You have always wanted to caress every monster.
Friedrich Nietzsche, Thus Spoke Zarathustra (via wordsnquotes)
2025 on Tumblr: Trends That Defined the Year

Origami Around

Janaina Medeiros

JBB: An Artblog!
taylor price
cherry valley forever
I'd rather be in outer space đž
Aqua Utopiaïœæ”·ăźćșă§èšæ¶ă玥ă
Game of Thrones Daily

oozey mess

⣠Chile in a Photography âŁ

No title available

JVL

No title available

blake kathryn
Show & Tell
art blog(derogatory)
YOU ARE THE REASON
One Nice Bug Per Day
tumblr dot com
seen from United States
seen from United States
seen from United States

seen from United States
seen from United States
seen from Australia
seen from United States
seen from Switzerland

seen from Malaysia

seen from Germany

seen from China

seen from Italy
seen from Switzerland

seen from Iraq

seen from Russia

seen from Canada
seen from United States
seen from United States
seen from Iraq

seen from Malaysia
@in-anjou
You have always wanted to caress every monster.
Friedrich Nietzsche, Thus Spoke Zarathustra (via wordsnquotes)
hanjae!
      NĂŁo Ă© engraçado a gente passeando por aqui, a essa hora, sem se preocupar se alguĂ©m vai aparecer e nos demitir? â ele riu, comentando com @in-anjou, sua colega predileta de trabalho a qual tivera o prazer de encontrar por dentre tantas pessoas â Vou atĂ© fazer o favor de te pegar algo para comer, topa? SĂł nĂŁo vale dizer que Ă© melhor que os meus mayakgimbap, porque aĂ vou ficar chateado â cutucou-a com o cotovelo, rindo do assunto.
    âȘ·̩Í*Ëⶠ⥠· caminhava sem pressa junto ao rapaz, com um dos braços entrelaçado ao dele porque se sentia prĂłxima o suficiente pra isso. e como nĂŁo se sentir? o via todos os dias, era com ele que trocava as melhores conversas quando o ambiente de trabalho se tornava tedioso e ali, se sentindo deslocada apĂłs perceber a quantidade de pessoas bĂȘbadas presente na rua, hanjae era seu salvador. â âââ se nĂŁo fosse a areum-chan, eu ainda estaria trabalhando entĂŁo preciso agradecer Ă ela mais tarde. â riu breve, em conjunto, mesmo que aos poucos a risada sumisse jĂĄ que a cada passo, mais prĂłximos estavam das comidas servidas. nĂŁo sabia que estava com tanta fome atĂ© sentir aquele cheiro. â âââ yah, por favor! e nem tem porque se preocupar, um mayakgimbap melhor que o seu nem foi inventado. â
taehyun!
Se a princĂpio Taehyun pretendia responder a brincadeira, os seus planos tomaram um rumo completamente diferente ao sentir aquele pequeno selar da menor, fazendo com que um longo arrepio percorresse o prĂłprio corpo e perdesse o seu verdadeiro foco por mĂnimos segundos. Havia encontrado algo que merecia ainda mais a sua atenção, e o maior nĂŁo necessitou pensar muito antes de permitir-se seguir as vontades que surgiram naquela situação, onde brevemente, as mĂŁos esguias foram levadas atĂ© a cintura feminina. Apesar de toda a firmeza embutida no toque do mesmo, o modo como a segurou foi delicado, e por ali, o homem conseguiu erguĂȘ-la atĂ© um ponto em que pudesse observar o seu rosto com clareza. As Ăris estavam focadas nela como se estivessem sendo atraĂdas por um ĂmĂŁ, e apesar de ter ameaçado aproximar-se mais do que jĂĄ estava, parou meio ao caminho para rir do comentĂĄrio. â NĂŁo