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Leave Me Alone
Escrito por: ~ BarBelieber
Fanfic / Fanfiction de Justin Bieber - I hate you - Capítulo 2 - Leave Me Alone
Acordei e tive que piscar varias vezes para me acostumar à luz, que entrava pelas as janelas do meu quarto. Tinha me esquecido de fechar as cortinas. Assim que me virei um pouco na cama encontrei um ser ao meu lado mas não fiz grande caso, pois, ou seria Ryan ou Chris. Respirei fundo tirando os cabelos descabelados que se encontravam grudados a minha testa, e comecei a lembrar de ontem. Olhei para o lado e Ryan já se encontrava acordado, me encarando sorrindo sapeca.
-Porque é que estás a sorrir assim, seu tarado?- ele sorriu ainda maior, o que me fez sorrir automaticamente.
-Idiota. Sabes agora é uma bela altura para levantares essa bunda gorda da cama, e me preparares o pequeno-almoço e trazeres aqui.- disse me dando um selinho rápido. Aquilo já era habitual connosco, por isso não estranhei.
-Bunda gorda? Caso eu saiba Butler tu tens duas pernas, e sabes o caminho até a cozinha, por isso levanta-te daqui seu preguiçoso folgado, e vai comer.- ambos caímos na risada e se levantamos da cama.
Fui ao banheiro me trocar, enquanto Ryan se vestia no meu quarto, assim que saí, ele estava sentado na minha cama, vendo meu álbum de fotos de quando eu era pequena.
-E eu que achava que tu não podias ser mais feia do que és agora. Afinal enganei-me.- ele começou a rir e eu o olhei com cara feia.
-Idiota, tu dizias que eu era perfeita. E estavas completamente apaixonado por mim nessa altura.-
-Quem te enganou assim tanto Angie? -ele perguntou com as sobrancelhas arqueadas sendo sarcástico.
-Tu, Butler.- falei no mesmo tom que ele. E logo saímos do quarto, ele me abraçando por trás. Eu já tinha esquecido aquele ser que estava de frente para o meu quarto, mas como a minha manha estava a ser agradável ele teve que me aparecer à frente para a estragar.
-Ora ora. Ontem não houve gemidos… o viadinho não aguenta contigo maninha?- foi tudo tão rápido que só pude ver a marca de minha mão em seu belo rosto. Esqueçam o belo.
Ryan riu pelo o nariz encostado ao meu pescoço enquanto eu ainda processava o que tinha acabado de acontecer.
-Não te metas, comigo ou com os meus amigos.- saí de sua frente puxando, quase arrastando Ryan, enquanto aquele idiota de olhos lindos me encarava perplexo. Talvez não tivesse à espera da minha reacção. Para ser sincera nem um estava. Mas vendo bem ele mereceu, e eu sou muito protectora quando alguém toca no que é meu.
-O papai, está orgulhoso Angie.- falou Ry assim que chegamos ao andar debaixo aonde não estava ninguém. Meu pai deveria estar trabalhando e minha mãe a fazer compras.
-Ele me enerva tanto. Apenas com aquele seu sorriso cheio de ironia já me da vontade de lhe arrancar os olhos.- Ryan gargalhava feito idiota na minha frente, e eu dei de ombros.
Logo ele foi se embora pois tinha que ir ter com sua mãe, e eu fiquei sozinha em casa. Ou melhor, sozinha com Justin. Este dia ia prometer. Dirigi-me à cozinha e comecei a comer o que havia na mesa. Provavelmente o que as empregadas me tinham preparado. Enquanto comia, checava o que se passava nas redes sociais, quando uma voz muito reconhecível falou ao meu ouvido me causando arrepios.
-Isto não vai ficar assim Anjinha.-ele sussurrou com uma voz um tanto sexy.
-É Angie idiota.- falei e agradeci mentalmente por minha voz sair firme como eu queria. Continuei comendo, ignorando totalmente a sua presença. Ele me olhava de maneira sedenta, e eu poderia jurar que ele estava a arquitectar um plano para se vingar.
-Aonde vais?- perguntou assim que eu comecei a subir as escadas que me levavam ao andar de cima. Não respondi e continuei a andar.- Anjinha, onde vais?- que nome ridículo tal como ele. Bufei e entrei dentro do meu quarto lhe fechando a porta na cara. Ouvi ele me xingar de alguns nomes, mas logo depois se calou. Vesti o meu biquini vermelho, tomara-que-cai e passei auto bronzeador em minha pele. É claro que eu não ia desperdiçar um domingo tão lindo, dentro de casa.
Assim que estava pronta, abri a porta do meu quarto, e espretei para os dois lados, para ter a certeza que aquela criatura não estava lá. Quando vi que não se encontrava lá ninguém, fui descontraída para o jardim, aonde estava uma piscina. Pousei minha toalha na espreguiçadeira e me deitei em cima, como objectivo de apanhar um pouco de bronzeado. O sol não estava muito quente, por isso não tinha a preocupação de ficar queimada. Estava pensando num trabalho de Química que tinha que acabar até a próxima semana quando alguém me agarrou pela a cintura me pegando. Era muito comum Ryan fazer isto, ele adorava me atirar para dentro da piscina e quase me afogar.
-Butler me mete no chão.- por momentos me esqueci que Ryan tinha ido para casa, e não poderia vir tão cedo para aqui novamente, mas logo me lembrei daquele ser que ainda restava cá em casa, quando sua voz fodidamente sexy sussurrou no meu ouvido.
-Que é isso Anjinha? Me confundido com o teu namorado? Tsc, tsc, tsc eu acho que ele não vai gostar.-
-Me mete no chão id…- não consegui acabar de xingar-lo porque o desgraçado me fez o favor de me atirar para dentro da piscina. Logo, tive uma ideia. Isto não ia ficar assim… -Justin…eu…não …sei…nadar.- eu tossia dando credibilidade a minha pequena mentira. -Por favor-
Ele logo se aproximou da borda da piscina e se inclinou. Agarrou na minha cintura para me retirar de agua, mas eu fui mais ágil, e dando um solavanco brusco fiz o mesmo cair dentro da piscina, com cara de quem me queria matar.
Sua camisa era completamente branca, e molhada, bom vocês já sabem o resultado. Eu estava praticamente babando olhando para seu corpo molhado.
-Olha o que tu fizeste garota- ele olhou para suas roupas, completamente coladas a seu corpo desenhado por deuses.
-O que é Bieber? Tu podes brincar e eu não? Eu apenas retribui o favor.- fiz a minha melhor cara de inocente, e ele riu com deboche.
-Enganas-te me bem Anjinha. Mas eu só mais esperto…- não percebi bem o que ele quis dizer com aquilo.
-Só que na…- não consegui acabar o que ia dizer, pois logo ele me agarrou na cintura e me mergulhou literalmente.
Eu tentava voltar ao cimo, para apanhar ar, mas meu querido irmãozinho era mais forte e não me deixava mover um músculo sequer. Eu já estava a começar a desmaiar, mas logo ele me puxou para cima. Tentei normalizar minha respiração antes de lhe tirar todos seus órgãos e lhe bater com os mesmos.
-Tu és um inferno.- disse assim que minha respiração se acalmava e meu peito já não descia e subia constantemente, tentando ganhar algum ar dentro de meus pulmões.
