occasionally subtle
RMH

No title available
d e v o n
Phantogram Three
Cookie Run:Kingdom Official!

Product Placement
The Bowery Presents
Fieri Frames
let's talk about Bridgerton tea, my ask is open
The Stonewall Inn
Interview Vampire Daily
taylor price
Claire Keane

PR's Tumblrdome

Discoholic đȘ©
todays bird
cherry valley forever
đȘŒ
No title available
seen from Ecuador

seen from United States
seen from United States
seen from Philippines
seen from Vietnam
seen from United States
seen from Spain
seen from Iraq

seen from Germany
seen from Ukraine

seen from Malaysia
seen from United States
seen from Ukraine
seen from United States

seen from Mexico

seen from United States
seen from Panama

seen from United Kingdom

seen from United States
seen from United States
@in-dokeun-blog
in-hyejin:
â * ËË â VocĂȘ estava ciente das regras quando resolveu se aventurar, love. EntĂŁo, nĂŁo perca seu tempo tentando me manipular e arque com as consequĂȘncias. Eu nĂŁo sou uma garota que abre exceçÔes, you know.
    dokeun tinha entrado naquele jogo inventado sabendo que iria perder, atĂ© porque nĂŁo deu uma foda pra qualquer regra que ela tinha mencionado, mas no fundo essa era a graça. a mulher em momento algum tinha dito qual seria o castigo e estava curioso pra descobrir, pelo menos atĂ© se perceber no cubĂculo fechado junto Ă ela, subindo para sei lĂĄ onde. a consequĂȘncia poderia ser sim interessante, mas dificilmente seria tĂŁo interessante quanto o que poderia fazer com ela dentro daquele elevador. â âââ tenho bastante tempo pra perder, vocĂȘ nĂŁo? â apertou o botĂŁo caracterĂstico que os parava onde estavam, assim poderia se aproximar a ponto de prensĂĄ-la entre o corpo e a parede de metal, deixando uma possĂvel delicadeza de lado. nunca a tivera, de qualquer forma. quanto mais falava, mais encurralada ficava e dokeun adorava isso. uma das mĂŁos alcançou a lateral do pescoço feminino, o polegar elevava o queixo para que os olhares se entrecortassem e, em consequĂȘncia, as respiraçÔes fizessem o mesmo, mas ao invĂ©s de avançar para lhe tocar os lĂĄbios, avançou para murmurar rente a orelha. â âââ nĂŁo me importo se nĂŁo abre exceçÔes, eu vou ser a sua. â
in-baby:
âKeunnie, eu amo o seu colo. Posso sentar um pouco nele agora? SĂł pra conferir se ele Ă© gostoso pra me levar pra casa. Isso? Ă mojito. Pode beber um pouquinho, mas sĂł um pouquinho!â
    o pedido nĂŁo havia sido uma surpresa por se tratar da mulher que conhecia tĂŁo bem, ainda mais sabendo que estava alterada por causa do ĂĄlcool, mas mesmo assim se acomodou melhor onde estava sentado e deu espaço para que ela tomasse seu lugar pelo colo ao murmurar um âtodo seuâ junto ao sorriso convidativo de sempre - o Ășnico porĂ©m foi ter afastado uma das pernas, o suficiente para que a arma que guardava ali continuasse a passar desapercebida. â âââ um pouquinho? desde quando começou a ser mesquinha comigo, morena? sĂł topo tomar pouco se for satisfazer minha sede com outra coisa depois. me surpreenda. âÂ
in-hyelim:
