Ando querendo ser cuidada por você. Querendo aquele tipo de dependência de tudo mesmo. De colo, de beijo… De ser feliz.
Esgotada.
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@imbuscavel
Ando querendo ser cuidada por você. Querendo aquele tipo de dependência de tudo mesmo. De colo, de beijo… De ser feliz.
Esgotada.
oi, gostei do Tumblr
muito obrigado.
Saudade é o que fica quando você se vai.
Gabriel Sander.
Quando eu acordei hoje eu tinha certeza de quem eu era e do que eu queria, mas já mudei umas quatro vezes desde então. Sei que meu coração dói, mas não sei pelo que, a dor se tornou rotina. A única certeza que eu tenho nesse momento, é que eu te amo. Eu te amo pra cacete, cara! E isso dói pra caramba.
O Pequeno Bob.
Desculpa se te liguei, é que esqueci de fingir que não estou nem ai.
Soulstripper
Para dias bons: Sorrisos. Para dias ruins: Paciência. Para todos os dias: Fé.
Samantha
Já aconteceu de eu quase chorar por ter tropeçado na rua, por uma coisa à-toa. É que, dependendo da dor que você traz dentro, dá mesmo vontade de aproveitar a ocasião para sentar no fio da calçada e chorar como se tivéssemos sofrido uma fratura exposta.
Martha Medeiros.
Nem sempre são de palavras que precisamos para se sentir bem, quero dizer, eu prefiro mil vezes um abraço por exemplo do que certos conselhos.
Mateus Yoshitani.
Quer se matar? Imagine isso. Você chega em casa depois da escola um dia. Você teve mais um dia horrível. Você está pronta para desistir. Então você vai para o seu quarto, fecha a porta, e tira a carta de suicídio que você tenha escrito e reescrito. Você pega os remédios e os leva para a sua cama. Você toma todos, enquanto passa a lâmina fundo na veia, segurando a carta contra o seu peito, você fecha os olhos pela última vez. Algumas horas mais tarde, o seu irmão mais novo bate à sua porta para lhe dizer que o jantar está pronto. Você não responde, então ele abre a porta. Tudo o que ele vê é você deitada na sua cama, ele pensa que você está apenas dormindo. Sua mãe vai para o seu quarto para acordá-la. Ela percebe que algo está estranho. Ela pega o papel em sua mão e o lê. Soluçando, ela tenta acordá-la. Ela está gritando o seu nome. Seu irmão, tão confuso, corre para ir contar para o pai que “a mamãe está chorando e sua irmã não vai acordar.” Seu pai vai para o seu quarto. Ele olha para a sua mãe, chorando, segurando a carta ao peito, sentada ao lado de seu corpo sem vida. Ela com dificuldade, fala pra ele o que está acontecendo, e ele grita. Ele grita e joga alguma coisa na parede. E, em seguida, caindo de joelhos, começa a chorar. Sua mãe rasteja até ele, e eles se sentam lá, abraçados, chorando. No dia seguinte, na escola, há um anúncio. O diretor diz a todos sobre o seu suicídio. Leva alguns segundos para que de a noticia concreta, e uma vez que ele conta, todo mundo fica em silêncio. Todo mundo culpa a si mesmos. Seus professores acham que eles foram muito duros com você. Essas meninas populares, pensando em todas as coisas que disseram pra você. Aquele menino que costumava te provocar e chamar-lhe de nomes feios, ele não pode ajudar, mas ele agora odeia a si mesmo por nunca lhe dizer o quão bonita você realmente era. Seu ex-namorado, que terminou com você ele não pode lidar com isso. Ele se desespera e começa a chorar, correndo para fora da escola. Seus amigos? Eles estão chorando muito, querendo saber como eles nunca poderiam ver que algo estava errado, desejando poder ter te ajudado, antes que fosse tarde demais. E sua melhor amiga? Ela está em choque. Ela não pode acreditar. Ela sabia o que estava passando, mas nunca pensou que chegaria a tal ponto ela não consegue chorar, ela não consegue fazer nada. Ela se levanta, caminha para fora da sala de aula, e só cai no