acredito que vocĂȘ estĂĄ desconfiando de mim, Hisakawa! E pensar que eu estava apenas tentando te proteger. â participou do teatro com um tom dramĂĄtico, passando a encarar como contava ela nos dedos e abrindo um sorriso incrĂ©dulo diante a constatação. â Como vocĂȘ pĂŽde descobrir? NĂŁo acredito que fui pego assim tĂŁo facilmente. Tudo bem, hoje vocĂȘ venceu. â a brincadeira que se prolongava atĂ© aquele momento foi encerrada com a Ășltima risada de ambos, e em seguida, a expressĂŁo demonstrava felicidade pelo modo como Anjou nĂŁo temia se aventurar noo ĂĄlcool, e simultaneamente, pelo quĂŁo cĂŽmico era observĂĄ-la reagir as sensaçÔes causadas pela bebida. â Vou te dizer.. sei lĂĄ que porra Ă© essa. Eu nĂŁo olho do que se trata quando bebo, sĂł engulo. Tipo esse seu copo. â procurou pelo dito, e ao encontrar onde a menor havia deixado o lĂquido desconhecido, deu um longe gole na bebida sem hesitar. Mesmo estando acostumado com o gosto forte e o alto teor alcoĂłlico, o Choi apertou suas pĂĄlpebras e riu descontraĂdo. â A graça Ă© vocĂȘ nĂŁo esperar o que vai provar da prĂłxima vez. Simplesmente ir.
    âȘ·̩Í*Ëⶠ⥠· nĂŁo hesitou em erguer um pouco mais o tronco a ponto de apoiar ambas as mĂŁos nos ombros do mais velho quando foi guiada, atĂ© porque sequer percebeu que o fazia atĂ© fitĂĄ-lo de mais perto, e apesar de nĂŁo saber o motivo da aproximação repentina, apenas aproveitou a posição imposta para envolver o pescoço alheio em um abraço, retribuindo o que recebia pela cintura. provavelmente as bochechas estavam avermelhadas Ă quela altura, nĂŁo porque sentia vergonha da aproximação, mas porque nĂŁo era acostumada a ter o rosto fitado tĂŁo diretamente quanto estava sendo. era em situaçÔes como aquela que gostaria de poder ler pensamentos porque daria tudo pra saber o que taehyun estava pensando. com a ideia sorriu, sem jeito, e entĂŁo se aproximou mais do que ele jĂĄ tinha se aproximado na intenção de selar-lhe a ponta do nariz. â âââ nĂŁo faz mal, hyun-kun. anti-herĂłis sĂŁo sempre meus favoritos mesmo. vou te colocar em primeiro na minha lista, mas a prĂłxima tentativa de me matar vai te fazer descer bastante no meu conceito, viu? â sĂł afastou uma das mĂŁos para limpar onde havia acabado de beijar, sem querer acabou manchando a pele com batom e sabia que se ele nĂŁo tinha percebido antes, perceberia agora jĂĄ que nĂŁo parava de rir. â âââ seu nariz vermelho Ă© a coisinha mais adorĂĄvel que eu vou ver hoje. â comentou avulsa, sĂł cessando o que fazia quando a atenção de taehyun saiu de si e voltou para o copo que havia deixado pra trĂĄs hĂĄ minutos. nĂŁo sabia o que tinha nele, mas ainda assim queria saber sobre o gosto porque a bebida parecia bonita entĂŁo sĂł esperou, mas decidiu nĂŁo pedir pra experimentar tambĂ©m, nĂŁo depois do apertar dos olhos que percebia. provavelmente era forte demais. â âââ admiro a sua coragem, de verdade. se eu te pedir pra me ensinar a ser assim, vou acordar bem amanhĂŁ, nĂ©? sempre ouvi as pessoas falando sobre ressaca, mas nunca tive uma. â
baby!
