Eu achei que serie ótimo, sabe? Ficar algum tempo sozinho, com meus pensamentos. Acontece que eu não tenho tantos pensamentos assim.
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@indague
Eu achei que serie ótimo, sabe? Ficar algum tempo sozinho, com meus pensamentos. Acontece que eu não tenho tantos pensamentos assim.
Friends.
Muitas pessoas passam por nossa vida mas poucas realmente ficam. Antigamente eu costumava pensar: “o que tem de errado comigo?”, “por que todo mundo sempre vai embora?”, “o que eu fiz?” me martirizava de diversas formas tentando achar uma explicação pelas partidas das pessoas que diziam me amar. Depois comecei a culpar elas e dizia para mim mesmo: “sentimentos são descartáveis.” — Mas não, sentimentos não são descartáveis. Eles sempre vão estar ali, às vezes inquietos e furiosos, noutras quietinhos ou letargos como em um coma profundo, o que muda ao longo do tempo é a intensidade. O brilho vai se apagando até que, às vezes, não sobre uma sequer faísca. Eu não tenho muita certeza de como me sentir quanto a isso, mas com o tempo fui percebendo o quão normal isso é, quer dizer, a vida é assim, feita de instantes, momentos e flashes. Nós somos ciclos renováveis, estamos sempre em mudanças, evoluindo, nos encontrando e em seguida nos perdendo, nos esfriando como uma avalanche de neve ou nos queimando como espetos em uma churrasqueira nos dias de domingo. A maior beleza disso tudo é a força que encontramos nas desventuras, nas pequenas explosões de esperança e nas luzes que nunca se apagam. Na nossa força de vontade de continuar, de nos permitir, de viver,de sentir a brisa do nosso coração selvagem e livre galopando em direção ao brilho das estrelas, porque nós somos um universo inteiro e complexo, somos um punhado de constelações, brilhando na escuridão.
Gabriel Mariano.
Admito que machucou, que doeu, que me sufocou. Admito que eu não sabia pra onde correr. Admito que me consumiu, que me corroeu, que me despedaçou. Mas também admito me fez olhar pra frente e entender que tudo nessa vida tem uma razão, e que se você se machuca muito, começa a não doer tanto.
Tati Bernardi.
Aos poucos você percebe o que vale a pena, o que se deve guardar pro resto da vida, e o que nunca deveria ter entrado nela.
Charles Chaplin.
Personalidade é importante. Autenticidade, também. É que a gente nunca pode esquecer de ser quem é.
Clarissa Corrêa.
Depois pensei que a gente só odeia quem a gente ama. E fiquei feliz. Pode me xingar quanto você quiser desde que isso signifique que você ainda gosta um pouquinho de mim. Minhas piadas, meu jeito de falar, até meu jeito de dançar ou de andar. Tudo é você.
Tati Bernardi.
Muitas pessoas passam por nossa vida mas poucas realmente ficam. Antigamente eu costumava pensar: “o que tem de errado comigo?”, “por que todo mundo sempre vai embora?”, “o que eu fiz?” me martirizava de diversas formas tentando achar uma explicação pelas partidas das pessoas que diziam me amar. Depois comecei a culpar elas e dizia para mim mesmo: “sentimentos são descartáveis.” — Mas não, sentimentos não são descartáveis. Eles sempre vão estar ali, às vezes inquietos e furiosos, noutras quietinhos ou letargos como em um coma profundo, o que muda ao longo do tempo é a intensidade. O brilho vai se apagando até que, às vezes, não sobre uma sequer faísca. Eu não tenho muita certeza de como me sentir quanto a isso, mas com o tempo fui percebendo o quão normal isso é, quer dizer, a vida é assim, feita de instantes, momentos e flashes. Nós somos ciclos renováveis, estamos sempre em mudanças, evoluindo, nos encontrando e em seguida nos perdendo, nos esfriando como uma avalanche de neve ou nos queimando como espetos em uma churrasqueira nos dias de domingo. A maior beleza disso tudo é a força que encontramos nas desventuras, nas pequenas explosões de esperança e nas luzes que nunca se apagam. Na nossa força de vontade de continuar, de nos permitir, de viver,de sentir a brisa do nosso coração selvagem e livre galopando em direção ao brilho das estrelas, porque nós somos um universo inteiro e complexo, somos um punhado de constelações, brilhando na escuridão.
Gabriel Mariano.
Pessoas certas não existem. Somos todos errados procurando alguém que aceite nossas imperfeições.
Chuck Bass.
Sou ótimo em ser sozinho, sou tão bom nisso que mesmo quando tenho pessoas perto de mim ainda permaneço só.
Caio Augusto Leite.
Eu sou uma pessoa muito sentimental. Mas são poucos os que sabem disso.
Querido John
Sofro de urgências, não gosto de esperar.
Clarice Lispector.
Mais ou menos não rende papo, não faz inverno nem verão, não exige uma longa explicação. É melhor estar alegre ou estar triste, mais ou menos é a pior coisa que existe.
Gabito Nunes.
Fácil é ouvir a música que toca. Difícil é ouvir a sua consciência. Acenando o tempo todo, mostrando nossas escolhas erradas. Fácil é ditar regras. Difícil é segui-las. Ter a noção exata de nossas próprias vidas, ao invés de ter noção das vidas dos outros.
Carlos Drummond de Andrade.
Sabe essa coisa toda poética-destrutiva-adolescente que eu carrego no peito? Então, é tudo fachada, meu amor. O que acontece é que, à noite, no meu quarto, eu coloco a mão no rosto e fico chorando até meus olhos dizerem chega. E ninguém vê as marcas no meu rosto, as olheiras e as pancadas nas minhas mãos. Também não quero que vejam, mas quando digo que estou triste e, na maior parte do tempo, eu sou triste, preciso/suplico/necessito que me entenda. Sem drama algum, sem excessividade nenhuma, sem sadomasoquismo aparente, eu só tenho o infeliz carma de sentir demais tudo aquilo que não é meu, de sentir tudo aquilo que talvez eu nem conheça. O sofrimento não é opcional quando amar se torna um vício, my darling, o amor, por si só, já é uma bagagem sentimental enorme, gigante, profunda - funda demasiadamente funda.
Eu viro água.