Jenna Coleman (3/?)
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we're not kids anymore.

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he wasn't even looking at me and he found me
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Love Begins

⁂
Acquired Stardust
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I'd rather be in outer space 🛸
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@hookum-d
Jenna Coleman (3/?)
I’m Clara Oswald. I’m the Impossible Girl.
I can’t go through this again, stop trying get inside my head.
Daisy Hookum Moodboard ( 1 / - )
I blew into this world on a leaf. I’m still blowing. I don’t think I’ll ever land.
m!a: você encontra o doctor e ele te leva por aventuras na tardis
uma lembrança engraçada
A primeira vez que River me levou para uma festa e me deu uma bebida colorida, ela me disse que era de blueberry e eu acreditei.
Eu acabei ficando mais animada do que deveria e pulando o tempo inteiro e quando voltamos para o quarto eu não conseguia dormir, e tive que ficar mandando Charity e Emmeline fazerem tranças no meu cabelo e jogarem jogos e dançarem. A Char é muito alta, e Emme baixa. É engraçado, mas aquela noite eu quase não dormi e quando acordei no dia seguinte para as aulas eu estava com uma preguiça danada de sair da cama, o engraçado foi River me levantando falando que eu tinha de ir para aula, coisa que ela não fez.
ooc: Dá uma palhinha de um plot seu do futuro.
ooc: Daisy vai descobrir que na verdade sua mãe morreu e era trouxa, e por isso que seu pai odiava tanto os trouxas porque eles são frágeis demais e tiraram o que era mais precioso dela, pois eles brigavam muito e ela fugiu para o mundo trouxa e morreu. Ela vai ficar bolada, seu pai vai trancar ela em casa e ela vai azarar ele e fugir para o mundo trouxa provavelmente com o amiguinho Tilden por um tempinho.
ps: palhinha
você gosta de banana?
Gosto!
Mas eu prefiro Blueberry ou Pêra.
Qual seu segredo pra ser tão linda e carismática assim?
Você está falando sério? Se sim, obrigado. A dica é: ache amigas tão maravilhosas quanto as minhas e você não terá razões para acordar de mal humor ou ficar triste.
lovely daisy!
cute, annon.
Tilden me mostrou uma esses dias, eu não sabia que era uma flor trouxa! Nunca imaginaria que meu nome fosse de algo trouxa, talvez meus pais nem saibam, mas é bem legal, né?
i shoulg bring you daisies someday
SIM! Podem trazer, eu as pego e posso colocar pelo dormitório inteiro. Imagine que lindo, e florido ia ficar.
o que acha do tilden? ele é um lindo, não é?
O Tilden? Ele é...ele é...meu amigo. Acho que é isso, não sei. Ele é muito bom em herbologia e faz a aula até ter um pouco de graça, ele e gentil também, sabia? Até quando ele começa a gaguejar é engraçadinho ou ele fica todo vermelho e deixa uma planta cair.
E para outra perguntar eu não consigo responder, porque eu sou obrigada a abaixar o rosto com vergonha toda vez que eu vejo ele me encarando, e eu não consigo encarar de voltar, e por Merlin, sim ele é bonitinho. River e Charity se lerem essas corujas eu vou matá-las.
GENDERSWAP! Como andam as coisas no dormitório? Aquele River tem realmente pulgas na cueca?
Não, River pode ser um pouco exagerado nas brincadeiras e toda essa coisa de saia e veja o mundo como ele é. Só que, a esqueça. Ele realmente tem pulgas nas cuecas, nas blusas, no uniforme.