*:ïŸË nĂŁo fazia a menor ideia do nome do rapaz, do que ele fazia, qual seria a conexĂŁo dele com todos aqueles gangsters⊠era curioso e ele ainda era provocador, sem condição alguma de se segurar para manter-se atenciosa ao redor. a garota se aproximou de onde o jovem estava e se colocou perto o suficiente a ponto de seus braços encontrarem apoio contra os ombros masculino. â entĂŁo prove-a. â falou de maneira direta, roçando seus lĂĄbios cheios em direção aos semelhantes, numa intenção de provocĂĄ-lo o quanto fosse possĂvel. â e se por um acaso vocĂȘ gostar, poderei te fazer provar mais uma vez.
     a verdade Ă© que dokeun nĂŁo poderia se importar menos com o local, as pessoas, o barulho... o resto - estava focado demais na mulher Ă frente, a atenção jĂĄ havia se afunilado entre os olhos e a boca tingida. linda. tanto que bastou uma nova aproximação da parte dela para afastar o copo que segurava atĂ© entĂŁo e ocupar a mĂŁo com a cintura da mesma, quebrando ainda mais o que sobrava de distĂąncia entre ambos. jĂĄ nĂŁo precisava mais falar, os dentes aprisionando o Ănfero alheio e o sorriso curto, de canto, deixavam Ăłbvias as suas intençÔes. ao invĂ©s de começar pelo Ăłbvio, dokeun beijava a base do ombro, se arrastando para o pescoço conforme os dedos se embrenhavam pelos fios macios, os puxando para ter mais espaço na carĂcia, tanto que foi mordiscando a linha do maxilar que alcançou os lĂĄbios alheios, finalmente roubando-os para si em um beijo tĂŁo intenso quanto a provocação mantida atĂ© ali.
in-seolah:
ââ SĂ©rio. Vem comigo, vamos dançar pra sair dessa coisa monĂłtona aqui.
       nĂŁo confio nas minhas habilidades de dança nĂŁo, tĂŽ bem sĂł apreciando a vista e sua dança melhora bastante ela entĂŁo se quiser continuar ou dançar pra mim, fica Ă vontade. â
in-baby:
âEu nĂŁo bebi tanto assim.â Defendeu-se, ainda que o tom de voz nĂŁo passasse tanta confiança. âEsse sĂł Ă© meu onzecentĂ©simo copo. Ao invĂ©s de me julgar, devia me acompanhar.â
       se ainda consegue falar âonzecentĂ©simoâ acredito que nĂŁo esteja bĂȘbada, mas se tivesse nĂŁo seria um problema, tem meu colo pra te levar pra casa. aliĂĄs, tĂĄ bebendo o quĂȘ? compartilha. â
in-taeyoung:
     o jovem policial olhou para os dois lados da rua, observando bem o movimento antes de dirigir-se ao bar mais prĂłximo. era verdade que taeyoung preferia aproveitar o feriado deitado em sua cama, mas uma vez imposto para si o turno aquela noite, decidiu que talvez conseguiria algo de bom antes que pudesse reclamar de qualquer coisa. âaquele cĂłdigo idiota tambĂ©m vale para ĂĄgua?â perguntou a pessoa do outro lado do balcĂŁo do chilis bar, tentando ser discreto porĂ©m chamando a atenção de outras pessoas que estavam no local âo que foi? esperava mesmo que um policial em função pedisse vodka?â Â
     dokeun conhecia aquele homem de vista, especialmente por causa da profissĂŁo do mesmo, talvez por isso que os olhos esverdeados nĂŁo fugiam dos semelhantes quando teve qualquer coisa perguntada. gostava de interagir com policiais, gostava da adrenalina que era estar do outro lado da lei. era excitante. â âââ sĂł soju. â simplista, atĂ© terminaria o dito lhe dizendo que era sĂł escolher o bartender certo que tambĂ©m poderia ganhar ĂĄgua ou algo mais de graça, mas a sombra de um sorriso veio quando o ouviu questionar, em defesa dessa vez. â âââ o que mais um homem da lei nĂŁo pode fazer em função? â
in-hanjae:
