𝗂 𝘤𝘢𝘯 𝗌𝗁𝗈𝗐 𝗒𝗈𝗎 𝗹𝗼𝘃𝗲, 𝗂 𝘤𝘢𝘯 𝗌𝗁𝗈𝗐 𝘺𝘢.
✩ 𝗂𝖿 𝗒𝗈𝗎 𝘸𝘢𝘯𝘯𝘢 𝗸𝗻𝗼𝘄 𝗺𝗲, 𝗐𝗁𝖺𝗍 𝘤𝘢𝘯 𝗂 𝖽𝗈 𝖿𝗈𝗋 𝗒𝖺?
✩ Spirit.
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casal? padre lee seokmin × leitora | smut nota: só finalizei essa por causa da @dinofode, ela que alimentou minha loucura
seus passos ecoavam contra o chão frio de pedra da igreja a figura confiante da sua tia caminhava à frente, você revirou os olhos, mordendo a parte interna da bochecha para abafar a irritação
é claro que a terapia tinha sido um bom começo, você realmente estava progredindo, aprendendo a controlar sua raiva mas sua família... eles acreditavam que a terapia não era suficiente, eles tinham outra solução
padre lee você já tinha ouvido falar dele, um jovem padre, carismático e querido pela comunidade
sua tia não perdeu tempo e foi direto para o escritório onde o padre lee estava sua presença era marcante, com suas vestes sacerdotais e seus olhos castanhos, que não combinava com a imagem de um humilde servo de deus
— padre lee, obrigada por se encontrar conosco — começou sua tia, já iniciando um discurso sobre você palavras como rebelde, problemática e pecadora saíram como se tivessem sido ensaiadas e você ficou ali parada, de braços cruzados, encarando as imagens santas espalhadas pelo espaço
o padre lee assentiu com simpatia, mas seu olhar nunca se desviou de você mas ele não interrompeu o sermão da sua tia e assim que a mulher se deu por satisfeita deu um tapinha no seu ombro
— o padre lee vai conversar com você querida, ele vai te ajudar
com isso sua tia saiu, o silêncio se instalou enquanto o padre lee esperava as portas se fecharem atrás dela
— pela sua expressão, imagino que vir até mim não era sua primeira opção — ele disse com a voz suave
você deu de ombros, se encostando em um dos móveis de madeira do escritório dele — é, minha família se convenceu de que sou um caso perdido e que só deus pode me salvar ou algo assim
o padre lee sorriu e algo naquele sorriso te deixou atenta
— por que você acha que as pessoas te veem dessa forma?
a pergunta te pegou de surpresa, não era o típico sermão, pelo menos não ainda — porque eu não vejo sentido em todas essas regras com as quais eles são obcecados, eu faço o que quero e isso irrita as pessoas…
— as regras existem para manter a comunidade unida, sem elas a sociedade entraria em colapso
— talvez, mas qual é o sentido se essas regras só ajudam algumas pessoas? os ricos ficam cada vez mais ricos, enquanto o resto de nós… estamos sempre na base da pirâmide — então você acha que a vida é sobre fazer o que quiser? sem restrições?
— não exatamente — você respondeu — eu só acho que as pessoas deveriam ser livres para fazer suas próprias escolhas, pra viver sem a constante culpa e medo, essa ideia de que devemos seguir cegamente ou ser condenados… não me parece certa
o parou e a observou por um instante você sentiu a intensidade do seu olhar — você acredita em deus?
seus lábios se apertaram em uma linha fina — não sei, talvez exista algo maior do que nós, mas as pessoas desta comunidade? são hipocritas, e o jeito como usam a fé para controlar os outros, é tóxico
o padre lee assentiu — você não é a primeira a se sentir assim, mas também não está tão sozinha quanto pensa
— o que você quer dizer?
— digamos que… nem todos nesta igreja seguem as regras tão rigorosamente quanto você imagina — ele sorriu
um arrepio percorreu sua espinha, mas você não conseguia distinguir se era medo ou outra coisa suas palavras, seu tom, não correspondiam à imagem do homem santo que você esperava você se sentou no sofá pra manter certa distância
— vamos conversar mais — ele diz abaixando o tom de voz — estou curioso para saber o que você pensa sobre liberdade, sobre a vida… sobre o pecado
seu pulso acelerou quando ele se sentou ao seu lado, perto demais mas você não se moveu tinha algo magnético nele, perigoso mas magnético
— sabe — começou o padre — muitas pessoas na sua posição se sentem presas por expectativas, você mesma disse que não gosta de como as regras parecem ser feitas para oprimir algumas pessoas
você assentiu lentamente, sem saber aonde aquilo ia dar
ele inclinou a cabeça, o olhar fixo no seu — você não está errada em querer liberdade, em querer mais, mas o que você precisa entender é que a maioria das pessoas… tem medo demais de admitir
— medo demais?
— sim, elas enterram seus desejos sob a obediência, na esperança de que isso as faça se sentir completas, mas no fundo, elas escondem seus desejos, eles anseiam… por mais, querem ultrapassar esses limites — ele se inclinou mais perto — você não quer?
— não sei — você disse, mesmo concordando não parecia seguro admitir, nem para si mesma, e definitivamente não para ele — quer dizer, eu fico frustrada mas… não é como se eu fosse me rebelar contra tudo
— e se você se rebelasse? e se só por um instante você se permitisse explorar esse seu lado? aquele que questiona, aquele que anseia por liberdade… e talvez outras coisas? — os olhos do padre lee brilham
outras coisas, o jeito como ele disse, como se fosse um convite, você podia sentir a tensão aumentando
— eu acho…— você começou com a voz trêmula — acho que as pessoas enlouqueceriam se eu fizesse algo assim
os lábios dele se curvaram num sorriso lento e perspicaz — talvez seja exatamente disso que eles precisam
ele deixou você pensar antes de continuar, agora com um tom mais sedutor — você não precisa viver sua vida baseada no que os outros esperam de você
essa conversa não tava indo como você havia imaginado, você esperava julgamento, correção, mas, em vez disso, ele estava... te encorajando
— o que você quer? — ele perguntou, quase um sussurro agora
você desviou o olhar, sentindo um rubor subir pelo seu pescoço — eu não sei
— você está mentindo — disse o padre lee suavemente — eu acho que você sabe exatamente o que quer
seu coração batia forte e você não conseguia ignorar como as palavras dele a envolviam como uma tentação
— não tem problema admitir — disse ele com os lábios perigosamente próximos da sua orelha agora — às vezes... se render ao que você realmente deseja é mais poderoso do que lutar contra isso
sua respiração falhou e por um segundo, você se inclinou para ele, atraída pelo magnetismo de suas palavras ele parecia saber exatamente o que dizer, mas você recuou
— você é padre — você disse
padre lee deu uma risadinha, um som baixo e suave — sou, mas isso não significa que eu não entenda a tentação,o pecado é... fascinante, não é? principalmente o tipo de coisa que te faz questionar tudo o que você achava que sabia sobre si mesma
havia algo tão errado nessa conversa, e mesmo assim, você não conseguia negar a atração
ele sustentou seu olhar, com confiança — você anseia por conexão, você quer viver a vida nos seus termos, mesmo que isso signifique ultrapassar os limites impostos por aqueles que acham que sabem mais, e eu admiro isso
— você realmente não sabe o que tá falando — você disse, tentando recuperar o controle
— talvez — ele disse com um sorriso charmoso — mas e se eu estiver disposto a correr esse risco? a explorar essas águas desconhecidas com você?
— é isso que o senhor faz com todas as garotas que vêm aqui padre? — você retrucou
— a maioria não me provoca como você — ele disse — elas têm medo de se desviar muito do caminho reto, mas você… você tem uma luz que me atrai
suas bochechas coraram sob o olhar intenso dele, mas você balançou a cabeça rapidamente, se recusando a se deixar influenciar — você não deveria dizer coisas assim, você é um padre
— ah, é exatamente isso, não é? — respondeu ele — o que isso realmente significa? eu uso a batina, mas também sou um homem, um que entende seus desejos obscuros, você se sente atraída por eles, não é?
— talvez eu esteja apenas curiosa — você respondeu, tentando parecer indiferente
— curiosidade é perigosa — disse ele — especialmente quando te leva a alguém como eu, comigo você pode explorar todas as respostas para as suas perguntas e talvez até encontrar a absolvição que nem sabia que buscava
— e qual é o preço disso? — você desafiou, sem estar pronta para ceder
— apenas a sua confiança — ele disse — me deixe te guiar, me permita te mostrar o que acontece quando as regras não são seguidas, o que acha?
— não tenho certeza se tô entendo onde você quer chegar — você diz sem olhar pra ele
ele se inclinou para mais perto, os rostos a poucos centímetros de distância
ele passou o polegar delicadamente pelo seu lábio inferior — se perca em mim, me deixe ser quem libertará a sua alma
você sente o polegar dele mergulhando dentro da sua boca, ele pressiona o polegar mais fundo, explorando sua boca quente e úmida
— tão ansiosa para agradar — ele ronrona, a outra mão deslizando pela sua lateral até segurar seu quadril, te mantendo firme — sua boca foi feita para o pecado com um toque sutil ele instiga sua língua a girar em torno do dedo — uma pequena pecadora — ele diz sorrindo
antes que você possa processar, ele te beija e as coisas esquentam rápido ele não parece se importar que estejam sentados no sofá do escritório dele dentro da igreja ele toma sua boca em um beijo intenso, a língua encontrando a sua em um ritmo urgente, as mãos dele percorrem seu corpo, enquanto ele te puxa para mais perto.
