5. Entrei no clima, estou de bem comigo mesma, já sei onde a cena vai ser, entre quem será, o motivo e como será. Mas não sei como/o que escrever, e agora?!
Chegamos à parte crucial. Em minha opinião, é necessário que você entre no clima da música e se sinta bem sexy. Isso irá ajudar a escrita, que reflete o teu humor.
*Em minha opinião, é necessário que não haja pudor nas cenas. A descrição detalhada é crucial para chegarmos às cenas de molhar a calcinha! Hahaha
*Preliminares: invista nelas! Excita muito o leitor e seu personagem irá amar, afinal, quem não ama preliminares? :B
Beijos traçados por todo o corpo, unhas sendo passadas levemente ou fortemente, língua e corpo, rebolados imitando uma penetração, masturbação, oral, espanhola, pênis sendo precionado contra o clitoris (sem haver de fato a penetração), tudo vale e vai da tua imaginação e necessidade/personalidade dos personagens!
*Striptease: acho uma das coisas mais lindas e excitantes que já foram inventadas! Você pode colocar seu personagem para provocar o outro, despindo-se calmamente e provocante. Que tal prender o outro à cama com uma algema? Ou à uma cadeira? Enquanto um rebola no colo do outro, produzindo atrito entre seus sexos. É uma cena incrível!
*Mude as posições: esqueça a formalidade do papai-mamãe. Claro que é legal, sim, mas sempre isso não dá! Que tal pesquisar sobre posições sexuais e inovar um pouco?! No final do tutorial deixarei links especiais sobre o assunto.
*Lugares inusitados: gente, é uma fanfic! Eles só serão pegos se você quiser, então que tal dar um pouco de adrenalina aos seus personagens?! Sexo e adrenalina, uma combinação incrível! Vale o carro, cinema, prisão, restaurante, banheiro daquela festa, quarto dos pais, local de trabalho, enquanto fogem de alguém, etc. Novamente: vai tudo da tua imaginação!
*Personagens inusitados: é óbvio que existem personagens mais reservados. Mas que tal surpreender leitores e até mesmo os outros personagens, e ir mudando aos poucos a personalidade de alguém que costumava ser tímido? A surpresa é super agradável.
Ex.: uma personagem mais tímida, em um encontro, reunião ou algo do tipo, pode ir ao banheiro e, ao voltar, entregar a calcinha na mão de seu/sua parceiro(a) sexual. É surpreendente e deixará o outro personagem na loucura! Hahaha
Imagina terminar um capítulo assim, principalmente se os personagens ainda não tiverem transado?! As leitoras morrem! Hahaha
– Algum problema, Pierce? – Aaron usou seu tom mais baixo e provocativo. O ar proveniente de seus lábios bateu contra o pescoço da agente, arrepiando-a prontamente, fazendo-a derrubar a toalha ao chão.
– Nenhum, Holden. – sussurrou, totalmente inebriada – E você, está com algum problema? – ela perguntou, à beira do precipício. Estava insana. Seria capaz de implorá-lo ao menos um minuto do mais genuíno sexo selvagem que pudessem ter. Ver Aaron Holden a tirava todo o ar. Porém, ver Aaron Holden nu, levava-a a clamar pelo mais quente inferno; e uma vez no inferno, você é obrigada a experimentá-lo em seu mais puro sabor.
– Angel Pierce. – ele sussurrou lentamente – É o nome do meu mais duro problema. – enfatizou o duplo sentido da palavra duro, fazendo-a desfalecer em seus braços. Holden rapidamente pegou-a nos braços e, sem dó alguma, jogou-a na parede, dotado de uma força um tanto quanto exagerada, fazendo Angel gemer – Eu juro que tento ser menos bruto, Angel, mas você me faz querer te foder como um animal insano. – ele disse forte, alto e claro, fazendo-a apoiar-se o máximo na parede.
– Então venha logo, Holden, por Deus, eu não aguento mais esperar. – ela sussurrou, entorpecida, completamente fora de si. Quanto tempo havia fica sem esse sexo? É óbvio que tivera a chance de ter outros homens em sua cama, mas nenhum jamais soube tão bem como tocá-la e preenchê-la como ele. Céus, não era exagero dizer que Holden a deixava a um passo da loucura.
O homem apenas soltou um de seus sorrisos sacanas e voou na mulher, como um verdadeiro animal. Aaron chocou sua boca contra a de Angel em puro desespero. Os movimentos de ambos logo adquiriram velocidade e força, chegando a serem violentos. As mãos do homem caminhavam descobrindo todo o corpo da mulher, explorando cada detalhe. Ela, por sua vez, arranhava a nuca dele sem a mínima compaixão; queria marcá-lo, fazê-lo sentir dor. Aaron passou a pressionar o membro contra a mulher, em uma falsa penetração, fazendo a detetive sentir seu interior latejar arduamente por ele. Em seguida, parou abruptamente o beijo e direcionou os lábios ao pescoço da agente. Ela rapidamente entrelaçou as pernas no policial, facilitando a fricção. Angel gemia fortemente, sem pudor algum e Holden apenas deleitava-se com o som fluído dos lábios da detetive. Insana, Angel voltou a ficar em pé e empurrou o policial na parede, trocando suas posições, e sem dar espaço para alguma reação de Holden, tratou de dar beijos, lambidas e mordidas por todo o seu pescoço, alternando de um para outro. O homem apenas suspirava forte e puxava a cintura da mulher para si, pressionando-a contra sua ereção. Angel gemia entre as carícias que fazia em Aaron, deixando tudo mais excitante. Holden, prontamente, tentou trocar as posições, porém em resposta recebeu uma risada maliciosa da agente.