      Havia algumas iguarias que Hanjae nĂŁo deixaria de comprar naquela noite e isso incluĂa os famosos biscoitinhos que continham mensagens filosĂłficas dentro. Essas eram coisas banais a qual o homem gostava de apreciar, atĂ© pela forma difĂcil de preparo daquela massa. O alaranjado aproximou-se pelas costas de @in-dokeun sem ser anunciado, passando o braço Ă frente dele mostrando-o o alimento â NĂŁo Ă© nada parecido com o seu preferido, mas estou curioso para saber qual serĂĄ a sua mensagem â circundou-o, passando a ficar em frente do corpo alheio â Aceita, Ă© de ano novo â reforçou.
     era uma das poucas vezes naquela noite que dokeun nĂŁo estava na companhia de alguĂ©m aleatĂłrio para si, tambĂ©m nĂŁo estava carregando ĂĄlcool consigo, apenas se permitia observar em volta, ao ar livre, porque no fundo preferia estar sozinho do que em um lugar tĂŁo cheio. nenhuma novidade abrir mĂŁo do prĂłprio querer, jĂĄ era costume. outro costume tĂpico era reagir mal quando alguĂ©m lhe pegava de surpresa, especialmente por trĂĄs, mas reconhecia a voz entĂŁo tudo que fez foi passar o braço pelos ombros do rapaz mais baixo quando o teve de frente para si. â âââ nĂŁo imaginei que lembraria de mim. â estava sendo sincero quando pegou o biscoito em questĂŁo, o agradecendo apenas com um mover de lĂĄbios, sem voz, antes de quebrar o doce com os dentes e retirar o papel presente nele. âsurpreender e ser surpreendido Ă© o segredo do amorâ. levou apenas alguns segundos para digerir o que dizia, a sombra do sorriso corriqueiro se fazendo presente nos lĂĄbios. â âââ hanjae-ah. â o chamou na espera de que ele se virasse para ver o que queria com o chamado, e assim que o fez, o maior entre ambos avançou para lhe roubar um selar.
in-kaya:
Sério que vai ficar aà sem fazer nada? Vamos procurar algo interessante para nos divertir, hoje é dia de festa! Se fosse para ficar só bebendo, eu ficava na sala de casa. Vem!
     as mĂŁos do coreano alcançavam a cintura feminina assim que ela se virava de costas com a desculpa de que nĂŁo queria perdĂȘ-la no meio das pessoas por quem passavam, mas a verdade Ă© que sĂł queria encaixar o corpo dela ao seu, um pouco mais a cada passo. tanto que para responder a oração, nĂŁo precisou de muito esforço; os lĂĄbios jĂĄ estavam prĂłximos a orelha da loira. â âââ me diz qual Ă© a sua ideia de diversĂŁo que eu digo se topo. â
in-hyelim:
*:ïŸË havia uma diferença absurda entre as palavras, e seus limites, quando a noite chegava e mesmo que fosse tĂŁo difĂcil ler sua mente em meio tantos treinos, hyelim apreciava demais a maneira como as pessoas eram diretas em seus desejos e comentĂĄrios - e aquele rapaz, em especial, lhe arrancou um sorriso que beirava uma leve provocação. com sua bebida em mĂŁos, bebericou o ĂĄlcool em meio a pergunta e sem demora, sentou-se em uma cadeira estofada bem atrĂĄs de corpo, cruzando as pernas e permitindo que suas coxas permanecessem Ă mostra. â bem, deixo isso pra vocĂȘ decidir, felizmente gosto de qualquer atributo que possuo.
      o comportamento, tanto quanto as palavras, demonstrava o quanto dokeun havia se interessado pela morena pois nĂŁo demorou mais que alguns segundos para que retribuĂsse o sorriso que recebia com a sombra de outro. chamou a atenção de um dos bartenders para que pudesse pedir uma bebida para si, pelo menos ao se auto convidar para sentar prĂłximo a outra. â âââ com razĂŁo. â agradeceu com um assentir de cabeça quando teve a bebida entregue, dando um gole curto na mesma antes de voltar a atenção Ă companhia, mais especificamente aos olhos da mesma que entravam em contraste com os seus. â âââ começo pela sua boca, entĂŁo. inevitĂĄvel. alĂ©m de chamativa, parece deliciosa. âÂ