-Sou? Então compra uma geladeira Anjinha, porque isto vai aquecer.- era incrível como mesmo eu estava com uma puta de raiva dele, ainda achar aquela sua voz tão sexy.
-Eu odeio-te tanto.- falei trincando os dentes e travando meus maxilares.
-Ohh Anjinha, não fiques assim.- eu não iria conseguir aturar, mais suas provocações ou conversas sarcásticas.
Sai da piscina e fui para dentro de casa. Deixando aquele idiota no mesmo sitio.
Depois de ter tomado um banho relaxado, e me vestido de maneira mais confortável para andar por casa, desci aquelas escadas que levavam a sala, e me sentei no sofá com o controle da televisão. Como vi que nos canais que eu gostava não passava nada de interesse, fui até ao pequeno armário aonde se encontrava os filmes e procurei por um que eu ainda não teria assistido. Assim que encontrei um, o coloquei e fui à cozinha pondo pipocas a fazer. Logo depois os pus numa pequena taça e levei para a sala, me sentando novamente no sofá. Ao longo do filme fui me deitando de maneira confortável.
Passado mais ou menos vinte do filme ter começado ouvi passos vindo do andar de cima, que logo desceram as escadas. Nem me dei ao trabalho de olhar, porque só poderia ser aquela criatura que tem por nome de Justin.
Senti sua presença se aproximar mais, e ele logo deu a volta ao sofá, e quando chegou a minha frente, levantou minhas pernas, e se sentou no lugar aonde as mesmas se encontravam. Agora eu me pergunto qual é o problema deste garoto? Com dois outros sofás ainda maiores que este, ele tinha mesmo que vir para o mesmo que eu?
Meus pensamentos, se foram mais embora mais rápidos, do que criança fugindo de palhaço com medo, quando ele agarrou novamente em minhas pernas e as pousou em cima de seu colo. Logo começou acariciando as mesmas, me causando arrepios, que ele mesmo notou, e riu pelo o nariz. Seu toque me passava um choque, como se eu tivesse uma corrente eléctrica dentro de mim, e ele me acariciando a ligava.
-Estás a brincar comigo, só pode. Com tantos sítios aonde poderias estar tinhas logo, que vir para perto de mim? Serio isso?- ele riu novamente quando minha voz saiu mais como um sussurro e eu me dei uma tapa mentalmente. Logo ele olhou para mim, e vi seus olhos um pouco vermelhos. Não sabia o que aquilo significava…
-Eu queria ficar ao pé de ti Anjinha. -ele riu novamente fazendo cara de anjo que a mim que já não me engana.- Ok, só vim para aqui por causa das pipocas.- eu revirei os olhos, e ele me encarou com suas sobrancelhas arqueadas.- Não espera, achas-te assim tão interessante, que pensas que eu vim para aqui só por causa de estar contigo? Deixa de ser iludida garota.- Justin grosso voltou. Mas eu não ia deixar que ele me xinga-se sem levar troco.
-Eu não me acho interessante, coisa feia. Eu tenho a certeza que sou.- convencida eu? Não apenas não queria que o querido Justin ganhasse está nossa discussão.
-Coisa feia?- ele arqueou novamente suas sobrancelhas -Querias tu ter uma coisa tão gostosa assim na tua cama.-
-Sim, realmente queria. Queria que tu fosses te foder.- ele riu irônico como sempre e apertou minhas coxas com um pouco de força.
-Eu não gosto de me foder, Anjinha, eu gosto de foder.- se eu já estava com raiva agora só mais uma palavra de sua boca avermelhada, para eu lhe arrancar seus olhos. O que seria um desperdício já que eles são os mais bonitos que eu alguma ve… FOCO ANGIE.
Ele ainda me vai deixar louca, eu estava literalmente discutindo comigo própria em minha cabeça.
Não lhe respondi mais, eu nem sequer resposta tinha para o que ele tinha dito. Suspirei derrotada e voltei minha atenção para o filme. Logo ouvi sua risada gostosa.
-Justin gostoso 1, Anjinha0 -ele cantarolou aquilo como se tivesse ganhado um milhão de reais. Sim ele conseguiu me deixar com os nervos à flor da pele.
Ignorei o que ele tinha acabado de dizer, e me concentrei, ou melhor tentei me concentrar com o que passava à minha frente, o que era praticamente missão impossível já que ele continuava acariciando as minhas pernas como se fosse a melhor coisa de se fazer no mundo.
-Anjinha?- ele não se cansa de me chamar assim?- Tu sabes a que horas Will chega? Eu preciso falar com ele.- ele falou calmo, e era a primeira vez que falou, sem sarcasmo ou ironia para comigo.
-Não sei, e mesmo se soubesse, não te dizia.- sorri sarcástica para com ele. Sim eu quando quero consigo ser malvada. Logo ele beliscou minha perna, me fazendo gritar baixo, o que mais pareceu um gemido devido ao susto.- Grosso.- falei e logo ele sorriu.
-Grosso e grande.- ok, aquela pequena frase não poderia ter sido interpretada por mim com mais malícia, o que quando o encarei percebi que era mesmo seu objectivo.
-Idiota- falei revirando os olhos. Logo meu celular começou a tocar e quando olhei vi ser Ryan, não reprimi meu sorriso ao ver que ele ainda se lembra de mim, já que passou mais de três horas sem falar comigo. Para pessoas normais, três horas não é nada mas para mim é muito tempo sem falar com aquele idiota.
Deslizei meu dedo pela a tela de meu iphone e encostei o mesmo em meu ouvido para poder ouvir sua voz em quanto Justin continuava com a sua sessão de massagens em minhas pernas nuas devido ao short minúsculo.
-Ryan- quase gritei de empolgada que estava, vi Justin revirar seus olhos, e tirar suas mãos de onde se encontravam ou seja de minhas pernas.
-Angie, queres ir a uma boate nova que abriu?- ele perguntou e mesmo sem o vendo pode perceber que ele tinha um sorriso em seus lábios.
-Não vai dar, amanha temos aulas, e eu sou menor de idade, caso ainda não teres percebido.-sorri e Justin bufava do outro lado do sofá.
-É mesmo, esqueci-me desse pormenor. Mas mesmo assim usas aquele coisinha que Chris te arranjou- ele estava falando de uma identidade falsa, que eu tinha para casos como estes.
-Desculpa Ry, mas não vai dar.- eu sorri me desculpando.
-Se tu não vais, eu também não quero ir.- ele falou firme. Era sempre assim, mas eu não iria deixar eu estragar sua noite.
-Não, vai Ryan. Não é por eu não ir que tu não vais.- ele sorriu da minha voz manhosa, e logo me lembrei que ainda tinha aquela criatura a minha frente, assim que ela bufou novamente.- Vai com o Chris. Ele de certeza que vai querer ir. Ele é o Chris.- ambos rimos de meu comentário.
-Tens a certeza? - eu murmurei um 'humhum'- mas olha, se aquilo ficar, chato eu vou para tua casa ok?-
-Claro, tu tens a chave, entras e vais para o meu quarto.- ele logo sorriu novamente.
-Tenho que ir, minha mãe já está me enchendo o saco. Tchau Ang.
-Tchau Butler, e dá um beijo meu à tua mãe.- ele logo riu, e desligou a ligação. Logo me lembrei que hoje ainda não tinha falado com Chris e que ele ainda não sabia da criatura que se dizia como meu irmão. Melhor dizendo ele sabia, mas não quem era.