A garota sĂł estava ali para pegar mais um daqueles drinks docinhos que ajudavam a sensação de bebedeira a ir embora junto com a glicose. Baby era resistente a bebida, mas atĂ© mesmo a mais forte das guerreiras um dia se entregava aos seus efeitos. Bateu com a mĂŁo no balcĂŁo, pedindo logo pela bomba de açĂșcar que a ajudaria a sair daquela. âHm?â Virou o rosto para a garota, franzindo o cenho com a pergunta. âNĂŁo Ă© vocĂȘ que tem que ver isso? Bebe um pouco e se estiver forte pra vocĂȘ, entĂŁo Ă© forte demais. PorqueâŠâ Aproximou-se para colocar a boca no canudo, puxando um pouquinho. âPra mim tĂĄ fraco.â
     âȘ·̩Í*Ëⶠ⥠· o olhar foi do copo Ă mulher e da mulher ao copo em segundos, apenas porque no fundo concordava com o que ela falava, mas tambĂ©m nĂŁo queria pagar pra ver jĂĄ que foi exatamente da mesma forma na vez anterior. ainda assim assentiu com o rosto e apĂłs perceber o quĂŁo fĂĄcil ela tomava da bebida, nĂŁo viu porque tambĂ©m nĂŁo poderia. foi com essa deixa que se aproximou do canudo e sugou um pouco do lĂquido, mas a careta que fazia ao sentir o gosto era inevitĂĄvel. nĂŁo chegava a ser tĂŁo ruim quanto o primeiro, mas tambĂ©m nĂŁo era bom. â âââ nĂŁo consigo imaginar como Ă© o forte entĂŁo... vocĂȘ bebe bastante, nĂ©? parece acostumada. â
jiwoo!
       Umedeceu os lĂĄbios, pensativa e olhou em direção ao bartender que aproximava-se, trazendo-lhe a ĂĄgua pedida hĂĄ segundos. Jiwoo entĂŁo arrastou a garrafa para o lado da menina com uma das mĂŁos â Se vocĂȘ nĂŁo quer ficar bĂȘbada rĂĄpido, acho melhor beber isso. Deixe esse copo comigo, estĂĄ tudo bem. Talvez o meu estresse precise mesmo ser aliviado com algo assim â deu de ombros, pegando o copo, experimentando o lĂquido parcialmente amargo. Bom, deduziu â Constantemente e mais do que deveria, para ser sincera.
    âȘ·̩Í*Ëⶠ⥠· estava prestes a tambĂ©m pedir uma garrafinha de ĂĄgua quando a outra ofereceu a sua, entĂŁo permitiu que o sorriso corriqueiro que trazia consigo se tornasse maior conforme agradecia com uma pequena reverĂȘncia. puro costume. â âââ quer conversar sobre isso? â se referia ao estresse que ela mencionava, mas jĂĄ esperava uma resposta negativa em troca porque sabia que aquele nĂŁo era bem o momento pra isso. ainda assim nĂŁo viu porque nĂŁo tentar. â âââ dizem que sou uma boa ouvinte. â a garrafinha foi pega quando completou para que pudesse abri-la e entĂŁo tomar o conteĂșdo presente na mesma com um canudo que pegava no balcĂŁo. beber algo jĂĄ tĂŁo conhecido era um alĂvio. â âââ se quiser trocar bebida por conversa dessa vez, estou a disposição! â
dahee!
â ââïœĄoïŸïœĄâ ââïœĄoïŸïœĄ encarava de maneira no mĂnimoâŠ. descarada a japonesa d'outro lado do balcĂŁo. provavelmente estava fazendo aquilo pelos Ășltimos trĂȘs minutos, e esperava de coração que a garota nĂŁo fosse estĂșpida o suficiente para que simplesmente engolisse a bebida com confiança. as mĂŁos se esfregaram nervosamente sobre o rosto, antes de pular para o chĂŁo e caminhar atĂ© a garota, em tempo de ouvĂ-la perguntar aquilo â anjou-ah. diz pra unnie que vocĂȘ nĂŁo estĂĄ pretendendo beber o que um estranho te deu. â falou com preocupação. conhecia a menina o suficiente para preocupar-se com ela. tirou o copo da mĂŁo da menor com cuidado â aish, criatura.