— tão doce — ele rosnou contra seus lábios, interrompendo o beijo apenas para mordiscar e sugar seu pescoço, deixando um rastro de beijos quentes — um pequeno pecado delicioso
os dedos dele desabotoaram rapidamente sua blusa, revelando o sutiã de renda por baixo e as curvas de seus seios você ofegou, sentindo os lábios dele na sua pele
ele beijou e lambeu um caminho para baixo, parando para brincar com a borda de renda do seu sutiã antes de puxar o tecido delicado para o lado a boca quente dele se fecha sobre seu seio — hummm você tem um gosto divino — ele ronronou enquanto sua mão livre desliza pela sua coxa até roçar o tecido úmido da sua calcinha — cada centímetro seu foi feito para o pecado
seus lábios desceram pelo seu peito, sobre seu estômago, até o cós da sua saia com facilidade, ele deslizou as mãos removendo as últimas peças de roupa
sua saia e calcinha se juntaram à blusa e sutiã no chão, deixando você nua sob o olhar intenso dele
— você é a própria personificação da decadência — ele sussurrou com a voz rouca de desejo
dito isso, ele se ajoelhou diante de você, os dedos roçando a parte interna de suas coxas enquanto olhava para você ele se inclina e então enterra o rosto entre suas pernas, a língua roça em você, o nariz pressionando seu clitóris, as mãos apertando suas coxas com força
você solta um suspiro e suas mãos vão para o cabelo dele
— você tem um gosto tão bom — ele ronronou, as palavras abafadas contra sua pele — eu poderia comer essa buceta gostosa o dia todo e nunca me cansar
dois dedos deslizaram para dentro de você acompanhando o ritmo dos movimentos da língua enquanto te levava cada vez mais perto do ápice seus dedos se curvaram, seus lábios e língua continuaram a trabalhar no clitóris, sugando e roçando
ele podia sentir que você estava chegando ao seu limite enquanto seus quadris se moviam buscando mais
— isso — ele murmurou — goza para mim — seu abdômen se contrai e seus olhos se fecham com força e então sentiu a onda do orgasmo te atingir, ele continuou ali, absorvendo cada gota de você
você pensou que ele tinha acabado mas ele se levanta e te deita no sofá com rapidez, desabotoa a parte da frente e arranca a batina com um puxão apressado a peça se juntou à pilha de roupas no chão, e ele não perdeu tempo já desabotoando o cinto e tirando as calças ele se inclinou sobre você, com um joelho ele afastou suas pernas, antes de se posicionar entre suas coxas uma mão ergueu seu queixo, te forçando a olhar enquanto ele se alinha na sua entrada
— última chance de desistir — rosnou ele, a ponta de pau grosso já roçando na sua buceta — você quer isso tanto quanto eu, não é?
quando você confirma, ele avança e te preenche de forma lenta, soltando um gemido rouco de puro prazer
a sensação é avassaladora da ardência se misturando com o prazer quando finalmente entra por completo, ele para, saboreando a sensação de estar dentro de você ele é enorme, e você podia sentir cada centímetro dele
— tão perfeita — ele sussurrou e respirou fundo, a testa dele encostou na sua enquanto lutava para recuperar a compostura — você foi feita pra mim, cada curva, cada centímetro dessa buceta foi feita pro meu pau
ele começou a se mover, lento no início, recuando até que só cabeça grossa ficasse dentro da sua buceta antes de se enterrar em você de volta, as estocadas ficando mais firmes, mais insistentes ele te fodia como um homem possuído, o ritmo ficando mais rápido enquanto buscava o clímax o sofá rangeu, o som se misturando à respiração ofegante e o ruído obsceno do pau dele entrando e saindo da sua buceta encharcada suas costas se arquearam, empurrando seus seios em direção à boca dele que abocanhava um deles enquanto continuava a foder com força, seus olhos reviraram você usou a mão para cobrir a boca, tentando abafar os gemidos
a boca dele deixou seu seio com um estalo, e ele voltou a te beijar ele podia sentir você se aperta ao redor dele, com um gemido ele interrompeu o beijo, seus olhos brilhando com intensidade
— goza para mim — ele ordenou com a voz rouca e desesperada — caralho... goza para mim, vai
a mão dele desceu até sua buceta onde o polegar dele encontrou seu clitóris fazendo círculos lentos você estremece deixa escapar um suspiro baixo os movimentos dele se tornaram mais rápidos enquanto ele buscava o próprio orgasmo você goza com um grito abafado pela sua mão ele continua estocando, até que ele também alcança o clímax com um gemido rouco
— porra! — ele ofegou — isso... oh, meu deus... sim...— e então ele desabou sobre você, seu peso te pressionando contra o sofá enquanto lutava para recuperar o fôlego
enquanto se recuperava, você começou a processar tudo pensando consigo mesma, você... você acabou de transar com um padre? talvez você seja mesmo problemática como dizem
ele saiu lentamente de você, seu pau amolecido desliza para fora com um estalo úmido se inclinou te beijando lento, os olhos dele nunca desviando dos seus — não pensa demais nisso, querida — murmurou contra sua boca, os olhos dele nunca desviando dos seus — só aproveita o momento
ele se apoiou no cotovelo, com a mão livre afastou delicadamente os cabelos do seu rosto enquanto admirava sua feição corada
— nós dois ultrapassamos limites, mas talvez seja melhor assim, talvez essa é a chave para te libertar — um sorriso malicioso surgiu nos lábios dele enquanto ele levantava do sofá — que tal continuarmos com esse nosso pequeno pecado na cama, hein?
se você chegou até aqui, obrigada por ter lido! ♡
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KSKSKSKSKSKS LAURINHA EU FIQUEI 80 ANOS TENTANDO SABER QUEM ERA VC PQ SEU PERFIL TÁ DIFERENTE, TÁ LINDO
Ai eu tava achando q vc era escritora nova por aq KSKSKSKKSSKKWKSKAKSKS
Amo monster high, nunca tive nenhuma boneca pq meus pais n deixavam, mas elas são mto dyvas
AI AKAKKSNSKSKAKKA eu mudei o user!!! Tava enjoada do outro há algum tempo e queria colocar o mesmo que tá no spirit, por isso mudei
Eu amava monster high também!!! Assisti muito quando era criança, mas nao tive nenhuma boneca também :(( porém amava que existia uma com o meu nome, eu me achava
────────𝙶𝙰𝙱𝚉𝚂𝚄𝙽 𝙼𝙰𝚂𝚃𝙴𝚁𝙻𝙸𝚂𝚃
NCT — Lovey Dovey (Doyoung), Kim Lee Brothers (Haechan), Vamos Fazer um Acordo? (Johnny), Gostosinho tipo o Rio (Haechan), Marrudinho! (Haechan), Ciúmes? (Haechan), Danadinho (Haechan), All that Ass in your Jeans (Johnny), Você lembra? (Jaehyun), Did you Miss me? (Mark), Ele sabe? (Jeno), Louquinho (Mark), Gabriel Fernando PT.1 (Haechan), E com leitinho também! (Haechan), Sementinha (Haechan)
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ATEEZ — Don't Cha (San), Chantilly (Jongho)
SF9 — Contrato Vitalício (Chanhee), Tontinho Apaixonado (Chanhee)
BTS — Orgulho do Detran! (Namjoon)
────────𝙾𝙵𝙵 𝙲𝙰𝙼𝙿𝚄𝚂
Exclusiva (John Logan)
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30 a idade do Sucesso e da Gostosura! (Scoups, SVT): Capítulo 1, Capítulo 2, Capítulo 3, Capítulo 4, Capítulo 5, Capítulo 6 (em andamento!)
Sexy in the City (SVT & NCT Boys): Mr. Sorry (Johnny), Mr. Lee (Haechan), Mr. Doctor (Jaehyun, em andamento!)
oie, tudo bem? você escreveria com piss kink para algum membro do bts? adoro suas fanficsss!!
Oii anon! Tudo bem e você? Obrigada por gostar do que escrevo! 💗 Mas eu não escrevo com piss kink, você pode olhar nas regras e fazer outro pedido, se quiser, ok?
corrigindo sua postura
seungcheol!namorado + leitora ♡ smut [18+ menores não interajam] #avisos: sexo desprotegido, semi publico [banheiro], power control, seungcheol doido de ciúmes, orgasm control, orgasm denial, dry humping, sexo bruto, humilhação & degradação! menção a anal. changbin é seu personal.
contexto da putaria: seu namorado perde um pouco muito o controle quando vai te buscar na academia e vê o personal babando em você
você sabe que seungcheol trabalha pra caralho, e tenta entender a situação, mas é frustrante. cansa ter o jantar interrompido por ligações, cansa planejar tudo e as vezes nem chegar a ter o jantar. você é sim uma namorada compreensiva, só que, porra, é frustrante pra caralho!
quando finalmente termina de reclamar sozinha pro espelho, você decide criar coragem para ir a academia, tinha desistido de ir no momento em que marcou cinema com seu namorado, porém como o filho da puta cancelou, ao menos descontaria sua raiva no supino.
“olha quem deu o ar da graça!” seu personal brinca ao te ver.
“não fode changbin, vim semana passada.”
“sim, veio na terça e faltou o resto da semana.” ele não mente, mas em sua defesa você ao menos repetia os exercícios que ele te passava pra fazer em casa sempre que recebia um ‘ei, bin, vou ter que faltar hoje’
uma das vantagens de ter um namorado que te banca é sem dúvidas o horário da academia, o ambiente vazio com apenas você, o seu personal, e mais duas esposas troféu no máximo ali.
e esse é um dos motivos pelo qual você não se importa nenhum pouco com o comprimento da sua roupa, o shortinho minúsculo com um pedacinho da bunda de fora é quase uniforme já. changbin é um homem hetero? sim. flerta com você as vezes? sim. já deixou bem claro que não ligaria de ser seu amante? inúmeras vezes.
mas você só tem olhos pro seu namorado.
e seungcheol sabe disso, contudo isso não impede do sangue subir pra cabeça (de cima) quando ele entra na academia pra te buscar de surpresa e vê changbin encarando sua bunda descaradamente, chega a ser patético assistir o cara babando num pedaço de pele exposta. ele até pensa em fazer uma cena, em gritar com o personal no meio de todo mundo, ameaçar arrancar os olhos ou qualquer coisa do tipo.
mas respira fundo e vai em direção ao banheiro feminino.
quando o treino finalmente acaba, você só pensa no quanto precisa tomar um banho, ajeita a bolsa na pia e começa a se despir, mas antes de entrar em qualquer cabine, sente uma mão te agarrando por trás.
