Olá! Eu sou Gabbie, também conhecida como Sweet ou Sweetie, escrevo imagines na plataforma Social Spirit e estou iniciando este blog de imagines e headcanons totalmente em português. Meu objetivo é me divertir e passar meu tempo fazendo a coisa que eu mais gosto: escrever imagines. Gosto muito da ideia de escrever headcanons e por isso estou me aventurando nessa nova plataforma, no momento, estarei aceitando imagines e headcanons de todos os tipos de qualquer anime/jogo que eu conheça (apenas 2D), porém isso pode mudar com o tempo. Os imagines e headcanons serão escritos apenas em português, sinta-se livre para pedir seu imagine/headcanon a qualquer momento! Link do meu perfil no Spirit, caso tenha interesse: https://www.spiritfanfiction.com/perfil/aloisatrancy
Um pouco sobre mim: Meu nome é Gabriele, mas gosto de ser chamada de Gabbie, tenho 20 anos e faço aniversário 01/02. Escrevo desde 2014, porém comecei a me aventurar no mundo dos imagines em 2018. Regras: https://imagineseheadcanons.tumblr.com/post/672483781041668096/ol%C3%A1-como-est%C3%A3o-espero-que-esteja-bem-e-se
Passando apenas para divulgar meu blog/Tumblr pessoal que eu criei para postar minhas coisas pessoais, quem tiver interesse, fique a vontade para dar uma olhada
Passando apenas para avisar que os pedidos de imagines estão fechados, estarei atendendo apenas pedidos de headcanons, minhas aulas voltaram e não estou com tanto tempo livre no momento e os imagines demoram demais para serem feitos, mas os pedidos de HC continuam abertos.
Opa, espero que esteja bem. Hj é o dia do Yuri Plisetsky , então vc poderia, eventualmente, fazer um imagine de aniversário pra ele?
A luz da televisão quase chegava a machucar seus olhos devido a escuridão, todas as janelas, assim como as cortinas, haviam sido fechadas, a porta também havia sido devidamente fechada e trancada, banhando o aposento com escuridão, sendo a televisão a única fonte de luz do local. Devido a isso, a luz da tela quase chegava a machucar seus olhos, era forte demais diante daquela escuridão, enquanto o volume estava um pouco alto na sua opinião, porém tentava não pensar em nada disso.
Um filme bobo passava na televisão, uma comédia sem sentido envolvendo gatos, uma trama onde os felinos podiam falar e acompanhava o cotidiano deles, cheio de mordomias, carinho, preguiça e muitas cenas fofas, e claro, alguma aventura para deixar tudo mais emocionante. A trama em si não era nada muito fascinante, e a pessoa ao seu lado sabia bem disso, estavam apenas assistindo pelos gatos, era sempre um prazer ver aquelas bolinhas de pelo fofas sendo adoráveis, mesmo quando estavam irritadas.
Ao seu lado se encontrava um rapaz de estatura média com curtos cabelos loiros, a franja longa geralmente tampava um dos olhos azuis, porém hoje estava presa com uma presilha, assim poderia assistir ao filme sem problemas, penteado que o deixava ainda mais fofo; o rapaz vestia um grande e largo moletom azul claro que você adorava vestir quando encontrava jogado por aí, assim como calças de moletom escuras.
Este rapaz era Yuri Plisetsky, um famoso patinador russo em ascensão, extremamente jovem se comparado aos demais patinadores, e devido a isso, chamou a atenção dos holofotes, tão jovem e extremamente habilidoso, um talento nato, vencedor do Grand Prix e com recordes nas costas, mesmo sendo apenas um jovem adolescente. Apesar de todos esses feitos, prêmios, medalhas, recordes e fama, hoje ele era apenas seu namorado, não apenas hoje, afinal, era seu namorado, mas hoje ele era apenas isso, não um patinador extremamente famoso, apenas um rapaz comum que assistia filmes com sua namorada enrolado em cobertores devido ao frio da Rússia.
Ao redor de vocês, encontravam-se pilhas de travesseiros e cobertores, dois travesseiros haviam sido colocados nas costas de vocês, um para cada um, outros se encontravam ao redor caso alguém quisesse mais conforto, assim como cobertores que cobriam vocês e formavam um ninho ao redor, um cantinho só de vocês montado no chão. Poderiam ter montado na cama ou no sofá tudo isso, porém preferiram montar essa pilha no chão, aconchegando-se nas coisas macias e um no outro, enquanto assistiam ao filme, era para ser um momento confortável, descontraído e relaxante entre vocês, isso se o telefone celular de seu namorado não parasse de tocar e tremer a cada minuto.
— Yuri, seu telefone. — Bradou em um tom mais alto que o normal, soando de maneira irritada sem sequer perceber, virando a cabeça em direção ao seu namorado, este que se encontrava sentado ao seu lado a poucos centímetros de distância — Está atrapalhando.
— Eu sei, eu sei. — O rapaz respondeu em um tom levemente ríspido, claramente irritado, tanto com seu puxão de orelha quanto com toques de seu telefone, pegando o aparelho e abrindo as configurações, procurando um modo de silenciar tudo aquilo — É o maldito do Victor e aquela velha da Mila.
— Victor e Mila? O que eles querem? — Perguntou por curiosidade ao ouvir o nome dos colegas patinadores, olhando com curiosidade para seu namorado, tentando olhando o telefone dele devido a isso, querendo saber o que estava acontecendo.
Desde que começaram a namorar, acabou conhecendo Victor e Mila, Yuri tentou manter você longe deles, não que tivesse vergonha de você, nunca, ele a adorava, porém temia o que aconteceria caso o irritante do Victor e da Mila fariam quando descobrissem o relacionamento. Apesar dos esforços, Yuri não conseguiu afastar você, afinal, você mesma havia ido até onde ele treinava no intuito de fazer uma surpresa, e acabou conhecendo os dois, esses que pegaram muito no pé de seu namorado, parecendo ofendidos por Yuri ter escondido você, mas felizes pelo casal.
Os dois eram
pessoas bem animadas e divertidas, as vezes um pouco problemáticos, mas boas pessoas, por isso quando ouviu o nome deles, ficou curiosa para saber o que estavam aprontando, ainda mais sendo hoje, o aniversário de seu namorado. Achou que ele gostaria de sair por aí e se divertir, fazer algo para comemorar, mas tudo que ele pediu foi um dia com você, uma tarde para passarem juntos, fazendo coisas de casais, e como adorava ver filmes com ele, fez a proposta, essa que ele aceitou com gosto se pudesse escolher o filme.
— Victor está planejando uma festa de aniversário, eu falei para ele que não queria, droga. — Plisetsky retrucou em um tom irritado e incomodo, olhando as mensagens pela aba de notificações, parecendo incomodado, porém feliz ao mesmo tempo — Agora ele não para de me mandar mensagens perguntando se eu vou.
— Claro, imagine, elaborar uma fez e o aniversariante não vir. — Retrucou em seu típico tom, parecendo um pouco revoltada e incomodada, afinal, estavam preparando toda uma surpresa para ele e ali estava seu namorado, agindo como o tsundere de sempre — Você vai, não vai?
Achava engraçado a relação que Victor tinha com seu namorado, o mais velho agia quase como se fosse o pai ou um irmão mais velho super protetor, sempre mimando o rapaz quando podia, preocupando-se e o incomodando sempre que podia, porém você sabia que Victor só tinha as melhores das intenções. Devido a isso, Victor, Mila e demais colegas, planejaram uma festa surpresa para o patinador, uma maneira de mostrar todo apreço que sentiam pelo amigo que apesar de mal-humorado e emburrado, era uma boa pessoa quando queria.
— Querer eu não queria. — Plisetsky respondeu após um pesado suspiro, parecendo cansado, apertando o botão que suspendia a tela do celular e o jogando para longe, em uma pilha de coisas macias para não quebrar — Mas Victor fez questão de deixar a festa para de noite, assim eu poderia ir.
— E por que não quer ir? É sua festa de aniversário, você deve ir. — Respondeu em um tom levemente revoltado, era a festa dele, o mínimo que deveria fazer era comparecer, as vezes Plisetsky agia como o típico adolescente revoltado, e isso a irritava um pouco.
— Eu vejo eles todos os dias, não sei porque deveria passar meu aniversário com eles. — Yuri respondeu em um tom meio irritado meio envergonhado, começando a corar sutilmente e antes que você pudesse protestar sobre tal comentário, a próxima frase quebrou completamente seus argumentos — Eu queria passar o dia com você.
No momento que abriu a boca para dizer que ele deveria passar o aniversário com os amigos, pessoas que se importavam e gostavam dele, viu-se em voz ao ouvir a última frase, corando sutilmente com tal declaração. Devido ao treinamento de Yuri e sua rotina, nem sempre você e seu namorado conseguiam se ver, havia semanas que mal se viam pessoalmente, conversando apenas por mensagens de texto, por conta disso, as pessoas que ele mais passava tempo eram os colegas de profissão, não você.
Naquele momento você entendeu o que estava acontecendo, porque aquela pessoa que adorava fazer coisas novas, divertidas e sem sentido pediu para passar o aniversário de maneira monótona, apenas aproveitando sua companhia sem fazer nada demais, ele estava com saudades. Vocês mal se viam devido a correria do dia a dia, Yuri não queria passar o aniversário com pessoas que ele via todo dia, queria passar com a pessoa que mais amava e que via tão pouco.
De repente, enquanto se encontrava em um estado de surpresa, afinal, não esperava tão declaração e sentimentalismo vindo de seu namorado, sabia que Plisetsky era um grande tsundere, e por mais que estivesse com saudades dele, não esperava ouvir isso de maneira tão aberta. Enquanto se encontrava em tal estado, mal percebeu quando Plisetsky se aproximou de você, passando um braço pela sua cintura e a puxando para mais perto, escondendo o rosto na curva de seu pescoço de maneira que não conseguisse ver as bochechas vermelhas dele, sentindo apenas a respiração quente em sua pele.
— Vamos passar o resto dia
juntos, eu prometo ir a essa maldita festa se você passar a tarde comigo. — O rapaz pronunciou de repente, utilizando um tom direto e ríspido, claramente incomodado com o que estava dizendo em voz alta, mas se mantendo firme agora que havia começado, sentindo as bochechas queimarem e o coração ecoar no peito.
— Claro, eu não vou sair daqui. — Você respondeu em um tom doce e gentil, levando uma das mãos até os cabelos macios e cheirosos, passando os dedos pelos fios dourados enquanto a outra mão pousava nas costas alheias, afagando o espaço de maneira doce — E vou estar com você na festa, acha mesmo que vou faltar a festa de aniversário do meu namorado?
Ao ouvir sua última frase, Yuri não conseguiu conter o sorriso bobo e natural que surgiu em seus lábios, sorrindo de maneira doce ao ter a melhor namorada no mundo ao seu lado, virando a cabeça em direção ao filme que ninguém estava prestando atenção, mantendo a cabeça deitada em seu ombro, sentindo seu cheio enquanto a mão livre se movia para abraçar sua cintura, mantendo-a ao lado dele. Enquanto isso, você se manteve ali, brincando com os cabelos dele e afagando as costas, fazia tempo que não se viam e precisava desse momento de casal entre vocês, além disso, sequer estava gostando do filme, havia vindo apenas para passar o dia com ele e estava contente por ter tomado tal decisão.
Yo yo yo hj é o niver de Ramuda (meu husbando n° 1 em Hypmic 🐕) queria pedir um imagine de aniversário, onde a namorada de Ramuda comemora o aniversário junto com ele ☕
Yo! Seu pedido foi muita coincidência, pois eu já estava planejando escrever para ele na plataforma Social Spirit utilizando uma temática similar. Ramuda também é meu husbado número 1 em HypMic e ele pega o topo do meu top 10 de husbandos de todos os animes/jogos, eu simplesmente amo esse garoto e foi um prazer escrever para ele, obrigada pelo pedido e espero que goste <3
Número de palavras: 5.104
Escrito e postado por mim em minha conta no Social Spirit: https://www.spiritfanfiction.com/historia/chocolate-day-happy-birthday-ramuda-amemura-imagine-23610374
-Ramuda Amemura (Hypnosis Microphone)
A lua brilhava no topo do céu com toda sua elegância e esplendor, possuindo o objetivo de iluminar as noites escuras com seu brilho encantador e perolado, porém devido a evolução humana, já não era mais necessário, tornando-se um símbolo noturno de incrível beleza já não notada pelas rotinas apressadas de adultos estressados. Inúmeros prédios tão altos que quase rasgavam os céus brilhavam tanto quanto a lua, que combinados as luzes dos postes, os faróis dos carros e as construções bem iluminadas, apagavam o delicado brilho perolado que não podia mais ser notado devido a quantidade de luz elétrica presente, tornando a lua uma mera decoração no céu.