    âȘ·̩Í*Ëⶠ⥠· mesmo que tivesse dito para a pessoa desconhecida ao lado, a atenção se voltou Ă dahee assim que a via porque o sorriso caracterĂstico praticamente atropelava toda a expressĂŁo insegura que trazia consigo. odiava se sentir sozinha, mas mais ainda odiava estar em um lugar onde nĂŁo conhecia ninguĂ©m entĂŁo a presença da mulher era muito bem-vinda - mesmo que fosse junto Ă uma bronca que nem sabia de onde vinha. â âââ ... nĂŁo? â era mais como se tentasse acertar a resposta para tambĂ©m ganhar um sorriso, mas suspirou breve e assentiu com o rosto porque de fato cogitava beber do lĂquido. nĂŁo era tĂŁo maliciosa, nĂŁo tinha pensado na possibilidade de alguĂ©m querer lhe fazer algum mal justo com um âpresenteâ. â âââ isso quer dizer que Ă© forte demais entĂŁo? porque a gente pode pedir outra coisa! o que quer beber, dahee-chan? âÂ
taehyun!
A primeira reação que Choi teve foi rir. Tinha conhecimento sobre como Anjou nĂŁo estava acostumada a frequentar locais do tipo e aventurar-se alĂ©m do que o modo como foi criada permitia, e sinceramente, sentia determinada preocupação sobre isso. Mesmo que nĂŁo fosse natural para si mesmo nutrir sentimentos tĂŁo genuĂnos e que demonstravam o lado mais sentimental e afetuoso que possuĂa, a menor era Ășnica e especial, seu precioso tesouro. Sequer podia evitar em querer envolvĂȘ-la e proteger das coisas que poderiam realmente machucĂĄ-la naquele mundo, enquanto simultaneamente, fazia completa questĂŁo de apresentar a diversĂŁo que havia sido privada por tanto tempo. â SĂ©rio, pode confiar em mim. â reafirmou as palavras antes de estender o prĂłprio sorriso, achando adorĂĄvel o fato dela ter usado sua lĂngua materna apĂłs o susto. PorĂ©m, mais fofo ainda, apenas as singelas atitudes da morena que fazia questĂŁo de retribuir: assim que Taehyun sentiu a cabeça da mesma acomodar-se em seu ombro, cautelosamente ergueu o seu rosto pelo queixo e depositou um selar demorado contra a bochecha feminina. â VocĂȘ acha mesmo que eu seria capaz de te matar? â questionou em tom brincalhĂŁo, quase como se estivesse ofendido. PorĂ©m, o pedido nĂŁo tardou para cativar a sua atenção, e de primeira, pensou em entregĂĄ-la a garrafa. Mas ao invĂ©s disso, levou a mesma atĂ© os lĂĄbios alheios, na intenção de ajudĂĄ-la com aquela diversĂŁo mais arriscada. â Tente, quero ver o quanto aguenta. â e fixou os olhos na menor, prolongando o sorriso.
    âȘ·̩Í*Ëⶠ⥠· estreitou os olhos ao observar as reaçÔes que recebia do homem e acabou por rir junto Ă ele porque sabia que se caso falasse mesmo a verdade, o copo jĂĄ nĂŁo estaria mais ao seu alcance hĂĄ tempos. mesmo assim levou a brincadeira Ă diante, assentindo com o rosto e afastando o lĂquido desconhecido de perto do corpo para dar atenção a garrafa que ele segurava - ironicamente com um lĂquido tĂŁo desconhecido quanto, mas ao menos confiava em quem o trazia, diferente do copo. â âââ eu confio, tanto que nem vou perguntar como sabe que querem me matar. â a voz acabava por se tornar mais baixa porque enquanto falava tinha o queixo puxado, mas nĂŁo achava que seria um problema para que ele entendesse por causa da proximidade, entĂŁo ergueu um pouco mais o tronco na intenção de retribuir o selar no queixo alheio. era onde alcançava. â âââ nem sabe quem me deu a bebida, sabe? ou serĂĄ que foi vocĂȘ?! â fingiu surpresa com a