“PORRA, SEUNGCHEOL! me assustou caralho.”
ele não te responde, só te vira de frente, encostando seu corpo na parede fria e te beija com raiva, um beijo molhado, bagunçado, cheio de ciúmes. e quando ele se afasta, você percebe nitidamente o olhar dele, possessivo, raivoso.
“ele encarando sua bunda igual um cachorro no cio e você não fez nada, porra.” justifica antes mesmo que você questione.
“ele quem, seungcheol?” pergunta, meio dissimulada obviamente, sabe bem de quem seu namorado esta falando porque também notou os olhares, só não liga o suficiente, changbin não é o primeiro nem o último cara a te desejar.
“não se faz, porra. tô falando do changbin.” não grita, seungcheol nunca foi o tipo de cara que grita com você, mas ele claramente tá puto.”o cara só faltou enfiar a cara na sua bunda.”
"desencana, cheol, ele só tava vendo se o exercicio tava sendo bem executado." provoca.
e ele sabe, sabe que você ta provocando, sabe que changbin nunca vai te tocar, ainda sim, ele se irrita. sem dizer nada, se aproxima de novo, vira seu rosto pro ladinho com delicadeza, e começa a dar mordidinhas nada leves no seu pescoço, você sabe que vai ficar marcado, contudo tem curiosidade de saber até onde a ceninha de ciúmes vai.
“ele tava só corrigindo sua postura, né?”
“isso vida, totalmente profissional, até parece que ele pensa em um dia me comer.” ri, provocando mais ainda, a voz enjoadinha fazendo seu namorado enlouquecer.
ele solta um riso baixo, e você sabe que tá fodida, “sou eu quem vou corrigir essa sua postura de puta”
o beijo é bruto, estalado, você sente que vai ser devorada a qualquer momento, os dentes se batendo, o corpo grande te cobrindo por completo e te dominando, mal nota quando o seu shortinho desce, mas tem certeza que o tapa forte na sua bunda ecoou para o lado de fora do banheiro.
“vai, amor? como?” o cinismo na sua voz fazendo o mais velho travar o maxilar.
seungcheol rosna, pressionando o pau duro contra a sua bunda, ainda vestido. sua calcinha vai parar no chão, junto com o shortinho minúsculo, e você escuta o farfalhar de roupas do seu namorado.
“cruza as pernas.” você não entende muito bem, mas obedece, cruzando as pernas ainda em pé, como ele pediu.
no inicio, você pensa que seu namorado vai te comer sem qualquer preparação, te fazendo sentir o ardorzinho gostoso quando sua buceta precisa se acostumar com o pau grosso. mas o que ele faz é pior, a piroca babenta começa a se esfregar no vãozinho das suas pernas, se melando entre a sua coxa.
“c-cheol-”
“cala a boca!” sequer te deixa terminar, sabendo que você vai pedir pra ele te socar fundo, arrombar seu buraquinho, e ele se conhece o suficiente pra saber que não vai conseguir negar.
o pau grosso continua se esfregando em você, sujando suas pernas e fazendo você choramingar em frustração. seu namorado também geme, usando suas coxas como se fosse seu buraquinho, roçando o pau ali em luxúria, com ainda mais tesão em te ver choramingar.
a mão pesada vai pra dentro da sua blusa, apertando o biquinho do seu peito, dando beliscões, enquanto ele faz questão de deixar chupões e mordidas pelo seu pescoço.
“p-por favor” você resmunga, o tesão chega a causar dor física, ter cheol se esfregando nas suas pernas dessa forma pode ser considerado tortura.
ele solta uma risada de escárnio contra o seu pescoço, o cacete grosso latejando no meio das suas coxas. no fundo, seungcheol quer o mesmo que você, mas ele não vai te dar isso assim.
“você acha o que? que vou ver você se oferecendo igual puta pro seu personal e vou te comer? só porque você é uma piranha que precisa de pau pra viver?”
“c-cheol” choraminga de novo, a ponta dos dedos dele tocando sua virilha, o pau dele nas suas coxas, nem ao menos perto de onde você realmente precisa.
é nítido que a essa altura o prazer dele é ver você se humilhando.
“essa sua vozinha de puta patética não vai me fazer te comer.” volta a agarrar seu peito, deixando um beliscão no mamilo direito até você soltar um gritinho, o pau pegajoso na sua coxa, te sentindo tremer. “biscate!” a mão firme puxa seu cabelo.
você morde os lábios, tentando não gemer, tentando não se humilhar mais ainda, mas sente que se ele não te comer ali você pode literalmente explodir de tesão, a respiração pesada da raiva fazendo sua buceta aguar cada vez mais.
ele ri, levando o dedo pro meio das suas pernas, brincando com o líquido pegajoso ali, fazendo suas penas cederem. “toda babada, putinha carente”
nem você percebe que está se esfregando sozinha no pau no meio das suas pernas, mas sente quando seu namorado abre elas de forma bruta.
e ele encaixa a cabecinha do cacete em você, te fazendo manhar de novo, pedindo por favor, implorando pra receber pica. “só vou meter porque eu preciso gozar. você tá proibida, entendeu?” mordisca sua orelha pra silabar firme. “proibida.”
você assente, burrinha demais pra discordar, não se importando em ser usada para o prazer do seu homem.
e quando seu namorado entra, de uma só vez, é impossível não sentir o impacto do corpo firme empurrando o seu. o pau grosso te abrindo na marra, te fazendo aguentar tudinho. ele te estoca com tanta força que seu corpo perde a estabilidade, te fazendo se agarrar na pia, na tentativa meio falha de se manter em pé. a piroca molhada fazendo barulho junto aos corpos suados, sua buceta se esticando ao redor do caralho grosso te punindo.
“minha, porra!” ele rosna, seu corpo balançando a cada vez que o caralho duro te abre mais.
o ritmo é punitivo, arrombando você sem calma, te fazendo levar cada centímetro da piroca até o talo, e você só consegue gemer, completamente perdida no pau grosso te empalando, na cara de puto do seu namorado te comendo.
“essa buceta é minha.”
seungcheol te come sem pena, você sabe que isso vai te deixar mais dolorida do que qualquer treino. sabe que as marcas do sexo bruto vão ficar na sua pele, e isso só te excita cada segundo mais, a ideia do seu homem te usando como depósito te fazendo delirar.
“vou gozar em você. meu buraquinho favorito.” a fala transbordando posse.
o orgasmo atinge seungcheol com força, ele te fodendo completamente descontrolado, esporrando dentro de uma forma meio animal, o líquido branco e espesso sujando você por inteira enquanto ele diminui a velocidade.
você segue sem gozar, obedecendo a ordem que ele te deu minutos atrás. e quando ele finalmente se recupera, o pau lambuzado do próprio esperma faz um ‘ploc’ se retirando de dentro.
“a tua sorte,” começa a subir a calça. “é que eu não tenho uma buceta de bolso aqui, ou eu faria questão de enfiar no seu cuzinho pra foder ele assim.”
a ideia é suja, imaginar teu namorado colocar um ‘fleshlight’ dentro de você, pra então usar é tão nojenta que chega a te dar ainda mais tesão, ser usada como mero buraco pra seungcheol te excita mais do que você gosta de admitir.
e é claro que ele percebe. vocês já estão juntos há tempo o suficiente pra saberem que combinam nessa dinâmica depravada.
“imagina só, enfiar uma porcaria dessas em você e meter bem fundo, te proibindo de me sentir.”
ele liga a torneira, jogando uma água no rosto, enquanto você segue ali, encharcada, com tesão, disposta a fazer qualquer coisa pra poder gozar. as mãos grandes dele puxam seu shortinho pra cima, te vestindo meio desajeitado, ambos cientes que em breve o esperma dele vai vazar dentro de você.
“agora você vai fazer tua melhor cara de cínica, e vai lá no changbin dizer que você se viu no espelho e esse foi o melhor treino que teve” você ameaça abrir a boca para dizer que seu personal vai saber o que aconteceu, mas seungcheol te corta. “e se fizer isso bem direitinho, em casa penso se te deixo gozar.”
e você assente. indo em direção a changbin enquanto pensa na rola do seu namorado empalando você de novo mais tarde.
