ENTÃO COMO É QUE A GENTE CHEGA NA TERRA DO NUNCA? A nossa nova habitante foi a primeira menina levada para lá! Ela costumava se chamar WENDY DARLING, do conto PETER PAN, e antes da névoa da maldição arrastá-la até Storybrooke, ela estava no ACAMPAMENTO DE PAN, lá na NEVERLAND. Aqui na cidade você talvez a encontre se procurar por uma tal de HOLLY MOORE que é RESIDENTE EM CIRURGIA.
Todos conheciam Holly Moore. Filha de Alfred e Charlotte Moore, dois médicos renomados intencionalmente. Criados em Liverpool, estabeleceram seu nome, suas pesquisas e suas raízes na cidade britânica, mas quando decidiram que era hora de ter uma família, optaram pelo país americano - na pequena cidade de Storybrooke. A filha mais velha nasceu com saúde e com expectativa. O casal era tão importante e fazia seu nome com tanta honra na pequena cidade, que não esperavam menos do que sua filha que seria perfeita. Holly foi tratada como a garota de ouro a vida toda, tanto dentro de casa, quanto fora dela. Não havia nem uma só pessoa que não soubesse o quanto ela sempre fora impecável. Seus pais faziam questão de sempre mostra-la para os outros. Holly era sempre a razão de comparação nas conversas dos outros pais. Quando seus irmãos nasceram? Precisava ser um exemplo para eles, nunca cometer nenhum deslize. Precisava ser um orgulho aos seus mais, nunca teve muita escolha. Devia se comportar como uma dama da alta sociedade, devia ser elegante e comunicativa, deveria ser a mais inteligente, a mais esforçada, a mais bonita. Não que ela não desse umas escapadas. Às vezes voltava para casa com os joelhos sujos, as meias calças rasgadas depois de brincar com os meninos na escola. Quando mais velha, cabulou uma ou duas aulas para ir ao circo da cidade quando era temporada. Mas quando chegou aos dezoito? Não, nenhum outro deslize seria tolerado, ela precisava crescer. Mesmo que não quisesse, mesmo que tivesse vivido tão pouco de sua infância e adolescência. Não houve opção: quando completou 19 anos entrou na faculdade de medicina de Storybrooke - apesar de seus pais quererem que ela fosse para Harvard, ela conseguiu convencê-los a não manda-la para longe. Se formou no fim de 2020, e iniciou o programa de residência em cirurgia geral, no hospital de Storybrooke - aonde passa quase dezoito horas diárias.
Todos conheciam Holly Moore. Filha de Alfred e Charlotte Moore, dois médicos renomados intencionalmente. Criados em Liverpool, estabeleceram seu nome, suas pesquisas e suas raízes na cidade britânica, mas quando decidiram que era hora de ter uma família, optaram pelo país americano - na pequena cidade de Storybrooke. A filha mais velha nasceu com saúde e com expectativa. O casal era tão importante e fazia seu nome com tanta honra na pequena cidade, que não esperavam menos do que sua filha que seria perfeita. Holly foi tratada como a garota de ouro a vida toda, tanto dentro de casa, quanto fora dela. Não havia nem uma só pessoa que não soubesse o quanto ela sempre fora impecável. Seus pais faziam questão de sempre mostra-la para os outros. Holly era sempre a razão de comparação nas conversas dos outros pais. Quando seus irmãos nasceram? Precisava ser um exemplo para eles, nunca cometer nenhum deslize. Precisava ser um orgulho aos seus mais, nunca teve muita escolha. Devia se comportar como uma dama da alta sociedade, devia ser elegante e comunicativa, deveria ser a mais inteligente, a mais esforçada, a mais bonita. Não que ela não desse umas escapadas. Às vezes voltava para casa com os joelhos sujos, as meias calças rasgadas depois de brincar com os meninos na escola. Quando mais velha, cabulou uma ou duas aulas para ir ao circo da cidade quando era temporada. Mas quando chegou aos dezoito? Não, nenhum outro deslize seria tolerado, ela precisava crescer. Mesmo que não quisesse, mesmo que tivesse vivido tão pouco de sua infância e adolescência. Não houve opção: quando completou 19 anos entrou na faculdade de medicina de Storybrooke - apesar de seus pais quererem que ela fosse para Harvard, ela conseguiu convencê-los a não manda-la para longe. Se formou no fim de 2020, e iniciou o programa de residência em cirurgia geral, no hospital de Storybrooke - aonde passa quase dezoito horas diárias.