constatação, afastando o rosto do ombro de forma mĂnima para tentar encarĂĄ-lo, mas o teatro durou pouco, nĂŁo aguentou nĂŁo rir com o tom usado por ele na oração seguinte. chegava a ser engraçado como se sentia tĂŁo confortĂĄvel em questĂŁo de segundos. â âââ eu achava que nĂŁo, mas vamos aos fatos... â ergueu uma das mĂŁos para que literalmente contasse, tanto que logo o indicador da livre ia tocando os dedos a cada nova frase. â âââ ... vocĂȘ disse que se eu bebesse iria morrer, mas me convidou pra beber e agora tĂĄ me dizendo pra confiar na sua palavra. seria um plano perfeito se eu nĂŁo descobrisse, hyun-kun. â riu uma Ășltima vez, atĂ© porque agora poderia experimentar a bebida que lhe era oferecida e nĂŁo precisou pensar duas vezes para alcançar a boca da garrafa com os lĂĄbios. a careta foi automĂĄtica ao sentir o lĂquido descer como se queimasse a garganta apĂłs o gole, mas acabou por nĂŁo durar muito porque o gosto que deixava na boca era melhor do que esperava. â âââ uh! como chama... isso? deveriam ter me dado essa primeiro, a outra era tĂŁo ruim. â
kaya!
Elena jĂĄ estava no terceiro ou quarto copinho de soju quando ouviu uma voz feminino perto de si. O movimento da cabeça em direção a ela foi mais por instinto do que por vontade de responder, mas sem querer parecer mal educada, a loira sorriu e olhou para o copo que a mulher tinha em mĂŁos, tentando identificar o que havia nele. â Eu nĂŁo sei, o que Ă© isso? Algum tipo de drink? Talvez vocĂȘ devesse perguntar a algum bartender⊠Mas vocĂȘ pediu sem saber?
     âȘ·̩Í*Ëⶠ⥠· e mesmo sabendo que nĂŁo saberia responder, anjou voltou o olhar ao copo quando foi questionada sobre o que era o lĂquido presente ali e acabou por dar de ombros, mais como um âeu nĂŁo seiâ silencioso. imaginava ser um drink por causa do cheiro forte de ĂĄlcool, mas tudo naquele bar parecia ter o mesmo cheiro entĂŁo poderia estar errada, por isso sorriu sem jeito para o restante das perguntas. â âââ eu ganhei, e atĂ© perguntaria, mas o bartender mais prĂłximo tĂĄ me encarando com cara de poucos amigos. nĂŁo acho que queira tirar minhas dĂșvidas. â
haeji!
     nĂŁo muito distante, haeji observava a cena. a moça ao seu lado parecia tĂŁo indecisa quanto a prĂłpria hae sobre tomar ou nĂŁo a bebida, certamente alcoĂłlica. haeji sentia-se deslocada e invisĂvel naquele que nĂŁo era o seu habitat natural entĂŁo nĂŁo se importava em olhar. tamanha fora a surpresa quando ouvira a voz feminina dirigir a si. olhou para garantir se era mesmo a ela quem estava se referindo e apenas ao ter certeza respondeu, com as bochechas prestes a adquirir um tom avermelhado por agora estar um pouco menos solitĂĄria. âgostaria mesmo de poder ajudar mas eu tenho um fĂgado infantil que faz com que tudo o que contenha um pouco de ĂĄlcool seja forte demais para mim.â voltou a encarar o nada ao perceber a sua inutilidade âna verdade eu tambĂ©m estou tentando decidir se devo tomar esse daqui.â proferiu por fim, levantando o prĂłprio copo.