As pequenas, delicadas e cintilantes estrelas já não podiam mais ser vistas em meio a tanta luz, apenas uma meia dúzia de estrelas conseguiam ser vistas no véu noturno, brilhando com toda a força que possuíam, destacando-se das demais que apesar de não ser possível ver, estavam lá, brilhando fracamente, porém com todo seu esplendor. O céu noturno era uma coisa linda de se ver, o véu azul combinados a majestosa lua perolada que iluminava tudo com um filtro prateado, assim como as estrelas que davam um charme a escuridão, mas atualmente, tal tela já não podia mais ser vista e sequer era notada diante das rotinas apressadas dos humanos que mal dormiam.
Abaixo desse exuberante céu abandonado pelas pessoas, encontrava-se um rapaz de baixa estatura com curtos cabelos rosados e lindos olhos claros, vestia uma camisa de abotoar branca por baixo de uma jaqueta azul esverdeada, assim como calças pretas e sapatos de mesma cor. Este rapaz era Ramuda Amemura, designer de moda e líder do grupo Fling Posse, conhecido como Easy R, equipe responsável por representar Shibuya, seu distrito, em batalhas de rap.
O rapaz caminhava tranquilamente pela calçada com um largo sorriso no rosto, balançando de um lado para o outro de maneira sutil uma sacola de papel azul, cantarolando enquanto erguia a cabeça e admirava o céu. As estrelas podiam não ser vistas de onde ele estava e a lua poderia estar do lado oposto do caminho que ele seguia, porém o rapaz achava beleza mesmo assim naquela vastidão azul escura, pois sabia que em algum lugar naquela escuridão, encontravam-se incontáveis estrelas que brilhavam lindamente em algum lugar, tal pensamento sempre melhorava seu humor.
Hoje havia sido um dia complicado, Ramuda teve muito trabalho no local onde desenhava e ajudava na confecção de suas roupas, além disso, estava organizando um desfile que aconteceria daqui algumas semanas para expor a nova linha de roupas que ele havia preparado nos últimos meses, devido a isso sua rotina estava mais do que corrida. Ramuda precisava terminar alguns desenhos que precisavam de acabamento antes de irem para a linha de produção, precisava fazer ajustes nas roupas prontas para que estivessem perfeitas e precisava organizar todo o desfile, ver com o local se estava tudo certo, escolher as modelos, contratar fotógrafos e cuidar da decoração do local para que harmonizasse com suas roupas, era muito serviço para apenas uma pessoa, porém ele preferia organizar por si mesmo.
O estilista não trabalhava sozinho, isso era óbvio, ele possuía uma equipe completa de pessoas a disposição para ajudar, porém já dizia um antigo ditado: “se quer que as coisas saíam bem feitas, faça você mesmo”, e por mais descontraído que Amemura fosse, ele levava seu trabalho muito a sério e queria que tudo fosse perfeito. Amemura havia apostado em uma linha de roupas mais despojado, algo no estilo street, algo estiloso e folgado, algo que fosse confortável, porém bonito, algo mais jovem, colorido e diferente, por isso queria que o desfile fosse um sucesso, queria mostrar ao mundo suas novas ideias e esperava que fossem bem aceitas e tudo dependia desse desfile.
Devido a tal pensamento, o rapaz estava uma pilha de nervos, por mais que por fora aparentasse o ser descontraído e bobo de sempre, sorrindo e fazendo piadas, divertindo-se e rindo enquanto consumia um pirulito atrás de outro, açúcar era como álcool para o rapaz e ele estava claramente viciado e dependente. Por dentro, o rapaz estava mais do que pressionado e o pior era que a pressão estava vindo dele mesmo, queria tanto que tudo desse certo que estava colando seus nervos em jogo, porém fingia muito bem, afinal, estava acostumado a esconder suas verdadeiras emoções, já era algo comum em seu dia a dia.
Por conta de tudo isso, Ramuda esperava desestressar um pouco hoje, por isso trazia dentro da sacola que se encontrava em uma de suas mãos, uma grande caixa de chocolates com recheios sortidos, um lindo buque de rosas e uma garrafa de vinho. Hoje não era apenas o aniversário de Ramuda, mas também o dia dos namorados, e como um bom namorado que gostava de mimar o amor de sua vida, comprou tudo isso para que tivessem um momento romântico.
O rapaz sentia que precisava disso, necessitava de uma dose de tempo com a pessoa que amava, você era como um remédio que tirava todo o estresse e preocupações que ele sentia, quando estava com você nada mais importava, eram apenas conversas divertidas que faziam o rapaz perder a noção de tempo, risadas espontâneas, sorrisos lindos vindos de você e o som de sua voz, essa que era mais tentadora que o canto de uma sereia. O rapaz simplesmente amava você com todas as suas forças, apenas sua presença era o suficiente para fazer ele se sentir calmo, sua voz o acalmava mais do que qualquer coisa, adorava jogar conversa fora com você, amava ver seu sorriso, principalmente quando ele era o motivo dele, adorava ouvir sua risada, assim como seu calor.
Sempre que o estilista se encontrava muito cansado ou estressado com algo, você o abraçava e isso era tudo que ele precisava, o calor de seu corpo, a segurança de seus braços, a maciez da sua pele e o seu cheiro eram como uma droga, se você fizesse carinho nos cabelos dele, o estilista se transformava em uma poça, derretendo a cada um de seus toques. Ter você em sua vida já era uma necessidade, o garoto estava caído de amores e não conseguia mais imaginar sua vida sem você, sem seus sorrisos, sem sua voz, sem seu olhar ou sem seus toques, ele precisava de tudo isso para se manter firme nessa dura vida e esperava, do fundo do coração, que esse amor durasse para sempre.
Como hoje era o dia dos namorados, Ramuda queria passar seu tempo livre com você, ele havia recebido convites de Gentaro Yumeno e Dice Arisugawa, companheiros que pertenciam ao Fling Posse e amigos queridos, esses que queriam comemorar o aniversário com ele, convidando-o para beberem em algum lugar e jogar conversa fora. Por mais que Ramuda gostasse deles, preferia passar a data com sua namorada, afinal, era dia dos namorados e sentia muita falta de você, mesmo que se vissem com frequência ou mandassem mensagens todos os dias, nada se comparava a um momento tranquilo e relaxante a sós, se Ramuda pudesse, pararia o tempo para que ficassem nessa utopia relaxante e amorosa para sempre.
Por conta disso, o rapaz fez questão de comprar itens para passarem o dia dos namorados, as famosas rosas que eram um símbolo da data e um bom vinho, este que combinava perfeitamente com os chocolates que havia comprado, bombons de chocolate ao leite com recheios sortidos, tudo pronto para que passassem uma noite romântica, relaxada e tranquila. Devido a isso, o rapaz mal podia se aguentar de ansiedade, já sentindo seu coração acelerar por antecipação, cantarolando para si mesmo enquanto já sentia seu estresse sumir, era como um milagre, pois estava apenas pensando em você, sequer havia visto você naquele dia e pensar que estava a poucos minutos de lhe ver o deixavam mais agitado.
Naquele momento, Amemura respirou fundo e sorriu para o nada, desde que acordou, sentiu-se mal humorado, afinal, hoje era o aniversário dele e não queria trabalhar no dia de hoje, queria passar ele com você, levar você em um parque de diversões ou irem no shopping para se divertirem, ou qualquer coisa que você quisesse fazer, poderia ser o aniversário dele, mas adorava passar um tempo com você. Por ter que trabalhar no dia de hoje, Amemura já acordou chateado e após um dia estressante, estava uma pilha de estresse ambulante, mas agora seu dia estava prestes a melhorar, até mesmo se esquecendo do próprio aniversário, ele pensava apenas em ver você e aproveitarem o dia dos namorados juntos, como o fofo casal que eram.
O romântico e travesso rapaz estava tão perdido em seus próprios pensamentos, assim como em sua imaginação, que mal percebeu quando chegou em seu endereço, parando de entrar assim que se deparou com a fachada já conhecida, afinal, namoravam a alguns anos e já havia vindo aqui milhares de vezes. Assim que se viu parado em frente à sua moradia, um sorriso espontâneo surgiu nos lábios do rapaz, um sorriso tão natural que ele mal percebeu quando ele surgiu, apressando o passo em direção ao local onde você morava, desejando entrar logo apenas para lhe ver, já imaginando como seria quando o recebesse.
Enquanto se aproximava da entrada, o garoto se perdia em seus pensamentos, imaginando que tinha de roupa estaria usando ao recebê-lo, possuindo total certeza que estaria fofa e atraente como de costume, pois aos olhos dele, você ficava incrível até mesmo de pijama, vestimenta favorita dele. Um pijama poderia ser uma roupa que não deveria ser usada na frente dos outros, e por isso que ele tanto gostava, fazia o garoto se sentir especial, pois era a única pessoa que podia lhe ver de pijama e independentemente, achava que você ficava adorável nele, mesmo em uma manhã descabelada, aquilo apenas a deixava mais fofa e engraçada, ou talvez fosse seu coração apaixonado, encantado como em um feitiço e se fosse, não queria sair dele.
Novamente perdido em pensamentos, Ramuda mal percebeu quando ficou diante da porta de entrada de sua residência, estava tão imerso em sua imaginação, tão profundo em devaneios que sequer notava o que estava acontecendo ao seu redor, era o efeito que você tinha nele e ele adorava, pois era o que fazia ele resistir em situações difíceis, era como uma corda salva-vidas. Como estava diante da porta que levava até você, como um portal que o levaria para o mundo de seus sonhos, Ramuda não perdeu tempo e bateu na porta, dando três toques fortes e firmes, segurando-se para não bater de novo e torcendo para você estar em casa, havia planejado tudo para fazer uma surpresa, se você não estivesse, tudo iria por água abaixo.
— Já vou, só um minuto. — O rapaz conseguiu ouvir sua voz do outro lado, soando de forma abafada devido à distância e a porta que os separava, porém aquilo já era o suficiente para fazer o coração dele acelerar e um sorriso surgir, era aquela voz que ele tanto amava e qual sentia falta de ouvir.
Mesmo estando do outro lado da porta, Amemura conseguia ouvir um pouco do que estava acontecendo do outro lado, pelo som de talheres e panelas, você deveria estar na cozinha, talvez fazendo o jantar, já que já era noite, enquanto o som da televisão surgia de forma abafada em um canal aleatório. Apenas imaginar isso já deixava Amemura animado, sua comida caseira era deliciosa e se pudesse conseguir um jantar, ficaria ainda mais feliz, havia trazido até mesmo um vinho que poderiam utilizar, caso não quisesse beber combinados a chocolate, o que você quisesse estava bom para ele.
— Feliz dia dos namorados! — Ramuda bradou em um tom mais alto que o normal assim que a porta foi aberta, esboçando um largo sorriso enquanto erguia a mão livre para cima, queria erguer os braços e pular em você, mas sabia que estava levando uma garrafa de vinho da sacola e não podia correr o risco de quebrá-la — Vim fazer uma surpresa.
— Ramuda. — Você pronunciou em um tom divertido e bobo, soltando uma risadinha suave logo em seguida, esboçando um sorriso tímido enquanto olhava ele de maneira amorosa, realmente havia se surpreendido com a visita dele, e era sempre bom vê-lo — Que coincidência, estava prestes a ligar para você.
