agradável, quentinho e muito acalentador dele.
e era até um pouco cômico encarar a situação entre vocês dois.
enquanto os dedos dele tamborilavam nos comandos daquela mesa enorme, com os fones de ouvido pendurados no pescoço e uma atenção invejável voltada aos ajustes minuciosamente separados no monitor, você fantasiava o que teria que afastar dali só para caber direito naquela mesa — levando pau até dizer chega.
não que você fosse uma safada, sem vergonha, que avaliasse qualquer lugar, canto, cômodo ou móvel como uma possibilidade de abrir as pernas para o heeseung.
por mais que, sim, fosse exatamente isso.
mas já fazia um tempo que o diabinho no seu ombro esquerdo sussurrava profanidades sobre o quão absurdamente tentador ele ficava quando estava ocupado fazendo o que mais gostava. e agora, você não conseguia parar de encarar os dedinhos ágeis, nem de repetir a voz manhosa e melodiosa na mente toda vez que ele, de repente, acrescentava alguma camada na faixa misteriosa — que você nem precisava ouvir para ter certeza de que seria perfeita.
tão perfeita que parecia capaz de te arrancar um orgasmo só de escutar.
os fatos isolados já eram desculpa suficiente para a inquietude do bumbum empinado, tão bem encaixado sobre o colo revestido pela calça de moletom. e, analisando bem, ele também não usava nenhuma cuequinha por baixo.
então era isso: ele ficava gostoso enquanto trabalhava, e você conseguia sentir cada traço do pau grandinho só pelo encaixe da bunda.
“amor, fica quietinha ‘pra mim?” você piscou os olhinhos, voltando à órbita ao abandonar os pensamentos. heeseung, sem tirar os olhos da tela, pediu com jeitinho, deixando um selinho rápido e soprado no seu pescoço. “prometo que ‘tô quase terminando.”
“tudo bem, gatinho,” você balançou os ombrinhos com uma calmaria fingida, ignorando a bucetinha babando contra a calcinha toda vez que o sentia respirar pertinho de você. “não ‘tô com pressa.”
lê-se: não, amorzinho, demore o quanto quiser — contanto que eu ainda possa te imaginar me comendo no seu estúdio enquanto, disfarçadamente, me esfrego em você.
poxa vida, não dava mesmo para te culpar.
tudo naquele lugar parecia ter sido pensado exatamente para isso.
inclusive o dono.
além de pequeno, tudo ali era intimista demais: as paredes brancas, algumas decoradas com placas de gesso, quadros, plantas e vinis; a luminária de luz quente ao lado da mesa, que mal cobria o cômodo por conta da lâmpada já fraca e antiga; o sofá de couro no canto e a mesa de centro, agora tomada por papéis rabiscados — provavelmente composições e ideias dele —, dois copos de café de mais cedo, de quando haviam chegado, e a acústica perfeita.
não era um quarto de motel chique, e você nem queria que fosse.
aquele lugar era só dele, um espaço ao qual pouquíssimas pessoas tinham acesso. você estava ali, bem ali, no mundinho íntimo e perfeito de lee heeseung.
você amava fazer parte das intimidades do seu namorado.
e por isso ficava louca de tesão.
de todo o modo, acatou o pedido do namorado e, como quem não quer nada, inclinou-se até o espaço livre da mesa. de canto, percebeu o olhar ligeiro dele quando você empinou de propósito, esfregando o bumbum com precisão na região vulnerável do outro. ainda assim, não veio nenhuma reação.
inflou as bochechas, reprimindo por dentro a vontade enlouquecedora de dar mais uma rebolada no colo apertadinho, ponderando se deveria ser paciente ou descaralhar de vez o foco do lee.
você batucou a ponta das unhas na madeira, apertou alguns botões no painel — apenas os que sabia que não lhe trariam problema — e esmagou um ladinho do rosto ao se apoiar sobre um dos próprios pulsos.
tão sonso quanto você, o asiático forçava cada célula do corpo a se manter em foco sempre que uma fisgada ligeira e súbita o alcançava no pau, a cada mínimo movimento seu.
mas você, aérea demais no tesão involuntário, nem percebeu que a feição séria e concentrada não era só por causa do esforço na produção.
“meu bem, fica quietinha, por favor,” ele pediu baixo, a voz rouquinha depois de um tempo em silêncio.
como se o som gostoso acarinhando seu ouvido não fosse o suficiente, a mão grande deslizou por baixo da sua blusa, encontrando as suas costas num carinho lento, terno, com as unhas curtinhas raspando na pele acesa e quente.
“eu ‘tô quieta,” resmungou, os olhinhos procurando por ele por cima dos ombros encolhidos. “é que eu gosto tanto de ficar aninhada em você,” quase como uma gatinha no cio, você empurrou o quadril com um pouco mais de urgência na direção dele, o toque na coluna fazendo com que seu corpo buscasse contato sozinho.
você pôde ouvir o sorriso contido, soprado, escapando dos lábios do maior. a mão, antes escondida na sua roupa, fugiu de volta para a superfície, percorrendo o mesmo caminho de antes, dessa vez até a sua nuca, onde segurou firme e, com uma inocência fingida, ergueu o quadril a milímetros de distância da cadeira, fingindo ajeitar os centímetros apertados na calça apenas para te provar as consequências de tamanha inquietação.
como dito antes, tão sonso quanto você.
“eu ‘tô no meio de uma parte importante, vida,” não deixou de soar pequeno, a melosidade entregando o quão afetado ele já estava.
daqui ‘pra frente era só lucro, você pensou.
a palma aberta na sua nuca te trouxe a visão mais erótica que você já poderia ter tido naquele lugar.
você salivou só de imaginar as bochechinhas afundadas no móvel, os dedinhos inquietos batendo na madeira e o som intenso dos corpos se chocando, o bumbum com a pele avermelhada e a bucetinha molhada pingando no carpete limpo.
“mas eu não ‘tô fazendo nada,” choramingou, a testa encostada na superfície da mesa. você estava ficando louca, perdendo a cabeça. se não ganhasse logo o que queria, provavelmente acabaria chorando por pica. “é o seu pau que não para de mexer,” o que não deixava de ser verdade. as reboladas discretas, mas precisas, deram resultado mais rápido do que você esperava.
o falo grande e durinho foi o incentivo perfeito para que continuasse com a sem-vergonhice escancarada, porque você sabia perfeitamente que nem ele aguentaria muito.
ele era ainda mais descarado que você.
esfregou o tecido áspero do shortinho jeans mais uma vez contra a ereção gostosinha, escondendo o rosto entre os braços, agora completamente apoiados.
heeseung, mesmo com uma das mãos ocupadas no mouse, fazendo seja lá o que fosse — sem sequer prestar atenção de verdade —, retesou o quadril e simulou investidas certeiras, rente à bucetinha apertada, sensível e carente.
o loiro suspirou pesado, começando a questionar por que havia ignorado sua bunda macia quando, há poucos minutos, poderia já estar perdido na sensação gostosa do pau latejando contra você.
“você é tão gostosa,” praticamente rosnou, apertando sua nuca com mais força e, consequentemente, inclinando ainda mais a sua cabeça contra o móvel.
o monitor iluminou seu rosto de lado, a bochechinha esmagada contra a madeira e o corpo alto do outro moldando-se perfeitamente a cada nova fricção.
à medida que os pequenos estímulos ganhavam mais afinco e urgência, as mãos grandes e firmes finalmente se ocuparam só de você, mais especificamente da cinturinha gostosa, apertando a carne macia próxima ao seu quadril e facilitando ainda mais as estocadas secas, medidas, bem no meio das suas coxas, que agora estavam um pouco mais separadinhas, mas ainda rentes ao colinho. o atrito forte do moletom contra o seu shortinho justo fez você gemer, o som abafado pela boquinha apoiada em um dos braços.