chão. Treme, grita, mas as lágrimas não saem. Alguns dias depois, em seu funeral, a cidade inteira praticamente estava lá. Todo mundo sabia quem era você, a menina com o sorriso brilhante e personalidade borbulhante. Muitas pessoas falam sobre todas as boas lembranças que tiveram com você, havia um monte. Todo mundo está chorando, o seu irmão mais novo ainda não sabe que você matou a si mesmo, ele é muito pequeno para entender as dimensões disso. Seus pais só disseram que você morreu. Dói muito. Você era a irmã mais velha, que estava sempre lá para ele. Sua melhor amiga, ela permanece forte, durante todo o velório, mas assim que começam a baixar seu caixão no chão, ela só grita, jogando-se no chão. Ela chora e chora e não para por dias. É dois anos mais tarde. A vida de todos continua, mas não necessariamente voltou ao normal. Aquelas meninas populares têm distúrbios alimentares agora. Aquele menino que costumava provocar você se corta. Seu ex-namorado não sabe como amar mais e apenas dorme por aí com as meninas. A sua melhor amiga? Ela tentou se matar. Ela não teve sucesso como você, mas ela tentou… O seu irmão? Ele finalmente descobriu a verdade sobre sua morte. Ele também se machuca agora, ele chora à noite, ele faz exatamente o que você fez durante aqueles anos que antecederam seu suicídio. Seus pais? Seu casamento se desfez. Seu pai tornou-se um viciado em trabalho para se distrair da sua morte. Sua mãe foi diagnosticada com depressão e apenas repousa na cama o dia todo. Conclusão? Suas escolhas não vão apenas afetar você. Elas vão afetar a todos. Não termine a sua vida ainda, você tem muito para viver. As coisas não vão ficar melhor se você desistir. Não importa de onde você veio, não importa quem você é, você tem chances de vencer…
Autor Desconhecido.
Eu rasgo o coração, mas não rasgo o verbo, pois a dor passa, mas as palavras ficam.
A menina e o violão.
Levou meses. Meses sem acontecer nada. Então, eu acordei. Eu sabia que era hora. Hora de recomeçar. Uma vida nova. Era tão óbvio. Bem la no fundo eu sempre soube. Eu só precisava de um pouco de silêncio pra ouvir o que eu sentia. Levou um tempo pra eu perceber o quanto eu o amava. Fiquei sozinha e triste por tanto tempo, que acabei esquecendo como era amar alguém… Tive que aprender a amar de novo, confiar em alguém, parar de lutar e fugir… Resumindo, tive que aprender a viver.
Beyond: Two Souls.
Se foi amor por que você se foi, amor?
Eu Me Chamo Antônio.
Me magoo até com o tom de voz de certas pessoas.
Mateus Yoshitani.
Como qualquer um pode lhe dizer, não sou um homem muito bom. Não sei que palavra usar para me definir. Sempre admirei o vilão, o fora-da-lei, o filho-da-puta. Não gosto dos garotos bem barbeados com gravatas e bons empregos. Gosto dos homens desesperados, homens com dentes rotos e mentes arruinadas e caminhos perdidos. São os que me interessam. Sempre cheios de surpresas e explosões. Também gosto de mulheres vis, cadelas bêbadas que não param de reclamar, que usam meias-calças grandes demais e maquiagens borradas. Estou mais interessado em pervertidos do que em santos. Posso relaxar com os imprestáveis, porque sou um imprestável. Não gosto de leis, morais, religiões, regras. Não gosto de ser moldado pela sociedade.
Charles Bukowski.
Tenho medo de que você encontre uma bagunça mais organizada que a minha, um beijo melhor que o meu, um abraço mais confortável e seguro. Tenho medo de que me esqueça aqui sozinho e empoeirado no canto do quarto. Eu me pergunto todos os dias quais foram os motivos que te tiraram de mim, sendo que tínhamos planos ilimitados e promessas para cumprir. Tínhamos tudo e agora não temos mais nada. Mas eu não vou te superar. Eu não quero.
Lucas Guerrero.
Preste atenção no que te escrevo.
Convergido