a segunda estrela à direita e então direto, até amanhecer…
Muitos diriam que ela tem tudo que alguém poderia querer: dinheiro, um bom trabalho, um rostinho bonito, um bom círculo de amigos… mas ela nunca se sentiu completa. Tudo o que tinha não supria seus sonhos de aventura, não lhe dava emoção, nada. Nunca havia achado seu objetivo, sua vocação, o que realmente lhe dava vontade de seguir a vida. Sentia-se em uma pilha de tédio onde o momento mais animado de sua semana era saber que cirurgia seria designada para ou que pessoa importante seus pais chamariam para mais um jantar chato. Podia ter muito, sim, mas nada completava o vazio dentro de si. Precisava de algo. E foi por ai que conheceu Zoroastra. A mulher simplesmente soube que ela precisava de algo a mais, convidando-a a entrar na Escola Sparrow. A princípio, hesitou, é claro. A garota de ouro participando de uma escola de espiãs? É claro que não. Não fazia sentido na cabeça de Holly, não era seu tipo de comportamento. Mas decidiu tentar. E então que percebeu que aquela seria a virada de chave que sua vida precisava.
uma grande aventura…
Poppy. Esse é o nome que ela usa, quando veste as roupas justas e decotadas, a peruca preta e sai durante a noite para treinar. Verdade seja dita, os treinamentos da Red Sparrow estão longe de serem bons ou fáceis. Holly é empurrada para fora de sua zona de conforto repetidas vezes, mas a verdade é que ela nunca gostou de estar nela. Odeia Zoroastra. Apesar de saber que ela quem está salvando sua vida de um enorme tédio, sabe o quanto está sofrendo em suas mãos. Um misto de desejo pela adrenalina que ela nunca sentira, com o medo de ser descoberta e a vergonha de saber o que está fazendo anda a corroendo. Mas quem vê Holly Moore andando pelas ruas de Storybrooke com seus vestidos rodados, jamais imagina o que ela está aprendendo a fazer.
✨ a familia moore é composta por alfred, charlotte, holly, levi, zach e fifi (a cadela enorme que eles tem e acreditam que guardam a casa). os pais são cirurgiões renomados, que fizeram história em liverpool e são bem importantes. tem uma instituição de caridade na cidade e vivem dando festas beneficentes. cobram de seus filhos nada menos do que excelência.
✨ holly é a mom friend do rolê. sai dando água para os amigos em festas, sempre cuida do pessoal que dá PT e raramente exagera. não é muito forte para álcool por não ser tão acostumada a beber - já que seus pais nunca aprovaram bebidas, somente o champanhe para brindes.
✨ seu dress code para todo lugar é um vestido rodado, florido e saltos baixos. não é de usar muita maquiagem, nem roupas abertas/decotadas/curtas. nunca sai de casa desarrumada. se olha no espelho dez vezes antes de sair para comprar pão.
✨ toda quarta a tarde, vai até a biblioteca da cidade para ler para crianças (principalmente os órfãos do orfanato). adora contar histórias e se aventurar pelos livros, sempre foi uma leitora frenética. gosta de contar histórias e geralmente faz de forma dramática e animada, para que as crianças sempre se envolvam com as histórias. é seu compromisso que nunca perde.
✨ frequentadora assídua das aulas de yoga. acha que é um bom momento para realinhar suas energias e ficar mais centrada. é extremamente flexível.
✨ viciada em chá! o orgulho para seus descendentes britânicos, ela bebe chá o tempo inteiro. não me venha com café e nem com açúcar pro cházinho. holly tem uma caixa enorme com quase uma coleção de ervas, com chá para todos os gostos e para curar todos os males.
✨ se existe uma palavra que a motiva a fazer qualquer coisa? essa palavra é duvido. leva praticamente para o pessoal, como um desafio a suas capacidades e habilidades. vira uma criança quando é duvidada de algo. sério.
✨tem mania de acumular coisas e não consegue desapegar! possui sob a cama caixas e caixas de memórias que não conseguiu se livrar (a maioria lixo), assim como suas gavetas e prateleiras estão lotadas de coisas que não usa mais há tempos mas tem apego emocional - ou jura por tudo que um dia ainda será util.
✨não tem medo algum de altura. na verdade, adora olhar pela janela - e por qualquer lugar alto. às vezes, quando alcoolizada, tem a infeliz mania de andar na beirada de parapeitos, apenas pela adrenalina e a vontade de voar.
CONEXÕES