“tá molhada ‘pra caralho, não é?”, zombou, levando o peitoral coberto pela regata branquinha e apertada até as suas costas, a boca espertinha e ofegante roçando a pele sensível da sua orelha, acompanhada de uma mordiscada forte e rápida.
“‘pra caralho, amor…” você, tontinha de tesão, sorriu mesmo com o rosto parcialmente escondido. empinou ainda mais o bumbum, rebolando em círculos provocantes na região acentuada, encaixando-se perfeitamente entre as bandas apertadas. “diz que vai meter, por favor?” depois de minutos escondida, finalmente ergueu o rosto quente, com os lábios brilhantes pela passada da própria língua molhada e os olhinhos caídos, cheios de vontade dele.
“não sei, môzinho…” foi a vez dele de sorrir sapeca, o tom de voz soando mais como um ronronar tentador, extremamente manipulável. soltou uma das mãos da sua cintura, guiando-a até o pau coberto e segurando-o pela base, levando a cabecinha revestida até a costura da sua roupa, esfregando-a devagar ali. você revirou os olhinhos no mesmo instante; outro gemidinho patético e frustrado ecoou entre os corpos colados, arrancando dele mais um sorrisinho canalha.
puta que pariu.
você poderia gozar só com a visão da cara dissimulada.
“cinco minutinhos é o suficiente ‘pra você aquietar a buceta e me deixar terminar a porra da faixa?” perguntou, ofegando baixinho quando, por um momento, manteve o pau pressionado e paradinho na entrada molhada, prejudicando ainda mais o seu shortinho.
“cinco minutinhos?” você virou o rosto, olhando-o de canto, devolvendo a feição desafiadora junto do sorrisinho arteiro moldado nos lábios. “quero ver aguentar dois.”
você pôde notar perfeitamente quando as íris escureceram e os dedos praticamente fincaram na sua cintura. heeseung te empurrou contra a mesa com certa brutalidade, te arrancando do colo na mesma velocidade em que se erguia por completo, encaixando os corpos outra vez.
caralho, era isso.
meu deus, era exatamente isso o que você queria.
“insuportável do caralho,” resmungou, sem se dar ao trabalho de procurar botões ou zíper do seu short, indo direto ao cós, ameaçando puxá-lo de uma vez. “‘tava pensando putaria de novo, não é?” espalmou outra vez a sua nuca, agora envolvendo os fios do seu cabelo no pulso, usando força suficiente pra erguer sua cabeça e aproximar os lábios da lateral do seu rosto. “por isso ‘tá louquinha ‘pra me dar agora.”
“é verdade, heeseungie,” concordou manhosa. a linguagem bruta e a forma como ele te segurava não te faziam recuar; muito pelo contrário, só aumentavam a vontade de ouvir da boca dele o quão maluca por pau você era. “você é tão gostoso trabalhando…” os olhinhos brilhantes, carregados de luxúria, encontraram os dele, puxando de volta todos os motivos que tinham levado vocês até ali. “e você ‘tá sem cueca,” molhou os lábios, formando um biquinho pequeno.
o lee mordeu o lábio inferior, os olhos escurecidos de tesão grudados em você como nunca antes. um tapa forte e estalado foi desferido na lateral do seu bumbum, marcando metade dos dígitos e a costura da peça na pele já vermelhinha.
você gemeu outra vez, revirando os olhinhos com o ardor em uma das nádegas.
sem aviso, em um movimento rápido, o cós foi puxado para baixo junto da calcinha rendada — com toda certeza, encharcada —, expondo sua bucetinha melada ao ar gélido do estúdio. outro gemido, surpreso, escapou da sua garganta, a intimidade molhadinha sensível até mesmo ao toque frio do ambiente.
os dedinhos ágeis, sem hesitar, deslizaram pelas dobrinhas, espalhando sua lubrificação com cuidado, como se a qualquer momento ela fosse escorrer ali, na palma da mão dele.
“puta merda, amor,” circulou o clitóris inchado com a ponta do dedo, estimulando o amontoado de nervinhos, pressionando-o levemente. “cê ‘tá pulsando só por ter se esfregado no meu pau,” ele demorou por um segundinho a mais, sentindo a reação leve e constante do seu íntimo aos estímulos anteriores. você ainda tentou rebolar de novo, mas a mão firme no seu quadril impediu. “‘pra quem ‘tá sendo comida quase todo dia, sua buceta ‘tá muito carente,” de canto, você o viu arquear uma das sobrancelhas, como se analisasse cada detalhe do bumbum marcado, alisando a região antes de separar uma das nádegas, expondo ainda mais os buraquinhos vulneráveis, implorando por atenção.
implorando por ele.
heeseung se negou ao próprio joguinho, finalmente se livrando do aperto na calça quente, que já o sufocava mais do que o próprio pau latejante. com uma mão só, fez o mesmo que sua peça de baixo, deslizando-a até a metade das coxas. o membro saltou para fora e, pela proximidade, resvalou na sua bunda, deixando ali um rastro brilhante de pré-gozo.
não punhetou o falo por mais que cinco segundos, segurando-o pela base e, com a ajuda da mão, expôs novamente a entrada babuja e pequena, empurrando centímetro por centímetro, abrindo-a por completo. você o engoliu devagar, o pau grandinho te contornando até o fundo com calma, até que estivesse completamente dentro e colado a você, onde parou por um momento, sentindo a pressão dolorida, molhada e prazerosa ao mesmo tempo.
“tão apertada, mas sempre me engolindo inteiro,” murmurou, admirando novamente o buraquinho agora cheio.
cheinho dele.
“filha da puta,” grunhiu, recuando devagar, mas sem sair completamente, pelo menos até a metade, para que pudesse socar mais uma vez, agora com força.
você revirou os olhinhos, a força da investida e o apelido sujo te tirando dos eixos por completo. só de ouvi-lo, as paredes quentinhas o abraçaram com intensidade, provando que ele sabia exatamente o que fazer e falar para fazer jus à degradaçãozinha imoral e gostosa.
a mão dele voltou para trás da sua cabeça, usando o apoio para iniciar as estocadas num movimento harmonioso, frequente e profundo. a respiração pesada, o barulho molhado e o farfalhar do móvel se movendo de maneira ritmada no carpete tomaram conta de todo o estúdio, junto dos seus gemidos agora mais altinhos, mas ainda abafados.
você encontrou as estocadas dele, levando o quadril ao encontro da pelve. o ambiente, antes silencioso, feito de pura arte e capricho do seu namorado, virou algo obsceno e repleto de vocês.
“assim, meu bem, fode sua bucetinha ‘pra mim,” o loiro mandou, parando de se mover, apenas apreciando o seu desespero crescer a cada vez que ia e vinha nele tão bem. apesar de ainda segurá-la, ele realmente permitiu que você usasse e abusasse do pau encaixadinho no interior carente, afinal, você passou um tempinho ali tentando conseguir o que queria.
ele não iria mentir: você merecia aquilo mais do que ele. no final, os dois sairiam ganhando de todo jeito.
você aumentou a velocidade das investidas, choramingando toda vez que torturava a si mesma com as botadas fortes e rápidas. um gemido alto se destacou entre todos os outros emitidos, não só seus, mas dele também, assim que o acertou de jeitinho certeiro no pontinho que te arrancava novos lamúrios toda vez que era atingido em cheio.
a partir daí, ele voltou ao controle, fazendo questão de mostrar que era mais do que capaz de saciar a namoradinha fogosa dele.
o corpo do asiático pendeu-se sobre o seu novamente, os lábios tocando a lateral do seu rostinho afundado, te dando selinhos ternos e, ao mesmo tempo, desesperados.