Dinofode aqui em casa vc é #1 sempre
resumo : a leitora tem um namorado que não é o yoongi nota: não revisei
— amor, vou dar um oi rapidinho para os meninos, tudo bem? — seu namorado jimin diz rapidamente, dando um beijo na sua bochecha e saindo correndo antes da sua resposta
você olha ao redor, observando a festa, procurando por algum rosto conhecido, já que seu namorado te deixou sozinha na casa de um estranho
tem gente demais, e a casa escura está cheia de fumaça de cigarro e luzes piscando na pista de dança, eliminando qualquer chance de encontrar um rosto familiar
você se vira e dá de cara com alguém
— droga, desculpa, querida — o cara diz arrastado, com um tom doce e baixo
você olha para cima e vê min yoongi, seu ex-namorado da antiga escola ele sorri convencido
— yoongi, o que você está fazendo aqui? — você murmurou, cruzando os braços, tentando ao máximo evitar o olhar dele
— acabei de me transferir para cá... achei que você tinha ido pra escola de meninas — ele diz casualmente, seus olhos percorrendo seu corpo, fazendo suas bochechas corarem
— no começo, sim... mas mudei de ideia... preciso ir…
— quer dançar? — ele interrompe, com uma voz suave
— ah, não posso… — você responde automaticamente, finalmente olhando para ele novamente
— não pode o quê? se divertir? — ele ri, com um brilho nos olhos enquanto te olha de cima a baixo mais uma vez — vou me comportar, prometo — seu sorriso bloqueia completamente a parte racional do seu cérebro
— talvez só uma dança — você sussurra e yoongi sorri para você, passando o braço em volta de você, com a mão na sua lombar enquanto te guia em direção à multidão
ele te guia até o meio da pista, você envolve os braços em volta do pescoço dele enquanto suas mãos fortes pousam em sua cintura a sensação das mãos dele em você imediatamente traz à tona lembranças dos momentos que passaram juntos
seu corpo se inclina para ele, se aproximando, sentindo o calor dele contra você você se move ao ritmo da música, os dedos dele fazendo pequenos círculos em sua lombar enquanto você se move contra ele
você sente o cheiro familiar do perfume dele enquanto deita a cabeça em seu peito, se afasta um pouco e os braços fortes dele te viram, suas costas agora pressionadas contra o peito dele
— você está linda — ele sussurra em seu ouvido, a respiração quente fazendo cócegas em seu pescoço
— eu tenho namorado — você responde com firmeza, mais para se lembrar do que qualquer outra coisa
— eu sei — ele responde com indiferença, puxando seus quadris ainda mais para perto, sua bunda pressionando contra ele
seus olhos se fecham enquanto você começa a mover os quadris, se esfregando contra ele, fazendo com que os dedos dele se cravem em sua cintura ele segura firme, guiando sua bunda em um movimento circular
você inclina a cabeça para trás em seu ombro enquanto as mãos dele deslizaram para a frente da sua cintura e você alcança, colocando as mãos sobre as dele enquanto continua a rebolar contra ele
todo o resto desaparece enquanto vocês dois dançam juntos, seus corpos se esfregando um contra o outro
pequenos gemidos escapam de ambos enquanto vocês se provocam sem parar
— quer ir para um lugar um pouco mais tranquilo? — a voz de yoongi soa urgente em seu ouvido enquanto o polegar dele roça seu mamilo, fazendo você inspirar profundamente
— tá bom — você diz rápido yoongi sorri enquanto pega sua mão novamente, puxando você de volta pela multidão e pelo corredor até um quarto vazio
você ouve a porta trancar seu cabelo está úmido de suor, seus olhos descem para ver um volume na calça dele, fazendo você sentir um arrepio só de imaginar
ele se aproxima, levando os dedos ao seu braço, deslizando suavemente para cima e para baixo
— eu… eu realmente tenho um namorado — você gagueja enquanto sua respiração começa a ficar curta
— eu sei… — ele diz novamente, olhando para você , seus lábios se curvam em um sorriso malicioso, as pontas dos dedos ainda percorrendo seu braço, fazendo seu corpo inteiro formigar
— então eu não posso ficar com você — você respira suavemente, seu coração batendo forte no peito, cada toque dele afastando seus pensamentos de qualquer outra coisa
— tudo bem amor — ele sussurra, o rosto se aproximando um pouco mais do seu — yoongi? —, você sussurra, os lábios dele a poucos centímetros de distância
— hum?
— ninguém pode saber — você diz sem pensar
yoongi solta uma risadinha baixa, a mão segue para o seu quadril
— nosso segredinho? — ele ergue uma sobrancelha e você acena com a cabeça, seu coração acelera a cada movimento dele
— olha, me desculpe por aquela merda… — ele começa, com a mão ainda em sua cintura
— yoongi, eu não ligo para isso, só me fode como você fazia antes
— sim, senhora — ele geme, pegando você de repente fazendo você rir sem fôlego
— sentiu falta do meu pau amor? — ele murmura em seu ouvido
— sim — você respira
— você precisa que eu cuide de você? — ele murmura em seu pescoço, pouco antes de sua boca encontrar sua pele, fazendo um gemido escapar de seus lábios
— sim yoongi — você geme enquanto ele te carrega em direção à cama, te jogando nela antes de tirar as próprias roupas enquanto você tira o vestido ele se deita sobre você, o peso dele te pressiona contra o colchão enquanto a boca encontra a sua em um beijo apressado suas unhas arranhavam as costas dele enquanto ele suga e morde seu pescoço
— sem marcas — você diz apressadamente, e yoongi só ri baixinho contra seu pescoço
— sem marcas, meu amor — ele murmura antes de seus lábios encontrarem sua pele novamente, depositando beijos suaves em seu peito
seus dentes mordem delicadamente a curva do seu seio antes de ele chegar ao seu mamilo, mordendo, puxando para dentro da boca, passando a língua para frente e para trás, fazendo você gemer alto
você imaginou que seria uma transa rápida, mas deveria saber que não seria yoongi sempre dedicava tempo para te agradar
uma de suas mãos se move para o seu outro seio, massageando suavemente, enquanto a outra desliza para baixo, entrando em sua calcinha, te provocando
—yoongi.. — você geme, levantando os quadris e arqueando as costas, desejando mais do toque dos dedos dele
yoongi continua a te provocar lá embaixo, roçando levemente sua buceta enquanto solta seu mamilo da boca, passando para o outro, sugando e lambendo antes de morder, fazendo seu corpo estremecer
— mais… yoongi
ele sorri e morde com mais força, puxando o mamilo entre os dentes, fazendo você arfar de prazer
— quero te provar — ele murmura profundamente, sem pressa, distribuindo beijos molhados pela sua barriga
— senti falta da sua língua — você admite, observando ele descer os olhos dele se encontram com os seus quando ele toca a parte de cima da sua calcinha de renda ele beija por cima do tecido enquanto abre suas pernas e pressiona os lábios contra o tecido úmido
— yoongi, por favor
— por favor, o quê? — ele ergue uma sobrancelha, enfiando o dedo na sua calcinha e movendo para o lado, você sente o frio quando o ar alcança sua buceta molhada — chupa minha buceta, por favor, chupa minha buceta
sua cabeça cai para trás no travesseiro quando a língua dele finalmente te toca a língua dele desliza para cima e para baixo, para frente e para trás, fazendo você agarrar os cabelos dele, pressionando ainda mais fundo
seus gemidos abafados estão ficando cada vez mais difíceis de conter enquanto ele geme dentro de você, te penetrando com a língua, lambendo e chupando toda a sua buceta molhada
de repente, ele enfia dois dedos em você enquanto os lábios continuam no seu clitóris
— ah sim... ah, sim...chupa minha buceta amor — você ronrona, segurando a cabeça dele no lugar
— goza na minha cara amor — ele diz antes de seus lábios se prenderem novamente ao seu clitóris, chupando ainda mais forte, fazendo você soltar um gritinho você rapidamente cobre a boca com a mão enquanto se contorce em volta dos dedos dele
yoongi retira os dedos, chupando e lambendo ele se afasta depois de um minuto e você vê o rosto dele brilhando, ele tira sua calcinha, jogando no chão
— ai meu deus — você ofega enquanto ele sobe em cima de você novamente, a língua separando seus lábios, permitindo que você sinta seu próprio gosto no beijo
você sente a ponta dele na sua entrada e envolve os braços em volta do pescoço dele no momento em que ele penetra ele abafa seu gemido enquanto te preenche, fazendo seu corpo estremecer sob ele
— porra, você é tão gostosa — yoongi geme contra seus lábios enquanto começa a aumentar o ritmo gradualmente
uma vozinha no fundo da sua cabeça dizia que aquilo estava errado, mas a cada estocada de yoongi , a cada gemido, a cada palavra que saía de seus lábios, a voz ficava mais e mais baixa
— mais rápido — você murmurou,, seus olhos se fechando enquanto ele penetrava com força e rapidez
de repente, vocês ouviram uma batida na porta e olharam para o lado, percebendo a maçaneta se mexer enquanto alguém tentava abrir
seus olhos se arregalaram ao ouvir a voz do seu namorado chamando seu nome do outro lado da porta
droga
yoongi sorriu maliciosamente para você, dava para perceber que a presença de jimin do lado de fora só o excitava mais a mão grande dele mão grande cobriu sua boca enquanto ele começava a se mover novamente você gemeu contra a mão dele enquanto ele aumentava a velocidade, deslizando para dentro e para fora de você
— meu bem... você é uma delicinha...— yoongi murmura sorrindo enquanto prende sua perna no quadril dele, se inclinando para baixo, seus lábios envolvendo os seus
você ouve a porta chacoalhando novamente e sua cabeça vira apenas para yoongi puxar seu rosto de volta para ele, exigindo toda a sua atenção
— quer parar? — ele pergunta, parando por um instante, permanecendo enterrado dentro de você seus quadris se elevam automaticamente, se esfregando no pau dele, ansiando para que ele se mova novamente um leve gemido escapa de seus lábios
— sabia que você não queria — ele sorri maliciosamente, saindo e penetrando você novamente, seu pau grande entrando ainda mais fundo, fazendo seus olhos revirarem
você espera que jimin tenha ido embora, que ele não esteja parado do lado de fora da porta não havia como esconder o que estava acontecendo naquele quarto, os sons ao seu redor eram toda a prova de que ele precisava
yoongi retira a mão da sua boca e você não consegue impedir que o nome dele escape dos seus lábios
— assim é melhor amor, eu gosto de te ouvir — ele diz
todos os pensamentos sobre jimin somem da sua cabeça, toda a tentativa de conter os gritos desaparece completamente com as palavras dele
do jeito que ele te fode, seria um milagre se a casa inteira não ouvisse
suas unhas cravam nas costas dele, fazendo um rosnado escapar de seus lábios você começa a se mover junto com ele, elevando os quadris para encontrar cada investida
— mais forte...— você implora, olhando para ele
yoongi se agarra à cabeceira de madeira e você leva as mãos à cintura dele, seus olhos acompanhando enquanto ele entra em você e sai lentamente
os quadris dele agora se movendo lentamente, fazendo suas coxas tremerem ao redor dele
— yoongi... mais forte... por favor...— você geme, um gemido necessitado
— vou te foder com força — ele diz e sua boca se abre em um suspiro quando ele te penetra com tudo
os quadris dele começam a se mover com mais força e rapidez, ambos respirando pesadamente enquanto seus corpos se esfregam um contra o outro
— esfrega seu clitóris linda, brinca com essa sua bucetinha pra mim — yoongi sorri, fazia tempo que você não ouvia alguém falar tão sujo com você
— quero que você goze comigo — yoongi sussurra, com as mãos ainda segurando a cabeceira da cama acima de você você acena com a cabeça enquanto estende a mão, esfregando seu clitóris repetidamente enquanto ele te fode com força
— yoongi! eu vou gozar!