Só que isso só faz dele o River, não posso nem quero mudar esses jeitos deles, é o que o faz especial.
what we are doing here? || Elsa and Daisy. [Halloween]
Seu brinde cessou antes da hora, interrompido pelo urgente sussurro de Daisy. Seu medo era evidente em cada uma de suas palavras, era genuíno. Havia algo na descoberta de outras pessoas acerca de seu apreço pela cultura trouxa que a aterrorizava, alguma consequência se desenhava em sua mente e a impedia de sequer pensar em dizer o que sentia em voz alta. Ela não o fazia pelos mesmos motivos da garota por trás de Alice. Sua personalidade quieta e contida não servia necessariamente para manter as pessoas longe, para esconder uma anomalia, para evitar machucar quem ousasse se aproximar.
Ela se fechava pois desejava conhecer o ordinário, uma vez que o extraordinário talvez não lhe pertencesse. Era a primeira vez que Elsa via tal coisa e aquilo a atingiu. Era algo tão singelo, um gosto tão inocente por algo tão repudiado, que ela se permitiu sorrir enquanto abaixava novamente sua taça, levando-a aos lábios. “Sinto muito, eu não-“ Elsa pressionou os lábios um contra o outro, soltando um breve suspiro. Ela sempre tentara evitar com que descobrissem acerca de seu passado e isto incluía a mistura impura gerada através da união de sua mãe e seu pai trouxa. Mas não haveriam consequências gritantes caso o assunto viesse à tona, ela percebia agora. A situação de Daisy era evidentemente mais preocupante e embora Elsa não soubesse dizer exatamente o porquê – e ela jamais perguntaria. Era um assunto ao qual ela não pertencia –, ela estava tentando proteger a si mesma de forças externas, ao passo em que Elsa protegia os outros de uma incessante tempestade em seu interior. “Não falarei mais sobre, seu segredo está a salvo comigo. Eu, porém, não acho que me importe tanto, no fim das contas. Já pensam coisas demais sobre mim.” Houve um breve instante no qual ela deixou sua mente divagar. Imaginou como seria, o quão diferente seria e até mesmo se haveria qualquer mudança considerável em sua vida. Levou o cálice aos lábios mais uma vez, ouvindo a menina. Dinamarca, disse, esclarecendo de onde haviam saído os resquícios de seu sotaque. Seu semblante se tornou muito sério, então. “Morar lá… Eu…” A frase morreu em seu peito. Cresceu, ocupou-o por completo. “Sei que o mundo bruxo anda… Assustador. Mas…” A pessoa que mais a assustava não pertencia a ele. O pior homem que conhecera “O mundo trouxa também é.” Houve um silêncio pesado, que caiu com um peso doloroso em sua cabeça. “Quer dizer.” acrescentou de supetão “Foi o que ouvi dizer.”
Havia algo em Elsa, ela não sabia o que. E mesmo que fosse aquele sentimento de curiosidade ela não quebraria aquela barreira. Sabia que Elsa havia a construído com bastante cuidado e mesmo que seu jeito frio que deveria afastar as pessoas estivesse ali, Daisy não ficava receosa perto dele. Muito pelo contrário, ele trazia um sentimento de conforto a Daisy. Algo parecido como que ela não estava sozinha, não era a única com problemas, não era a única com segredos. Sabia que isso era verdade, muitos ali lutavam contra seus monstros e mesmo que os seus fossem reais, e o mais assustador era que era seus pais, ela tentava seguir em frente com aquilo como se não fosse mudar em nenhum detalhe a pessoa que ela era, mas estava mudando a pessoa que estava se tornando.
A alguns anos atrás só o pensamento do mundo trouxa era proibido e mesmo que algo proibido fosse mais desejado ela não almejava aquele perigo. Sabia seus limites, sabia até onde poderia ir e o quanto poderia fazer para não atrapalhar seus pais ou até a si, saberia que os problemas começariam no momento que desistisse de toda a ideologia que seus pais pregaram a vida toda, mas eles haviam falado tanto uma coisa e quando Daisy realmente aprendeu viu que a verdade deles era uma mentira para ela. Não sabia como pode viver por tanto tempo mantendo aquelas palavras, as mentiras que seus pais contavam. Como ela não conseguia enxergar o maravilhoso mundo que havia além do que lhe contavam?