“fala ‘pra mim, amor,” buscou seu queixo, fazendo você virar o rosto de uma vez na direção dele. “fala que era isso aqui que você queria. eu te comendo na mesa, você toda abertinha, com essa bundinha gostosa toda empinada ‘pra mim.”
“era isso—caralho…” sua voz fugiu, a garganta tomada por gemidos no lugar de palavras, as unhas sem força alguma tateando e arranhando a madeira da mesa que não parava de balançar. “queria que você me comesse, aqui mesmo, amor, no seu estúdio,” ele riu abafado, a mão em seu rosto descendo em direção aos seios cobertos, dando a um deles um aperto forte, seguindo caminho novamente até o meinho das coxas abertas, voltando a brincar com seu clitóris, metendo sem parar. “e-e em qualquer outro lugar.”
suas perninhas estremeceram no segundo seguinte, cedendo ao ângulo, à velocidade das estocadas e aos dedinhos rápidos no íntimo. o conjunto de estímulos físicos, sonoros e até mentais da sua cabecinha doente de amor e tesão te levou ao extremo, apertando-o com força até a pressão se tornar quase impossível de segurar. se não fosse por ele te segurando, estaria de joelhos, amolecida e ainda mais molhadinha, completamente lambuzada pelo próprio prazer.
assim como você, ele não estava nem um pouco imune ao ambiente ao redor, muito menos ao aperto gostoso no pau quando você terminou de encharcá-lo ainda mais. estocou mais algumas vezes, escorregadio e urgente, xingando ao pé do seu ouvido todas as palavrinhas sujas que conseguia. numa última estocada forte, desfez-se completamente dentro de você, gemendo alto.
os jatos espessos e quentinhos enfeitaram a entradinha maltratada e brilhosa, que agora babava numa mistura perfeita dos dois. heeseung se ergueu devagar, assistindo a cada gota com adoração, você e ele ofegantes e molinhos, mas, felizmente, satisfeitos.
“feliz agora, gatinha?” a voz levemente afobada alcançou seu ouvidinho. a mão grande voltou a acariciar suas costas e você, ainda fraquinha, apenas anuiu, mantendo vivo, mesmo depois de tanto esforço, o sorriso sapeca. “se, agora, você for só mais um pouquinho paciente, prometo que te como no sofá, devagarinho, assim que eu terminar a faixa.”
os olhinhos procuraram o estofado de couro no canto, a cabecinha insaciável arquitetando o melhor segundo round que poderiam ter naquela noite.
genteeeeeeeeeeee, voltei ! ou tô tentando, na verdade.. tô muito afim de voltar a escrever e lançar algo que preste aki, mas no momento tô meio sugada de criatividade . grande parte disso devido aos últimos acontecimentos btw # MISSING DADA SM .·°՞(¯□¯)՞°·. mas o importante é não perdermos a fé ! (e nem o tesão af .
vim pedir, com toda a humildade do meu coração, tal qual uma mulher cujo o marido foi servir ao exército, que me façam pedidos ! quero acatar a ideia de vocês e escrever algo bacaninha que lhes agradem ! lembrando que, por enquanto, só escrevo com o enha ! (ot7) .
então, você aí 🫵 se quer ler algo bem gostosinho, fofo & amoroso com o seu macho fave, vai lá na minha ask e manda !
é isso, meus amores ! espero que não tenham desistido de mim.. (˶˘ ³˘(´͈ ᵕ `͈˶) .
ai lipa, você escreve tão bem que toda vez que eu termino uma historia sua eu fico triste, pois sinto que eu devia ter demorado mais saboreando sua escrita. obrigada por conseguir deixar o enhypen sempre 5x mais saborosos do que eles já são com sua escrita maravilhosa.
lia vidokaaaaaaa ૮꒰⸝⸝> ̫ <⸝⸝꒱ა .. juro que amo toda vez que voce se manifesta quando posto algo ! fico muito feliz que voce aprecia genuinamente o que eu escrevo . prometo que vo postar mais coisitas & te deixar bem alimentada pra saborear muuuuuuuitonomnomnonnomnom
meu amooooorrrrr, não acredito que alguém FINALMENTE escreveu com um maridão papai de menina + lactofilia, sério! é o meu pedido de sempre, eu AMO essa temática, mas é difícil alguma escritora fazer. acabei de conhecer seu perfil e já dei de cara com essa. nossa, que sabor! já tô seguindo com todo o gosto do mundo! 😮💨🤌🏼
OMGGGGGGGGGGG ! que bom que voce gostou i encontrou exatamente o que queria . nao vejo muito sobre e achei interessante colocar .. OBRIGADA <3
.ᐟ.ᐟ smut , bf!au, petnames ( amor, meu bem ), dirty talk, slightly degradation, public & unprotected sex, established relationship. mdni.
𝓛 — hehehhwhehehhehehehwhhehehhhheHe ( escrevi isso aki assim ) . GENTE amo 1 heeseung namoradinho ! tive que escrever de novo, eh como se eu estivesse manifestando meus sonhos .. (˶‾᷄ ⁻̫‾᷅˵) ai . PODE-SE considerar que é o bf!hee de sit on it mas sem sentada na cara dessa vez </3 qm sabe na próxima ! mas teremos ciuminho & briguinha boba c mto tesão acumulado . queria agradecer também todo o carinho & apoio das pessoas lindas que param p ler todo o besteirol que escrevo ! <3 importante: não revisado ! esteja atento aos avisos antes de ler.. se você se incomoda com esse tipo de conteúdo, não leia.. obrigada pela atenção & boa leitura ! ( ˘ ³˘), xo .
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passavam das sete da noite quando o ônibus de viagem, alugado pelo grupo de amigos, balançava pela estrada quase deserta. lá dentro, as luzes do painel superior permaneciam apagadas; só o visor das luzes de emergência iluminava os bancos ocupados. o motorista ouvia alguma coisa no rádio, mas o que predominava no ambiente era o ronco leve do motor e, vez ou outra, o ronco preguiçoso do pessoal apagado, exauridos depois de um dia caótico de praia.
no fundo do ônibus, vocês dois ocupavam os últimos bancos.
os dois lugares, apesar de apertados, eram espaçosos até demais para você e heeseung. na verdade, todo o espaço no fundo era todinho de vocês, já que a maioria decidiu ficar pela frente.
mas a coincidência não poderia ter sido melhor.
você, de olhinhos fechados mas longe de estar dormindo, estava aninhada de lado no colo dele. os pés apoiados no outro banco vazio, as costas encostadas na janela, e o rosto escondido no pescoço de heeseung, na parte mais quentinha, onde o cheirinho da mistura de protetor solar e água salgada era mais forte, te trazendo conforto por um momento. e você sabia que cheirava exatamente igual.
talvez até mais.
vestia uma sainha enrugada, que mal cobria as coxas arrepiadas por causa do ar-condicionado ligado do ônibus e da gelidez do biquíni úmido e minúsculo que usava por baixo — biquininho esse que tinha sido a causa de toda a confusão entre vocês dois mais cedo.
tudo começou às dez da manhã.
você saiu do quarto da pousada já sabendo exatamente o que estava fazendo: escolheu o menor biquíni que tinha em casa, um conjunto com fio dental cavadinho, parcialmente escondido pela saída de praia transparente amarrada na cintura.
heeseung, que estava encarregado de encher o cooler de bebidas, ficou estático, ainda segurando a garrafa de cerveja na mão dentro do compartimento cheio de gelo.