-Tsc, tsc, tsc. Anjinha vais deixar o viadinho sair sozinho? E se ele te trai?- ele sorriu malicioso, e seu olhar estava mais profundo de que eu alguma vez tinha visto.
-O nome dele é Ryan idiota.- Bieber riu pelo o nariz- Ele não me pode trair.- ele olhou indignado para mim como senão acreditasse. Mas eu e Ryan não tínhamos nada, então ele tecnicamente não me poderia trair.
-Como tens tanta certeza Anjinha? Vamos dizer ele não se deve contentar só contigo.- eu não iria dar o gosto a este cretino de começar novamente a me provocar com suas piadas secas sem graça.
[…]
O filme tinha chegado ao fim, e o resultado, era que eu não tinha percebido nada já que Justin, fazia a questão de roubar minha atenção do filme.
Logo olhei a porta da entrada e minha mãe entrou, como de esperar com uma quantidade absurda de sacolas na mão. Ela logo sorriu para nós ambos que ainda se encontrávamos na mesma posição no sofá, e subi-o as escadas, indo provavelmente em direcção a seu quarto. Eu teria que falar melhor com minha mãe sobre está situação. Ela está a distanciar-se de mim, nem um Oi Angie disse. Nem me a abraçou. Ela deveria estar confusa com toda esta historia.
Passado cinco minutos, de senhora Julie ter entrado foi a vez de senhor Will entrar também, com sua pasta habitual de trabalho, terno e gravata.
-Então como foi o teu dia Justin? -ele perguntou olhando para seu filho. Ele deveria se sentir culpado por não ter feito parte de sua vida, mas isso não era razão para me ignorar.
-Foi bom, eu e minha irmazinha tivemos na piscina e vimos um filme.- eu não sei como aquele cafageste conseguia ser tão cínico e falso. Ele queria dar a de que não parte um prato, quando ele parte a loiça toda.
-Que bom. Amanha tu começas a escola.- meu pai falou orgulhoso, o que me deu vontade de lhe dar duas tapas. Como ele poderia ter orgulho deste pedaço de capeta?
-Caso, tu ainda não saibas pai, eu Angie, tua filha também estou aqui.- falei dando ênfase as palavras, para que ele percebesse que aquela cena toda era ridícula.
-Bom, eu vou tomar um banho, se portem bem filhos.- ele logo saiu da sala, sem mesmo me respondeu, e eu poderia jurar que minha cara estava mais vermelha que um pimentão devido a minha raiva.
-Tantos ciúmes Anjinha.- estava confirmado, ele amava me fazer explodir de raiva.- Não tenhas ciúmes de mimgatinha.-
-Vê lá como é que falas de mim idiota.- falei com raiva visível em cada palavra que eu pronunciava.- E eu com ciúmes teus?- ri ironicamente- Só que nunca. Isto aqui já me pertence e não é um garoto de segunda categoria que vai fazer mudar isso.- assim que cuspi aquelas palavras horríveis, me arrependi, ele me olhava com os olhos arregalados. Eu tinha pegado com força demais.- Justin, eu… me desculpa.- ele sorriu como se mostrasse que aquilo não o tinha afectado. Eu devo ser um ogro, ele perdeu sua mãe ainda não fez uma semana e eu já estou assim falando com ele. Logo sua cara de deboche voltou novamente.
-Sim é isso, realmente é ciúmes.- eu me assustei, com seu ataque de bipolaridade. Mas logo percebi que eu estava a falar com Justin Bieber o rei da 'normalidade'
-Se eu nunca te disse isto, digo agora. Tu és um idiota.- ele sorriu ironicamente.
-Então já somos dois Anjinha.- ele agora em vez de acariciar as minhas pernas, mais que as beliscava deixando marcas vermelhas, por onde suas mãos passavam. Aquilo não doía, como à momentos atrás só passava uma corrente eléctrica por meu corpo.
-Podes parar de me marcar toda Bieber?- ele riu com deboche, e sem que eu percebesse o que aquele sorriso sacana queria dizer, ele já me tinha dado uma tapa com força na minha coxa desnuda.
-É hoje que tu vais morrer.- levantei-me bruscamente, daquele sofá e meio que saltei em cima dele ficando no seu colo, tentando lhe arrancar, todos aqueles seus cabelos loiros.
Mas como ele é muito mais forte que eu me segurou nos pulsos, e me jogou, literalmente, no mesmo sitio aonde eu estava à segundos, ou seja deitada no sofá. Logo ele montou em cima de mim, me continuando a prender para que eu não tivesse nenhuma opção de fuga. Ele ia falar algo, mas foi interrompido por uma gritaria que vinha do andar de cima. Ou seja meus pais estavam discutindo. Novamente.
Quando ouvimos as vozes se aproximarem mas a denunciar que meus pais vinham a descer as escadas, eu e o loirinho saímos daquela posição, podemos dizer que meio estranha.
Saí rapidamente da sala, primeiro não iria ter vontade de ouvir a discussão dos meus pais, e segundo não queria encarar agora Justin. A culpa daquela discussão era dele. Quando ia subindo as escadas, ouvi os passos de meu querido irmaozinho. Como eu sei que era ele? Bom nem eu sei explicar…
Cada um foi para seu quarto, e eu aproveitei, e fui logo tomar o meu banho, e mudar a minha roupa que estava toda amarrotada devido a ter ficado duas horas na mesma posição.
[…]
-Vais à boate com o Ryan?- perguntei ao ser que estava do outro lado de meu computador.
-Claro, aquilo vai estar cheio de gatinhas, por todo o lado. É pena é a minha gatinha preferida não ir. Tu és mesmo careta Ang, és sempre tão certinha.- ele fez uma careta de tédio e eu ri.
-Não é certinha Chris. É responsável. Há uma diferença e tu não és nem uma coisa nem outra. -ambos começamos rir. Nós somos mesmo idiotas rimos-se de tudo.
-Angie?-perguntou Kim a empregada de cá de casa, do outro lado da porta do meu quarto.
-Sim, entra.- eu falei e desviei meu olhar da ligação que estava a ter com Chris para perceber, o que Kim queria.
-O jantar já está na mesa menina.- ela falou doce. Ela sempre sorri, parece que nunca teve um dia mau, ela é uma pessoa maravilhosa, e como uma segunda mãe para mim, já que me ajuda nos meus problemas.
-Ok, eu desço já. Só tenho que me despedir deste idiota.- falei apontando para a tela do computador, que mostrava a cara do retardado de Chris.
Ela logo se retirou e eu olhei para Chris.
-Bom tu ouviste. Tenho que ir. Não te esqueças de acordar amanha a hora certa.- ambos rimos, já que ele sempre se enganava e punha o despertador para uma hora antes ou depois. -Tchau Chris.-
-Tchau Angie. Eu vou te buscar aí amanha ok?- assenti, mas estava pensando 'senão te atrasares'
Desligamos a ligação e desci para ir jantar. Quando lá cheguei encontrei, mamãe, papai, e o…Justin. Já estavam todos sentados em seu lugares, e eu como sou muito azarada, tive que me sentar ao lado daquele projecto de tatuagens ambulante.
-Tem cuidado com a comida Anjinha- ele sussurrou e eu não percebi o que aquilo queria dizer, até que ele num ato brusco me empurrou e meu garfo cheio de comida, foi parar ao chão, sujando tudo. Meus pais como já é costume não viram nada.