– A pressa é inimiga da perfeição, policial. – sibilou no ouvido dele. E quando Holden preparou-se para dar-lhe uma resposta à altura, percebeu o que viria à seguir. Angel passou a descer as carícias lentamente por seu corpo: primeiro o pescoço, em seguida o peito, a barriga, e empenhou-se em brincar cruelmente com as entradas do policial.
– Puta merda, Angel. – Holden disse, sôfrego, enquanto dirigia uma de suas mãos aos cabelos da detetive. Em seguida, entrelaçou-os e os puxou com força, desprovido de compaixão alguma. Apesar da dor, Angel apenas observou seu desejo pelo homem duplicar arduamente, e ao encarar aquele membro completamente ereto e pulsante por ela, a agente sentiu-se insanamente úmida. O latejar de suas paredes internas intensificou-se de um modo exorbitante, gritando a necessidade de ter o homem dentro de si.
Sob o olhar carregado de Aaron, Angel passou a despejar beijos e lambidas pela virilha do rapaz. Em seguida, dirigiu-se à glande de seu membro, hora lambendo-a lentamente, hora passando os dentes suavemente por ela. Holden foi obrigado a fechar os olhos com toda a força que conhecera, apertando as duas mãos fortemente contra a nuca da mulher. Num ímpeto de segundo, a agente pôs todo o membro do rapaz na boca, fazendo movimentos rápidos e libidinosos, levando-o a urrar de prazer. Angel podia sentir o membro pulsando contra sua boca. Ela ia e vinha, passando por toda a extensão e parando na glande, para lamber lentamente. Quando Aaron Holden pensou que a situação jamais poderia atingir um nível ainda mais prazeroso, a agente provou-lhe o quão poderia ser imprevisível: notando que ele iria gozar a qualquer momento, ela deixou o membro rígido à sua frente de lado e tratou de tirar a blusa e em seguida o sutiã, ficando de quatro à frente do policial.
– Abra os olhos, Holden. – não era um pedido e sim uma ordem. Ordem que o policial sequer pensou em contestar. Segundos depois Holden já tinha suas íris azuis em fogo completamente abertas, observando sem pudor a mulher à sua frente. Aaron pensou estar vendo brasa queimando arduamente. Seu membro pulsava incessantemente, completamente rígido, como pedra. As mãos fecharam-se em punhos e Angel pôde ver as veias infladas por toda a extensão de seu braço. Sem mais pestanejar, a mulher apoiou o membro do homem em seus seios e passou os lábios lentamente pela glande do homem. Em seguida prendeu a ereção, novamente, em seus seios e passou a masturbá-lo vagarosamente.
– Cacete, Pierce... Eu não vou aguentar. – ele disse meio à gemidos e palavras desconexas.
– É o que eu quero, policial. Libere-se. – Angel disse baixo enquanto aumentava os movimentos com os seios. Céus, Aaron Holden iria explodir com aquela espanhola maravilhosa. Sentia-se como um animal insano. Os movimentos apenas iam aumentado de velocidade e força a cada segundo, e Holden não pôde mais conter-se. Seu líquido saiu em um jato forte e contínuo, espalhando-se pelos seios da agente. Aaron foi obrigado a urrar alto em um prazer genuíno, mordendo o lábio inferior com uma força exagerada, permitindo-o sentir o característico gosto de ferro. Aaron Holden, definitivamente, jamais havia gozado de tamanho prazer. Sentia espasmos correndo por toda a sua corrente sanguínea; a pulsação em seu membro permanecia implacável. Gozar apenas uma vez seria imensamente pouco para aquele dia.
O policial estava demasiadamente maravilhado com Angel. Céus, aquela mulher tinha de ser um anjo, irreal.
Sem pronunciar palavra alguma, Aaron rapidamente puxou a mulher para si, levantando-a. Ela pôde ver o brilho em seus olhos; luxúria em sua forma mais pura, e sorriu. Ele, por sua vez, não tardou em fazê-la entrelaçar as pernas em seu tronco. Em seguida caminhou até a bancada de mármore mais próxima e sentou-a lá. O homem teve de parar alguns segundos para admirá-la: os olhos ansiosos exalavam uma excitação genuína; os seios encontravam-se tão rígidos quanto pedra; as mãos nervosas apertavam o mármore com uma força exuberante; o lábio inferior pressionado excessivamente contra os dentes; as pernas abertas sem pudor algum, implorando para que fosse penetrada pelo resto do dia.Holden pensou estar gozando, apenas por observá-la daquela forma. E, sem mais tardar, tratou de empenhar-se a dar o melhor de si, para que ela gozasse de um terço do que o fez sentir.