“cê ‘tá de sacanagem comigo, amor,” a garrafa escorregou da mão dele para o gelo quando ele endireitou a postura, mudando de feição no mesmo momento.
“oi? eu ‘tô linda. muito obrigada,” você rebateu, meio surpresa. a reação dele te pegou desprevenida. você não conseguiu decifrar de primeira aquele olhar nada satisfeito que ele lançou, encarando seu corpo de cima a baixo.
“não, vida, cê ‘tá quase pelada,” ele apontou com o queixo diretamente para a parte de cima, onde o tecido mínimo mal dava conta dos seus seios apertadinhos.
“você que me deu esse biquíni de aniversário, não ‘tá lembrado?” você tentou não revirar os olhos, chegando mais perto, de braços cruzados e sobrancelhas unidas. “achei que quisesse me ver nele.”
“sim. em casa. não ‘pra meio mundo ver.”
“dá um tempo,” você murmurou descontente, saindo dali batendo os pés.
o motivo de você ter escolhido justamente aquele conjunto era simples, só queria agradar ele. só isso.
se não funcionou, já não era problema seu.
o dia inteiro acabou virando um show de provocações, ciúmes e olhares reprovadores. os caras te encaravam sem disfarçar. claro, o seu jeitinho de andar rebolando não ajudava muito. quando você deitava de bruços na canga, ‘pra pegar sol, o bumbum empinado chamava atenção demais. quando entrava no mar e saía pingando, os mamilos marcados no tecido molhado deixava qualquer um babando. e tudo isso sem você trocar uma mísera palavra com o seu namorado birrento.
foi assim que você decidiu chamá-lo mentalmente durante toda a tarde.
mesmo emburrado, heeseung não parava de te vigiar. quando tentava te cobrir discretamente com a canga, você tirava. quando todo mundo resolveu entrar na água, ele quis disfarçar o clima de gato e rato, te puxando até o colo, onde suas pernas imediatamente entrelaçaram o quadril alheio. você não olhou ‘pra ele, nem por um segundo. mas, só de pirraça, rebolou devagar contra a bermuda encharcada.
lá no fundo, bem no fundinho, você amava ver ele bravo. e, se dependesse da sua teimosia naquele dia, ia provocar até ele aprender.
porque, poxa, tudo aquilo poderia ter sido evitado se ele só tivesse dito que você estava gostosa mais cedo.
quando saíram do mar, os olhares trocados foram quase como labaredas. ele te puxou num canto e te deu uma bronca nada amedrontadora, só instigante. mas não o bastante para te fazer parar. não ainda.
não até irem embora.
agora, no silêncio da volta ‘pra casa, heeseung deslizou a mão por dentro da blusa fininha que você usava, a ponta do indicador roçando na curva do seio.
“para,” você abriu os olhos e o encarou.
“você passou o dia inteiro me atiçando, agora quer que eu pare?” retrucou baixinho, o dedo insistente ainda te tocando no mesmo lugar.
“tem gente aqui,” você murmurou, pediu como se aquilo realmente os impedisse de algo. mas, apesar de estarem todos dormindo — cansados demais ‘pra darem a mínima — você colocou na sua cabeça que não iria ceder.
não ali.
ele soprou irritado, afastando a mão de dentro da sua blusa, tão descontente quanto você pela manhã. heeseung umedeceu os lábios, desviando o olhar para a janela, onde não exibia nada além de uma grande escuridão. ainda assim, o olhar não saiu de lá, e você reconheceu muito bem o silêncio que veio depois.
você conseguiu tirá-lo do sério. e muito.
“cê ‘tá puto comigo?” perguntou, se ajeitando no colo dele, endireitando as costas para olhá-lo melhor. “por causa do biquíni.”
“eu ‘tô porque queria ser o único a ver você usando ele,” respondeu sem elevar a voz, apesar da frustração evidente. “um montão de cara sem noção te comeu com os olhos hoje e eu tive que assistir calado ‘pra não fazer a gente passar vergonha,” você desviou o olhar, encolhendo feito uma criança levando sermão. “cê fez de propósito, não é? agiu como uma dissimulada só porque sabia que eu ‘tava fora do sério desde que você saiu do quarto.”
você não respondeu. não tinha como. era a verdade, e o jeito que ele te olhava irritado e faminto ao mesmo tempo, piorava tudo. te deixava louca.
“não me olha assim,” ele pediu firme quando aproximou o rosto. os olhos dele analisavam cada minuciosa reação sua — o tremor pequeno nos lábios, o aperto leve nas coxas, a respiração mais pesadinha. “exibida do caralho,” rosnou baixinho. as íris escuras mudaram de frustradas ‘pra completamente insanas. ele enfiou a mão entre suas coxas e deu um tapinha leve ali, arrancando seu ar por um segundo. “já que cê gosta tanto de sair se exibindo por aí, vai deixar suas pernas bem abertinhas ‘pra mim,” pausou, ameaçando tocar sua boca com a dele em um beijinho breve. “vai me deixar tocar essa sua buceta que mal cabe nessa porra.”
você engoliu seco. mesmo se estivesse com todo aquele pique de mais cedo para irritá-lo, não teria coragem de negar.
ainda no colo dele, separou as coxas sem muito esforço, num movimento pequeno, discreto. ele foi rápido, deslizando a mão entre elas e afastando a calcinha fio dental com os dedos, encontrando o que já esperava.
você estava encharcada.
“olha isso,” murmurou com um desgosto encenado na voz. o dedo médio tocou entre os lábios inchados e melados com toda sua lubrificação quentinha, espalhando devagar e melecando o dedinho lento. “me diz quando foi que cê começou a pingar desse jeito?”
“quando você me chamou no canto…” respirou pela boca, parando de falar ‘pra aproveitar a ponta do único dedo tocando-a diretamente no clítoris sensível. “e disse que ia meter um pouco de noção dentro de mim com o pau quando chegássemos em casa,” a boquinha salivou com a lembrança vívida de horinhas atrás, quando estremeceu com as palavras sujinhas mas fingiu que não.
assim como seu íntimo, o pau do outro pulsou contra a própria coxa, crescendo cada vez mais no seu bumbum. você rebolou devagar, friccionando sobre os centímetros grandinhos e o dedo longo massageando-a com precisão. precisou morder o lábio para que um gemido alto e choroso não fugisse da garganta.
“porra, amor, você é sonsa demais,” ele disse com os olhos apertados, sofrendo com a perturbação na bermuda seca. já você, não se importava quando era humilhada daquele jeitinho, muito pelo contrário, a entradinha apertou de anseio pelos próximos apelidinhos.
e ele sentiu.
“não vai dar,” ele desocupou o dedo e a mão, afastando-a do seu centro quente. em segundos, espalmou sua cintura de surpresa “todo mundo dormindo, você ‘tá louca ‘pra levar pau e eu ‘tô louco ‘pra te comer.”
“meu bem—“
“levanta ‘pra mim um pouquinho, vai,” os dedos longos te apertaram e você não pensou duas vezes, movendo o quadril para cima e dando espaço.
heeseung abriu o botão da bermuda, depois desceu o zíper. quando abaixou a peça, o pau saltou pesadinho, a cabecinha vulnerável e brilhante com o pré-gozo. você não tirou os olhos da extensão dura e enfeitada por veias saltadas, babando por todos os lugares quando o assistiu punhetar desajeitado o pau dolorido.
quando ele te olhou de novo, segurando firme na base, você assentiu hipnotizada.
você desceu com cuidado, sentindo-o encaixar a cabecinha na entrada e te puxar para baixo devagar. centímetro por centímetro. ele parou na metade, deixando com que você se acostumasse, descendo o resto antes que as respirações ficassem ofegantes demais. voltou à posição anterior, ainda de lado, mordendo a curvatura do pescoço do namorado quando a ponta grossinha invadiu todo o caminho, sufocando suas paredes.