— eu também, amor… eu também — ele geme, estocando rapidamente enquanto sua perna começa a tremer
— yoongui eu vou…— você grita e ele cola os lábios nos seus uma última vez enquanto seu pau se contrai dentro de você
— caralho — ele ri, caindo na cama ao seu lado
— caralho — você concorda, com o corpo tremendo da cabeça aos pés —--------------------
de volta a festa, jimin te abraça enquanto seus olhos percorrem o ambiente e você o vê indo em direção à cerveja yoongi pega uma lata e muda de direção, vindo na sua direção
você observa atentamente enquanto ele estende a mão para jimin
— e aí, cara? — yoongi resmunga quando jimin estende a mão apertando
— nada mal, min — diz jimin, acenando com a cabeça
— amor, este é o yoongi, ele entrou na minha turma semana passada — diz jimin enquanto a outra mão de yoongi se estende para você você sente um pedaço de papel escorregar para a sua palma enquanto ele aperta sua mão levemente
— você é a namorada do jimin, né? ele me contou tudo sobre você — ele te olha com um sorriso travesso
você consegue acenar com a cabeça e sorrir, esperando que suas bochechas não estejam tão vermelhas
— foi um prazer te conhecer, a gente se vê por aí jimin — yoongi sorri, piscando para você você o observa se afastar, com o coração ainda acelerado por causa do encontro secreto
jimin vai pegar uma bebida e você abre o papel às pressas
"chuveiros da piscina. sexta, 8 horas? - MY"
você pega seu delineador na bolsa e rabisca um pequeno coração em resposta
você esconde o bilhete na palma da mão bem na hora em que jimin reaparece te entregando uma bebida
ao sair da festa, você passa por yoongi e entrega o papelzinho a ele discretamente
você olha para trás e vê um sorriso delicioso se abrir em seus lábios enquanto ele lê o bilhete
se você chegou até aqui, obrigada por ter lido! ♡ aviso: todo o conteúdo publicado aqui é de minha autoria, não autorizo publicações em outras plataformas.
Ai q erro gostoso esse ex 🫦🫦
masterlist
seventeen dokyeom: sexta à noite | você é bem gostosinha | foi alarme falso | 5 minutos | hoshi: você limpou meu beijo? | seungkwan: gosta de panqueca? | jun: que garota boazinha | joshua: precisa de uma carona pra casa? | bts rm : você que começou | não tenho medo de um pouco de sangue | jungkook: você fica tão lindo assim | suga: seu suéter | ex-namorado v: terminamos? |
I would let him do the nastiest things to me… I would BEG him to do the nastiest things to me…
Não é possível, o endrick só pode ter comido a mulher do ancelotti pô
VAI VAI VAI VAI VAI
───── 𝓅. 𝑛𝑒𝑟𝑑𝑦 boyfriend alert ! 🗒️ ·
⌞ ❥ ⌝ especial dia dos namorados, role play, dirty talk (degradação), masturbação fem + fingering, menção a free use fem, spanking, acho que size kink, mean dom(?) x leitora!brat, finger sucking. gntbeu revisei mas depois fiquei bêbada e nao consegui mais revisar.
você retira o casaco dele, pendura no cabide atrás da porta do escritório. Pega a bolsa, guarda junto da sua, sobre o móvel da parede. O escuta suspirar, uma risadinha abafada querendo ecoar da garganta, enquanto ele se senta à mesa. Não é um horário comum para estar neste cômodo da casa durante a semana. Normalmente, vai amanhecer as manhãs de domingo ou se esconder nos sábados à tarde, caso não tenha nada marcado para o fim de semana. Mas, dessa vez, vale o esforço — pelo menos em prol da cena.
te olha de canto, por cima dos ombros. Ouve o som do slingback contra o piso, antes mesmo de poder captar a visão dos seus quadril abraçados pela saia justa. Você apostou no esteriótipo, porém ele não pode negar a atração. Os olhos estão vidrados no desenho da sua bunda ao se virar para escorar na beirada da mesa.
— meus olhos estão aqui em cima, senhor.
ele estica o sorriso.
— desculpa. — Ajeita os oculos na face. — É que você está muito — destaca — gostosa nessa roupa.
você cruza as pernas.
— esse é o tipo de linguajar que se deve usar com a sua colega de trabalho? — não sai do personagem. — Eu deveria te denunciar pro RH...
— certo, foi mal. — Ergue as mãos, vencido. — É que você me lembra tanto uma pessoa... — te olha.
— sério? Quem? — corresponde ao contato visual.
ele aperta os olhos, como se houvesse um esforço tremendo para associar um rosto ao suposto outro. Você aguarda, tão boa atriz que a curiosidade parece genuína.
ele se lembra.
— ah, a minha mulher...
a sua cabeça pende pro lado.
— eu me pareço com a sua mulher? — investiga. O slingback pretinho de salto fino roça na calça social dele. — No que exatamente eu lembro ela? — a voz sai mais doce. — O senhor pode ser mais específico?
o homem se ajusta na cadeira, as pernas mais espaçadas. O par de olhos se iluminam, sobem dos seus tornozelos por trás da meia calça fina para os joelhos despontando por baixo da barra da saia, mas acabam repousando no colo coberto pela blusa de botões branquinha. tão mal protegido pela peça clara que os três botões abertos nem são o maior problema. O que rouba totalmente o foco é a sombra que o sutiã preto forma sob o tecido.
se pergunta qual foi o escolhido da noite, já conhece todos. Considerando a ocasião especial, pode ter sido aquele com lacinhos também brancos atravessando os aros, ou aquele com detalhes rosados. Mas pelo desenho do busto, com certeza é algum com um pouco de bojo. Logo, deve ser aquele rendadinho, o que significa que a parte de baixo é ainda mais interessante.
e quando você apoia as mãos na mesa para se inclinar na direção dele e murmurar hm?, flagra pelo decote a resposta para suas suposições.
— hm? — devolve, despertando dos próprios pensamentos. Sorri.
você toma as rédeas nas mãos.
— deixa eu te ajudar... — Repousa o salto na coxa dele. — Ela tem pernas como as minhas? — provoca. Corre os dedos pelo tecido da meia calça e ao alcançar a barra da saia, puxa, expondo o limite da meia levemente acima do joelho.
— tem... — ele sussurra, assistindo.
— é? — Os dedinhos chegam mais em cima. Vão da perna à clavicula. — Ela... — Escorrega o toque pelo decote até resultar nos botões ainda selados. Desfaz. Um, mais um. Mais outro. Os seios estão tão bonitinhos dentro do sutiã. — Ela usa coisas assim pra você?
seu namorado aparenta hipnotizado.
— e eu vi você olhando pra minha bunda quando eu cheguei — o recorda. De pé, dá as costas para o homem somente para espalmar as mãos na mesa e poder empinar o bumbum. — a da sua mulher também é assim?
ele umedece os lábios, o ar quente sai dos pulmões. É memória muscular, apalpa a carne chamativa. Um aperto de levinho, só pra sentir a maciez da nádega.
— é — concorda. Dali, a palma desliza pela meia fininha para tocar na pele escondida por baixo da saia. — Ela tem tudo, e ainda mais...
— tipo o quê? — Deita mais a coluna, jogando os cabelos pra conseguir observá-lo.
o resvalar da ponta dos dedos na sua calcinha te pega desprevenida. Ressalta, porém não demora a se entregar pelo carinho.
— ela tem a buceta sempre molhadinha pra mim — ele diz —, que nem a sua agora... — Você se empurra contra a carícia, o quadril rebola devagarzinho. — E a buceta dela me ama tanto que me aperta tão gostoso que eu preciso comer ela bem lentinho, senão vou encher de porra sem perceber.
você pressiona mais, atiça e recua mais de uma vez feito convidasse os dedos firmes a serem ainda mais ousados. O tesão supera o tecido da calcinha, aquele o indicador que circular direitinho a região do seu clitóris.
engole um gemido, maltratando o lábio entre os dentes. Atiça e recua. Se oferece. Descansa o rostinho na mesa do escritório, e finalmente consegue o que implorava em silêncio.
— acredita que ela diz que aquela buceta é toda minha? — ele continua. Os dedos afastam a calcinha para que o médio possa apontar no seu buraquinho. — Pra poder fuder quando eu quero, do jeito que eu quero...
o homem te olha: a carinha contra a madeira, tão coitadinha. Vai ser mal, mas também vai recompensar — estala um tapa na sua bunda e afunda o médio no seu interior quente.
agora, você não consegue conter o gemido.