Ela sabia a resposta para isso também, era o medo. Já havia sido castigada várias vezes por causa daquele pedaço trouxa que parecia viver com ela. Era inevitável o quanto que mesmo que tentasse escapar algo parecia sempre encontrá-la. Seja em seus sonhos ou como uma relíquia perdia, todo o mundo trouxa parecia persegui-la e tudo que Daisy queria era se entregar a ele, mas não podia. Não deveria, ela teria de ser forte e lutar contra seus impulsos, teria que ser a garota que seus pais esperavam, a garota forte que lutaria ao lado dos puristas, a garota que certamente ela não era. Teria de ser a dama que fora treinada para ser desde o nascimento, não uma heroína trouxa que lutava pelos seus ideais.
Se ao menos seus ideais fossem algo que eles admiravam, invés de ter que esconder mais esse segredo deles, fazia com que se sentisse mal, mas era tarde demais para isso.
- Acho que não deves ligar para o que as pessoas falam, você deve saber que é melhor que muitas delas, Elsa. Só por guardar meu segredo sei disso, e bem, sou grata a você. - acabou bebendo ela mesma um pouco do suco que havia no baile, apesar da fantasia apertar mais do que deveria e ela começar a sentir o gosto de suas palavras, ela não agia como uma criança o tempo inteiro, haviam momentos como aqueles que ela conseguia ser uma dama, a garota que seus pais sempre tentava ver, mas que ultimamente havia sumido de sua vida, e ela desejava não ver nunca mais.
As palavras de Elsa chocaram um pouco, Daisy. Assustador? - Como algo tão maravilhoso como é o mundo trouxa pode ser assustador? - não pode evitar dar um rodopio imaginando a si morando no mundo trouxa, aquele choque cultural, os milhares de livro. O calor da esperança, o suor do trabalho manual que tinham de fazer porque não tinham magia. Eram detalhes, detalhes que transformavam o mundo deles em algo mágico para ela. Não sabia se estava sendo rude com suas palavras ou até mesmo afastando Elsa mais ainda, mas não pode evitar de falar o que pensava.
Our favorite subject. || Charity and Daisy
Amigas deveriam apoiar umas as outras e era exatamente aquilo que estava fazendo com Daisy, por mais que fosse uma ideia maluca coisas que fugiam um pouco da realidade acabavam sendo as melhores. Sem contar que de experiencias como aquela era possível retirar delas, no futuro, uma importante lição de vida. Se bem que as lições de vida aconteciam a qualquer momento e hora, a vezes eram coisas boas e outras vezes coisas ruins. — Não precisa agradecer, estou aqui para esse tipo de situação e muitas outras. — se fosse preciso guardaria mais segredos da amiga, ou até mesmo bolar um plano para a fuga de Daisy. Quando se tratava de suas amizades não media esforços para ajudar seus amigos.
Prestar atenção na sua conversa com Hookum, e no que a professora dizia era algo meio trabalhoso que exigia convenção para ambas as partes, não podia ignorar completamente a amiga para escutar o que a professora dizia e nem podia dar de costas para a professora e dedicar-se totalmente a conversa com a morena. Contudo, nem sempre conseguia prestar atenção igualmente em ambas e por isso acabou sendo pega de surpresa quando Daisy levantou sua mão. O que estava acontecendo exatamente? O que teria de fazer? Era sua impressão ou realmente tinha acabo de conseguir pontos para sua casa junto da amiga? Perguntas e mais perguntas tomavam conta de sua cabeça sobre o que estava acontecendo no momento, mas tentou disfarçar o fato de que estava se sentindo meio perdida. Aquela era uma das consequências de se distrair durante um segundo durante a aula.