“caralho…” ele soprou, passando um dos braços por baixo de suas pernas, ajeitando-se antes de empurrar uma única — e profunda — vez. heeseung precisou fechar os olhos e respirar fundo ‘pra não perder o controle e foder sua bucetinha de uma vez até todos acordarem. “fica quietinha aí, ‘tá bom? eu vou meter…”
você só conseguiu balançar a cabeça, de jeitinho desesperado, completamente entregue, como alguém que já tava carente da surra de pica e nem tinha recebido ainda.
quando o moreno começou, foi uma perdição. as estocadas eram lentas, enfiando e tirando até a metade, erguendo-a no pau latejante num movimento tortuoso.
você abafava os gemidos contra a pele quente dele, e ele tentava não respirar pesado toda vez que você descia no membro já encharcado de você inteira. achou que aguentariam naquele ritmo, mas ele fez questão de descer os dedos até o clítoris para estimulá-lo novamente, com força.
enfiou os dentes nele, botando no pescoço o amontoado de pressão que ele fazia no pontinho de nervos inchado.
heeseung puxou o ar entre os dentes, usando a mão livre para agarrar seus fios da nuca e puxá-los com força até sua cabeça tombar minimamente.
não conseguiu segurar, a entradinha engolindo-o por inteiro num aperto surreal.
“gulosa do caralho,” murmurou rouco e afagou a lateral do rosto contra o seu, mordiscando seu lóbulo com força. “se me apertar mais um pouco todo mundo vai saber o que cê ‘tá fazendo.”
e você não podia ligar menos. não naquele momento.
o ritmo aumentava conforme perdiam a noção de espaço, lugar e todos os ouvidos alheios em volta. o barulhinho molhado era abafado pelo motor, mas o cheiro de sexo era impossível de disfarçar ao redor deles.
depois de mais algumas botadas, ele te soltou. você entendeu o recado e virou de costas para ele, sentou de frente para o banco, apoiou as mãos no encosto e rebolou lento, com ele inteiro dentro, a ponta torturando o ponto fundo, sensível a cada quicada.
uma das mãos grandes espalmou seu seio coberto, estimulando o mamilo através do tecido fino da blusa e do biquíni, não demorando a marcar o biquinho atiçado na roupa nada discreta.
“puta merda,” ele tombou a cabeça, soprando um riso tonto de tesão, o som te fazendo vibrar da cabeça aos pés. “você é tão minha,” disse contra sua nuca, aninhando o rosto nos seus fios levemente suadinhos. “nenhum idiota que te olhou hoje, te comeria direito,” desferiu um tapa estalado na lateral da sua coxa. o barulho ecoou entre os outros bancos e você ergueu o olhar, mesmo com a visão turva.
felizmente, ninguém pareceu acordar.
“esse corpo que todo mundo olhou hoje? meu,” mordeu seu ombro. “essa bucetinha que ‘tá me apertando agora? minha,” segurou seu quadril com força, tomando a rédea das botadas. o barulho da pelve esmagando seu bumbum começava a sobressair os barulhos do ambiente em volta.
“então aprecia melhor o que cê tem,” você rebateu, mesmo mole, prontinha ‘pra gozar. “botei essa merda só ‘pra você, amor…” resmungou, a voz embargada de desejo. você precisou morder o próprio braço apoiado no banco antes que gemesse chorando ‘pra todos ouvirem.
“eu vou, gatinha, vou mesmo,” disse com sarcasmo, metendo sem controle algum a cada palavra. “vou apreciar minha porra vazando da sua buceta até chegarmos em casa. que tal?”
dissimulado.
vocês dois grunhiram juntos, tensos e à beira de um colapso muito prazeroso. você sabia que não aguentaria muito, e quanto mais você o apertava, mais perto ele estava de te esporrar inteirinha.
ele segurou sua nuca, roubando-lhe um beijo urgente. as línguas brigando por espaço, os lábios molhados, dentes batendo e mordidas com a intenção de machucar.
“goza no pau do seu namorado enquanto todo mundo dorme aqui do lado, goza,” ordenou entre o beijo, afugentando o polegar até seu clítoris, apertando-o em movimentos circulares firmes.
você empurrou o rosto contra o banco, o corpo travando junto dos músculos enfraquecidos, tremendo da cabeça aos pés e a bucetinha pulsando tão forte que ele sentiu cada pressão molhada.
ele segurou os seios com ambas as mãos cheias, cravando a carne. empurrou uma, duas e três vezes, até o talo.
mordeu seu ombro quando se desfez, segurando-a com firmeza até esvaziar toda a tensão do dia no seu buraquinho usado. jatos quentinhos te preenchendo por inteiro.
amoleceram devagar, satisfeitos, ofegantes e nem um pouco preocupados com o mundo ao redor. como poderiam?
“desculpa pelo biquíni,” minutos depois na mesma posição, ainda quietinha no colo dele, você foi a primeira a quebrar o silêncio cheio de respiração.
“desculpa por ter sido um babaca o dia todo,” beijou seu ombro, roçando a ponta do nariz e inalando o cheirinho do suor de ambos.
você sorriu, virando o rosto para beijá-lo no canto da boca.
logo se ajeitaram devagar, fraquinhos de tanto esforço. você voltou a sentar de lado no colinho aconchegante do namorado, mas agora sem nada dentro, só com o gozo quentinho ameaçando escapar até o interior das coxas.
puxaram uma canga por cima e, finalmente, adormeceram junto dos outros.
querida, vi seu post DO NADA, mas puta que pariu, você é simplesmente perfeita!! Só escreva mais coisas pra genteeee
buaaaaaaaaaa . obrigada ♡(˃͈ ˂͈ ) ! quero muito escrever mais coisinhas e tô pensando numa maneira de fazer isso funcionar sem que eu me atrase muito pra postar ..
divaaaa, nem sei se seus pedidos estão abertos, mas nunca posso deixar de pedir. escreve um papai bem dedicado, e maridinho bem apaixonado e sem vergonha com a esposa? daqueles que contam uma estória de fadas pra filhinha dormir, e depois vai todo canalha atrás da esposa? amo e amo esses cenários família, mas daqueles em que o casal não se esquece e sempre aproveita um momentinho a sós no fim do dia.
— 𝓼 , DADDY’S HOME . ( home 4 me )
ᯓ park sunghoon x fem reader . w.c: 3372 !
.ᐟ.ᐟ smut , hubby!au, dad!au, petnames ( amor, gracinha, gatinha, meu bem, meu amor ), dirty talk, lactationkink/lactophilia, ass play ( slightly ? ) established relationship. mdni.
𝓛 — gente . eu tô merecendo uns xingos bem feiosos (。ᵕ ◞ _◟) ! demorei meses pra voltar a escrever e eu sinto muitíssimo por toda essa demora.. dito isso ainda não sei como vão ficar as atualizações mas HUMMM . vms ao que importa ! daddy’s home veio dessa ask que recebi ( e q faz um tempinho hehe ) . se você, pessoa que me mandou, estiver lendo isso, eu peço mil desculpas pela demora 。°(°¯᷄◠¯᷅°)°。 . outra coisa, não sabia se você tinha preferencia com alguém, então escrevi c o sunghoon <3 espero que esteja do seu gostinho e de qm ler ! importante: não revisado . esteja atento aos avisos antes de ler.. se você se incomoda com esse tipo de conteúdo, não leia . obrigada pela atenção & boa leitura ! ( ˘ ³˘), xo .