Ele tentava controlar-se para não rir ali, mas se ele sabe jogar baixo, eu também sei.
Deslizei minha mão por seu braço e ele me olhou sem perceber. Passei por debaixo de sua camisola, e arranhei levemente seu tórax. Logo fui descendo mais, até que cheguei ao seu membro, que vamos dizer que já estava bem acordado. Acariciei-o por cima da calça que ele trazia, e podia ver ele morder os lábios para não gemer ali à frente de toda a gente. Aquela cena era engraçada, ele revirava os olhos, e quase que fiquei com pena dele. Quase.
-O que se passa Justin?- perguntei cínica um pouco mais alto para que meus pais, parassem o que estavam a fazer e olharem para Bieber.
-Na…d…a- eu continuava com o que estava a fazer e ele só não gemia ali porque estavam meus pais ali a olharem para ele.
-Filho está tudo bem?- meu pai perguntou preocupado, e nesse momento, eu apertei seu membro com alguma força.
-Est…a- ele falou ou melhor ele disse gemendo.
Logo parei com o que estava a fazer e continuei a comer, como se nada estivesse acontecido.
Ohh maninho, tu não sabes com quem te metes-te.
-Eu tenho que ir ao banheiro- ele falou rápido, e se levantou tipo furacão. Logo foi correndo para o banheiro mais próximo da sala aonde estávamos.
Eu não consegui aguentar mais, e comecei a rir, até me doer a barriga de tanto rir. Meu pai me olhava como senão percebesse nada. E minha mãe continuou comendo.
[…]
Segunda feira. Entrei dentro do banheiro depois de demorar cinco minutos a arranjar coragem de me levantar. Hoje tinha sido acordada não com o despertador, mas sim com a discussão dos meus pais. Novamente. Aquilo já estava ficando chato. Desde que minha mãe soube da existência de Justin, eles não tem mais uma conversa normal como tinham antes de isto tudo. Tomei um banho relaxado, para ver se acordava, e relaxava meus músculos.
Depois daquele incidente, à hora do jantar, eu não tinha mais visto Justin. Ele não apareceu mais na sala, para comer. Deve ter ficado com vergonha, mas pela a cara que meus pais tinham feito nenhum deles tinha percebido nada do que se tinha passado. Melhor assim.
Kim teve que lhe levar algo para ele comer, já que ele nem tinha tocado em seu prato. Ri em pensamentos, é para ele aprender a não se meter com Angie Smith.
Saí do banheiro e fui a meu closet buscar algo para vestir. Escolhi uns shorts e uma camisola que caía de um lado e dizia 'Come to Me'. Era um pouco chamativa mas não me importei. Estava calor e tinha que aproveitar já que daqui a pouco tempo, o inverno iria chegar. Calcei minhas sandálias rasas e desci sai do meu quarto indo em direcção à sala para tomar meu pequeno-almoço.
-Bom dia Filha- falou meu pai assim que me viu. Logo sorri.
-Bom dia Angie- foi a vez de minha mãe se pronunciar com seu sorriso que qualquer mulher teria inveja.
-Bom dia- falei para ambos. Meu querido irmão me olhou dos pés a cabeça e sorriu.
-Bom dia Anjinha- eu odeio quando ele me chama assim.
-Justin, porque chamas Angie assim?- perguntou meu pai, e eu iria falar se ele não me tivesse interrompido.
-É uma maneira fofa, de a chamar. Só eu é que a chamo assim por isso é engraçado.- quando sair de casa, vou directa comprar uma arma, para tirar contra sua cabeça. Ele sorriu cínico para mim, e eu me pergunto como meu pai pode ser tão lerdo, e não perceber o idiota de filho que ele tem.
-Bom, já vi que vocês se dão muito bem- meu pai falou e eu juntei um 'só que não' baixo e sorri falsa.- Justin, podias levar Angie para a escola?- não não não. Isso não. Eu não aguento estar num sitio fechado com este idiota nem que seja dois minutos. Um de nós vai sair de lá sem cabeça.
-Eu amava Will, mas eu não tenho carro.- Justin falou e eu agradeci aos céus, e aos infernos por isso.
-Isso não é um problema- meu pai tirou uma chave de um Ferrari- que eu nunca tinha visto- de seu bolso, e entregou a Justin -Toma, aqui. É todo teu. É uma maneira de me desculpar por todos estes anos.- meu pai falou e eu achei fofo a sua atitude, mas também fiquei muita raiva eu teria que ir com aquele idiota para escola? Não não.
-Pai, eu não posso Chris vem me buscar. Já deve estar a chegar.- ri enquanto comia.
-Então Anjinha, não queres ir comigo?- o idiota ao meu lado falou, e eu o fuzilei.
-Sim, Angie, dizes ao Chris que não é preciso que agora vais com teu irmão. Vocês precisam de se conhecer melhor.- Não não precisamos, eu já o conheço ele é um idiota, babaca. Acrescentei mentalmente mas permaneci calada. Não iria conseguir mudar a ideia de meu pai assim tão facilmente.
Peguei meu celular, e disquei numero de Chris. Ao terceiro toque, ele atendeu.
-Angie, meu amor eu já vou. Só vou me vestir.- ri da sua aflição. Ele tinha adormecido.
-Chris, não preciso que me venhas buscar. Tenho que ir com o Justin.- dei ênfase a palavra Tenho.
-Serio? Ok vemos nos na escola.- ele não me deixou responder e desligou a ligação.
Meu pai sorriu em aprovação o que me deu vontade de o socar. Eu teria que passar vinte minutos no mesmo sitio que aquela criatura.
Acabamos de comer, e fui até ao meu quarto buscar minhas coisas. Fui novamente para a sala assim que já tinha tudo o que precisa, aonde Justin já se encontrava à minha espera. Fomos em silencio até a garagem, e quando entramos na mesma meus olhos se arregalaram.
-Caralho, que carro- ele gritou contente, como criança que acabou de ganhar doce. -Ohh bebe eu te amo.- ele deu um beijo no carro e não aguentei e comecei a rir feita hiena do que ele tinha dito.
-bebe?- perguntei ainda rindo. Ele revirou os olhos e destravou o alarme com o comando que meu pai lhe tinha dado.
Assim que ia entrar, aquele idiota não conseguiu ficar em silencio.
-Eiiiii, cuidado com tuas patas. Se tu sujares algo, eu faço tu limpares com a língua.- ele falou serio, me dando medo por dois segundos.
-Vai à merda Bieber- respondi me assentando no lugar de passageiro, à espera que o mesmo parasse de babar por seu carro e entrasse.
Logo ele deu a volta e tomou o lugar de motorista.
-Só se tu fores comigo, Anjinha.- revirei os olhos, e se eu ainda não tinha dito isto, eu faço questão de dizer agora.Eu o odeio.
Logo ele saiu da garagem, e para minha surpresa, dirigia feito preso que fugiu de prisão. Eu pensava que ele iria dirigir feito tartaruga, para não bater com o seu 'bebe' mas em vez disso ele voava na estrada. Afinal… me enganei.
-Então qual vai ser o nome?- ele me olhou com cara de confuso. -Do carro?- falei sendo mais clara. Sim ele realmente é lento.