Após dizer isso, abriu a porta por completo e deu espaço para o rapaz entrar em sua casa e sem esperar nem mais um segundo, ele adentrou o local e rapidamente seus olhos se depararam com algo que chamava atenção. Diante dos olhos dele se encontrava sua sala de estar, está que estava decorada com balões em formato de coração nas cores vermelho e rosa claro, uma coberta fofa e macia vermelha havia sido esticada em um dos sofás, enquanto outros detalhes chamavam a atenção do aniversariante.
Conforme caminhava pelo local, o delicioso cheiro de chocolate invadia suas narinas, encontrando a fonte do cheiro rapidamente, pois a mesa de centro de sua sala estava recheada de guloseimas, como um bolo pequeno de chocolate cercado por bombons ao redor. Além disso, outros doces se encontravam presentes, como uma grande caixa de chocolates e uma tigela com pirulitos feitos de chocolate, era tanto doce que se não se controlassem, alguém sairia com cárie ou com diabetes.
— Feliz aniversário. — Você sussurrou de repente, Ramuda estava tão distraído olhando tudo aquilo que mal notou sua aproximação, você havia chegado bem perto e passado os braços ao redor dele por trás, beijando a orelha dele enquanto utilizava um tom de voz baixo — E feliz dia dos namorados também.
— Isso tudo é para o meu aniversário? — O rapaz perguntou em um tom surpreso, sabia que hoje era seu aniversário, porém esteve tão focado em passar uma noite de namorados que esqueceu brevemente este pequeno detalhe, tudo que queria era passar o dia dos namorados, independentemente de ser seu aniversário ou não.
— É claro, não achou que eu me esqueceria, não é? — Respondeu em um tom descontraído, abraçando seu namorado com mais força enquanto descansava sua cabeça no ombro dele, desde que acordou, não fez mais do que enviar uma mensagem desejando os parabéns para ele, porém como o considerava uma pessoa especial em sua vida, queria fazer algo mais que apenas dar os parabéns — Como seu aniversário é no dia dos namorados, pensei em juntar os dois e comemorarmos, o que acha?
— Está tudo tão perfeito! —Amemura respondeu em seu comum tão empolgado e alegre, esboçando um largo sorriso enquanto virava o rosto em sua direção, olhando-a com certa confusão e mistério em seus lindos olhos claros — Mas né, como sabia que eu vinha aqui? Está tudo perfeitamente preparado e bem a tempo, você me assusta as vezes.
— Eu não sabia, eu ia te ligar pedindo que passasse aqui. — Disse em seguida em um tom de voz divertido, soltando uma risadinha que fez a pele de Amemura arrepiar, já que você estava com o rosto tão perto da orelha dele — Foi realmente uma surpresa ver você batendo na porta bem na hora que eu ia te ligar, fale sobre timing.
— Estamos conectados, isso sim, é como se soubéssemos perfeitamente o que o outro estava planejando. — O estilista respondeu em seu comum tom, porém com uma dose de amor na voz, olhando para você com certa adoração enquanto sorria, gostava de pensar dessa maneira, como se completassem um ao outro, como se já fossem um só e soubessem exatamente o que o outro estava elaborando — Eu também trouxe umas coisinhas.
Após dizer isso, o designer se soltou de seus braços e se afastou de você, caminhando até um sofá e colocando a sacola que carregava em cima, retirando de dentro a caixa de chocolates e o vinho, itens que chamara sua atenção. Assim que seus olhos viram o presente, não conseguiu evitar de esboçar um sorriso bobo enquanto seu coração apertava, realmente, era como se o designer tivesse lido sua mente e se preparado junto com você.
— Eu comprei um vinho para acompanhar os doces, alguns ficam ótimos se acompanhados com chocolates. — O garoto falou assim que mostrou os presentes, porém os colocou em cima da mesa de centro em um espaço que não atrapalhasse e em seguida, retirou o buque de rosas de dentro da sacola, mostrando-as para você — Eu comprei elas para você.
— São lindas, Ramuda. — Disse em um tom doce e gentil, olhando para ele com amor nos olhos, aproximando-se para pegar o buque e assim que o fez, depositou um beijinho rápido e amoroso em uma das bochechas de seu namorado — Eu amei elas, muito obrigada.
Após dizer isso, afastou-se de Ramuda e caminhou em direção a cozinha, está que estava com um cheiro forte de chocolate e o fogão ligada, devido a visita inesperada, havia se esquecido brevemente do que estava fazendo, porém desligou o mais rápido possível o fogo antes que queimasse o que estava fazendo. Em seguida, começou a abrir as gavetas em busca de uma tesoura, enquanto Ramuda observava você a uma certa distância, havia seguido você assim que se afastou para ver o que você faria, surpreendendo-se ao vê-la com uma tesoura em mãos cortando a parte de baixo do caule das flores.
— O que está fazendo? — Ele perguntou em um tom curioso e manhoso, agindo como o típico Amemura de sempre, esboçando um sorriso travesso enquanto olhava você com curiosidade, depois de cortar a parte de baixo das flores, foi em busca de um recipiente para colocá-las.
— Cortando a parte de baixo do caule, quando eles colhem as flores, a seiva de dentro fica exposta devido ao corte e resseca com o tempo. — Você começou a explicar enquanto ia em busca de algo, encontrando algo que parecia um vaso, ou que poderia servir como um temporariamente, enchendo-o de água logo em seguida — Quando você corta de volta, a seiva fica exposta de novo e se você colocar elas na água, as flores duram mais, pois assim ela absorver mais água e se mantém viva por mais tempo.
— Você sabe de tantas coisas, adoro quando você expõe seus conhecimentos, fica tão linda. — O garoto disse com seu comum tom, utilizando um tom de voz atrevido, porém apaixonado, pois realmente era verdade, amava quando você se mostrava tão inteligente, era uma característica que simplesmente o deixava caidinho — O que estava fazendo antes de eu chegar?
Após dizer isso, Ramuda apontou para uma panela quente que se encontrava no fogo, aquela que esteve até então esquentando antes de você desligar, aproximando-se dela e encontrando algo que parecia chocolate derretido, porém mais líquido, provavelmente com bastante leite misturado. Assim que ouviu a pergunta de Ramuda, aproximou-se dele com o improvisado vaso em mãos e olhou para a panela, lembrando-se do que estava planejando antes de ser surpreendida.
— Eu estava fazendo chocolate-quente, como o tempo tem esfriado, pensei que seria agradável de se tomar durante a noite. — Respondeu de maneira gentil, esboçando outro sorriso bobo enquanto deixava o rapaz e caminhava rumo a sala, colocando o vaso no meio da mesa de centro, reorganizando-a para que tudo conseguisse se manter dentro do espaço — Eu ia finalizar a bebida e colocar em canecas com marshmallow assim que ligasse para você, quando chegasse estaria pronto, mas você foi mais apressado.
— Eu não podia esperar nem mais um segundo para lhe ver, assim que saí do trabalho vim direto para cá, bem, eu passei em algumas lojas antes para comprar as flores e o vinho, mas nem demorei tanto, eu acho. — Amemura comentou, falando mais consigo mesmo do que com você, claramente perdido em seus pensamentos, aproximando-se do sofá e se sentando nele e na coberta que você havia deixado ali para se cobrirem assistindo algo — Por que não começamos nosso dia dos namorados? Por que não se senta ao meu lado?
— É uma proposta muito tentadora, mas não acha que está sendo um pouco apressadinho? — Retrucou em um tom divertido, esboçando um sorriso divertido enquanto olhava para ele com diversão, era sempre divertido estar na presença de seu namorado e ao mesmo tempo, os momentos mais adoráveis que já viveu — Eu comprei um bolo para o seu aniversário, não quer cortar ele? Podemos comer com um chocolate-quente ou um vinho, você quem escolhe.
— Eu fiquei o dia todo pensando em você, estava esperando ansioso por esse momento. — O rapaz respondeu em um tom emburrado, utilizando um tom de voz infantil enquanto fazia um biquinho com os lábios, inflando as bochechas e utilizando toda a fofura que possuía, golpe baixo que sempre funcionava com você — Podemos cortar o bolo depois, temos a noite inteira para saborear cada coisinha que você preparou, então porque não senta aqui comigo? Né.
Após pronunciar a última frase de maneira manhosa e emburrada, como uma criança mimada tentando convencer os pais a conseguir algo que disseram não, Ramuda esticou os braços em sua direção, como se estivesse pedindo por um abraço, possuindo uma expressão igualmente manhosa, um biquinho fofo nos lábios junto com um olhar de cachorrinho. Era praticamente impossível dizer não para aquele olhar, Ramuda sabia que sempre vencia quando usava essa tática, era a cartada na manga que nunca falhava, porém antes de se sentar ao lado dele no sofá, pegou um dos pirulitos de chocolate que havia comprado e então se sentou, mantendo uma distância de poucos centímetros entre você.
— Quando eu vi isso eu lembrei na hora de você, sempre com os bolsos cheios de pirulitos. — Disse em um tom divertido, lembrando de todas as vezes que lhe oferecia pirulitos e retirava um monte deles de seus bolsos, possuindo um sabor de cada, ver aqueles pirulitos de chocolate fizeram você lembrar dele na hora.
Em seguida, segurou o pirulito de maneira que ficasse entre vocês dois, mantendo os olhos sempre fixos no doce, enquanto sentia os olhos de seu namorado em você, sempre fixos em tudo que você fazia, como se estivesse hipnotizado, simplesmente amava tudo que você fazia e poderia passar horas lhe olhando. De repente, você aproximou seu rosto do pirulito de chocolate e mordeu ele, surpreendendo-se ao ver que o interior do doce era oco, o chocolate em si possuía uma camada até que grossa de dois tipos de chocolate diferente, porém esperava um pouco mais, principalmente do interior, não conseguindo conter sua surpresa.
Levado pela sua personalidade relaxada e descontraída, seu namorado resolveu dançar conforme a música e se aproximou do doce, pousando a mão sobre a sua que segurava o cabo do pirulito para obter algum apoio. Após fazer isso, avançou com tudo o chocolate e o mordeu, e agradeceu pela camada do doce ser grossa, pois se fosse fino, já teria desmanchado em milhares de pedaços, enquanto o rapaz em si parecia muito feliz.
— É delicioso, tão bom quanto os pirulitos que eu sempre tenho. — Ramuda pronunciou em um tom contente, mastigando o chocolate com uma expressão claramente contente e satisfeita, possuindo bochechas rosadas que achava adorável — Ah, mas eu conheço alguém melhor que os dois juntos.
Antes que pudesse perguntar o que era, Ramuda avançou rapidamente em sua direção, selando seus lábios de maneira tão rápida e repentina que mal teve tempo para reagir, deixando bem clara sua surpresa quando seus olhos se arregalaram ao sentir os lábios dele nos seus. Apesar do momento de surpresa, rapidamente cedeu ao beijo, sentia falta dos beijos de Ramuda e misturados ao sabor doce e viciante do chocolate, rapidamente se deixou levar, fechando os olhos e levando uma das mãos até o rosto dele para obter algum apoio.
Como não se viam todo dia, já que trabalhavam em lugares opostos e moravam longe um do outro, sempre que se beijavam era com muito amor e intensidade, a saudade se mostrando presente quando tomavam os lábios um do outro, obviamente mesclados a paixão intensa que sentiam. Apesar do rosto infantil e fofo de Amemura, os beijos dele eram sempre maduros, afinal, ele já era um adulto com mais de vinte anos, e amava essa mistura que apenas Amemura possuía.
— Eu sempre sinto falta dos seus beijos. — O rapaz sussurrou assim que separou os lábios do seu, soltando um suspirando e recuperando o ar após um beijo daqueles, abrindo os olhos logo em seguida para lhe olhar com amor e admiração — Eles são melhores do que qualquer pirulito ou chocolate.
— Eu digo o mesmo. — Você respondeu em seguida em um tom levemente tímido, já haviam se beijado várias vezes, mas sempre ficava meio sem jeito quando acontecia um mais intenso, levando as pontas dos dedos até os lábios.