⋆✴︎˚。⋆
era costumeiro aquele silêncio que se estendia pela casa depois de certo horário, especificamente às sete da noite. um silêncio tão familiar quanto reconfortante. o andar de baixo mergulhado na escuridão, enquanto, no de cima, a única luz acesa vinha do abajur amarelado no quarto da bebê, iluminando o corredor de um jeitinho aconchegante.
você, quietinha, organizava os compartimentos da cômoda com as roupas da pequena: macacõezinhos, bodies, meinhas minúsculas e calças estampadas. tudo macio, limpo e com aquele cheiro de bebê que já tinha tomado conta das suas roupas, das paredes, das almofadas e até da cama.
do outro lado do quarto, na poltrona de amamentação, estava a cena mais amável e perigosíssima para os seus ovários: sunghoon, seu marido, aninhado com a pequena nos braços longos e firmes. os mesmos braços que pareciam capazes de segurar o mundo — e ela era, literalmente, o mundinho de vocês dois.
quase rendida à sonolência, a bebê tinha a bochecha amassadinha no peitoral dele, os dedinhos gordinhos agarrados na camisa como uma âncora, balbuciando aquele idioma doce e indecifrável dos bebês enquanto lutava contra o sono.
ele, com uma paciência e concentração amorosa, contava uma historinha nada coerente.
era cômico de tão lindo: sobrancelhas levemente franzidas, voz baixa e melodiosa, fingindo narrar um grande conto que, com certeza, já era o preferido da neném que só reconhecia uma única palavra: "mama".
"e então, a princesa encontrou o castelo mais brilhante e bonito de todos. ele era quentinho, com braços muito fortes, um coração gigante..." ele pareceu pensar um pouco, os olhos vagando pela decoração de ursinhos no quarto. "igual ao papai dela."
você conteve o riso e revirou os olhos, discreta. claro que o castelo era ele. a paternidade definitivamente inflou o ego de alguém.
e não foi pouco.
para ele, ser pai de uma princesinha como a de vocês era simplesmente a definição de perfeição, o maior sentimento de conquista que já conhecera. e, claro, ter uma esposa linda ao lado só completava tudo. nada faltava. nada deixava ele mais feliz do que olhar pra você e pra filha de vocês. era, enfim, o homem mais feliz do mundo.
você também nunca teve do que reclamar. sempre sonhou em construir uma família ao lado do homem que amava tanto. não iria mentir, a maternidade tinha seus dias difíceis, mas ele nunca deixou você enfrentar nada sozinha. você nunca amamentou sozinha de madrugada; as fraldas trocadas ao longo da noite era tarefa dele; ele te ajudava com os banhos e ainda lavava as roupinhas empilhadas na cesta cor-de-rosa com um cuidado quase imensurável. além disso, ele fazia questão de te lembrar o quanto você continuava desejável — mesmo nas noites em que você terminava cheirando a leite, com o cabelo todo bagunçado, a unha por fazer e usando uma camisa velha e enorme.
na verdade, era justamente nessas horas que ele fazia questão mesmo de mostrar o quanto te achava perfeita.
ele aparecia com pequenos presentes só pra ver seu sorriso cansado ceder um pouco, murmurava coisas românticas no seu ouvido enquanto você preparava a mamadeira na pia, te tocava com a mistura perfeita de delicadeza e desejo durante as madrugadas silenciosas. gestos que mantinham aceso cada vez mais os sentimentos que sempre estiveram ali, mesmo que levemente encobertos pela rotina puxada.
era o seu próprio conto de fadas perfeitamente imperfeito.
ele se levantou devagar quando a neném, depois de alguns minutinhos, finalmente se rendeu ao sono. com uma delicadeza de outro mundo, levou-a até o berço já arrumadinho, ajeitou a fraldinha ao lado da outra bochechinha e passou o polegar ali, num carinho devoto, antes de deitá-la no colchão pequeno e confortável. babão do jeito que era, ficou parado, encarando a filha por longos segundos com um sorriso apaixonado que dizia mais do que qualquer palavra. você, outra babona, ficou observando a cena com os olhinhos cansados, até que, naturalmente, os olhos dele procuraram pelos seus.
mas a paixão que brilhava nos olhos puxados do outro tivera virado outra coisa. uma mudança sutil, porém carregada do perigo manhoso que você conhecia muito bem.
sunghoon caminhou em silêncio até você, tirou com cuidado a roupinha minúscula de entre seus dedos e a guardou de lado, sem desviar a atenção. te encarou com carinho, cuidado e um toque de "sua vez agora, mamãe," que você aceitou no mesmo segundo. ele inclinou a cabeça devagar, como se tivesse medo de assustá-la, roubando um selinho lento no topo de sua cabeça.
"deu por hoje, não é?" ele murmurou, a voz melosa te atingindo em cheio. a ponta dos dedos, macios e quentes, pousou na curvatura da sua cintura coberta e deslizou devagar, te trazendo arrepios.
ele sabia exatamente o que estava fazendo.
"eu ainda tenho que—"
"não tem não," ele cortou, convencido, o sorrisinho sacana quase encostando no seu quando deu mais um passo à frente. "a senhora agora vai tomar um banho quente, vestir um daqueles pijaminhas molinhos e curtinhos que você gosta e vai ficar bem quietinha enquanto eu te cuido."
"amor..." você resmungou, porque odiava deixar os afazeres 'pra depois, mesmo já estando esgotada. "eu só tenho mais uma coisinha ‘pra fazer e prometo que assim que eu terminar—"
"não, não, não, tive uma ideia melhor," ele te interrompeu de novo, fazendo menção de erguer o indicador como se uma lâmpada tivesse realmente acendido em cima da cabeça dele. "você vai tomar seu banho, em paz, e eu me viro com o que tem ‘pra fazer ainda. pode ser?"
você semicerrou os olhos, não que ele não cumprisse a palavra ou fizesse algo pela metade, muito pelo contrário, mas ele raramente ficava tão insistente assim.
"não te dei tempo 'pra pensar, gracinha," ele disse antes mesmo que você pudesse responder, te observando com as sobrancelhas erguidas e um ar mandão. com as duas mãos grandes espalmadas na sua cintura, te virou gentilmente na direção da porta e deu um tapinha estalado no seu bumbum, que ficou empinadinho na altura dele.
"sunghoon!" você o repreendeu, querendo rir pelo canto da boca mas segurou enquanto você caminhava num passo preguiçoso até a porta. "que homem insuportável, meu deus," brincou num murmúrio, virando imediatamente na direção do quarto de vocês.
não teve muita escolha além de fazer exatamente o que o maior tinha pedido com tanta insistência. entrou no banheiro que vocês compartilhavam e encostou a porta atrás de si e se encarou no espelho por um instante, só para ter certeza de que ainda estava inteira depois de um longo dia, antes de começar a retirar, devagar, peça por peça do corpo cansado.
em segundos, sua mão já girava o registro, ajustando a temperatura da água até estar perfeita — extremamente quente, do jeitinho que você gostava.
não se deu ao trabalho de fechar o vidro do box; só deixou o vapor escapar livre pelo banheiro enquanto entrava direto debaixo do jato forte e satisfatório. a água quente caiu sobre seus ombros exaustos, aliviando cada nó de tensão acumulado ali suspirou satisfeita com a sensação, não conseguindo conter.
sunghoon tinha razão. você precisava muito daquele banho.
fechou os olhinhos por um momento, deleitando da calmaria do fim do dia com o som da água batendo contra o azulejo de mármore, das gotas massageando-a com frequência e com... o barulho da porta abrindo?
você abriu os olhos no susto quando viu sunghoon entrar de supetão no banheiro. franziu a sobrancelha, confusa, já esticando a mão pro registro, pronta pra desligar o chuveiro.