in-dongjoo:
Ei, vocĂȘ! Tem um isqueiro para me emprestar?Â
      dokeun se arrastou para mais perto, lento o suficiente para que ela nĂŁo estranhasse a proxĂȘmica exagerada, mas claro o suficiente para que ela entendesse que iria lhe acender o cigarro de qualquer forma - a diferença Ă© que nĂŁo usava isqueiro algum para isso e sim a ponta do cigarro que tragava atĂ© entĂŁo. â âââ esse Ă© dos bons. â
in-dahee:
            â ââïœĄoïŸïœĄâ ââïœĄoïŸïœĄ o quĂȘ? â as palavras deixaram os lĂĄbios da coreana de forma despreocupada â eu nĂŁo estou de plantĂŁo, e estou de folga. eu posso beber hoje, nĂŁo me olhe com essa cara!
      o olhar de dokeun estava longe de ser julgador. na verdade, estava achando cĂŽmico a forma que dahee parecia na defensiva sobre estar bebendo porque em momento algum deu a entender que era errado. atĂ© incentivava, gostava de ter companhia e a mĂ©dica era sempre bem-vinda. â âââ eu nem falei nada e vocĂȘ jĂĄ tĂĄ se defendendo. â riu baixo, discreto, antes de dar mais um gole na prĂłpria bebida que trazia consigo. amava aquele gosto, tanto que a brincadeira que veio depois era descontraĂda. â âââ claro que vocĂȘ pode beber hoje, filha. mete a cara mesmo que se tĂŽ aqui Ă© pra ver isso. â
in-baby:
âEu sei. SĂł queria ter certeza.â Soava convencida, mas Baby podia e sabia disso. Segurou aquela mĂŁo e foi em meio a uma risada divertida que acabou caindo sentada no colo de Dokeun, com os lĂĄbios colados nos dele naquele selar breve. âĂ? Que tal tocĂĄ-las um pouco? EstĂŁo particularmente macias hoje. â Mordiscou aquele lĂĄbio inferior, puxando-o para si brevemente antes de soltĂĄ-lo. Mordeu o prĂłprio lĂĄbio inferior, os olhos fixos nos do roommate. âVocĂȘ prefere com ou sem calcinha, Keun?â
      nĂŁo precisava esperar para tocar, principalmente porque a vestimenta lhe permitia um acesso direto Ă pele da mais velha entĂŁo nĂŁo foi uma surpresa pra nenhum dos dois quando as mĂŁos firmes se deslizaram desde o fim das coxas atĂ© o inĂcio das mesmas, por baixo do vestido, onde apertou sem vestĂgios de piedade. â âââ dessa vez eu prefiro com. â fazia questĂŁo que os lĂĄbios se roçassem nos dela enquanto falava, principalmente porque ainda formigavam pelo mordiscar recente. maldade, baby sabia como lhe provocar. â âââ mas nĂŁo vai ficar muito tempo com ela, vou tirĂĄ-la com a boca. â mais um selar veio, mas diferente do primeiro, este se aprofundava em um beijo intenso.
in-hyelim:
*:ïŸË â vejo que vocĂȘ estĂĄ observando demais⊠por um acaso algo em mim te chamou atenção? â a sua pergunta retĂłrica acompanha o leve aperto que os seus pequenos olhos realizava, deixando sua maquiagem colaborar com o ar misterioso que sempre carregava consigo conforme movimentava seu pĂ© direito coberto por aquela bota de salto tĂŁo fino.
      a verdade era que a atenção de dokeun estava bem longe da mulher, mas quando ouviu a voz que lhe direcionava palavras atĂ© entĂŁo aleatĂłrias, voltou os olhos Ă mesma e foi inevitĂĄvel nĂŁo conferir o corpo em um todo antes de responder. se estava sendo observada por quem quer que fosse, algum motivo deveria ter, afinal - um pensamento idiota que nĂŁo conseguia nĂŁo ter, mas que mesmo assim nĂŁo se arrependia porque gostava do que tinha visto. â âââ difĂcil dizer. prefere que eu comece dizendo que tem uma boca chamativa ou pernas bonitas? â direto, tanto quanto foi abordado.