-Anjinha.- eu arregalei os olhos com aquilo, sinceramente não estava à espera. Não sabia se ele tinha dito aquilo para me irritar, ou tentar ser fofo, o que já agora, não era um forte de Justin Bieber.
-O que?- perguntei confusa.
-Nome vai ser Anjinha.- por que raio é que ele iria dar meu 'nome' aquele carro?
-Podes me explicar isso.- ele fez cara de idiota, o que já era habitual, e foi quando eu percebi que nós não estávamos no caminho para a escola.
-Tu foste a primeira pessoa que andou comigo no carro, por isso será seu nome.- ok, ele só poderia estar brincando com minha cara.
-Ok loirinho, depois discutimos esse assunto, agora uma pergunta, aonde é que nós estamos a ir?-
-Para a escola- falou como se fosse obvio. -Porque querias matar aula com o teu irmão gostoso?- Ignorei o que ele tinha dito, e só depois me apercebi que ele não sabia o caminho, como só tinha chegado à dois dias a Calabassas.
-Puta que Pariu, Justin. Tu não sabes o caminho? Isto aqui não é o caminho para a escola, e eu não sei aonde estamos.-
-Como assim não sabes aonde estamos? Tu vives aqui desde que nasceste.- ele falou assustado.
-Eu sempre fui com motoristas ou com o Ryan ou Chris.- falei e ele parou o carro o encostando na borda da estrada.
-Merda, vou faltar ao meu primeiro dia de aulas.- ri daquilo, ele não parecia ser daqueles garotos que gosta muito de ir à escola. -Não te rias caralho.-
-Vê lá como é que falas idiota. É por causa de ti, que nos perdemos.- falei já irritada. Quem ele pensa que é?
Justin Bieber, minha consciência gritou.
-Ahahahah- riu sarcástico o que me deu vontade de socar seu rosto- eu tenho as culpas? Qual é a pessoa que não sabe aonde está na sua própria cidade. Ah sim minha querida irmã. Anjinha Smith.- mesmo nestes momentos ele não me deixa de chamar assim. Céus.
-Não fui eu que começou a dirigir feito idiota sem saber aonde íamos.- falei no mesmo tom que ele.
-Desculpa, porque eu pensava que tu fosses um pouco inteligente e pelo menos soubesses o caminho para a escola. O que fazes TODOS OS DIAS. Mas afinal enganei-me - ele continuava com o seu tom de sarcasmo e aquilo realmente me estava a irritar. Quando ia responder ao meu querido maninho, meu celular tocou. Atendi a ligação sem mesmo ver, quem ligava.
-Ang, aonde estás? Até Chris já chegou, e ele é bem, o Chris.- se eu não tivesse com tanta raiva naquele momento até me ria de piada de Ryan.
-Ry eu tive que vir com o idiota do Justin, para a escola, mas o burro não sabia o caminho e pôs se andar para o fim do mundo. E agora estamos aqui feitos dois retardados perdidos.- ele estava se rindo do outro lado da linha, o que me fazia ficar com mais raiva. -Não te rias caralho.-
-Angie? Tu por acaso já pensas-te em ligar o GPS de teu iphone? Isso talvez ajudaria, não? É só uma ideia.- ele falou com ironia, e continuava rindo feito idiota. E agora eu me estava dando tapas mentalmente por não ter pensado nisso.
-Vai te foder- falei ainda irritada.
-Também te amo Angie.- desliguei a ligação emburrada, não queria acreditar que não me tinha lembrado disso.
Acho que estou a passar tempo demais com Justin, pois já estou a ficar tão lerda quanto ele.
-Por causa de ti, não me lembrei que tinha GPS no celular- falei ligando aquela porra para que nos pudesse levar finalmente à escola. Ele riu como se eu tivesse contando a piada do ano, ou então estava se a rir, devido à minha lerdisse.É mereço.
Assim que aquilo começou a dar as indicações para onde irmos, Justin saiu dali cantando pneu.
[…]
Estava no intervalo da escola, com Ryan. Tínhamos acabado de ter aulas juntos. Sim eu estou no mesmo ano que eles porque avancei dois anos, devido a ser considerada mais inteligente para a minha idade. Logo chegou Chris e…Justin.
-Dude, devias ter visto o que nós acabamos de ver.- Chris falou dando o toque maluco deles, com Ryan.
Pude ver que Ryan não estava muito contente com a presença de Justin, ali e sinceramente eu também não.
-O que é que ele está aqui a fazer?- Ryan perguntou se antecipando, na pergunta que eu mesma iria fazer.
-Quem?- meu deus às vezes a burrice de Chris chega a outro nível.
-Vou te explicar, tem tatuagens, calças no meio da bunda e é um idiota.- falei encarando o mesmo.
-Justin? Então mas? O que? O que é que tem?- ele perguntou e ai me apercebi que ele ainda não sabia de ele ser o meu irmão postiço.
-Ele é o meu meio irmão.- eu disse bufando e logo Chris fez cara de quem realmente não entende nada.
-O que? Mas então? O que tem? Tu no Sábado estavas toda contente por ter um irmão.- ele falou normalmente e calmo, e logo vi que estava quase discutindo com meu melhor amigo, por um filho do capeta.
-Pois, mas eu não pensava que o meu irmão, iria ser um total idiota e babaca.- Justin, nos observava sem dizer nada, Ryan fazia o mesmo.
-O que? Ele é legal. -Chris falou a sorrir. Um sorriso lindo que fazia qualquer garota se apaixonar, mas que me fazia neste momento lhe queres socar a cara. Sim eu ando muito agressiva estes dias.
