Eu sempre fui chorona. Chorava de felicidade. Chorava de tristeza. Chorava de raiva. Chorava por mim. Chorava pelos outros. Agora que eu seja sorridente. Vou forçar até ficar natural. Até ninguém lembrar de como meus olhos ficam vermelhos e meu nariz inchado. O beiço tremendo junto com os braços. Vou guardar tudo isso dentro do meu travesseiro. Ninguém merece me oferecer o ombro quando entro em desespero.
