— mais, por favor — pede, apoiando o peso do torso nos cotovelos para poder ver melhor quando a mão grande atingir a sua nádega de novo. — Bate mais.
a palma acaricia o local maltratado. Novamente, está oferecendo o equilíbrio, porque deixa só a pele respirar para açoitá-la mais uma vez.
você fica na ponta dos pés, ronrona.
— tá me lembrando ainda mais ela, sabia? — a voz dele soa no fundo da sua cabeça, profunda. — Ela também me pede mais, pra bater mais. Gosta do jeito que eu trato a bundinha dela. — O polegar se ocupa de estimular seu clitóris ao passo que outros dois dedos podem ameaçar penetração. — Mas ela vai além... Tão melosa... — finge que reclama — ...Diz que é minha putinha. Quando eu tô metendo na boquinha dela, esfregando o meu pau por aquele rosto lindo... Quer que eu chame ela de todos esses nomes sujos.
“mas isso não é apropriado pra um ambiente de trabalho, é?”, instiga. É sim, você resmunga na mesma hora. Seu namorado se levanta, a mão livre se afoga na sua nuca pra reter os cabelos e conseguir erguer a sua cabeça.
— o que disse? — se faz de desentendido.
você sorri.
— eu disse... — tropeça nas palavras, baixo, a posição incômoda te arrancando o fôlego.
— não estou ouvindo.
— eu disse — você reforça o tom — que não é apropriado.
— isso. — Solta os seus fios. O corpo grande permanece colado no seu, sombreando. As mãos apertam os seus ombros. Apalpa os seios. — E se você for realmente como ela — continua —, embora fazer hora extra esteja acabando comigo, não posso arriscar comer uma vadiazinha barulhenta no meio do escritório.
“eu coloco só a cabecinha do meu pau, e ela está gemendo e gemendo. Toda manhosa”, sopra no seu ouvido. “E quando eu acelero, parece que a bucetinha dela nem vai aguentar; tremendo, debaixo de mim.” O roçar dos corpos é delirante. Ele faz questão de aperta a sua cintura, prensar sua bunda na virilha dele. Sente a ereção, se esfrega contra. Vem e vão como se ensaiassem a penetração.
— mas eu sou quietinha — você argumenta, cheia de dengo.
— não confio — ele responde. — Só pelo jeito que você estava gemendo com um tapinha na bunda, não vai se controlar quando levar pica.
— você pode tapar a minha boca — sugere.
assim? te vira. Cobre os seus lábios, te faz se sentir ainda mais pequenininha quando tem que olhar pra cima para devolver o contato visual.
você faz que sim.
ele ri, soprado.
— mas você esqueceu o mais importante... — te libera da palma, mas o toque permanece segurando o seu queixo. O polegar pedindo espaço pra adentrar os lábios. — Eu sou incrivelmente fiel à minha namorada.
seus olhos reviram, com bom humor. Pega na gola da camisa dele. Pode ser nosso segredinho, sussurra. Percebe no jeito que a risadinha dele ecoa que saiu do personagem por enquanto.
dá um passo para trás, mais distante de ti.
— onde você vai? — questiona-o.
— eu vou descer pra cozinha agora, tenho que jantar com a minha mulher.
— ah, é?
— uhum — afirma. — E ela vai estar usando só esse conjuntinho de lingerie safada, com cinta e tudo.
— e depois do jantar?
— vou pro quarto.
— vai comer ela na cama?
ele pondera. Amor, você faz manha, tocando no ombro dele, por favor...
— vou pensar no que fazer com ela depois — a resposta não é o suficiente para você.
quer argumentar de novo, talvez implorar com os olhinhos bem cheios, mas ele pega no seu queixo, te cala.
— shh, quem é que manda aqui? — a pergunta amansa o ego masculino e consegue o seu você a contragosto. Sorri. — Foi o que eu pensei.
o tapinha salpica na sua bochecha, te acende ainda mais. É cruel assisti-lo abandonar o cômodo; pensar que vai ter que esperar para conseguir o que quer. Pior, que pode não conseguir exatamente o que deseja. No entanto, segue as regras, continua brincando conforme a cena. Retira a saia, termina de desabotoar a blusa.
mas se ele quer jogar assim, tão mal, você também pode duplicar os desafios.
sobremesa de cortesia
minghao!desconhecido + leitora! ♡ smut [18+ menores não interajam] #avisos: sexo desprotegido, sexo com desconhecido, menção a fingering & oral (f.)
contexto da putaria: você sai para jantar sozinha no dia dos namorados, mas o garçom acaba pedindo para colocar alguém na sua mesa...
n.a: NÃO foi revisada, eu só escrevi e postei pra não deixar em branco, também confesso que não ficou como eu planejava e tá meio diferente da forma como gosto de escrever mas espero que gostem :)
o restaurante estava lotado, sendo dia dos namorados, dificilmente seria diferente. velas decorativas na mesa, diversas pétalas de rosa espalhadas pelo chão, violino tocando ambiente, e casais apaixonados por todos os cantos.
e tinha você: sentada sozinha na mesa.
e estava tudo bem, não era uma espécie de grinch de dia dos namorados, claro, ficou meio bolada quando sua melhor amiga furou contigo só porque o ficante havia resolvido chamar ela pra jantar, porém ainda sim poderia ser uma noite legal.
dia dos namorados também pode ser sobre amor próprio, afinal você se namoraria se pudesse, então seu plano era comer seu prato favorito, pedir uma sobremesa, e depois voltar pra casa e descansar após um dia cansativo de trabalho.
‘era’ porque em algum momento isso desandou.
“oi,” um dos garçons se aproxima de você meio receoso. “tem um rapaz ali que também está sentado sozinho, e nós estamos com uma fila enorme.”
você arqueia a sobrancelha, sabendo bem o que ele vai sugerir.
“vai me pedir para dividir uma mesa com um desconhecido?”
“se não for incomodar, claro! meu gerente está quase tendo um ataque com tanta gente.”
você encara o tal rapaz, sentado sozinho numa mesa, uma taça de vinho pela metade enquanto ele lê um livro, nada afetado pelo caos do garçom.
“ele tá sabendo dessa sugestão?” pergunta.
afinal, o que poderia dar errado?
“ele disse que a decisão é totalmente sua.”
você então encara mais uma vez, o rapaz ainda imerso na própria companhia, parecendo alguém tranquilo, e claramente bonito.
“por mim ok!”
o garçom sorri de orelha a orelha, “vou providenciar uma sobremesa de cortesia pra vocês!”
alguns minutos depois, o homem se aproxima da sua mesa, sorri gentil antes de se sentar, e é ai que você percebe que ele é ainda mais bonito, os fios um pouco longos encostando no ombro, os lábios cheinhos um pouco roxo devido ao vinho que bebia, o corpo tentador exalando um calor… puta que pariu.
“então você é a salvadora da pátria dos garçons?” ele ri simpático, estendendo a mão pra você, “xu minghao!”
as coisas acontecem de forma rápida, alguns minutos depois vocês estão entrosados, conversando, contando sobre a própria vida e o motivo por estarem numa mesa sozinhos em pleno dia dos namorados. vocês conversam sobre os casais ao redor, fofocam, fazem piada, analisam quem está em um primeiro encontro e casais de longa datas, assistem até mesmo um pedido de casamento.
e naturalmente as coisas fluem, sem celular, sem qualquer pressa para liberar a mesa, nem mesmo o livro que minghao lia minutos atrás é importante mais.
apenas você e ele.
e o violino tocando no fundo.
você percebe como minghao te encara, como os olhos dele recaem nos seus lábios a cada minuto, como o olhar passa por todo seu corpo, como ele presta atenção em tudo que você fala. e em algum momento, entre taças de vinho e risadas, você não vê mais minghao apenas como um desconhecido.
quando a sobremesa chega, numa única taça e com duas colheres, você começa a se questionar qual o sabor do beijo dele.
“quer carona pra casa?” minghao pergunta quando o garçom avisa educadamente que o estabelecimento vai fechar. você não tem muita noção de quantas horas já se passaram até ligar a tela do celular.
minghao não te deixa pagar pela conta, respondendo direto ao garçom que ele iria pagar por tudo, sem ao menos te deixar questionar sobre.
e quando ele te deixa na porta do prédio, é natural que ele entre condominio a dentro com você.
o beijo se inicia assim que a porta é fechada, as mãos grandes passando por todo seu corpo, murmurando o quanto ele quer aquilo desde que te viu no restaurante. ele tem um beijo firme, agarrando todo o seu corpo e tomando o controle da situação, te guiando pelo sofá no meio da sala, deixando o corpo cair sobre o seu ali.
as roupas saem fácil, se juntando no chão de uma forma embolada, a ponta dos dedos dele entrando dentro da sua buceta molhada, inserindo os digitos bem devagar, te assistindo manhar no toque dele.
“tão linda, porra!” mordisca sua orelha, afundando ainda mais os dedos na sua bucetinha, sentindo a carninha esponjosa nos dedos dele, sentindo cada pedacinho seu.
os lábios grossos brincando com o bico do seu peito, chupando e deixando mordiscadinhas leve, te fazendo delirar enquanto arqueia as costas. minghao insere outro dedo, alargando bem você, te deixando pronta pra ele.
e quando ele finalmente entra, você geme, pouco se importando se está parecendo uma putinha, pouco se importando se parece estar no cio, você apenas aproveita a sensação da piroca grande te abrindo.
“m-minghao, puta que p-" as palavras morrem na sua garganta, "gostoso!” agarra os ombros firmes, encarando as orbes escuras.
“tá gostando, princesa? gostosa do caralho, buceta linda!” ele mete mais fundo, usando a mão de apoio atrás do seu joelho pra te fazer receber ele ainda mais, pra sentir cada centímetro do caralho grosso te usando. “putinha safada, tão linda levando meu pau.”