-Não, não é. Ele é o Justin…
The Beginning Escrito por: ~ BarBelieber Fanfic / Fanfiction de Justin Bieber - I hate you - Capítulo 1 - The Beginning -Eu não acredito que me escondes-te isto tantos anos.- -Eu…não saberia como te contar e não fiz muita questão.- -Tu não vês a gravidade deste problema?- Estranho ser acordada com meus pais a discutir no andar debaixo. Nunca ouvi os meus pais a discutir… isto era muito estranho, mas devido aos seus gritos que provavelmente acordaram toda a vizinhança já não consegui dormir mais. Pois como devem já ter percebido o meu humor pela a manha não é la muito bom. Vou começar por me apresentar. Sou a Angelina Smith, Angie para os conhecidos tenho 17 anos e sou filha única, infelizmente. Sempre quis ter um anjinho para pegar e chamar de irmão, mas minha mãe não me quis concretizar esse sonho. Meus pais são ricos e vivemos numa mansão em Calabassas. Agora vocês devem estar a pensar em como sou patricinha certo? Mas eu não sou, nem um pouco. Odeio essas pessoas que só se preocupam com o aspecto, e infelizmente minha mãe é uma dessas pessoas. É o maior defeito de minha mãe sem duvida. Eu não sou nada parecida com ela, da maneira como pensar. Tenho olhos castanhos escuros, e cabelos castanhos claros, quase loiros. Adoro musica, e comer definitivamente. Eu sou do tipo que se preocupa com toda a gente, mas também que não se deixa pisar por ninguém. Os meus melhores amigos são Ryan, e Christian ou Chris, como preferirem. Agora vocês devem estar a pensar que sou uma vagabunda por só andar com rapazes certo? Então enganem-se porque eu gosto mais de minha amizade com aqueles dois idiotas do que ter alguma 'melhor amiga' é muito menos drama, e eles são fantásticos. Ambos são mais velhos que eu dois anos, mas desde quando éramos pequenos nos damos super bem, e desde ai a nossa amizade sempre foi crescendo. Logo depois de me levantar, fui ao banheiro lavar os dentes rapidamente para tentar perceber porque meus pais estariam a discutir, ainda mais a esta hora. Sinceramente era só o que me faltava uma crise de meia idade de ambos… ok agora estou a exagerar um pouco. Minha mãe tem 36 anos e meu pai 40. Eles se amam incondicionalmente, e sinceramente eu quando tiver uma relação gostava que fosse igualzinha à dos meus pais. Assim que lavei os dentes, desci aquelas enormes escadas de nossa casa absurdamente grande -o que é ridículo já que apenas vivemos aqui nos 7, eu, mamãe, papai, e 5 empregadas-. A discussão estava vindo do escritório e como de onde eu já estava se conseguia ouvir perfeitamente o que eles diziam, sentei-me nos degraus e tentei entender o que se passava. Após mais ou menos uma hora de discussão pude perceber, que eles discutiam porque meu pai não tinha contando algo grave que ele tinha feito à anos a trás. Será que meu pai traiu minha mãe? Ohh não eles não se podem separar. A nossa família é perfeita, apesar de compras excessivas de minha mãe, e o trabalho a mais do meu pai, nós nos amamos e arranjamos sempre tempo para estarmos juntos. -Eu não sei como vamos contar isto à Angie- minha mãe disse após breves minutos de silencio entre ambos. Pelos vistos ela já se tinha acalmado, e sei disso porque sua voz saia mais suave e amigável, como se ela se tivesse rendido aquela discussão ridícula. -Ela vai adorar, vais ver- meu pai falou, e mesmo o vendo sei que ele estava sorrindo, agora eu me pergunto, como é que vou 'adorar' a separação do meus pais? Subi rápido as escadas voltando para meu quarto, assim que me apercebi que eles iriam sair do escritório. Os meus pensamentos agora estavam a mil. Será que eu tinha entendido mal? Eu não quero ver a minha família destruída, nós somos a típica família americana perfeita. Me deitei em minha cama e tentei que eu me acalmasse um pouco, o que foi em vão. Eu tinha saber o que se estava a passar o mais cedo possível porque senão isto iria me matar por dentro. Vesti uns shorts e uma camisola solta deixava um pouco de minha barriga à mostra, e calcei as minhas sandálias douradas. Pus um colar, e fui para o andar de baixo, encontrando meus pais na sala de jantar tomando o pequeno almoço. Assim que me viram sorriram mas pode ver que era um sorriso falso, e que aí definitivamente viria bomba. -Bom dia Filha- meu pai falou sorridente enquanto minha mãe não tirava os olhos do seu prato. -Ok, digam logo o que se passa, e não me escondam nada, odeio segredos e vocês sabem disso, por isso digam, que eu aguento.- se sou direta? Imagina. Ambos arregalaram os olhos se entre olharam me deixando mais nervosa. Eu estava a odiar todo aquele suspense, já não basta terem me acordado as 7 da manha num sábado, agora também tinham segredinhos. -Ok, filha eu…bem não sei como dizer isto, e tenho medo como tu vais reagir- ele respirou fundo- bom, eu à dezanove anos tive uma aventura com uma canadiana, e passado algum tempo vim a saber que ela estava gravida- o meu deus o que será que vem ai? Meu pai me olhou e eu com o olhar o incentivei a continuar enquanto minha continuava na mesma posição, de quando eu tinha aqui chegado. - quando eu descobri que ela estava gravida, eu já estava com tua mãe, e eu achei que uma noticia daquelas iria acabar com nossa relação, então eu decidi não contar nada. Guardei aquele segredo para mim, e todos os meses mandava dinheiro para ajudar nos custos do meu filho. Lisa, a mãe do meu filho, também guardou o segredo, e criou sem precisar de mim, mas agora, dezanove anos depois vim a descobrir que ela tinha um cancro muito grave- uma lágrima escorreu de seus olhos, o que me assustou já que eu nunca tinha visto meu pai chorar- e ela infelizmente não resistiu. Ela faleceu ontem, e deixou o nosso filho sozinho no mundo. Eu mesmo não o conhecendo, o amo, e quero cuidar dele e lhe dar força como pai que sou. Por isso como ele agora não tem ninguém… eu decidi o trazer do Canada para ca. Para nossa casa. -ok… eu percebi bem? Eu tenho um irmão? Quer dizer… meio irmão mas é igual. Ohh meu deus, jesus ouviu as minhas prezes e já que minha mãe não me quis dar um maninho, deus me deu. -Pai, isto é serio? Não é o dia das mentiras pois não? Eu tenho um irmão? Este é o dia mais feliz da minha vida. Não acredito. Tenho que ligar ao Ry e ao Chris para lhe contar. Vamos ser melhor amigos os quarto. Vamos aprontar juntos, e contar segredos. Eu não acredito, não acredito, não acredito. Deus finalmente concedeu o meu desejo. Apesar de não ser pequeno, continua a ser meu irmão. Quando é que ele vem? Hoje, amanha? Já esta a chegar? Quantas horas faltam? Temos que preparar o quarto dele, e inscreve-lo na minha escola… quero-o por perto.- eu já não respirava de tanta pergunta que eu descarregava e por causa da dança maluca que eu fazia, que arrancava risadas de ambos dos meus pais. Eles provavelmente pensavam que eu ia ficar triste, mal eles sabiam que não me podiam dar noticia melhor- -Calma filha. Ele veem ainda hoje, e só começa na próxima semana na tua escola- eu definitivamente estava a deitar foguetes dentro de mim, pareço que tenho cinco anos e que acabei de ter um cachorrinho como presente de natal- -Este é o melhor dia da minha vidaaaaaaaa- gritei subindo as escadas, a procura do meu celular para ligar a Ryan e a Chris para nos encontrar-mos, eu queria lhes contar a melhor novidade que alguém me podia dar.