Em seguida, seu namorado deitou a cabeça em seu colo e relaxou o corpo em seu sofá, sentindo com as pontas do dedo a coberta macia e fofinha que você havia deixado para se cobrirem, aquela sensação confortável da coberta misturada a sensação de seu colo proporcionava o momento perfeito, era tudo que ele poderia desejar. Seu namorado rapidamente relaxou enquanto fechava os olhos, como havia dito antes, sua presença era calmante, você era como um remédio, pois ele sequer se lembrava do estresse que passou durante o dia ou dos problemas que tinha que resolver, quando estava você nada mais importava, apenas aproveitar o momento que tinham juntos.
— Sabe, Ramuda, eu estava pensando. — Você começou a falar de repente, passou os dedos de uma de suas mãos nos fios rosados do rapaz, sentindo a maciez em sua pele e o cheiro gostoso do shampoo invadirem suas narinas, era sempre bom brincar com os fios dele — Eu ainda não dei o meu presente de aniversário, não é?
— Não? Pensei que fosse tudo isso. — Amemura respondeu com seu comum tom, utilizando um tom levemente confuso e curioso, porém sem abrir os olhos, apenas sentindo seu carinho enquanto o calor de seu corpo o embalava em uma sensação relaxada, retirando todo o estresse acumulado do dia.
— Não, isso foi minha surpresa de dia dos namorados, meu presente de aniversário é mais uma proposta. — Respondeu em seguida, utilizando um tom mais hesitante, como se estivesse nervosa ou pensativa se deveria ou não abordar tal assunto, tom que chamou a atenção de seu perspicaz namorado que rapidamente percebeu que algo estava lhe incomodando — Bem, eu vou ser direta ou vou mudar de ideia, eu pensei que já que namorados algum tempo, poderíamos talvez, morar juntos?
Ao ouvir o final da frase, os olhos do rapaz se abriram praticamente que de forma automática, levantando-se imediatamente de forma meio brusca, como se tivesse ligado alguma coisa nele, afastando-se de seu colo e se você, porém se mantendo sentado no sofá. Com isso, o rapaz virou o rosto em sua direção com uma expressão surpresa, olhos arregalados juntos de um semblante atônito, como se não estivesse acreditando no que seus ouvidos haviam escutado.
— É que a gente sempre sente muita saudade um do outro e já namoramos algum tempo, pensei que talvez pudéssemos morar juntos... — Você voltou a falar ao ver reação de seu namorado, abaixando a cabeça e sentindo suas bochechas esquentarem, não conseguindo olhar ele nos olhos, sabia que essa proposta era um passo grande na relação de vocês, mas pensou que ele gostaria da ideia — Foi só uma ideia, tu-tudo bem se você não quiser, eu...
— É o melhor presente de aniversário que eu poderia querer! — Ramuda bradou de repente em um tom extremamente alto, claramente não conseguindo se aguentar de felicidade, possuindo um sorriso largo e um brilho nos olhos enquanto encarava você diretamente com alegria — Morar com a pessoa que eu amo seria a melhor coisa do mundo! Eu adoraria!
Em seguida, Ramuda simplesmente se jogou em cima de você, envolvendo seus compridos e finos braços ao redor de seus ombros, e esse abraço foi tão repentino e com tanta intensidade que acabou derrubando você, caindo de costas no sofá com o namorado mais fofo que já teve por cima. O abraço de Ramuda era apertado, porém com muito carinho, enquanto ele esfregava a bochecha na sua, sorrindo largamente com os olhos fechados, claramente feliz com a proposta que pelo visto, havia aceitado.
— Isso vai ser incrível! Vai ser como se fossemos casados! Vamos dividir a cama todos os dias e vamos fazer a compra do mês como um verdadeiro casal, vamos acordar todo dia juntos e podemos ir juntos até certo caminho para o emprego, eu também não vejo a hora de receber você em casa quando chegar do trabalho. — Seu namorado começou a balbuciar coisas em seu ouvido em um tom de voz muito contente, sentindo o coração dele bater visto a mínima distância, batendo de maneira tão intensa que parecia que iria salta para fora, quando de repente, ele soltou seu corpo e se afastou de maneira que pudesse olhar você diretamente nos olhos — Vamos morar na minha casa ou na sua?
Ao ouvir a pergunta, tudo que conseguiu fazer foi fechar os olhos e rir, a risada mais gostosa que Amemura já havia ouvido em toda sua vida, e teria hipnotizado ele se não tivesse surgido após uma pergunta tão séria, pois para ele aquele era um assunto sério, pois não via a hora de fazer as malas ou de arrumar a casa para você, caso escolhesse a dele. Nisso ele estava certo, porém não estava rindo por conta da pergunta em si, estava rindo de Amemura e da forma adorável e contente que ele estava agindo, o garoto estava tão feliz que se aquilo fosse um pedido de casamento, estaria correndo pelas ruas gritando.
Naquele momento, ficou feliz por ter tido aquela ideia, ambos sempre reclamavam que quase não se viam pela rotina que tinha, mas se morassem juntos, o problema se resolveria, na verdade, melhoraria tudo, pois ambos eram o remédio um do outro. Ao ver a reação feliz de seu namorado, um sorriso largo surgiu em seus lábios, pois a pessoa que você amava lhe amava tanto quanto você, ver a empolgação dele para a vida a dois era algo lindo, algo que fazia você ter certeza de que havia escolhido a pessoa certa, ele estava tão empolgado, era contagiante.
Em um gesto levado pelo momento, você levou ambas as mãos até o rosto de Ramuda e o puxou até você, selando os lábios dele em um beijo apaixonado, havia escolhido a pessoa certa, uma pessoa que amava profundamente e que amava você de volta, alguém tão apaixonado que mal podia se conter. Aquele havia sido o melhor aniversário e o melhor dia dos namorados que Ramuda já havia tido, não porque passaram a noite comendo chocolate enquanto jogavam conversa fora e viam filmes, não porque beberam chocolate-quente aconchegados um no outro, mas sim porque daqui alguns dias começariam uma vida juntos e este era o melhor presente que poderia querer.
Bonjour, Rainha! Eu vi esse headcanon e é tão adorável 😭💕! Eu poderia pedir um headcanon de conforto com Jamil Viper? Com MC que todos os dias vai ao dormitório de Scarabia, após o overblot dele, e se oferece para ajudá-lo com a comida, ou até mesmo com preparativos para festas de Kalim só que então um dia — pouco tempo antes desse evento aqui — MC não comparece as aulas, nem mesmo vai ao dormitório dele para ajudá-lo. Então, quando ele vai até MC ele o acha tremendo (mais não de frio), com os olhos marejados e aparentemente com falta de ar enquanto Grim tenta acalmá-lo/a? (MC está realmente preocupado/a que algo ruim aconteça e não possa fazer nada para ajudar.) Desculpe se esse tema te deixa desconfortável, ou se de alguma forma ficou um pouco vago.
Bonjour! Fico feliz que tenha gostado do meu headcanon de Twst, fico muito feliz <333 É sempre um prazer escrever para este fandom, eu gosto demais desse jogo, por isso, muito obrigada pelo pedido! Eu só gostaria de alertar uma coisa, eu acabei escrevendo o headcanon de uma forma mais vaga sem me aprofundar muito em relaçãos aos problemas da/o MC, eu não cheguei a jogar o capítulo da Ignihyde ainda e não gosto de receber spoiler, por isso que não vi o vídeo do link que você me enviou, só queria avisar porque o hc acabou saindo meio vago e se por acaso você não gostar, é só me pedir um hc novo que eu faço :3 É que eu não joguei o capítulo mesmo e por isso não estou a par dos último acontecimentos e quero ver eles pessoalmente sem spoilers, apenas isso, espero que não seja um problema e que entenda meu lado. Mesmo com isso, espero que goste do headcanon.
-Jamil Viper (Twisted Wonderland)
E de repente, Jamil Viper começa a se sentir preocupado em relação a você, um sentimento ruim de que alguma coisa está errada e que algo muito grave aconteceu, pois naquele dia, Jamil não viu você durante o dia todo, você não veio as aulas e sequer passou em Scarabia para vê-lo. Desde que o rapaz sofreu seu overblot, você tem estado muito presente na vida dele, aparecendo todos os dias no dormitório de Jamil e o ajudando com as mais pequenas coisas, desde cozinhar até fazer companhia e pouco a pouco, quando Jamil menos percebeu, começou a se apegar a você, porém naquele dia, você não havia aparecido, deixando-o extremamente preocupado e com uma angústia no coração.
Preocupado com você, Viper resolve ir até seu dormitório para ver o que havia acontecido e quando chega, depara-se com você encolhida/o em um canto, tremendo e chorando enquanto Grim tentava lhe acalmar. Sem pensar duas vezes, Viper vai até você, passando um dos braços pelo seu ombro por impulso no intuito de lhe proporcionar algum conforto. Quando você vê que é Viper, afunda seu rosto na curva do pescoço dele, levando suas mãos para partes aleatórias da camisa alheia para ter algum sustento, chorando o tempo todo. A primeira coisa que Viper faz é perguntar o que houve, enquanto lhe abraça com cautela, fazendo círculos em suas costas com a palma da mão, uma tentativa de acalmar e fazer você se sentir segura.
Apesar de seu estado, você acha melhor não dizer nada a Jamil, seria melhor que ele não soubesse, por isso disse que não se sentia confortável falando sobre este assunto e tudo que precisava era de um pouco de apoio. Respeitando sua escolha, Jamil concorda em não fazer mais perguntas, apenas lhe proporcionar o que precisa naquele momento. Jamil se encosta em uma das paredes do dormitório com você apoiada nele, a cabeça em seu ombro e suas mãos apoiadas em seu corpo, enquanto ele acaricia com carinho e cuidado suas costas e antebraço, mantendo-a/o em seus braços até você dormir de tanto chorar, proporcionando carinho e segurança, e apesar da preocupação com você, Jamil achou melhor não lhe pressionar, por mais que seu coração esteja se despedaçando de angústia por não saber o que havia acontecido para você ficar naquelas circunstância, não o culpe por isso, ele apenas quer ajudar da maneira que puder.
Poderia fazer Headcanons com Yuri Plisetsky como irmão mais velho da leitora?
Olá, como vai? Espero que esteja bem. Você não me disse se os headcanons eram românticos, platônicos ou similar, além disso, eu não escrevo sobre romance envolvendo membros de uma mesma família, por conta dos itens citados anteriormente, acabei escrevendo como eles tendo uma relação como irmãos mesmo, espero que tenha sido este o seu pedido, se não foi, eu sinto muito, mas espero que goste mesmo assim.
-Yuri Plisetsky (Yuri on Ice)
Sendo irmã mais nova de Yuri Plisetsky, aquele Yuri Plisetsky, considerado o patinador mais novo entre os profissionais da profissão, o mais talentoso visto desde Victor Nikiforov e o atual campeão do Grand Prix, como irmão mais nova deste Yuri Plisetsky, teria como não ter orgulho? Você é um poço de orgulho por ter um irmão tão talentoso e incrível assim, se pudesse, gostaria de gritar e sair espalhando por aí quem é seu irmão mais velho, porém você sabia melhor do que ninguém as consequências de tal ato, além de deixar um irmão tsundere furioso, iria atrair um grupo de garotas interesseiras e esse tipo de amizade era algo que você quer bem longe de você, seu irmão merece algo melhor do que esse tipo de garota.
Enquanto isso, Yuri age como um irmão seco, frio e sarcástico, não dando muita bola para você ou lhe tratando com certa frieza, isso quando não é rude com seu jeito irritado e esquentadinho de sempre, ou quando não lhe tratava com sarcasmo, utilizando respostas irônicas para certos comentários seus, agindo como se fosse superior e até mesmo um pouco arrogante, era assim que Yuri era, irritava-se fácil, não gostava de ser contrariado e muito menos de ouvir que estava errado, tratando os outros como um adolescente rebelde que não liga para nada, porém no fundo, você sabia melhor do que ninguém que não passava de fachada.