“m-mais”
ele obedece, indo um pouco mais rápido, te comendo mais forte, o cacete grosso se enterrando dentro de você, maltratando sua bucetinha de uma forma que você nunca sentiu, seus olhinhos reviram, as suas unhas agarram as costas nuas de minghao, choramingando por mais, implorando pra ele não parar.
“vai gozar, linda? mela meu cacete.” ele te encara, fazendo questão te ver manhando cada vez que o caralho soca o fundinho do seu útero. “quero melar você também, deixa?”
você assente, incapaz de negar qualquer coisa aquele homem.
e quando você goza, a pressão da buceta sugando o pau dele faz com que minghao goze também, esporrando o leite quente dele dentro de você, te deixando burrinha demais pra pensar em camisinha.
mesmo alguns segundos depois suas coxas ainda tremem, fazendo ele rir.
“feliz dia dos namorados?” ele brinca, deixando um beijo na sua bochecha.
“que isso, um pedido?”
“pra você me deixar ficar... depois a gente vê no que da”
você assente, assistindo ele se ajoelhar pra chupar toda a bagunça que fez em você.
e essa cena se repete nos dias seguintes, e nas semanas, até finalmente um dia minghao chegar com um buquê de flores e um anel, deixando claro que você é dele. e só dele.
────⠀· ❛ 𝐒𝐔𝐑𝐑𝐄𝐍𝐃𝐄𝐑𝐄𝐃
(Koga Yudai x Leitora)
𓏳 ˚⋆˙⟡ · 𝐺𝑒̂𝑛𝑒𝑟𝑜: Smut.
𓏳 ˚⋆˙⟡ · 𝐴𝑣𝑖𝑠𝑜𝑠: MDNI, conteúdo sexual explícito, linguagem imprópria, sexo desprotegido, esse tá bem romântiquinho gente.
𓏳 ˚⋆˙⟡ · 𝑁𝑜𝑡𝑎: Feliz dia dos namorados pessoal! teve sorteio nas Hottie Hottie e eu tirei a linda da @momoonie , então leiam com moderação porque o homi é comprometido.
❝ You're so precious, I can't take it…❞
Desde o primeiro instante em que seus olhares se cruzaram, Yudai pressentiu que havia entrado num beco sem saída, ele só não esperava que depois de uma noite com você, sua vida virasse de cabeça para baixo.
Ele era cético com praticamente tudo, mas porra, poderia jurar que foi hipnotizado sem ao menos se dar conta. Pra ele, só isso justificava ter ficado completamente sem rumo, atordoado de verdade por uma mulher, sabe? Ele não ficaria surpreso se fosse exatamente isso pois, acredite, dizer que ele estava doidinho por você ainda era eufemismo.
Era possível dizer que nem ele mesmo estava se reconhecendo, até porque o Yudai de mais ou menos três meses atrás jamais estaria plantado na frente da casa de alguém às duas da madrugada.
Quando seus amigos em comum apresentaram vocês um ao outro numa saidinha qualquer de fim de semana para beber há um tempo, foi inevitável para Koga não desejar ter você na cama dele no final da noite. Entretanto, ele não esperava nada mais do que isso: uma noite gostosinha de sexo e tchau, mas as coisas nem sempre ocorrem como esperamos. Quando acordou no dia seguinte, você já não estava mais lá, sequer havia deixado algum rastro de que esteve ali, exceto pelas marcas que suas unhas e boca deixaram pelo corpo dele… Olhou o celular e nenhum vestígio de mensagem sua, ignorou todas aquelas outras que enchiam a caixa de entrada do aparelho, claro. Ficou frustrado, mas assim que reconheceu o sentimento, se autojulgou. Tinha te conhecido na noite passada, não era pra tanto. Isso até o final daquele mesmo dia ele próprio se render e te mandar uma mensagem só pra "confirmar se tinha salvado o número certo na noite anterior". Não vamos entrar em detalhes sobre o sorriso largo que ele deu quando finalmente a única notificação que ele estava querendo receber chegou.
Os dias se seguiram entre trocas de mensagens até chegar o momento em que a primeira coisa que ele fazia ao acordar era te mandar um bom dia e a última antes de dormir era te desejar uma boa noite de sono. Se sentia patético quando finalmente dava um tempo do celular e caía em si, mas era impossível disfarçar o sorriso de canto quando estava trocando mensagens com você de novo. E quando decidiu te chamar pra sair mais uma vez, por pouco não jogou o celular janela a fora de nervosismo, ficou até receoso de verificar sua resposta, mas fogos de artifício quase foram soltos pelo mesmo quando você aceitou.
A semana que se passou até o dia do encontro foi uma verdadeira tortura, os dias nunca pareceram se arrastar tanto. Quando a data finalmente chegou, ele jurou que poderia ter um infarto de tanta ansiedade. Problemas que nunca aconteceram antes também surgiram, encontrar a roupa ideal foi um verdadeiro desafio, nada parecia bom o suficiente para te rever, mas de qualquer maneira, isso mal importava de verdade, os planos dele para aquela noite não incluíam nenhum dos dois vestidos mesmo. Até se perfumou mais do que o normal na intenção de fazer o cheiro dele grudar até na sua mente.
Quando chegou no seu endereço para te buscar considerou se a reserva no restaurante valia tanto a pena assim porque ele poderia pular a janta e te levar pra cama no mesmo segundo em que te viu. Ele sentiu que a imagem de você abrindo a porta era a mesma que ele teria se morresse e fosse direto pro céu. Sua face perfeita, seus olhos marcantes que o faziam querer arrancar o próprio coração com as mãos e entregar pra você, o vestido vermelho que se moldava em seu corpo escultural. Qualquer uma das deusas do Olimpo teria inveja de você. Yudai se sentia um garotinho babão na frente de um mulherão.
Por sorte, ele conseguiu sair daquele transe, mesmo ficando constrangido quando te viu rir da cara de bobo dele. O jantar foi realmente melhor do que ambos esperavam, as conversas e as risadas trocadas ainda mais. E ao final da noite, quando ele foi te deixar em casa, você decidiu que era hora de tomar atitude. Sendo mais rápida que Yudai dessa vez, sequer o deixou pensar em se despedir, começou a arrastá-lo para dentro de casa, o beijando com tanta vontade enquanto o levava até seu quarto. É justo dizer que o sexo daquela noite foi coisa de cinema até melhor que o da primeira vez, o que já parecia difícil de superar, pelo menos para Koga.
Ah, Yudai... O homem estava maravilhado a partir do dia seguinte, como se tivesse conhecido o paraíso e voltado. A essa altura, mesmo não querendo confessar, já estava mais do que apaixonado, dominado é o certo a se dizer. Merda, logo ele que não era desse tipo de coisa, logo ele que curtia o "pegar sem se apegar".
Sendo sincera, Yudai foi cabeça dura. Continuou tentando negar para si mesmo a existência desse sentimento. A forma como tudo relacionado a você o tirava do eixo não era normal, ele queria você vinte e quatro horas por dia, sete dias por semana, trinta dias por mês. Ficava à míngua quando percebia que você ainda não havia visto as mensagens dele, quando você dormia primeiro e esquecia de mandar boa noite, era ridículo pra ele, sabe? Nunca foi assim com ninguém, mas com você era diferente, pensava tanto em você que até sonhava. Sua boquinha por todo o corpo dele, como olhava direto nos olhos dele enquanto enterrava o pau fundo em você... Porra, a lembrança da sua voz docinha chamando o nome dele. Os banhos de Yudai agora eram frios e longos, ele estava enlouquecendo.
Naquela noite em questão, nem dormir ele estava conseguindo. Como se o efeito da última vez tivesse passado rrápido demais do corpo dele, deixando Yudai numa abstinência do caralho e numa carência que ele sequer conseguia controlar. Ele precisava de você de novo, precisava muito, estar mesmo que só perto de você, o que fosse, já seria o suficiente para cessar essa tortura. Koga sabe que não foi uma escolha racional, mas quando deu por si seu corpo já estava operando no automático, seguindo um único rumo, correndo estrada a fora, nem ao menos se importando com a chuva constante que logo logo o encharcaria.
Talvez fosse imaturo, precipitado o que iria fazer. Era tão tarde pra aparecer na sua casa, não queria te assustar parecendo um louco desesperado (embora estivesse se sentindo a porra de um louco desesperado), mas ou ele teria você mais uma vez que fosse, ou nem um pingo de sanidade o restaria mais.
Quando finalmente chegou, sequer se preocupou em tomar fôlego, nem pensou muito, bateu na porta algumas vezes e sinal nenhum. Passou a mão pelos cabelos agora molhados, frustrado, bufou para si mesmo e bateu mais uma vez. Nenhuma resposta novamente. Quando considerou se dar por vencido e sair dali, o som do trinco fez o coração de Yudai acelerar mais do que o percurso até ali. Quando a porta finalmente se abre, revelando sua imagem no escurinho, a cabeça dele vira uma confusão completa.
Não importa o horário ou a ocasião, você parece uma miragem, mesmo ali no vão da porta. Mesmo com os cabelos bagunçados e os olhos semicerrados, como se tivesse acabado de acordar e estivesse tentando focar no que estava à sua frente. Como podia ser tão linda? Yudai chega a ter inveja da camisolinha de seda que cobria suas curvas, o caimento levinho no seu corpo não ajudava em nada a situação crítica dele.
Ele mal sabe, mas do seu ponto de vista o impacto é mútuo. Você o observa ali, Koga completamente encharcado, a jaqueta pesada de água, as gotas escorrendo pelas mechas do cabelo coladas na testa e pingando pelo maxilar marcado enquanto o peito dele sobe e desce, parecendo lutar para recuperar fôlego. O som da chuva caindo no asfalto é tudo que se ouve, a luz do poste à frente clareando os pingos grossos caindo do céu.