- Eu nem sei como ele se chama, mas já sei que de certeza o vou amar. Provavelmente eu iria acordar, ambos mas não estava nem ai. A minha felicidade era grande demais para caber eu meu corpo pequeno, e se eu não contasse a alguém, o mais provável era eu explodir e sair unicórnios rosas por todo lado. Depois de tocar, três vezes Ryan finalmente atendeu. -Senão for algo importante , eu juro que te corto o pescoço, e dou aos cães para comer -viram como ele me ama? -Cala a boca idiota e deixa-me falar. Vem aqui a minha casa. Tens uma hora para aqui chegar senão corto teu pau, e vendo-o as velhas da tua vizinhança para elas usarem para ver se ficam menos mal humoradas.- viram o amor e carinho com que nós nos tratamos? Pois é. Ele caiu na gargalhada, e como sua risada é contagiante não me consegui controlar e fiz o mesmo- -Estou aí, em vinte minutos.- ele não vivia muito longe de mim, mas uma pessoa normal levaria pelo menos meia hora a fazer, mas como ele é o perigo ao volante, leva apenas 15 minutos e os outros 5 são para ele se vestir- -Beijo, Ry- sorri com o barulho que ele estava a fazer do outro lado provavelmente a vestir-se naquela bagunça que ele chama de quarto. -Beijo, Angie- desliguei a chamada e liguei logo a Chris. Ele também estava dormindo e me ameaçou de morte. Sim o nosso amor paira no ar… e a ironia também. Como ele morava mais perto deveria chegar à mesma altura que Ryan chegaria. Passado 17 minutos Christian já tinha chegado e estava sentado comigo no sofá a espera que o lerdo do Ryan chegasse. -O que assim tão importante, que eu tive que abandonar o meu sono de beleza?- perguntou fazendo voz fina de menina. -Meu amor, isso já não vai la, com sonos de beleza, só com plásticas.- ambos caímos na gargalhada. -Ohh meu deus, Ang, tu estas gravida? Eu avisei-te para usar camisinha, e agora? Ao menos sabes quem é o pai?- -Chris, faz um favor à humanidade e cala-te. Eu ainda sou virgem já te disse isso um milhão de vezes.- isso era pura das verdades. Eles dois sempre me protegeram, de todos os rapazes que queriam se aproximar de mim, e ainda bem que eu os tenho porque, todos os meus namorados eram uns cretinos e se eu não tivesse o Ry ou o Chris, provavelmente seria uma idiota enganada pelo o namorado. -E eu já te disse um Bilhão de vezes que não acredito. Nenhuma virgem tem um corpo tão gostoso como tu.- nos já estamos habituados a esta intimidade, nós nos tratamos como se fossemos ficantes ou ate namorados, mas tudo não passa de uma amizade. Eu nunca arriscaria num namoro que pudesse acabar com uma amizade. Eu ia responder mas logo Ryan entrou com todo dentro da sala, ainda com o cabelo bagunçado o que lhe dava um jeito sexy. -Já ca estamos, agora conta o que se passa de tão urgente- Ryan falou se jogando confortavelmente em cima do sofá. Eles já são de casa, por isso tem ambos a chave, e são folgados como se vivessem quase todos os dias -que só não acontece porque os pais deles não deixam.- -Ela está grávida dude.- falou Chris e eu o fuzilei com os meus olhos rindo inocente. -Cala-te Caralho. -eles gargalham, segundo eles fico mais sexy quando estou brava, sim claro- Bom, eu tenho um irmão que vem para a minha casa hoje.- Ryan engasgou-se com a própria saliva, o que me fez rir e Chris arregalou os olhos como se não acreditasse. -Acho que andas-te a fumar demais Angie- Chris caiu na gargalhada e eu lhe bati com uma almofada, emburrada. -Conta la isso para eu ver se começo a acompanhar a história.- Foi a vez de Ryan se pronunciar. -Nossa, vocês realmente são muito lerdos.- Ambos fizeram uma careta, o que me fez rir e comecei a contar a historia, uma vez ou outra Chris me perguntava se eu estava com febre, ou se tinha bebido, ou quando é que eu estava a pensar deixar as drogas. Já Ryan me escutava atento para não perder nenhum detalhe. Depois de varias tapas e socos em Chris finalmente eu consegui acabar de contar tudo. -Que coisa maluca… o que vais fazer? Não estás a pensar em fugir de casa pois não?- Ry perguntou. -Agora é a minha vez de perguntar, se tu não andas a abusar das drogas…- ele fez cara de confuso e logo tive que explicar- Sempre foi o meu sonho ter um irmão e vocês sabem disso, e agora que tenho um achas, que vou fugir de casa idiota?- Chris começou a rir da cara de Ryan… […] Depois de terem passado toda a tarde na minha casa, ambos tiveram que ir para suas casas, já que só este mês eles já cá tinham dormido mais de dez vezes. Eu estava super ansiosa para que ele chegasse. Eu queria ver como ele era, como cheirava, como falava, se era simpático, ou grosso, de que cor seus cabelos são, se é alto ou baixo, magro ou forte… tantas coisas. Meu pai já tinha saído de casa para o ir buscar pessoalmente. Não ficaria bem, ele mandar um motorista buscar seu filho ao aeroporto. Mesmo eles nunca tendo tido uma relação de pai e filho, eles continuavam a se-lo. Minha mãe não estava muito contente com aquela historia de ter um adolescente de sexo masculino que ela nunca ouvira falar, em nossa casa. Mas ela tentava manter a calma a cima de tudo. Eu por um outro lado, só não saltava de felicidade porque minha mãe já me tinha avisado que isso era infantil, e que eu nem o conhecia para estar tão contente. Ela tinha razão, mas também estava a exagerar. Tudo bem que deve ser complicado descobrir de um minuto para o outro que a pessoa com quem passou os últimos 18 anos tinha um filho de outra mulher, mas agora nada se poderia fazer. Meu pai ligou para casa e logo eu atendi. -Sim, pai. Está tudo bem? Como ele está? Já estam a chegar?- eu falava pergunta atras de pergunta de tão entusiasmada que estava. -Angie acalma-te. -ele disse rindo- Nós já estamos os dois juntos, mas ainda antes de irmos para casa eu achei melhor levar Justin, a jantar comigo para nos conhecermos melhor. -Justin… então era esse o nome dele. -Ohh não a serio? Anda para casa por favor eu quero conhece-lo também, podemos jantar todos juntos.- eu já tinha roído todas as minhas unhas, de tão nervosa que estava. -Angie, tu terás muito tempo para o conhecer ok? Nós só vamos jantar e já vamos. Avisa a tua mãe.- ele falou serio, e eu pouco que faltou para chorar. Já estava nesta angustia à um dia inteiro. Não era justo. Primeiro não pode ir ao aeroporto e agora eles não veem para casa. Começo a achar que esse tal de Justin não existe. Bufei e com pouco animo respondi- Tá, papai. Até daqui a pouco.- -beijos Angie- logo finalizei a chamada e me deitei derrotada no sofá. Eu já estava a ficar com sono, mas a minha vontade de o conhecer era bem maior. Nem que tivesse que ficar a noite toda acordada, eu iria o conhecer hoje. […] Depois de me deitar em todas as posições possíveis no sofá, e de ter jogado com meus dedos. Ouvi finalmente um carro entrar garagem, provavelmente o do meu pai. Agradeci um milhão de vezes ao céus por ter ouvido as minhas rezas. Meu pai entrou em primeiro na sala eu saltei o sofá e conta à minha lerdisse beijei o chão quando caí. Gargalhei de mim própria, e me levantei mais rápido como se fosse leve como uma folha de papel. Cheguei até ao meu pai, e ninguém estava lá. -Pai aonde ele esta? Diz me? Pai? Ele existe mesmo? -eu estava visivelmente triste e meu pai sorriu. -Julie…- meu pai falou alto, chamando o nome de minha mãe. Ela logo desceu as escadas um pouco apressada devido ao berro que meu pai tinha dado.