A verdade é que Plisetsky não passa de um irmão super protetor, você é a irmãzinha dele, ele viu e cresceu ao seu lado, praticamente ajudou você a dar os primeiros passos, sempre cuidando de você quando estavam sozinhos, como se fosse a própria filha dele, o que acontecia muito, já que praticamente foram criados pelo seu avô já que seus pais estavam sempre ocupados. Por isso, mesmo que tivesse aquele jeito de adolescente rebelde que não liga para ninguém, não suporta quando alguém fala de sua irmãzinha, defendendo-a no mesmo instante e até mesmo comprando algumas brigas por ser chamado de super protetor. Mesmo que não aparente, ele sempre escuta tudo que você tem a dizer, mantendo anotado em sua cabeça seus gostos para escolher os melhores presentes de aniversário, mimando e estragando a irmã que chama de chata e irritante sempre que se veem.
Por conta de seu trabalho, Yuri vive mais na sede onde treina patinação do que em casa, por isso, se veem muito pouco, mesmo assim, Yuri sempre visita quando pode e você também, e sempre que se veem, seu irmão tem alguma lembrancinha para lhe estragar. Mesmo estando distante quer saber como você está, se você está bem, se alguma coisa aconteceu e aí de você se arranjar algum namorado, Yuri fará questão de assustá-lo, ele quer alguém digno que realmente mereça você, mas do seu ponto de vista de irmão super protetor, essa pessoa não existe, agindo como o tsundere de sempre, tratando-a como se não se importasse com você quando na verdade, está mimando como uma criança e cuidando como um pai zeloso, tanto que chegaria a ser sufocante se não estivesse longe.
Oiê, a anon que pediu os headcanons do Ramuda com uma namorada diabética aqui 💆 gostei bastante, você escreve muito bem 🙏
Olá! Fico muito feliz que tenha gostado do headcanon, de verdade, foi uma proposta bem diferente do que estou acostumada a escrever e achei bem interessante, muito obrigada pelo pedido e fico contente que tenha sido de seu agrado! Além disso, obrigada pelo elogio, nunca sei bem como levar eles, mas me deixa muito contente ^^
Headcanons com Amemura Ramuda convivendo com sua namorada que tem diabetes? Pfv 🐵
Escrever para Ramuda sempre será um prazer! Eu simplesmente amo esse menino adorável :3 Eu adorei sua ideia e adorei escrever esse headcanon, espero que goste <3
-Ramuda Amemura (Hypnosis Microphone)
Pobre garoto, quando você conta a ele o porquê de não poder aceitar todos os doces, balas e pirulitos que ele tanto lhe oferece, quase faz o coração de Ramuda parar, como se estivesse afundando em alguma coisa. Ramuda sente um aperto forte no peito quando descobre de sua diabetes, não apenas pelo fato de nunca poder compartilhar seus doces e pirulitos com você, mas por medo do que podia ter acontecido, oferecendo balas, pirulitos e doces disfarçados de pacotes de açúcar logo para você, Ramuda sempre insistia para você pegar alguns dos pirulitos que sempre levava consigo porque te ama e adoraria dividir seus preciosos doces com você, mas quando se passa pela cabeça dele as consequências que esse simples ato poderia ter causado, seu coração falha, ele não quer pensar nisso, mas é inevitável.
Assim que o susto que esta nova informação trouxe consigo passa, Amemura se sente inconsolável, comer doces é tão natural para ele como respirar, Amemura praticamente vive a base de pirulitos, às vezes balas, e tudo mais que tiver açúcar, por isso pensar que logo você, sua namorada, dona de seu pobre coração e o amor de sua vida, não pode se deliciar descontrolavelmente com doces e similares, seu coração entra em um profundo estado de tristeza. Tudo que Amemura queria era poder compartilhar as delícias que conhece, porém agora sabia que era perigoso demais para você, e apesar de estar chateado por saber que sua namorada nunca poderá comer doces sem sofrer consequências, ele não desiste.
Seu namorado é teimoso e não desiste por nada quando coloca alguma coisa na cabeça, comer doces para ele é como uma necessidade, não consegue sequer imaginar viver sequer um dia sem colocar um pirulito na boca, além disso, doces são deliciosos, desde balas e parecidos até chocolates e sobremesas, viver sem poder se deliciar com essas coisas deve ser um pesadelo. Por conta disso, seu namorado decide pesquisar mais, informando-se sobre diabetes e se aprofundando no tema, para assim, encontrar a melhor maneira para poder lhe ajudar.
Depois de pesquisar, Amemura descobre os diversos doces e chocolates sem açúcar feitos propriamente para pessoas com diabetes ou que estão em dieta, possuindo zero açúcar ou uma quantidade muito pequena, além disso, Amemura acaba descobrindo algumas receitas de sobremesas com pouco e até mesmo sem açúcar. Quando ele descobre essas coisas, um sorriso largo surge em seus lábios, havia encontrado uma maneira de ambos se deliciarem com doces sem problemas, afinal, não achava justo continuar com seus pirulitos enquanto você só podia ver, era injusto.
Apesar de ter pesquisado tudo isso e comprado uma leva grande de doces e chocolates sem açúcar, Ramuda não havia contado nada para você, queria lhe fazer uma surpresa e qual foi quando ele começou a cuidar de você, oferecendo doces próprios para diabéticos e controlando sua ingestão de doces, apesar de ter diabetes, isso não significava que não podia comer nada de açúcar, apenas que deveria controlar o consumo e mesmo que Ramuda tivesse aquele jeito despreocupado, é um rapaz muito observador, sempre de olho para ver se você não estava extrapolando. Mesmo com um namorado teimoso, birrento e travesso pegando em seu pé por conta de sua diabetes, cuidando e sempre mantendo o olho em seu consumo de açúcar, sabia que tudo isso era porque ele te ama e quem ama cuida, tudo que ele quer é que você fique bem, saudável e sem complicações, mesmo que talvez, ele esteja no mesmo caminho que você.
O imagine de aniversário do Jakurai ficou perfeito 🗣️ muito muito muito obrigada 😄
Boa noite! Fico contente que tenha gostado do imagine, e novamente, perdão pela demora em atender o pedido, mas fico muito feliz em saber que gostou <333
Oi !! Ontem 09/01 foi aniversário do Jakurai (Hypmic), então eu queria pedir, se puder, um imagine onde Jakurai e sua esposa saíssem pra comemorar seu aniversário.
Olá! Desculpe a demora para atender ao seu pedido, é que imagines levam um pouco mais de tempo para serem escritos do que headcanons, espero que entenda. Eu me diverti bastante escrevendo este imagine, e apesar da demora, espero que goste <3
Postado também na minha conta da plataforma Social Spirit: https://www.spiritfanfiction.com/historia/minha-estrela-happy-birthday-jakurai--imagine-23483910
Número de palavras: 4.409
Onde Jakurai e sua esposa saem juntos para comemorar o aniversário do médico.
-Jakurai Jinguji (Hypnosis Microphone)
— A sobremesa está boa? Você está se divertindo? — Uma voz masculina extremamente familiar surgiu no recinto após um tempo em silêncio, fazendo tais perguntas em um tom de legítima preocupação — Diga-me caso queira mais alguma coisa.
Diante de você, sentado do outro lado da mesa redonda, estava um homem alto de longos cabelos acinzentados com olhos de mesma cor, vestia uma camiseta de gola alta preta junto de calças escuras e sapatos de mesma cor, assim como um jaleco branco por cima. O homem à sua frente era Jakurai Jinguji, um exímio médico, líder do grupo Matenro que representava Shinjuku e seu também, seu marido.
— Quem deveria estar fazendo essas perguntas sou eu, não você. — Retrucou em um tom levemente sarcástico, esboçando um sorriso de canto enquanto pegava uma colherada generosa da sobremesa qual estava se deliciando — Afinal, hoje é seu aniversário, não meu.
Hoje era mais um dos tantos aniversários que Jakurai já havia comemorado em sua vida, porém desta vez, queria comemorar como um casal geralmente faria, já que era casado, em vez de sair com seus parceiros de equipe, Doppo e Hifumi. Você teve a ideia de saírem para jantar juntos em um dos restaurantes favoritos de Jakurai e depois, poderiam dar um passeio em um dos locais favoritos do aniversariante, eram planos simples, porém muito tranquilos e agradáveis.
— Pode ser que seja meu aniversário, mas isso não me impede de querer que a noite seja agradável para você também. — O homem do outro lado da mesa respondeu em seu comum tom calmo e tranquilo, esboçando um sutil sorriso de canto enquanto olhava diretamente em seus olhos — A sobremesa está boa?
— Claro que está, é meu favorito. — Retrucou em um tom levemente brincalhão, esboçando um sorriso divertido enquanto quase cantarolava as palavras, divertindo-se com seu marido à sua maneira — Quer experimentar? E não ouse fazer cerimônia, pegue um pedaço.
Após dizer isso, pegou outra colherada generosa da sobremesa qual estava comendo e se inclinou mais para frente, quase se levantando no intuito de alcançar o outro lado com mais facilidade, e Jinguji após perceber suas intenções, decidiu lhe ajudar, inclinando o corpo mais para frente para que você não precisava se inclinar tanto. Assim que Jinguji fez isso, automaticamente se encontrou mais próximo da colher que você segurava na ponta dos dedos, apontando-a em direção a boca do rapaz que ao se ver tão perto, abriu a boca e abocanhou o conteúdo da colher, fechando os olhos logo em seguida.
— Realmente, está ótimo. — Jinguji respondeu com seu comum tom, ainda mantendo os olhos fechados enquanto sentia cada sabor do doce se espalhar pela sua boca, poderia não ser um grande fã de doces, mas de vez em quando eram bem-vindos — O restaurante fez um excelente trabalho, tanto o jantar quanto a sobremesa estavam ótimos.
— Como de costume, afinal, este é seu restaurante favorito, nós sempre jantamos aqui quando podemos. — Respondeu em um tom divertido, novamente, quase cantarolando enquanto voltava a se sentar em sua cadeira, pegando outra colherada generosa de sua sobremesa — A comida é sempre deliciosa, acho que deve ser por isso que você gosta tanto daqui.
— Preciso admitir que esse é um dos motivos, a comida nunca me decepcionou, mas o que realmente faz deste lugar meu favorito é outro. — O homem respondeu em seu comum tom lento e calmo, pegando uma colherada da sobremesa que estava comendo enquanto encarava o nada de forma pensativa, perdido em pensamentos com um sorriso sutilmente bobo — Foi aqui que tivemos nosso primeiro encontro.
Ao ouvir aquela resposta, não conseguiu evitar de parar tudo que estava fazendo, erguendo um pouco de sua cabeça para olhar Jakurai, este que encarava o nada com um olhar perdido em devaneios e um sorriso sutil nos lábios. Realmente, o primeiro encontro sério de vocês ocorreu naquele restaurante, Jakurai havia ouvido através de outras pessoas que este restaurante era ótimo, um excelente ambiente, uma ótima comida e um bom tratamento por parte dos funcionários.
Como era o primeiro encontro sério de vocês, um encontro de um casal que realmente queria levar um bom relacionamento, o rapaz teve a ideia de tentar lhe impressionar um pouco, levar em um lugar com uma comida boa e uma atmosfera adequada. A ideia funcionou, tiveram uma noite muito agradável, assim como essa e todas as anteriores,e quando menos repararam, aquele restaurante havia se tornado um lugar especial cheio de lembranças.
— Realmente, já viemos aqui tantas vezes que tinha até me esquecido. — Respondeu em um tom baixo e sentimental, já havia se acostumado tanto com o lugar que havia se esquecido por um momento, que tudo se iniciou ali — Eu pensei que você gostasse da comida daqui, nunca pensei que fosse por isso.
— A comida me agrada muito, mas sempre que jantamos aqui, lembro-me de nosso primeiro encontro. — Jinguji respondeu em um tom sentimental, erguendo a cabeça e encarando um dos lustres do restaurante com um olhar distante, esboçando um sorriso tímido, porém adorável — Eu achei que este seria o local mais adequado para comemorar meu aniversário.
— Assim você dificulta para mim. — Retrucou em um tom levemente brincalhão, chamando a atenção de Jinguji que abaixou a cabeça e voltou a lhe encarar, olhando diretamente em sua face com um olhar curioso — Quando chegar meu aniversário, acho que terei de vir aqui também, como vou escolher um lugar diferente depois de uma declaração dessas?
