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@indevoravvel
Um universo de poesias. 📸
Estou indo longe de mais .....
Eu ainda me lembro
longe de mim nos romantizar
mas quando é…
e a gente é
tanto.
— não te vejo meu.
Dialeto meu e seu
Promete que não vai esquecer o que te permiti saber sobre mim? Aqueles medos que te disse, as histórias que guardo na ponta da língua , meu gosto -inusitado- de saborear a vida ... Algo que com certeza me encantaria seria ver tua dominância sobre as minhas entrelinhas. Consegue me ganhar por elas? Conhecer mais de mim? Prever meu passos, gestos e sentimentos? Essa pergunta é totalmente retórica. Sei que é capaz disso, de me ler, me investigar....Decifrar tantas das minhas palavras e códigos. Procurar entender.
Vamos criar um dialeto só nosso? Ninguém mais precisa traduzir, ler ou interpretar a não ser eu e você. Faria isso por mim? Aprenderias comigo?
Se empenharia em ser fluente em mim como já é em outras línguas? Me falar todos os dias, pensar e repensar em sinônimos que me representassem, errar na minha sintaxe as vezes mas, compensar ,lendo como ninguém minha semântica.
Vai procurar me acertar sempre? Ser claro comigo, me escrever frequentemente, me ler com atenção?
Cada palavra que sair da sua boca vai ser minha?
-quelz
And I waited so long...
a beleza está no caos de ser o que a gente é a.
Eu o odeio. Odeio porque me fez promessas que não cumpriu, odeio porque dizia que iria me amar para sempre e foi a partir daí que eu entendi que para sempre não existe. O odeio porque fez com que eu me apaixonasse cegamente por ele, tão cegamente que eu não conseguia enxergar nada ao nosso redor. Nada existia para mim além dele. Nada importava mais. Eu o odeio porque ele prometeu que estaria presente quando eu realizasse os meus maiores sonhos e que principalmente faria parte de todos os meus planos. Planos esses que eu fiz com ele, somente com ele. O odeio porque ele foi a primeira pessoa que eu amei intensamente e verdadeiramente de todo, e com todo o meu coração. Porque ele foi o primeiro em muitas coisas e isso significa muito. Eu o odeio principalmente porque apesar de tudo e de todo esse tempo, eu ainda o amo. Amo como nunca amei e como nunca irei amar outro alguém.
Depois de tantos anos, ainda pondero: não é a morte que me assusta, mas o receio de não ter vivido.
— de mim para meu eu interior.