Péssima hora pra ficha dele cair. Que porra ele tá fazendo ali, plantado na frente da sua casa às duas horas da madrugada feito um completo lunático? Mas, ao contrário do que parece, Yudai não sente vergonha ou sequer pensa em dar meia-volta, o choque é total por perceber o tamanho do controle que você tem sobre ele. Ah, o orgulho dele é quebrado bem ali na sua frente. Ele engole em seco, sustentando seu olhar curioso, aceitando o fato de que perdeu totalmente as rédeas. É isso.
No milésimo de segundo seguinte, o cheiro docinho do seu perfume emana da sua pele e o atinge diretamente. Você pisca, sussurra rouca, a voz arrastada por ter acabado de acordar: “Yudai...?”. Ver sua boquinha pronunciando o nome dele daquele jeitinho outra vez é o ponto de ruptura. Talvez ele não só precise de você, ele anseia por você, anseia pelo seu toque, pelo seu corpo, pelo seu gosto. Agora. Imediatamente!
Antes que você consiga finalmente perguntar qualquer coisa, Yudai enfim avança. Cola a boca na sua com um suspiro pesado, seus lábios macios eram o maior precipício dele, o tornando instintivamente bruto, faminto, feito um animal que passou dias privado de tudo. O corpo dele se choca contra o seu com força, o impacto te empurra um bom passo pra dentro do hall de entrada e, num movimento automático e sem o menor cuidado, um dos pés dele chuta a porta para trás com força, fechando-a com um estrondo alto.
No mesmo instante, te prensa contra a parede fria do corredor. As mãos grandes, calejadas e trêmulas de pura adrenalina espalmam contra a superfície, uma de cada lado da sua cabeça, te enjaulando entre ele e a parede. Yudai te degusta com vontade, a língua invadindo a sua boca com nada menos que possessão, sugando seus lábios já bem babadinhos e fazendo seu corpinho inteiro arrepiar contra ele, te saboreando com tanta necessidade e descontando cada segundo em que ficou sonhando acordado com isso outra vez.
Quando a falta de ar se faz presente, ele afasta a boca da sua por apenas alguns milímetros, mantendo a testa úmida colada na sua, a respiração quente e pesada de ambos se misturando. Você solta um risinho fraco, meio tonta pelo ataque repentino, o corpo molinho e os braços agora subindo para se apoiar nos ombros largos dele.
— Você ficou maluco? O que foi isso do nada!? — Tenta perguntar, o tom saindo divertido entre os ofegos e arrancando uma risadinha da parte dele também.
— Tô sim. Tô completamente maluco... — Sai praticamente como um desabafo, a voz arrastadinha de tesão. Ele não consegue te soltar nem por um segundo, enquanto fala, os lábios de Yudai grudam em você outra vez e agora descem por sua pele, percorrendo seu maxilar, distribuindo beijos desordenados e mordidinhas na lateral do seu pescoço. — Eu não aguento mais nem um segundo longe de você. Não consigo dormir, não consigo viver minha vida. Tô perdendo a cabeça e a culpa é sua. — Declara sem filtro, mandando pro inferno a pose de homem durão que sempre teve.
Cegamente, ele vai te arrastando pela sua própria casa. Yudai mantém o quadril coladinho ao seu, as mãos indo direto agarrar sua cinturinha com firmeza, te guiando no escuro da sala. No meio do caminho acaba esbarrando com tudo nas costas do sofá, mas sequer hesita, o foco dele é inteiramente você. Koga volta a colar os lábios na sua boca, calando qualquer pergunta sua com mais um beijo estalado, intercalando o ósculo com as confissões que continuam saindo dele sem permissão.
— Eu sei que tô parecendo a porra de um idiota desesperado surgindo aqui a essa hora e desse jeito... eu sei o quanto isso pode parecer ridículo também, mas eu tô pouco me fodendo, que seja, não me importo de parecer gamado, caidinho,um cachorrinho na coleira por você. Eu não dou a mínima… desde que eu seja o seu homem. Eu quero essa porra séria, então diz que você quer também, diz que me quer e eu juro que que te dou até o mundo.
Enquanto Yudai continua a declaração entre beijos, as mãos dele deixam sua cintura e começam a tatear seu corpo sem controle, subindo e descendo pela lateral das suas costelas e alisando seus braços, os sentindo arrepiadinhos, isso até alcançarem a barrinha da sua camisola. Com pressa, ele puxa o tecido pra cima sedento, tirando a peça levinha do seu corpo e a jogando em algum canto no chão da sala.
Seus peitos ficam totalmente expostos, os biquinhos eriçados tanto pela excitação quanto pelo ar fresco do ambiente, você solta mais uma risada gostosa, genuinamente entretida com o nível de delírio desse homem. O contraste entre o Yudai marrento e até imponente com esse que está à sua frente, tão descontrolado e carente, é gostoso demais de ver.
— Você bebeu antes de vir pra cá, né? Pode falar. — Pende a cabeça pro lado, brincando de fugir dos lábios insaciáveis de Yudai, o mesmo que não leva mais do que segundos para tirar sua calcinha com facilidade e embolsá-la rapidamente, esboçando nada mais que um sorriso presunçoso quando percebe que você notou.
— Antes fosse bebida, álcool só me daria uma ressaca, o que tem me deixado embriagado é bem mais potente... — Responde com a voz baixinha de propósito enquanto sorrateiramente envolve as mãos por baixo das suas coxas e te ergue do chão sem qualquer dificuldade, tirando proveito de todo o vigor e força física para te pegar no colo. Suas pernas circulam o quadril de Yudai, seu corpo nu sentindo toda a umidade fria das vestes do mesmo.
Koga dá a volta no sofá em passos largos e se joga no estofado sem te soltar por um segundo. As bocas de vocês voltam a se colar, parecendo dois ímãs incapazes de passar tempo demais longe um do outro. Prontamente você mesma começa a empurrar a jaqueta pesada de Yudai para fora dos ombros enquanto o mesmo se desfaz dos tênis, jogando-os pra longe de qualquer jeito. No segundo em que você puxa a camiseta dele, deixando o peitoral largo exposto, as mãos de Yudai já estão brigando para desafivelar o cinto com pressa.
Já sabendo pelas vezes anteriores os pontos fracos do homem, você aproveita que ele está ocupado com as calças e toma a frente. Enterra o rosto no pescoço de Yudai, distribuindo beijos, lambidas, mordidinhas e chupões pela pele quentinha dele, gemendo abafado só pra foder com o pouco de juízo que ele ainda tem. Yudai solta um choramingo, não esconde sequer o quão afetado está. agora desocupados, os dedos dele se enterram nos seus cabelos. Com a sua ajuda, a calça e a cueca dele são empurradas até o meio das coxas, e o pau já mais que desperto pula pra fora, robusto, latejando. Ah, quando você desce o olhar, quase baba.
— Uau, tudo isso para mim, Koga? — Você nem espera ele responder, sela a boca dele num beijo molhadinho enquanto arrasta a mão para envolver o pau duro e baboso dele, punhetando lentinho, subindo e descendo o aperto dos dedos, observando o que escorre da pontinha a cada aperto. Yudai joga a cabeça para trás, o maxilar travado, as coxas tesas, completamente atordoado pelo jeito que você o maneja.
Mais do que pronta você se ajeita no colo dele, posicionando a cabecinha do cacete bem na sua entrada, sua abertura toda melada, encharcada, ansiando ser preenchida. Enquanto você se prepara, as mãos de Yudai se distraem com seus seios, espalmando ambos com firmeza, beliscando e puxando os biquinhos sensíveis, louco ao ver como seu corpinho inteiro se contorce em cima dele. Quando finalmente desce o quadril, o faz de uma só vez, engolindo o pau grosso até a base.
O impacto arranca um gemido sôfrego dos dois. Caralho, gostoso demais. O encaixe perfeito, como se o interior da sua bucetinha fosse moldado exatamente pro pau dele. No mesmo segundo, Yudai enterra os dedos na sua cintura, cravando-os em sua pele e tomando a frente para ditar o ritmo. Começa a dar estocadas lentas, de baixo para cima, afundando o máximo que consegue da pica dentro de você.
— Porra... você é irreal. Sobrenatural. — Ele sussurra, aqueles olhos escuros te devorando por inteira. — E minha. Só minha, puta merda…
Você geme, rebolando contra a pélvis dele no mesmo ritmo, sorri, sela a boquinha dele e se entrega ao momento.
— Sou... sou todinha sua, Yudai... — Admite já ofegante, subindo os braços pelos ombros dele pra beijar o cantinho da sua boca.
Foi o bastante pra ele perder de vez o juízo. Yudai geme dengoso, abraça sua cinturinha com força, colando o peito dele no seu e passa a estocar com força e velocidade, sem dó. As bolas pesadas batem contra sua bunda, seu clítoris roçando gostosinho na base toda vez que ele entra e sai de você. Os beijos viram uma bagunça, bocas abertas, línguas se chocando, muita saliva.
A sala escura se enche com o som dos gemidos de ambos, o barulho estalado e úmido dos corpos se chocando, o próprio sofá rangendo como se pudesse se partir ao meio a qualquer momento. O som da foda sequer permite que vocês escutem o vento batendo contra as janelas ou mesmo a chuva incessante que continua desabando do lado de fora, parecendo não ter hora para acabar, assim como vocês dois.
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Até a próxima, bjsss <3
A minha parte eu fiz, denunciei todos os stories de casais do meu insta
Agora sou dark 🤟
Achei que seria de bom tom mudar meu user aqui pq tava enjoada do outro, só não contava que eu teria que atualizar TODOS os links da masterlist