— Você não é obrigada a escolher este, iremos no restaurante que você quiser. — Jakurai respondeu em um tom levemente divertido, a personalidade de seu marido era geralmente calma, tranquila e até mesmo um pouco apática, mas desde que se conheceram, tons mais divertidos, bobos e brincalhões começaram a surgir nele, mesmo que do jeito dele — Apenas me senti um pouco sentimental hoje, podemos fazer lembranças novas em um lugar que você queira.
— Não tem como bater a lembrança do primeiro encontro. — Respondeu em um tom divertido e bobo, esboçando um sorriso travesso enquanto parecia se divertir com a conversa, porém sentindo seu coração palpitar com os sentimentos de seu marido por você, ainda mais após tal declaração — Será que ainda dá tempo de ter uma mordida da sua sobremesa?
Após dizer isso, apontou com a colher para a sobremesa de seu marido, este que estava quase finalizando o doce, havia apenas um pouco e havia ficado de pedir uma mordida, mas a conversa foi ficando cada vez mais sentimental de forma que não encontrou brechas para fazer tal pergunta. Seu marido ao ouvir sua pergunta, abaixou a cabeça e olhou o doce, percebendo que havia comido quase tudo, havia ficado de oferecer um pouco para você, mas foi se perdendo na conversa de uma maneira que quase esqueceu.
— Se queria, podia ter pedido antes. — O médico respondeu em um tom levemente divertido, esboçando um fraco sorriso de canto, porém utilizando a colher para pegar todo o doce que havia sobrado, deixando o talher bem cheio e raspando o utensílio — Aqui, você pode ter.
Em seguida, Jakurai fez o mesmo que você anteriormente, porém como era maior, seus braços eram igualmente maiores, então não teve muita dificuldade em alcançar o outro lado da mesa, mal se movendo do assento qual estava sentado. Jakurai esticou o braço enquanto segurava a colher com a ponta dos dedos, e assim que o talher se aproximou de você, abriu a boca e abocanhou o conteúdo.
— Estava ótimo. — Disse com a boca cheia, porém colocando a mão na frente para que não aparecesse, sentindo o doce se espalhar pela sua boca e língua, estava ótimo, não tão bom quanto o seu, mas igualmente delicioso — Talvez eu peça um desses na próxima vez, é bom variar as vezes.
— Você sempre diz isso e sempre leva o mesmo. — O homem respondeu em um tom descontraído, lembrando-se de todas as vezes que haviam ido até esse restaurante, assim como todas as vezes que você dizia isso e no final, acabava sempre levando o mesmo — Você quer mais alguma coisa? Se não, eu vou fechar e pagar a conta.
— Nem se eu quisesse, estou cheia. — Respondeu com seu típico tom, o jantar havia sido ótimo e como de costume, haviam comido bem, estava completamente cheia e aquela sobremesa era a última coisa que cabia em seu estômago, sentindo que seu órgão poderia explodir caso comesse mais alguma coisa — Já termino a sobremesa.
— Não tem pressa, comer rápido demais não é bom para a saúde. — Seu marido disse como de costume sempre que bancava o médico com você, esboçando um sorriso de canto logo em seguida enquanto olhava de maneira amorosa para você — Coma no seu ritmo, vou apenas pagar a conta enquanto isso.
Após dizer isso, Jinguji se levantou e caminhou em direção ao caixa que se encontrava um pouco distante, uma área própria onde os clientes fechavam a conta após terminarem a refeição, pagando logo em seguida. Como eram casados, dividiam todas as despesas, não havia aquilo de conta de um ou de outro, ambos trabalhavam e com o trabalho de ambos, pagavam suas contas juntos, como um casal, mesmo que o aniversário fosse de Jinguji e ele estivesse no caixa pagando, a conta em si era de ambos, independente de quem pagava.
Enquanto seu marido fechava a conta, aproveitou para se deliciar com o resto de sua sobremesa, podia estar cheia após uma refeição tão boa e farta, mas nunca deixaria um pedaço de sobremesa para trás. Havia sido um jantar tranquilo, assim como havia planejado, seu marido havia vindo em seu restaurante favorito, pedido seus pratos prediletos enquanto jogavam conversa fora, e agora, dariam um passeio noturno onde quer que ele quisesse, estava sendo a noite perfeita, assim como você queria que fosse.
Como o trabalho de Jakurai era um tanto estressante, afinal, acordar cedo para passar manhã e tarde no hospital, aturando todo tipo de paciente, não era nada fácil, havia perdido a conta de todas as vezes em que ele havia chegado em casa extremamente cansado ou estressado. Por conta disso, queria que essa noite fosse perfeita, na verdade, queria que hoje fosse perfeito, porém o trabalho não dá folga a ninguém no aniversário, Jakurai teve de trabalhar como de costume, por isso queria que o resto de seu aniversário fosse agradável, sem estresses, apenas um momento tranquilo, relaxante e descontraído.
— Está tudo feito. — A voz de Jinguji surgiu de repente, retirando-a de seus devaneios, estava tão imersa em seus próprio pensamentos que sequer havia notado a aproximação dele, apenas escutado a voz assim que ele se chegou — Se estiver cheia, não se force a comer por obrigação, não vai lhe fazer bem.
— Quem disse que estou forçando? — Retrucou em um tom levemente incomodado, pegando outra colherada generosa e levando até sua boca, observando-a se sentar novamente no assento do outro lado da mesa — Está ótimo.
— Você está comendo devagar demais. — Seu marido respondeu em seu típico tom tranquilo, esboçando um sorriso de canto enquanto olhava diretamente em seus olhos, afinal, era de conhecimento popular que quando uma pessoa está cheia demais e se forçando a comer, acaba diminuindo o ritmo e nada passava despercebido pelos olhos do médico, desvantagens de ser casada com um — Apenas não se force muito, não vai ser bom para seu estômago.
— Estou ótima. — Retrucou no mesmo tom de antes, olhando meio torto para seu marido, porém pegando a colher e raspando o recipiente em que sua sobremesa se encontrava, colocando todo conteúdo de uma vez em sua boca — Viu, terminado.
Em vez de pegar em seu pé como de costume, Jakurai apenas riu, uma risada sutil e leve junto de um sorriso suave, olhando para você de maneira amorosa, achando graça de sua teimosia. Jakurai já havia lhe avisado como um bom médico faria, porém se iria seguir as orientações dele ou não era de sua responsabilidade, além disso, Jakurai conhecia muito bem a pessoa teimosa com qual havia se casado, sabia que não adiantava protestar e além do mais, não conseguia evitar de achar essa sua teimosia de certa forma, adorável.
— Agora que você terminou, acho que podemos ir indo. — O homem retrucou em seu comum tom calmo e descontraído, levantando-se de seu assento e caminhando em sua direção, puxando a cadeira na qual você estava sentada com cuidado — Devemos aproveitar que não está tão tarde.
O homem, líder do grupo Matenro, nunca teve problemas para sair a noite por Shinjuku, independente de ser tarde da noite ou durante a madrugada, mas agora que era casado, sabia que deveria ser mais cauteloso, tanto por ele quanto pela pessoa que amava, por isso, não queria ficar muito tarde na rua para segurança de ambos. Assim que ele puxou a cadeira para você, sempre agindo com atenção, afinal, não era porque havia se casado que deveria de deixar de ser atencioso, pelo contrário, era agora que realmente deveria cuidar de você, esse tipo de gesto sempre aquecia seu coração.
Assim que ele puxou a cadeira, você se levantou e se afastou de seu assento, aproximando-se de seu marido que havia esticado o braço para você, esperando que passasse seu braço pelo pelo, entrelaçando-os para que saíssem juntos. Este era um ato de carinho que seu marido gostava muito, bem mais do que saírem de mãos dadas, pois assim ficavam muito mais perto um do outro, além de fazer vocês realmente parecerem um casal, algo que ele gostava muito.
Em seguida, Jinguji caminhou até o balcão e se despediu do funcionário que estava ali, agradecendo pela hospitalidade e desejando um bom trabalho, já que o restaurante ficaria aberto por mais algumas horas. Assim que terminaram com as formalidades, ambos se retiraram do restaurante, sentindo o ar frio da noite arrepiar a pele quente de ambos, dentro do estabelecimento estava agradável, por isso até mesmo se esqueceram que fazia frio do lado de fora.
— Então, para onde quer ir? — Perguntou em seu típico tom, erguendo a cabeça para olhar o rosto de Jinguji, já que este era muito maior do que você, olhando-o com certa expectativa e curiosidade — Ainda temos tempo, podemos passear onde você quiser, assim como havíamos combinado.
— Quero dar um passeio por Shinjuku. — Foi tudo que Jakurai disse, utilizando seu tom calmo, quase apático, de sempre, porém possuindo um sutil sorriso que esteve presente durante toda a noite, evidenciando que ele estava se divertindo.
— Mas você vê Shinjuku todos os dias. — Protestou em seguida, olhando para o homem com um olhar levemente decepcionado, afinal, Shinjuku estava por toda parte, pois se encontravam exatamente em seu centro — Você trabalha em Shinjuku, moramos em Shinjuku, não acha que deveríamos fazer algo diferente?
— Eu quero realmente ver Shinjuku, estou sempre ocupado ou na correria do dia a dia que nunca realmente presto atenção em Shinjuku. — O médico respondeu em um tom levemente profundo, como se estivesse dizendo algo do fundo de seu peito, retirando um leve fardo que estava presente, entalado em alguma parte de seu interior — Quero parar e ver a cidade ao meu redor, nunca reparamos na correria de sempre.
Após ouvir essas palavras de seu marido, resolveu fazer como ele, este que apesar de estar falando com você, encontrava-se olhando os arredores com um sorriso leve no rosto, parecendo pleno de alguma maneira. Levada pelas palavras dele, decidiu virar seu rosto e olhar ao redor, realmente olhar, prestar atenção e sentir o ambiente, assim como ele havia recomendado.
O ambiente era a típica Shinjuku de centro, aquele polo comercial, aquela cidade que nunca dormia, enormes prédios se levantando ao redor de vocês como paredes de um labirinto, cercando-os e impossibilitando que vissem um palmo acima, todos com suas luzes acesas, iluminando a cidade como uma árvore de natal. As ruas estavam cheias, mesmo nesse horário, carros passavam a todo instante, enquanto o fluxo de pessoas se encontrava parecido, além dos barulhos de sempre, pessoas falando, carros e músicas aleatórias vindas de dentro de certos comércios.
Por algum motivo, resolveu erguer a cabeça para ver o céu, mas tudo que conseguiu ver foi um pedaço azul escuro ao longe, os prédios eram tão altos que tampavam a lua e as luzes eram tão fortes que ofuscavam as estrelas. Ao perceber isso, por algum motivo, sentiu-se triste, queria ver as estrelas e ao pensar nisso, lembrou-se de algo de maneira tão abrupta que até mesmo parou de andar.
— O que houve? — A voz de Jakurai surgiu de repente, este que havia parado também, já que estavam de braços dados, inclinando o corpo para falar com você, já que havia muito barulho ao redor e temia que você não escutasse — Aconteceu alguma coisa?
— Venha comigo! — Bradou em um tom mais alto que o normal, erguendo a cabeça para olhar diretamente nos olhos dele, retirando seu braço de onde estava para segurar o dele com as duas mãos — Por favor, quero lhe mostrar algo.
Após dizer isso, começou a puxar Jakurai em direção a um certo lugar, este que começou a lhe seguir sem protestar ao ver o quão animada e determinada estava para mostrar seja o que fosse. Apesar de Jakurai estar lhe seguindo de bom grado, não largou o braço do homem, guiando-o pela maré de pessoas que se encontrava diante de vocês, tentando apressar o passo da maneira que conseguia, já que sempre acabava esbarrando em alguém.
Demorou um pouco, já que o centro de Shinjuku estava cheio de pessoas, contornar elas não havia sido uma tarefa fácil, ainda mais enquanto puxava Jinguji com você, porém com muito esforço, chegou onde queria. Estavam diante de uma longa escadaria que levava até uma passarela, aquelas feitas para pedestres e que conectam um lado da calçada a outro, feito para que as pessoas não arriscassem suas vidas tentando atravessar ruas muito movimentadas e largas.