     âȘ·̩Í*Ëⶠ⥠· de fato, se virar para a primeira pessoa que encontrou e perceber que o olhar era retribuĂdo antes mesmo de iniciar um contato verbal nĂŁo era algo que esperava, mas mesmo assim anjou dirigiu Ă mulher seu melhor e mais verdadeiro sorriso porque nĂŁo conseguia - e nem queria - ser diferente. era algo seu ser tĂŁo amigĂĄvel. â âââ entĂŁo tambĂ©m nĂŁo Ă© muito acostumada a beber? â crispou os lĂĄbios, se virando um pouco mais na direção da outra como se demonstrasse interesse pelo assunto e pela resposta que possivelmente teria. â âââ atĂ© tentaria ajudar, mas nĂŁo entendo muito de bebidas. a primeira e Ășnica vez que tentei beber nĂŁo foi muito legal. â o crispar se transformou em um sorriso decepcionado, mas que acabou nĂŁo durando muito porque afastou o prĂłprio copo de seu campo de visĂŁo, quase como se o rejeitasse. â âââ a gente pode nĂŁo beber e... pedir um suco! vocĂȘ quer? â
minsoo!
Havia chegado um pouco mais cedo do que o marcado com seus amigos e jĂĄ estava começando a ficar entendiado atĂ© com a ĂĄgua que pediu, tudo bem que ter chegado praticamente 1 hora adiantado nĂŁo foi a escolha mais inteligente da vida de Minsoo, mas definitivamente nĂŁo achava que ficaria entediado com tanta facilidade. JĂĄ estava pronto para ligar para um de seus amigos e saber se jĂĄ estavam chegando quando ouviu a voz feminina da garota que estava sentada ao seu lado. âDepende do que vocĂȘ considera forte, eu pessoalmente nĂŁo acho que Ă© o caso de vodka com o que parece ser⊠Suco? De onde vocĂȘ tirou issoâ Claro que nĂŁo tinha ideia de qual era a experiencia da menor com bebidas, mas dada sua pergunta imaginou que era bem pouca, entĂŁo abriu seu sorriso mais gentil e chamar o bartender e pedir um mojito. âSe vocĂȘ quiser, pode largar isso ai e experimentar um mojito, hm?â
    âȘ·̩Í*Ëⶠ⥠· observava o homem com atenção porque esperava retirar alguma resposta do que ele dizia, mesmo que nĂŁo tivesse um conhecimento muito amplo sobre o assunto e acabasse por nĂŁo entender jĂĄ que nĂŁo fazia ideia de qual era o gosto de vodka com o que quer que fosse. sua Ășnica deixa para responder foi quando lhe questionou sobre onde havia conseguido a bebida, entĂŁo sorriu curto e voltou a se pronunciar porque querendo ou nĂŁo estava feliz por tĂȘ-la ganho - isso nunca tinha acontecido antes. â âââ eu ganhei! â a animação era clara no tom de voz, mesmo quando lhe foi proposto deixar o copo de lado para experimentar outra coisa. entĂŁo logo assentiu, se acomodando melhor no banco enquanto afastava a bebida na direção do bartender que antes quase lhe fuzilava com os olhos, mais com um indicador que nĂŁo iria beber. â âââ vocĂȘ tem companhia? se nĂŁo tiver e se quiser, pode ficar e beber comigo. â
jiwoo!
     Jiwoo travava uma conversa paralela e um tanto tediosa com algum cliente da boate jĂĄ fazia aproximadamente uns dez minutos e na primeira oportunidade que conseguiu, avisou que estaria indo pegar alguma bebida. A mulher rolou as Ăris, seguindo o caminho e sĂł parando assim que conseguiu se aproximar o bastante para pedir uma ĂĄgua com gĂĄs. Enquanto esperava, olhou de soslaio para a garota que acabou retribuindo o gesto de forma mais clara. A Ha nĂŁo entendeu bem de primeira, precisando alternar o olhar entre o copo e a jovem sem ainda saber o que responder â Deixa eu verâŠÂ â tomou a liberdade de pegar o objeto, trazendo para si, pondo-o rente ao nariz para sentir a flagrĂąncia que emanava dali. Ela sabia dizer o que era apenas por fazer isso â Nem tanto. Bom, pra mim. Costuma beber?