"o que houve? a neném acordou?"
ele riu.
"cê tá rindo do quê, bobão?" você tirou a mão do registro e cruzou os braços, vendo-o espelhar seu movimento do outro lado, os dois encarando um ao outro enquanto a fumaça quente começava a abraçar o banheiro.
"meu bem, eu 'tava pensando..." ele começou, dando de ombros, olhando em volta antes de, de repente, agarrar a bainha da camiseta e puxá-la para cima.
você deu de cara com o abdômen branquinho e definido dele, piscando de leve ao encarar os músculos mais saborosos do mundo.
"pensando?…" você o instigou, seu olhar correndo de volta para a face sapeca do outro, que notou no mesmo segundo seu jeitinho perdido.
"você é tão dedicada. tudo o que faz é perfeito, bem feito e com amor," ele disse, jogando a camiseta junto das outras roupas suas no canto. virou-se para o espelho, fingindo analisar o próprio tronco enquanto os dedos longos desciam devagar até o cós da calça de moletom. "cuida tão bem de mim, da nossa filha."
ele deslizou a calça pelas pernas até que ela se juntou ao resto no chão. agora, a única coisa que ainda o cobria era a cueca que mal conseguia disfarçar o volume marcado entre as pernas.
"obrigada?" você resmungou, óbvia, tentando fingir costume frente à naturalidade com que ele se despia.
mas você nunca, nunca tinha se acostumado, e nem ia se acostumar, com a ideia de ter um marido tão deliciosamente saboroso quanto ele.
"isso me dá um tesão do caralho, sabia?" a voz dele, antes suave, saiu mais tensa, vibrando diretamente no seu baixo-ventre. se antes seus músculos tinham finalmente relaxado com a água quente, agora estavam todos rígidos de novo, e você quase salivou ao vê-lo descer a mão sem vergonha alguma até a protuberância marcada na cueca.
os dedos apertaram os centímetros presos, ele maneou a cabeça, um sorriso pequeno e sapeca estampado no rosto, antes de enfiar os dedos no elástico da cueca e começar a puxá-la pra baixo devagar.
"nada me deixa mais insano do que olhar 'pra mulher que eu tenho e ver o quão foda você é, amor."
você prendeu o lábio inferior entre os dentes, assentindo devagar a cada palavra, mas, naquele momento, já nem estava mais ouvindo nada.
todo o foco foi redirecionado para o pau durinho que praticamente saltou quando a última peça foi arremessada. seu interior estremeceu, os joelhos pareciam querer ceder, a buceta já molhadinha — e nem era por causa do chuveiro — pulsou ansiosa. era ridículo como ele fazia todos os seus sentidos despertarem de uma vez só, faminta por tudo o que poderia ganhar.
"quero te mostrar como eu tô orgulhoso," ele disse, a voz mais baixa enquanto caminhava em direção ao box, medindo cada passo antes de passar pelo vidro aberto e fechá-lo devagar atrás de si. "te cuidar a noite inteirinha do jeito que você merece."
"hoonie..." você gemeu manhosa, o espaço pequeno fazendo o ar entre vocês dois ficar limitado. ele praticamente respirava contra a sua boca, as palavras roçando nos seus lábios secos enquanto o olhar alheio parecia memorizar seu corpo — mais do que ele já mantinha vivo na memória.
sua resposta arrancou dele um carinho lento, passando os nós dos dedos na sua bochecha quente e molhada, como se estivesse pronto pra te segurar caso você derretesse ali.
e você ia.
"não se preocupa, amor," murmurou antes de roubar um beijo delicado dos seus lábios, sutil mas o suficiente para tirá-la ainda mais dos eixos. ele esfregou a boca na sua, distraindo você enquanto a mão livre tateava atrás do sabonete líquido. "vou te ajudar com o banho. só fica paradinha 'pra mim, tá?"
você obedeceu, parando ali como se fosse uma boneca nas mãos dele. ficou quietinha, respirando fundo, enquanto assistia o líquido espesso e perfumado cair sobre uma das mãos grandes dele. sunghoon te virou de costas com um toque firme na cintura, a palma quente pousando no seu ombro logo em seguida, arquitetando rapidamente cada próximo toque.
ele começou a massagear seus ombros devagar, fazia movimentos circulares com o polegar, trabalhando cada pontinho de tensão como se tivesse todo o tempo do mundo.
logo, as mãos desceram para as suas costas, espalhando o sabonete com lentidão, carinho e firmeza.
aproveitou a disposição perfeita das mãos para afastar o cabelo molhado de sua nuca, o corpo alheio inclinando-se até o seu, a boca encontrando a pele da nuca para mordisca-lá lentamente. foi impossível segurar o gemido surpreso na garganta quando a extensão rígida e pulsante bateu contra seu bumbum, e não foi sem querer. ele pressionou ali, encaixando o pau entre as bandas redondinhas e macias, deleitando-se de cada curva do corpo que era somente dele.
você tentou aproveitar cada segundo, não acelerando as coisas e tirando proveito do momento, mantendo os olhos fechados e se concentrando no carinho nada inocente que recebia do marido.
as mãos, antes lentas, apertaram sua cintura com mais força, os dedos deslizaram pelos seus braços, desceram pela sua barriga, onde ele esfregou devagar, antes de subir para os seus seios cheios e sensíveis.
você ainda amamentava, mesmo que menos agora. e ele sabia disso. adorava isso.
o polegar roçou no biquinho vulnerável, você sentiu a gotinha morna escorrer, misturando-se com as gotículas de água. a respiração dele falhou, um som rouco, baixo e necessitado ecoando no pé do seu ouvido.
"puta merda," rosnou, espalhando o líquido branquinho pelo seu seio, estimulando-o até ver mais e, sem pudor algum, trabalhar nos dois até que estivessem pingando. você gemeu a cada apertada brusca, contraindo as coxas na frente dele. "você é tão gostosa. tudo o que seu corpo produz é perfeito, caralho."
os quadris dele roçaram de novo contra você, dessa vez mais fundo, fazendo a extensão dura deslizar entre a sua bunda empinadinha como se ele estivesse procurando exatamente o seu ponto fraco. você mordeu o lábio com força, segurando o gemido interrompido na garganta, tentando não fazer muito barulho.
a boca dele, que antes ocupada na sua nuca, desceu para a lateral do seu pescoço. ele mordeu ali com vontade, puxando a pele entre os dentes antes de lamber devagar, acarinhando com a língua a região maltratada. mas bastou segundos para a marca vermelhinha surgir, fazendo-o sorrir contra sua a pele.
sunghoon abandonou um de seus seios, escorregando a outra mão pela sua barriga molhada até a cintura, te segurando com firmeza. puxou você de volta contra ele, te encaixando melhor no pau duro necessitado. a fricção que veio a seguir foi perfeita, num ritmo bagunçado, preciso, que tocava exatamente onde ambos precisavam, arrancando gemidos abafados do maior. a cabecinha inchada dele resvalava no seu buraquinho sensível atrás, fazendo-a estremecer e buscar por apoio ao espalmar as duas mãos no azulejo quente e embaçado da parede, tentando não cair dos eixos, mesmo que ele te segurava firmemente pela cintura.
o pau dele te invadia superficialmente, pressionando e abrindo só o suficiente para afrouxar o espaço apertado do bumbum macio. vez ou outra, ele separava uma das bandas com a mão grande, só 'pra admirar a glande rosada brincar com sua entradinha anal.