— O que estamos fazendo aqui? — O homem perguntou com curiosidade, olhando a ponto com um olhar confuso, sentindo você soltar o braço dele e finalmente voltar a sua posição de sempre, com a coluna reta, já que teve de se abaixar enquanto você o puxava, já que era menor que ele — Nossa casa é do outro lado, não tem porque atravessar a passarela.
— Não vamos atravessar, vamos apenas subir nela. — Respondeu com seu típico tom, como se sua resposta fizesse todo sentido do mundo, e antes que ele pudesse retrucar, começou a subir os degraus — Vem, estamos perto.
Após dizer isso, continuou a subir os degraus, ficando de costas para Jinguji que apenas observava suas costas subirem e subirem enquanto ele não entendia nada, porém fazendo o que você havia pedido. Mesmo sem entender, Jinguji começou a subir as escadas, seguindo você calmamente e se lembrando de um dos motivos de gostar tanto de você, afinal, você era imprevisível, sempre fazendo coisas que ele não entendia, mas que no final, acabavam fazendo sentido. você era o toque de diversão, curiosidade e imprevisibilidade que Jinguji precisa em sua vida.
Assim que chegaram na passarela, Jakurai percebeu que a mesma estava vazia, pois não eram muitas pessoas que a utilizavam, além disso, a construção se encontrava em um lado da cidade não muito movimentado, mesmo que se encontrasse próximo ao centro, talvez fosse as horas ou talvez ninguém se lembrasse de usá-la. Ao chegar na passarela, os olhos de Jakurai começaram a procurar por você, encontrando-a a caminho da beirada da passarela, onde uma longa mureta de tamanho médio a contornava, evitando que pedestres sofressem acidentes.
— Venha aqui. — Pronunciou assim que chegou na mureta, apoiando uma de suas mãos nela enquanto utilizava a outra para chamar seu marido, fazendo um sinal com as mãos enquanto sorria.
Levado pela sua animação, Jakurai continuou a lhe seguir sem protestar, caminhando em direção à mureta e enquanto fazia isso, acabou erguendo a cabeça em direção ao horizonte por impulso, deparando-se com todo centro de Shinjuku. A passarela se encontrava em um ponto onde era possível ter uma boa visão de Shinjuku, os prédios, as luzes, até mesmo um pouco da agitação das pessoas e carros, era o ponto perfeito para o que Jakurai queria: contemplar a cidade a qual representava e vivia.
— É uma excelente vista. — O médico disse em seu comum tom calmo e tranquilo, mantendo os olhos fixos na visão da cidade, porém falando com você, admirado com a vista perfeita que possuía dali — Como encontrou este lugar?
— Encontrei por acidente enquanto andava por aí, pensei que era perfeito para o que você queria. — Após você dizer isso, Jinguji escutou o comum barulho de embalagem vindo de sua direção, aquele barulhinho de papel muito característico, este que acabou chamando a atenção do maior — Eu não sabia que queria um tempo para admirar Shinjuku, mas fico feliz que o ponto que eu escolhi bateu com sua vontade, pois eu queria lhe trazer aqui para entregar isso.
Após Jinguji ouvir a última frase saindo de sua boca, acabou sendo tomado pela curiosidade e virou o rosto em sua direção, encontrando-a com um pequeno pacotinho de presente em mãos. Era um pacote bem pequeno, cabia na palma de sua mão, a embalagem era vermelha e havia sido fechada de maneira simplória, porém um sutil rubor preenchia suas bochechas.
— Eu comprei para você. — Disse em seguida ao ver que tinha a atenção de seu marido, aproximando sua mão que segurava o pacotinho dele, querendo que o mesmo pegasse, já que havia comprado para ele — É um presente de aniversário.
— Você sabe que não precisava. — O homem respondeu em seu comum tom, porém esboçando um tímido sorriso, você já havia dado tanto a ele agora que eram casados, abaixado a cabeça de maneira um pouco sentimental — Mesmo assim, muito obrigado.
Seu marido não era uma pessoa muito sentimental, não que não tivesse sentimentos, apenas não expressava muito, porém sentia um forte agradecimento por você, pois havia apresentado ele o amor, o carinho e o sentimento de amar e cuidar de uma pessoa mais do que a si mesmo. Você havia se casado com ele, entregado seu coração e aberto às portas de sua vida para ele, fazendo dele seu companheiro, moravam na mesma casa, dividiam suas rotinas, problemas, diversões, tudo, você já havia feito tanto e mesmo assim, lá estava você, tentando mimá-lo quando ele sentia que deveria estar fazendo isso.
Apesar disso, Jinguji aceitou seu presente, pegando o pequeno presentinho sem dizer uma única palavra, abrindo a embalagem com cuidado enquanto enfiava os dedos compridos no interior do pacotinho, sentindo algo frio no interior. Assim que seus dedos tocaram, seja o que fosse, seguraram com firmeza e puxaram, vendo que era uma corrente de outro com uma linda estrela feita de mesmo material na ponta.
— É um pingente, mas no estilo relógio de bolso, você prende uma ponta da corrente no interior do bolso do seu jaleco para não soltar e correr o risco de perder, então o pingente fica guardado ou pendurado, você quem decide. — Você começou a explicar assim que seu marido retirou o presente do pacote, reparando que ele olhava pingente com certa curiosidade, tentando entender como aquela corrente funcionava, achando certa graça da confusão dele — Eu pensei que fosse gostar, assim você sempre teria uma parte de mim com você, quando estivesse trabalhando e olhasse para o pingente, lembraria de mim.
Naquele momento, tudo fez sentido na cabeça de Jakurai, principalmente o fato de você ter dado uma estrela como pingente, pois no dia do casamento, enquanto trocavam os votos, Jakurai chamou você de estrela, a pessoa que iluminava a vida dele, o brilho em meio a noite. Por isso trouxe ele para um ponto tão remoto, onde ele podia ver Shinjuku, o céu e ficar a sós com você, como de costume, você sempre fazia as coisas de modo em que ele não entendia nada, mas no fim, tudo se combinava, como um quebra-cabeça.
Era um ato lindo, você queria que ele tivesse algo que lembrasse você enquanto estivessem longe, como quando alguém coloca um retrato de família no escritório, queria que ele tivesse você ao lado dele o tempo todo. Apesar de Jakurai achar seu ato lindo, ele sentia que não precisava disso, sorrindo de maneira boba enquanto fechava os olhos, sentindo todo aquele amor transbordar, quanto mais tempo de casados passavam mais ele a amava.
— Eu adorei seu presente, minha estrela, mas não era totalmente necessário. — Jinguji disse em um tom calmo, possuindo um sorriso sutil nos lábios enquanto abria os olhos e olhava diretamente para você, erguendo a mão esquerda de maneira que ficasse diante de seus olhos — Eu já tenho isso.
Após dizer isso, Jinguji deixou bem claro que estava mostrando o anel de casamento, este que brilhava com certa intensidade, refletindo um pouco da luz que vinha das luzes ao redor de vocês. Quando ouviu ele a chamando de estrela, sentiu seu coração falhar como sempre falhava quando ele lhe dava algum apelido, mesmo casados ele sempre mexia com você, independente da maneira que fosse.
— Isso sempre me lembra de você, do nosso amor, e que você é minha companheira, minha parceira para a vida toda, minha mulher. — O homem diante de você disse em um tom doce, algo que só surgia quando estavam a sós, esboçando um sorriso gentil enquanto leva a mão direita até o peito — Além disso, você está sempre no meu coração, você está sempre comigo, mesmo que eu prefira vê-la pessoalmente, os sentimentos que tenho por você sempre me acompanham, mesmo longe.
— Jak… — Sussurrou o apelido carinhoso que havia dado a ele em um tom baixo, porém como estavam muito próximos, o mesmo acabou ouvindo, enquanto você sentia seu coração palpitar mais rápido e as bochechas ficarem sutilmente rosadas, Jakurai sabia ser romântico quando queria e sempre que fazia, a deixava encabulada — Isso é golpe baixo.
Assim que pronunciou a última frase de maneira manhosa e emburrada, Jakurai esboçou um sorriso um pouco mais largo que o normal, achando sua resposta adorável, mesmo que você na verdade estivesse se sentindo derrotada. Queria que o aniversário de seu marido fosse especial, queria dar um presente que se tornasse especial para ele, mas a resposta que havia recebido havia quebrado tudo isso, assim como suas forças.
Levado pelo momento, Jinguji levou uma das mãos até sua bochecha, acariciando sua pele macia com o polegar enquanto olhava fixamente em seus olhos, e lentamente, aproximando os lábios dos seus, selando-os em um beijo profundo e amoroso. Queria que a noite de aniversário de Jinguji fosse especial, queria que fosse maravilhosa como ele, porém tudo que ele precisava para ter uma noite especial era você ao lado dele, apenas isso.
Oii sou a anon que pediu os headcanons de namoro com Kaneki e Hide, eu amei viu? muito obrigada 😺💞
Olá! Fico muito feliz que tenha gostado dos headcanons, foi muito divertido escrever eles 🥰 Muito obrigada pelo pedido, sinta-se a vontade para pedir sempre que quiser ❤️
Olá, espero que estejam todos bem. Estou passando aqui apenas para dar alguns rápidos recados e peço que leiam com atenção, por favor.
Antes de ir direto ao ponto, queria agradecer por todos os pedidos que recebi, estou muito feliz com isso e com o rumo que o blog está tendo, estou contente demais e feliz por ter criado este blog, muito obrigada a todos que estão me dando apoio <3
Ultimamente eu andei recebendo muitos pedidos e sou grata por isso, estou muito feliz, porém só queria avisar que estou escrevendo por ordem “de chegada”, ou seja, estou na ordem em que fui recebendo, por isso se ainda não escrevi seu pedido, é porque ainda não chegou a sua vez. Apesar disso, ainda estarei recebendo pedidos novos, peço apenas que sejam pacientes, pois estou escrevendo no meu ritmo.
Por último, queria apenas que se atentassem as regras, principalmente em relação a diferença entre imagines e headcanons, pois acabo ficando um pouco confusa quando não especificam qual dos dois querem, além disso, quando forem fazer um pedido, por favor, me digam que tipo de imagine/headcanon querem, pedidos muito vagos são difíceis de elaborar.
Era apenas isso, agradeço a todos que estão apoiando o blog e estou muito feliz em estar atendendo pedidos, queria apenas que se atentassem a esses detalhes, tenham uma boa semana <3
Ok, isso vai se aleatório mais-
Eu poderia pedir um headcanon para Lilia ou Kalim onde o leitor fica com saudade de casa e faz algum doce tradicional de seu país? 😔 E dá de presente para um deles com algum detalhe que ele goste? (TIPO BRIGADEIRO COM PEDACINHOS DE TOMATE DENTRO PRO LILIA OU UM PÃO DE SONHO EM FORMA DE TAPETE MÁGICO PRO KALIM? *Cof, cof* Desculpe o surto.)
Por sinal, seu trabalho é incrível<3 Espero que mais pessoas visitem esse blog incrível.
Que isso, não foi nada aleatório, pessoalmente, eu achei um pedido muito fofo >w< Estou muito feliz por ter recebido um pedido de Twist, é sempre um imenso prazer escrever para este joguinho incrível, por isso, muito obrigada pelo seu pedido! Além disso, fico muito feliz que goste do meu trabalho, muito obrigada. Eu fiquei na dúvida sobre qual dos dois escolher, então acabei fazendo sobre os dois, espero que não seja um problema, enfim, espero que goste <3
Pequena introdução do headcanon, serve para os dois:
Já fazia alguns meses desde que você chegou ao Night Raven College e apesar do lugar ser fantástico, incrível e de algum modo, já ter se acostumado a nova rotina, casa e amigos, sentia de vez em quando, saudades de casa, afinal, havia nascido e sido criada em sua terra natal, possuía família e amigos, e mesmo que a experiência em NRC estivesse sendo maravilhosa, sentir saudades de seu lar era extremamente natural. Em um dia qualquer, a saudade voltou a bater em sua porta, porém sabia que no momento, não poderia voltar para seu lar e como não podia voltar, teve a ideia de trazer um pedacinho de casa até você.