Se levanto junto de Daisy tentando descobrir o que deveria fazer, e para sua sorte conseguiu reconhecer os objetos que estavam respectivamente, um em cada mesa que a professora tinha colocado. Tinha aprendido sobre aquele objeto ainda quando pequena, tudo começou quando viu alguns trouxas usando o tal telefone e ficou curiosa para saber o que era e como funcionava, mas não poderia sair perguntando, obviamente as pessoas iriam perceber que tinha algo de errado ali. Usar o telefone parecia ser um habito muito comum dos trouxas e por isso devia fingir que entendia como aquilo funcionava, mas mesmo ficando observando o comportamento dos trouxas em relação a aquele objeto não conseguiu aprender muita coisa e o jeito foi procurar em um livro. Através do livro conseguiu entender como aquele aparelho funcionava, até se lembrava de cor alguns dos trechos que tinha lido. O telefone é um dos dispositivos de telecomunicações desenhados para transmitir sons por meio de sinais elétricos nas vias telefônicas. Há muita controvérsia sobre a invenção do telefone, que geralmente tem sido atribuída a Alexander Graham Bell. Enquanto outras pessoas acreditam que o aparelho foi inventado por volta de 1860 pelo italiano Antonio Meucci, que o chamou “telégrafo falante”, pensou relembrando-se dos trechos que tinha lido. A sensação de ainda ter alguns trechos frescos em sua memoria criava a ideia de que estava lendo o livro, o que não era verdade. Era apenas sua memoria fotográfica entrando em ação.
Mal podia esperar para ver a cara de surpresa que Daisy iria fazer quando visse o objeto funcionando, conhecia a amiga para ter uma ideia de qual seria sua ração. Esperou que a morena acabasse cumprindo a primeira parte das instruções da professora para que ela prosseguisse com sua parte, que pessoalmente considerava mais divertida, durante as raras ocasiões em que acabou usando um telefone não achou muito divertido a parte de esperar até que a pessoa do outro lado da linha atendesse, mas como estava ao lado do telefone não iria demorar para atender a ligação da amiga. Quando escutou o telefone tocar sua mão voou para o objeto, o pegando com uma velocidade mais rápido do que de costume. — Daisy, você consegue me escutar? — disse, tentando evitar que sua risada escapasse por sua boca. Mesmo sem magica era incrível algumas coisas que os trouxas conseguiam inventar, sem duvida eram seres bastante criativos para pensarem algo desse tipo. Nem em um milhão de ano seria capaz de ter uma ideia como a do telefone.
Sua vida nunca fora uma fantasia, nunca vivera naquelas famílias como a dos livros que sempre lia ou tinha aquele porto seguro das personagens principais, e mesmo que não tivesse havia dias que Daisy gostava de acreditar que sua vida poderia não ser feliz, mas era feita de momentos de felicidade. Se tivesse uma caixinha de memórias ou pudesse gravar aquele momento gravaria, não lembrava de durante aquela semana estar tão feliz como estava dando risada com Charity. Tanto a conversa como aquele objeto mágico que estava em suas mãos, poderia ver o sorriso no rosto da amiga que estava afastada dela e quando a voz dela fez eco em seus ouvidos se afastou um pouco do objeto tomando susto mas o olhar surpresa ainda fazia parte de seu rosto, Charity parecia estar se divertindo e bom, Daisy também estava tendo. Tentou entrar no clima, soltando-se. Não importava se ela fugiria dali a pouco tempo, ou se tudo que ela conhecia no mundo bruxo estava começando a cair em pedaços. Até suas notas não estavam sendo as melhores possíveis, mas naquele momento durante aquela sua aula secreta de Estudo dos Trouxas, Daisy estava feliz e ninguém poderia roubar aquela felicidade momentânea da garota.