    âȘ·̩Í*Ëⶠ⥠· nĂŁo se importava com o que a outra mulher fazia com o copo desde que ela lhe desse uma resposta ao fim da observação experiente que fazia. nĂŁo conhecia muito sobre bebidas pela experiĂȘncia ruim que teve da primeira e Ășnica vez que se permitiu beber entĂŁo tentava pensar que talvez estivesse sendo radical. talvez nem todas as bebidas fossem ruins como aquela foi e por que as deixaria de lado sĂł por causa de uma? nĂŁo lhe parecia justo. â âââ nĂŁo, na verdade... seria minha segunda bebida na vida. â suspirou discreta, desviando os olhos apenas porque jĂĄ estava acostumada com o olhar julgador quando decidia expor que nunca foi muito prĂłxima Ă ĂĄlcool. a tratavam como se estivesse perdendo uma parte importante da vida. â âââ vocĂȘ costuma beber? â
taehyun!
Taehyun nĂŁo comemora, ele apenas observa meticulosamente o movimento e aguarda por algo que nem mesmo o prĂłprio sabe o que Ă©. Por mais que costume aproveitar todos os mĂnimos segundos em ocasiĂ”es do tipo, aquela era especial e aparentava estar mais preocupado que com vontade de comemorar. Desde o momento em que foi avisado sobre a confraternização, jĂĄ encontrava-se alerta sobre a possibilidade de ocorrerem breves problemas, porque era quando o olhar alheio desviava-se, que as mĂŁos tentavam cortar-lhe a cabeça. Por sorte, o clima tenso nĂŁo estendeu-se por muito, reconhecendo instantaneamente aquela voz que contatava-o. â Se vocĂȘ der sĂł mais um gole, vocĂȘ morre, Hisakawa. NĂŁo sei quem te deu essa merda, mas estava tentando te assassinar. â o homem respondeu com um tom sĂ©rio apĂłs virar-se na direção da mais nova, abraçando-a pelos ombros cautelosamente e abrindo o melhor sorriso que possuĂa. NĂŁo tardou em segurar a garrafa pelo gargalo, mesmo que sem permissĂŁo, rasgando a garganta com um longo gole. â Quer morrer comigo?Â
     âȘ·̩Í*Ëⶠ⥠· quando anjou se deu conta de com quem falava, faltou os olhos sorrirem. era claro pra qualquer um que a observasse o quanto se sentia deslocada naquele ambiente porque no fundo sabia que nĂŁo era pra ela, mas ainda assim queria que fosse. nĂŁo tinha do que reclamar da criação que recebeu, mas seria ingenuidade da sua parte nĂŁo reconhecer que viveu tantos anos presa em uma bolha de proteção e tudo o que queria era estourĂĄ-la, ao menos um pouco, nem que isso começasse com ĂĄlcool - que ainda nĂŁo sabia de onde vinha, naquele caso. estava cogitando mesmo beber, pelo menos atĂ© a fala de taehyun lhe fazer arregalar os olhos em resposta. nĂŁo esperava por aquela. â âââ nani?! â a lĂngua materna foi usada no impulso, mas quando sentiu o abraço pelos ombros e o sorriso do outro veio, pĂŽde relaxar e rir da situação enquanto apoiava a lateral da cabeça no ombro mais prĂłximo dele, usando o indicador para lhe cutucar a barriga em uma brincadeira. â âââ agora eu sei como vou morrer. de susto. â findou o riso com outro sorriso, dessa vez ao perceber a facilidade que era pra taehyun beber direto da garrafa. talvez costume? aquilo soava quase como um desafio para a mente da japonesa entĂŁo nĂŁo era nem surpresa elevar uma das mĂŁos para pedir a garrafa. queria tentar. â âââ divide comigo? â