-Lilia Vanrouge (Twisted Wonderland)
Neste dia aleatório repleto de saudade e nostalgia, lembrou-se de um doce tradicional de sua terra natal que comia com certa frequência, o conhecido brigadeiro, este que por algum motivo, trazia-lhe lembranças de casa. Possuindo tal doce em mente, decidiu fazê-lo ali mesmo, tinha noção de que não voltaria para casa tão cedo e como não tinha alternativas, decidiu trazer um pouquinho de casa até você, uma maneira de fazê-la/o ter um gostinho de casa mesmo estando longe, matando um pouco dessa saudade que sempre apertava seu peito quando surgia.
Enquanto colocava os ingredientes do brigadeiro dentro da panela, por algum motivo, lembrou-se de Lilia Vanrouge, um amigo muito próximo e sua atual quedinha, ou melhor, a pessoa por qual estava apaixonada/o. Ao pensar nele, passou pela sua cabeça a ideia de presentear Lilia com alguns brigadeiros, desde que havia chegado ao NRC, o rapaz sempre lhe tratou bem, sendo gentil e simpático a sua maneira, e graças a ele, experimentou muitas coisas novas, diferentes e com gostos peculiares, não podia negar. Lilia havia apresentado uma parte de seu mundo para você, por isso, nada mais justo do que apresentar uma parte de seu mundo para ele.
Com isso em mente, terminou seus brigadeiros e começou a preparar as coisas para transformá-los em pequenas bolinhas com granulados, porém alguns teriam uma surpresa colocadas especialmente para Vanrouge. Assim que tudo ficou pronto, não esperou um segundo sequer para ir em busca de Vanrouge para entregar seu presente feito com muito carinho. Quando chegou até o rapaz com o presente em mãos, Vanrouge ficou radiante como de costume, esboçando seu típico sorriso, claramente feliz e satisfeito por estar recebendo um presente de você, afinal, gostava de tudo que vinha de você, se tivesse seus sentimentos nele, aceitaria de bom grato.
Quando Lilia abriu o presente e se deparou com os doces, por um momento não entendeu, nunca havia visto tal doce antes, possuía séculos de idade e havia viajado por todo o mundo, porém nunca havia visto algo como aquilo. Depois que você explicou que era um doce de seu mundo, o coração de Lilia se apertou, tanto de ansiedade para provar algo novo como pelos seus sentimentos, havia feito algo que lembrava sua casa, aqueles doces possuíam suas lembranças, saudades e emoções, e você queria compartilhar eles justamente com ele, não havia como não ficar levemente emocionado com tal consideração.
Você havia explicado para o rapaz que o doce era feito de chocolate, por isso Lilia ficou completamente surpreso ao ver que no interior de seus brigadeiros haviam pequenos pedaços de tomate. Assim que notou a surpresa dele, explicou que queria combinar o doce com algo que sabia que Lilia gostava, para que ficasse do gosto dele e essa resposta foi o suficiente para fazer o pobre coração do rapaz palpitar. Não era apenas um doce com gosto de casa e saudade, mas também misturado com os gostos e os sentimentos que tinha por Vanrouge, todo esse cuidado, atenção e carinho era demais para o rapaz aguentar, querendo simplesmente se jogar em seus braços e lhe abraçar com força, porém como vocês não tinha tal intimidade, Lilia não sabia se você receberia bem tal ato, contendo-se com um sorriso de agradecimento e bochechas levemente rosadas, mal sabendo que você adoraria um abraço ou qualquer coisa vindos de Vanrouge.
-Kalim Al-Asim
Possuindo tal pensamento em mente, começou a pensar nas coisas que gostava de comer em seu mundo, como não podia voltar para casa, poderia ao menos preparar alguma coisa que lembrasse seu lar, alguma comida com uma memória afetuosa ou algo que fizesse você se sentir em casa. De repente, lembrou-se do pão de sonho, um doce que trazia algumas memórias afetivas de sua casa, sem contar que era algo que você adorava comer e como estava alguns meses no NRC, fazia um bom tempo que não provava.
Enquanto preparava a massa do pão de sonho, por algum motivo, lembrou-se de Kalim Al-Asim, um de seus grandes amigos e sua atual queda, ou melhor, a pessoa que você estava se apaixonando, afinal, era impossível não se apaixonar por aquele sorriso radiante como o Sol. Assim que pensou nele, lembrou-se de todas as vezes que Kalim havia sido hospitaleiro com você, apesar de tudo, o rapaz sempre havia sido gentil e simpático, tratando-a bem e cuidando da sua maneira, e ao se lembrar disso, decidiu fazer aquele pão de sonho para ele. Kalim sempre havia sido bom para você, sempre havia sido gentil e sempre a tratava como parte de sua família, nada mais justo do que apresentar uma parte de sua cultura para ele que já havia mostrado tanto da sua para você.
Decidida a fazer aquele pão de sonho para ele, pegou uma forma retangular e assim que terminou a massa, colocou dentro da forma para pegar forma, queria que aquele pão tivesse um formato específico e mesmo que não fosse um/a cozinheiro/a profissional, faria o possível para ficar da maneira como estava imaginando. Assim que terminou, não esperou nem mais um segundo para embalar tudo e correr até Al-Asim, queria entregar logo seu presente para simplesmente ver as reações dele, o rapaz sempre possuía as melhores e apenas imaginar a expressão que ele faria era o suficiente para fazer seu coração palpitar. Quando chegou até Al-Asim e entregou seu presente, um sorriso radiante surgiu nos lábios dele, claramente feliz por estar ganhando algo de você, na verdade era ainda melhor, pois havia sido feito com suas próprias mãos
Quando Kalim abriu o presente e se deparou com o pão de sonho, uma expressão de confusão mesclado a alegria preencheram sua face, estava confuso porque nunca havia visto tal doce antes, o que era curioso, porém o presente possuía o formato de um tapete mágico, com uma simples decoração feita para simular um, porém como não era muito bom/a com confeitaria, acabou saindo algo mais simples do que planejava. Ao ver a confusão nos olhos de Kalim, decidiu explicar que era um doce típico de seu mundo, um muito afetivo que lhe trazia muitas lembranças, sem contar que era algo que adorava e por isso, queria compartilhar com ele. Assim que você explicou, o coração de Kalim palpitou ainda mais forte do que o normal, enquanto um rubor surgia em suas bochechas, um calor de felicidade
Assim como você, o rapaz sabia como era sentir saudades de casa, apesar da dele estar mais perto e acessível que a sua, porém Al-Asim era um rapaz levemente sentimental e apegado, por isso sentia falta de suas raízes com muita facilidade, então entendia perfeitamente como você se sentia em relação a sua própria casa, a saudade e a necessidade de querer algo que lembrasse de seu lar. O coração de Al-Asim estava nas nuvens, pois você queria compartilhar o gostinho de sua casa com ele, isso era algo que fazia o rapaz se sentir como se fosse da sua família, aquele pão de sonho poderia possuir um formato de tapete, porém possuía seus sentimentos e lembranças, e isso era o suficiente para deixar o garoto mais bobo que o normal, e ele está tão feliz que simplesmente se jogou em seus braços, abraçando-lhe com muita força e depois se desculpando de maneira meio sem graça, a felicidade foi tanta que ele não se conteve, mas isso é por conta de sua extrema ingenuidade e apesar dele estar meio envergonhado, não é como se você estivesse reclamando.
Boa noite!! Queria pedir um cenário com Jyushi Aimono, de Hypmic, onde ele fosse a praia com sua namorada. E ah, estou tão contente que você tenha criado esse blog 😂
Boa tarde, muito obrigada pelo seu pedido, é sempre bom escrever para HypMic ^^ Fico feliz que esteja gostado do blog, sinta-se a vontade para fazer pedidos quando quiser! Espero que goste do imagine.
-Jyushi Aimono (Hypnosis Microphone)
No momento em que Jyushi chega na praia, sentindo a areia afundar seus dedos dos pés e a brisa salgada balançar seus cabelos, automaticamente começa a agir de maneira pomposa, exagerada e até mesmo um pouco narcisista, mas a verdade é que lá no fundo ele está uma pilha de nervos, fazendo dessa personalidade excêntrica como um escudo para proteger seu lado sensível e levemente tímido. Jyushi está nervoso, não só por estar praticamente semi-nu, utilizando apenas um calção de praia, diante de uma multidão, mas por estar semi-nu diante de você, sua namorada. Como se não bastasse isso, você está adorável em sua roupa de banho, seja um biquini, maiô ou uma peça de roupa mais reservada, para Jyushi você está linda com qualquer um deles, mas o clima de praia acaba deixando as coisas com outros ares, transformando-o em uma pilha de nervos.
Quando você percebe que ele está agindo de maneira excêntrica demais, quase forçada ao extremo, é que você percebe o quão nervoso ele está se sentindo por dentro, como um artista, estar diante de muitas pessoas é normal, mas semi-nu nunca ocorreu, ainda mais com você por perto vestida de maneira tão incrível, esse garoto não sabe como agir, recorrendo a uma força personalidade narcisista. Assim que percebeu como o rapaz estava se sentindo, decidiu chamar ele para conversar antes de começarem a se divertir, e assim que ele percebe que você está tão nervosa quanto ele e que você quer que ele aja como ele mesmo, seu coração falha, você não quer o Jyushi pomposo dos palcos, você quer a personalidade real dele e isso é quase o suficiente para fazer ele chorar, perguntando para si mesmo o que havia feito de bom para merecer uma namorada tão doce e amável.
Assim que Aimono se acalma e começa a agir mais como ele mesmo do que um narcisista egocêntrico, é quando a diversão realmente começa. Mergulho no mar? Pode ter certeza que Aimono vai te acompanhar, jogando água em você, mergulhando para se refrescar e se divertindo na água a sua maneira, tudo está indo bem, até o momento em que ele acaba percebendo você, seus cabelos estão molhados e água desce lentamente pelo seu corpo quase completamente ou sutilmente exposto, transformando Aimono em uma bagunça corada, não que ele quisesse ter tais tipos de pensamentos, mas surgiram quase como automaticamente. Brincando na areia? Aimono também está disposta a lhe acompanhar, seja para fazer esculturas ou até mesmo para ser enterrado por você. Se você pedir para ele passar protetor solar em seu corpo, espere por uma face completamente vermelha e aquela típica personalidade narcisista demais, uma forma de tentar, repito, tentar disfarçar o nervosismo que está sentindo pelo fato de estar tocando seu corpo, esfregando algo grudento e gosmento por sua pele macia, mas apesar do nervosismo, ele nunca irá recusar tal oferta.
Como todo passeio de praia, seu namorado faz questão de lhe convidar para beber alguma coisa, seja uma água de coco, apenas água para se refrescar, até mesmo um sorvete se preferir. Você está com fome? Sem problemas, seu namorado faz questão de escolher um lugar que pareça lhe agradar para terem uma boa refeição e um pouco de paz após uma tarde agitada. Provavelmente, este é um dos momentos mais relaxantes e tranquilos desde que chegaram na praia, onde seu namorado consegue ser ele mesmo sem o risco de entrar em pânico por alguma situação embaraçosa, apenas conversando tranquilamente com você enquanto aproveitando uma boa bebida/comida.
O momento mais íntimo entre você e Aimono é a noite, quando a praia está mais vazia com um número muito pequeno de pessoas, o rapaz faz questão de darem um passeio à beira da praia, sentindo as ondas do mar tocarem seus pés enquanto a luz da noite banha tua face, caminhando de mãos dadas enquanto Aimono se sente nos céus, segurando sua mão com a luz da lua em seu belo rosto, é como uma cena perfeita de filme. Antes de finalizarem o dia, Aimono lhe convida para se sentar com ele na praia, lado a lado, enquanto um dos braços dele passa pelo seu ombro, puxando-a para mais perto dele enquanto sua cabeça repousa no ombro alheio, por um momento, o rapaz quase entra em pânico, porém aquele é para ser um momento romântico entre vocês, por isso Aimono tentará com todas as suas forças se manter calmo para que este doce momento dure um pouco mais.