- Eu consigo, por Merlin, eu consigo. Como isso é possível? - suas voz saiu um pouco nervosa, mas ansiosa também. Mesmo sendo acostumada ao mundo mágico e todas as facilidades que tinham com a magia, aquele pequeno momento que teve experimentando aquele objeto trouxa fez com que Daisy entendesse o quão grande e realmente mágico era o mundo trouxa, eles não precisavam de magia para viver. Eles construíam a própria mágica e bom, Daisy admirava isso. Se ela tinha que morar em algum lugar no meio de todo esse caos ficaria feliz em dizer que estava em um lugar que não importava se você não fosse mágico ou tivesse pouco dinheiro ou até mesmo quem você fosse. Se você não desistisse de fazer momentos ou objetos como aqueles a magia nunca acabaria não importava o lugar que você estava ou a qual distância do mundo mágico. Um sentimento de conforto preencheu a jovem Hookum, como se agora pudesse imaginar que estaria realmente segura em um daqueles apartamentos, já havia pesquisado em seu tempo livro. Havia conversado com a dona de sua livraria trouxa, precisavam de uma garota para trabalhar na biblioteca e eles ofereciam um pequeno quartinho que seria dela caso aceitasse. Era um bom plano, poderia dar certo. Tinha de dar certo.
Tentou evitar não dar uma risada nervosa na frente de toda a sala, alguns alunos pareciam nervosos sobre aquilo como se fosse de alguma maneira algo mágico disfarçado, já outros olhavam com um leve desdém, pois já conheciam aquilo por sempre nascidos trouxas ou conviverem o suficiente naquele mundo para que aquele fosse mais um objeto banal, diferente de Daisy que achava que aquela era a melhor invenção de todos os tempo, não a melhor, mas uma das coisas mais fascinantes que já havia visto a algum tempo. A professora percebendo que Daisy havia ficado nervosa demais para falar alguma coisa ou outra reação, afastou as duas garotas dos telefones e disso. - Muito bem, mais 30 pontos para Ravenclaw, 15 para cada uma dessas garotas que conseguiram desvendar esse objeto. - Orgulhosa, mas ainda nervosa Daisy deixou que a professora afastasse ela para seu lugar, enquanto perguntava se novos alunos queriam testar aquela engenhoca trouxa. O sorriso de Daisy era uma marca sua que demoraria para ser removida durante aquele dia. Virou-se para Charity. - Dá para acreditar? Eu conseguia te ouvir, do outro lado da sala. - falou baixo para não atrapalhar os outros alunos que estavam experimentando como ela da magia trouxa. Passou um dedos nas mechas do cabelo. - Apenas, uau! Estou maravilhada, parece até que Merlin ouviu quando disse que precisávamos de um meio de nos comunicarmos. - disse dando um soco leve nos ombros brancos de Charity, queria apostar um galão pelos pensamentos da garota, será que também estava maravilhada como ela?
Percorreu os olhos por mais dois alunos testando o telefone, ambos também surpresos pelo poder daquele pequeno objeto. O mundo trouxa era fantástico demais para ela, cheio de mistérios para serem resolvidos e bom, estava animada para resolver quase todos. - Posso admitir outra coisa? Eu posso ter conseguido um lugar para morar e um emprego, a dona disse que é meu se eu quiser, mas eu ainda estou receosa pelo motivo que você sabe, mas sabe. Telefones, livros, automóveis. O mundo trouxa parece ser realmente um lugar onde eu poderia morar sem problemas. - disse sorrindo e baixo, não poderia nem sonhar que alguém estaria ouvido suas palavras, ainda mais pelos perigos oferecidos por ela. Estava se aventurando em um caminho sem volta que era ser verdadeira consigo mesma, ela mentia para todos sobre o que estava sentindo e sobre o que queria, mas se abrir falar sobre seus desejos mais inteiros. Aquilo era insanidade, mas era algo bom. Algo que ela poderia fazer mais vezes, que conseguiria suportar como mal hábito, o problema era que ainda tinha que ser um segredo, mas ela conseguiria salvar mais um. Um de seus milhares segredos.
Will Champlin ft. Adam Levine | Tiny Dancer