"porra, tão perfeita em cada detalhe," ele murmurou, te curvando um pouco mais contra a parede suada, querendo a visão privilegiada de seus lábios intimos entre as coxas, inchados e convidativos, meladinhos e prontos 'pra ele. "isso, caralho—" esfregou-se com mais desejo em você, simulando estocadas breves mas intensas, marcando os dedos na curvatura da sua cintura a cada vai e vem.
você suspirou fraca, mantendo os gemidos desesperados no fundo da garganta, mas até a tentativa de mantê-los por lá era barulhenta. os pequenos grunhidos engasgados ecoavam com o barulho do chuveiro, e você torceu para que não interrompesse o silêncio tranquilo do lado de fora do banheiro deles.
"daria tudo 'pra foder seu buraquinho agora, princesa," vociferou e, antes que você pudesse reagir, ele te virou em um único movimento. você arfou alto quando suas costas tocaram a parede onde suas mãos estavam, o corpo dele colado ao seu sem deixar espaço nenhum. "mas 'tô com tanta vontade de meter em você, que não vou ter tanta paciência 'pra te abrir 'pra mim," ditou do jeitinho mais sujo possível, praticamente cuspindo as palavras contra sua boquinha vermelha e seca.
a palma alheia moldou a lateral do seu corpo, memorizando com as digitais cada curva, apertando-a com força e guiando os dedos longos até um de suas coxas, a qual ergueu para encaixá-la perfeitamente no quadril dele.
"não vou conseguir ir devagar, amor," pediu com a boca roçando na sua orelha. "fica bem abertinha 'pra mim, fica?" sunghoon deslizou a mão pela parte de trás da sua coxa levantada, as unhas curtas arranhando de leve a sua pele quente, firmando-a no lugar e te mantendo abertinha só 'pra ele. depois, encostou a testa na sua, respirando contra sua boca enquanto seus braços se encaixavam naturalmente ao redor do pescoço dele, buscando por apoio e mantendo-o próximo.
vocês dois olharam pra baixo, a distância entre vocês era mínima. ele deslizou ali, de novo e de novo, cada movimento mais preciso que o anterior, o pau roçando na sua direção e pedindo para entrar de uma vez a cada empurrão falho. vocês gemeram rouquinhos, engolindo o ar um do outro, a cabecinha contornando a entrada pulsante até entrar, fazendo-o tombar a cabeça para trás e grunhir manhoso.
ele se colou à você, entrando por inteiro e devagar, como se quisesse fazer você senti-lo estremecer por dentro de propósito. o encaixe apertou e, por um momento, ele ficou parado, segurando o quanto podia até que suas paredes o apertasse centímetro por centímetro.
"buceta apertada do caralho," ele resmungou para si mesmo, puxando o ar quente entre os dentes antes de olhá-la e, num instante, juntar os lábios de maneira fervorosa.
o beijo foi molhado, bagunçado e cheio de mordidas, as bocas juntas engolindo cada gemido e palavra suja que mal conseguiam formar.
"mete logo, amor, por favor," você pediu entre o ósculo, a vozinha manhosa roçando contra a boca dele, do jeitinho que acabasse com qualquer autocontrole do outro.
e ele não seguraria por mais tempo.
assim que ouviu você pedir, não pensou duas vezes antes de meter com força, segurando firme sua coxa erguida enquanto empurrava com força. o som molhado e erótico da sua entradinha sendo esmurrada, abrindo-se em volta do pau quente e latejante dele, tornou tudo ainda mais excitante e irresistível.
o eco no banheiro era imenso, as peles batiam, as respirações ofegantes, o choramingo delicioso que escapava da sua garganta a cada estocada mais funda.
sunghoon arfava alto, quase rosnando, completamente perdido em você.
ele forçou os olhos abertos apenas para te ver desesperada e completamente tomada pelo prazer. os biquinhos sensíveis soltando mais um jato de leite que escorreu pelo seu seio quente o fez gemer rouco, faminto, inclinando o corpo para abocanhá-la de novo, sugando com força cada gota.
"gostosa 'pra caralho," mordiscou o mamilo entre os dentes, erguendo os olhinhos puxados na sua direção, sem intenção alguma de soltar o bico mesmo vendo-a agonizar de prazer e dor.
não demorou nada para que os dois desmoronassem ali mesmo.
com mais algumas estocadas rápidas e desesperadas, seus corpos estremeceram juntos, você o apertou tão forte que as quatro paredes daquele banheiro ocuparam-se com gemidos vulneráveis. ele derramou tudo dentro, tremendo contra você e a vendo estremecer também.
ficaram ali por longos segundos, quase imóveis, apenas respirando um no outro. o vapor fazendo-os suar, grudentos e com cheiro de sexo, mas ele não se moveu, não se importava e nem você. amava a sensação de estarem grudados.
"porra, neném..." ele deu um beijo lento no canto da sua boca antes de finalmente soltar um riso rouquinho, ainda ofegante. "desse jeito vou ter que 'tá metendo outra criança em você."
você soltou um riso fraco, revirando os olhinhos cansados e brilhantes antes de dar um tapinha sem força no braço firme que ainda te segurava pela cintura, garantindo que você se recuperasse primeiro. o tapa não o incomodou, apenas fez com que ele a puxasse pra mais perto do peito, roçando o nariz no seu.
tomaram um banho de verdade depois disso, regado à mão boba, piadinhas sujas, beijinhos manhosos e confissões românticas.
quando saíram, cada um enrolado numa toalha, ele entrelaçou seus dedos nos dele e caminhou na ponta dos pés até o corredor.
vocês dois pararam diante da porta encostada da bebê, espiando a pequena adormecida do lado de dentro.
os dois sorriram vitoriosos com a cena. aliviados também.
e então, sem perder tempo, sunghoon te puxou pela cintura, encostou a boca na sua e roubou um beijinho estalado.
diva, vc tem um planejamento de quando mais ou menos vai postar alguma outra obra sua? to realmente mto vidrada na tua escrita pqp
aaaaaaaaaa ! fico tão empolgada lendo isso . obrigada, amore <3 . referente a sua pergunta.. eu ainda não sei ! meus dias não têm sido muito flexíveis e acabo não tendo tanto tempo para atualizações rápidas (˚ ˃̣̣̥⌓˂̣̣̥ ) .
amores, vim passar um recado rápido ! andei recebendo pedidos e apesar de não ter me manifestado sobre eles ainda, saibam que estou ciente de TODOS ! e inclusive muito agradecida por tê-los recebido <3 . não tenho uma noção de quando serão feitos mas em algum momento estarão por aí.
outra coisa: estarei acatando todos os pedidos que eu receber ! mas só por enquanto . só peço que especifiquem o que desejam ler, não precisa de muita coisa, só me dar uma noção. há possibilidades de que, no futuro, eu escreva com outros idols ! o que também nos leva a outro ponto importante: eu escrevo com qm me sinto atraída a escrever . então não é todo idol que vai me oferecer esse incentivo ! de todo o modo, no momento, só estarei escrevendo com o enhypen . apesar de ter outros projetinhos na mente c um idol ou outro . ANYWAY !
falei demais . se leu até aqui, obrigada ! (˶˘ ³˘(´͈ ᵕ `͈˶) .