     âȘ·̩Í*Ëⶠ⥠· jĂĄ fazia uns cinco minutos que anjou encarava a bebida que havia ganho de alguĂ©m que sequer conhecia, o indicador rodeava a superfĂcie do copo na intenção de fugir do olhar incisivo do bartender, que mais parecia lhe questionar em silĂȘncio se iria beber ou nĂŁo porque estava ocupando lugar de outra pessoa e consequentemente atrapalhando o lucro da noite. entĂŁo a japonesa suspirou, inquieta e atĂ© um tanto desconfortĂĄvel, se virando para a primeira pessoa que localizou ao lado como forma de fugir da pressĂŁo indireta para que virasse o copo. â âââ ei! vocĂȘ sabe me dizer se isso aqui Ă© forte demais? â
đ - Is your muse a daydreamer? What do they tend to think about? Have they ever caught themselves while lost in thought?
     âȘ·̩Í*Ëⶠ⥠· mais do que gostaria, Ă© sim. anjĆ tem um pequeno problema com a sua sexualidade entĂŁo sonha com o dia em que nĂŁo vai precisar esconder de ninguĂ©m que sente atração tanto por homens quanto por mulheres, apesar de nunca ter ficado com uma pra âcomprovarâ o que tem tanta certeza. pensa sobre qual seria a reação dos pais ao saber que o casamento perfeito nĂŁo vai acontecer, atĂ© porque a japonesa nem mesmo sabe se quer casar algum dia; pensa se o tratamento que recebe das pessoas mudaria com a ârevelaçãoâ porque jĂĄ nĂŁo Ă© fĂĄcil ser estrangeira, quem dirĂĄ ser de outro paĂs e ainda fugir dos padrĂ”es. jĂĄ se pegou idealizando o mundo perfeito tantas vezes que tenta controlar a frequĂȘncia dos pensamentos, especialmente quando estĂĄ com alguĂ©m e a conversa estĂĄ chata - Ă© a rainha em nĂŁo escutar uma palavra.
Last kiss; Last time you cried
      âȘ·̩Í*Ëⶠ⥠· faz um tempo considerĂĄvel. alguns meses, provavelmente. anjĆ nĂŁo sente falta de contato fĂsico tĂŁo Ăntimo quanto beijos e afins, prefere uns bons cafunĂ©s e sabe que os consegue com amigos mais prĂłximos entĂŁo tem quase preguiça de procurar pessoas pra beijar.
     âȘ·̩Í*Ëⶠ⥠· por mais que nĂŁo goste desse fato por se sentir vulnerĂĄvel, anjĆ Ă© bastante emotiva entĂŁo chorar pra ela Ă© a coisa mais fĂĄcil do mundo - literalmente. as lĂĄgrimas vĂŁo desde uma tragĂ©dia horrĂvel atĂ© uma palavra dita em tom mais ĂĄspero. a Ășltima vez que algo parecido aconteceu e ela chorou mesmo sem querer, foi ontem, enquanto teve uma discussĂŁo com um dos pais - era algo tĂŁo bobo que sequer se lembra mais do motivo.
đ - Are there any animals they are afraid of? đ¶ - Did your muse ever own a pet or thought about to get one? đ - Did they ever get to help an animal in need?
      âȘ·̩Í*Ëⶠ⥠· Ă© difĂcil encontrar um animal que desperte medo em anjĆ porque a japonesa Ă© a pessoa mais apaixonada por bichos que poderia existir, mas nĂŁo Ă© impossĂvel. em algumas situaçÔes, tem receio de se manter perto de cobras - especialmente quando sozinha -, mas se tiver companhia o medo diminui em 80 por cento.
      âȘ·̩Í*Ëⶠ⥠· anjĆ jĂĄ teve cinco cachorros, dois hamsters e oito gatos ao longo da vida, mas atualmente tem sĂł trĂȘs deles - duas fĂȘmeas e um macho. gostaria de adotar mais animais, mas os pais a proĂbem porque dizem que um dia ela ainda irĂĄ fali-los por conta da despesa dos bichos. ela nĂŁo discorda, tanto que se controla antes de levar algum pra casa.