in-banryu:
A noite jĂĄ nĂŁo estava das melhores quando Banryu esqueceu-se do uniforme Chilis em casa â eles nunca usavam aquela merda! â, e sobrou para si usar o bonĂ© estilizado com duas orelhas de dĂĄlmata caĂdas. Ăquela altura do campeonato, apĂłs ouvir mais de seis vezes âo melhor amigo do homemâ, o sorriso antes sincero passou a perder sua curvatura charmosa e agora esboçava tambĂ©m um semblante de cansaço. âO melhor amigo do homem Ă© o meu pauâ, resmungou baixinho para si mesmo enquanto estava na pia, lavando mais copos de dose para serem servidos novamente. Respirou comprido, pensando na comissĂŁo extra que receberia por trabalhar em dias fora do final de semana, e voltou Ă geladeira para pegar mais trĂȘs ou quatro garrafas de soju. âFeliz ano novo lunar!â, disse em alto e em bom tom, antes de conceder mais bebida aos clientes, mostrando o sorriso mais largo que conseguia.
       dokeun sempre fixava a atenção no que lhe era mais interessante e sem perceber, quando foi pedir mais uma das doses de soju que poderia ter de graça, a vĂtima da vez foi banryu. jĂĄ tinha visto sorrisos verdadeiros do homem, era quase Ăłbvio - ao menos para si - o quanto estava fingindo e exatamente por isso o mais novo entre os dois ria. discreto, mas ria. e no meio de uma dessas risadas conseguiu espaço prĂłximo ao balcĂŁo a força mesmo, ignorando quem jĂĄ estava ali, entĂŁo apoiou os braços e se inclinou na direção do outro. um cumprimento silencioso. â âââ parece estar se divertindo pra caralho e ainda tĂĄ bem vestido. gostei do bonĂ©. â a ironia era tĂŁo intrĂnseca que a brincadeira se tornava Ăłbvia, mesmo quando pegava uma das garrafas que ele havia trazido consigo para que pudesse se servir. â âââ quando Ă© que o melhor amigo do homem vai tirar essa porra da cabeça? â se referia ao fim do expediente do outro, tanto que ao invĂ©s de servir apenas um copo, fez questĂŁo de fazĂȘ-lo para os dois. provĂĄvel que banryu nĂŁo pudesse beber em serviço, mas ainda assim isso nĂŁo parecia importar para dokeun. â âââ me desejar feliz ano novo lunar sem nem dar um gole? vacilo. â
in-baby:
âVocĂȘ acha que eu vou chamar muita atenção saindo com essa roupa?â Questionou ao aparecer de repente Ă frente do colega de apartamento, dando uma voltinha apenas para ter certeza de que ele viu tudo. âOu preciso de algo mais curto?â
       esperava pela roommate sem qualquer vestĂgio de pressa, tanto que estava quase jogado no sofĂĄ jogando qualquer coisa no celular pra ver se conseguia se entreter atĂ© a outra estar pronta, porĂ©m, quando ouviu a voz da mesma, foi inconsciente deixar o jogo de lado para verificar a roupa - ou o corpo, se era pra ser sincero. â âââ vocĂȘ sempre chama muita atenção, independente do que veste. â a sombra do sorriso quase imperceptĂvel veio quando dokeun segurou uma das mĂŁos da mais velha, a puxando em sua direção o suficiente para que fosse possĂvel lhe selar os lĂĄbios quando a derrubou sobre o colo. â âââ sou suspeito pra falar, adoro suas coxas. quanto mais mostrar, melhor pra mim. â