- Angie, e Julie, eu quero vos apresentar o meu filho, Justin Drew Bieber- E logo ele entrou naquela sala, fazendo meus olhos se arregalarem. Ele era extremamente atraente. Tatuagens cobriam todo seu braço esquerdo, e assim que seus olhos pararam nos não contive um arrepio dos pés á cabeça. Seus olhos eram definitivamente os mais belos que eu alguma vez tinha visto. Ele era alto e magro, apesar de musculoso. Seu cabelo estava num bem feito topete, que fazia seus cabelos loiros parecerem castanhos. Deus me perdoe mas ele é um pedaço de mau caminho, e o pior, ele é meu meio irmão. Provavelmente meu sorriso estava prestes a rasgar a minha cara enquanto que ele continuava com um sorriso triste em seus lábios. -Prazer em conhecer-vos- ele disse simpático olhando para minha mãe , que logo sorriu também sincero. -Igualmente- sorriu minha mãe o abraçando. Eu estava me contendo para não lhe saltar em cima e começar e abraça-lo, mas ele provavelmente me ia achar louca e infantil, então eu me contive e apenas continuei a sorrir feita boba. -Justin, vamos para cima? Ehm… eu…vou te mostrar teu quarto- merda não acredito que gaguejei. -Tá, eu também vou ter que descansar, a viagem foi longa.- ele sorriu para ambos meus pais, e me acompanhou- Boa noite, Will e Julie.- Meus pais lhe desejaram boa noite, e eu o fui empurrando escadas acima, sim empurrando. Assim que chegamos a seu quarto abri a porta e ele arregalou os olhos. -Não gostas-te? Se quiseres podemos trocar, eu não me importo. Eu só quero que te sintas confortável.- ele logo sorriu com deboche. -Eii, acalma os cavalos garota, sim gosto e agora sai do meu quarto que eu quero dormir…- ele falou grosso tirando suas Supras. Ok afinal não tinha motivo para estar tão entusiasmada. -Vou fingir que não ouvi isso.- Me sentei em sua cama e ele me observou estranho. -O que é que queres? Não tens nada melhor para fazer, do que me encher o saco?- eu não acredito, tudo menos isto. -Tu… tu es um idiota. Não acredito que estava entusiasmada em ter um irmão como tu. Eu aqui pronta para te ajudar e tu vens cheio de frescuras- -Quem disse que eu preciso de tua ajuda? -ele disse rindo com deboche… e eu aqui me segurando para não lhe ir à cara. -ARRR, parabéns conseguis-te ultrapassar o meu recorde de odiar uma pessoa em menos de uma hora.- ele riu enquanto tirava suas roupas de algumas de suas malas e enfiava de qualquer maneira em seu closet. -Não te enerves maninha.- ele falou sarcástico. Eu não acredito que ele é um cretino. Tinha tanto de gostoso como de idiota. Esqueçam a parte em que eu lhe chamei de gostoso. -Eu odeio-te Bieber- falei o seu sobrenome com raiva e sai do seu quarto batendo a porta com força. Eu não acredito… bem que estava a ser bom demais. Entrei no meu quarto bufando, e passando minhas mãos entre fios do meus cabelos dando sinal que eu estava completamente enervada. E tudo isso por causa dele. Eu só precisava de uma coisa, melhor dizendo, de um alguém… Ryan. Eu sabia que já passava da meia noite, mas eu realmente precisava de falar com ele sobre o que se tinha passado, e só ele me conseguiria acalmar. -Conta as novidades, Gostosa…- ele falou assim que atendeu no segundo toque. -Ryan, eu sou uma idiota. Não acredito que fiquei ao entusiasmada por ele vir.- eu já sentia lagrimas se formarem no canto dos meus olhos, e minha voz ficar chorosa. Eu não costumo chorar muito, mas poxa, este sempre foi o sonho de menina que eu tinha e afinal acontece isto. -Angie o que se passa? Princesa estás bem?- eu poderia notar preocupação em sua voz, eu não o queria deixar preocupado mas por outro lado eu teria que lhe contar. -Ryan? Podes vir a minha casa? Eu sei que é tarde, e que a tua mãe vai te encher a cabeça mas eu realmente preciso de ti.- assim que terminei de falar pode ouvir ele ligar o seu carro, sim ele já deveria vir a caminho. Nós sempre somos assim, melhor amigos, e quando um de nós precisa de algo, nós estamos logo pronto a ajuda-lo, isso é a melhor coisa em ter Ryan e Chris como melhores amigos. Do outro lado eu poderia ouvir os pneus cantando na estrada, e eu saberia que ele viria voando até cá chegar. Passado dez minutos, ele logo disse que tinha chegado, e eu fui lhe abrir a porta, o que não era bem necessário já que ele tinha chave de minha casa. Assim que ele entrou na sala, abraçou-me. Ele já me conhecia demasiado bem, para saber, que o que eu mais precisava em momentos assim era um abraço sincero, e não um 'tudo vai ficar bem' ou 'tudo se resolve', apenas um abraço me ajudaria agora. -Queres contar o que aconteceu para ficares assim? Tu estavas tão feliz…- ele falou me olhando assim que partimos o abraço e ele acariciou minha bochecha calmamente. -Não saiu bem o que eu estava à espera. Ele é um grosso, um idiota. Eu estava a tentar ajuda-lo e ele me tratou mal. -falei triste assim que nos sentamos. -O que? Aonde esse idiota está que eu quero ter uma conversa com ele. Ninguem te trata mal… a não ser eu-e novamente ele me tinha feito rir com suas palhaçadas. Eu não sei o que seria de mim senão tivesse este bobo para me ajudar, e me por a sorrir em momentos…bem, como estes. -Não deixa estar. Eu não vou mais falar com ele. Se ele não precisa de minha ajuda como ele mesmo disse eu não vou mais lhe encher o saco. Estou farta de ser a boazinha. Ele vai-se arrepender de me ter tratado assim, ou eu não me chame Angie Smith.- falei firme. -Ehmm… Angie? Por acaso tu chamas-te Angelina Smith.- ambos caímos na gargalhada rindo das barbaridades que ele dizia, até que alguém desceu as escadas. Provavelmente já era uma da manha. Assim que me virei para ver quem era, quase que me tive que segurar a Ryan para não cair para trás. Puta que Pariu que garoto é este? Meu querido irmaozinho trazia apenas uma cueca box, deixando todos aqueles seus músculos, ou montanhas à mostra. Como eu disse ele é um filha da puta de um gostoso. Ryan pelos os vistos se apercebeu que eu babava daquela figura esculpida por anjos, e estalou seus dedos na minha cara me fazendo 'acordar'. Ryan estava com raiva de eu estar olhando assim para Justin. -Será que o papai vai gostar de saber que tu trouxes-te o teu namorado à noite cá para casa?- ele nao podia ter falado mais sarcástico tive que segurar em mãos de Ryan para ele não lhe dar um soco, ali e agora. Mas desculpa desiludir-te mas ele acabava contigo Ry. -Oh seu filha da p…- isto ia acabar em merda eu já sabia, então tive que interromper Ryan e acabar com a conversa ali. -Boa Noite Justin.- disse me levantando puxando, Ryan logo atrás de mim. -Vejam lá senão gemem muito alto, porque há pessoas nesta casa que ainda querem dormir.- quem é que ele pensa que é? Só chegou hoje e já pensa que é o rei de tudo. Desculpa te enganar Justin mas este território já é meu. Assim que entramos em meu quarto, fechei a porta e a tranquei para que ninguém - Justin- entrasse. Ficamos mais alguns minutos mas logo depois nós deitamos, sim nós dormimos na mesma cama… somos amigos, e não ha maldade nenhuma. Ryan vestiu umas bermudas de dormir que eu tinha guardado que eram dele, e eu vesti meu pijama e nos deitamos. Eu em seu peitoral, enquanto ele afagava meus cabelos, e repito sem nenhuma maldade. Logo adormeci com uma certeza… Apartir de hoje minha vida seria diferente.