– Holden... Por favor, vamos logo com isso. – implorou, inclinando-se para ele, em um pedido mudo para que o policial esquecesse toda e qualquer ideia que não fosse penetrá-la com seu membro naquele mesmo segundo.
– Shhhh... Eu sei o que estou fazendo, Pierce. – sem dar tempo algum para Angel respondê-lo, o homem rasgou a saia da mulher no meio, assustando-a. A detetive pensou em protestar, mas seu desespero gritava mais alto – Ela sobreviveu à primeira – referiu-se àquela saia, a mesma que estava em Angel quando transaram no Distrito – mas eu simplesmente não pude me conter agora. – o policial sibilou baixo, acompanhado de um sorriso de lado, excepcionalmente pervertido. Angel sentiu-se em combustão. Céus, que sorriso filho da puta! Ela não aguentaria por muito tempo.
Guiado pela excitação, Aaron passou a lamber os seios da mulher, provando de si mesmo. Ele lambia, chupava e mordia um, enquanto apertava e massageava o outro. A detetive apenas gemia fortemente, puxando os cabelos do rapaz. Holden não tardou em direcionar a outra mão para dentro da minúscula calcinha de renda que a agente vestia. Ele penetrou-a sem aviso prévio, com dois dedos, enquanto o polegar passou a massagear o clitóris inchado e pulsante de Angel. A detetive teve de gritar de prazer, em resposta. Em seguida, ela passou a rebolar em cima dos dedos do homem, aumentando o prazer.
– Isso, Angel, rebola para mim. – ele ordenou forte em seu ouvido, fazendo a mulher aumentar os movimentos. Angel quicava e rebolava sem dó alguma, enquanto Aaron alternava os movimentos: ora um vai e vem frenético, outrora circulares. Os seios da detetive balançavam de acordo com seu ritmo, os gemidos acompanhavam como uma melodia inesquecível e suas expressões eram totalmente marcadas pelo prazer. Para Holden, aquele era o paraíso em sua forma mais pura; a visão do inferno do modo mais quente e perturbador; um paradoxo que deixava o rapaz em combustão.
Sentindo que o ápice da mulher logo chegaria, o rapaz direcionou-se à sua intimidade. Lentamente fora passando os lábios pela virilha da agente, levando-a ao desespero. Em seguida, passou a língua pela carne inchada de seu clitóris, massageando-o e sugando-o, alternando de um para outro. Angel delirava, gritava, rebolava contra o rapaz. Estava insana. O homem logo levou a língua à entrada da mulher, e passou a penetrá-la. A mão que antes estava desocupada, foi direcionada ao clitóris pulsante, voltando a massageá-lo. Os movimentos de vai e vem com a língua e a pressão que estava fazendo contra o clitóris de Angel, iriam enlouquecê-la. Ela já não conseguia enxergar nada à sua frente, a escuridão havia tomado conta de sua vista. As mãos puxavam insanamente os cabelos do rapaz, chegando a arrancar alguns. O corpo rebolava, insinuava-se e pressionava-se contra o homem. Ela gemia palavras desconexas, sôfregas, fortes. O clima naquele banheiro exalava o sexo em sua forma mais genuína possível. A luxúria contaminava cada partícula viva do cômodo. O casal compartilhava a volúpia que havia sido deixada de lado por longos dois anos.
Não demorou muito para que a detetive atingisse seu mais intenso ápice sexual. Os pés e as mãos contraíram-se incessantemente, enquanto o corpo inclinava-se o máximo possível para os lábios do policial. Angel soltou um gemido forte e arrastado, inebriando Holden. O sangue da detetive corria fortemente pelo corpo; o peito subia e descia em um ritmo frenético. Estava dopada; drogada; em puro êxtase.
Holden sentiu o ápice de Angel atingir seus lábios e em seguida, adentrar boca. Era simplesmente insano, inesquecível. Doce, suave e marcante. Definitivamente aquele era o líquido mais saboroso que já havia provado em toda a sua vida.
– Você não tem ideia de como é deliciosa, Angel. – o policial falou, levantando-se lentamente e ficando de frente para ela.
– Holden... – ela gemeu. Não aguentaria mais nada, a situação em que encontrava-se não permitiria jamais. A voz grossa e aveludada de Aaron Holden apenas piorava o momento, fazendo-a sentir espasmos por todo o corpo apenas por ouvi-lo.
– Shhh... Eu sei, meu amor. – Holden disse, com a voz suave, acariciando a cintura da mulher. Angel pensou ter morrido. Havia realmente escutado aquilo?! Deveria estar delirando. Jamais poderia existir um mundo em que Aaron Holden chamasse alguém de meu amor. Céus, ela estava delirando! O ápice fora tão forte, que agora passara a ouvir coisas. Mas o infeliz do Aaron Holden continuava lá, com a carícia em sua pele, demonstrando em seus olhos, arduamente azuis, o quão grande era o sentimento que nutria pela mulher.
Angel estava delirando... tinha de estar...
A mulher fechou os olhos e entregou-se à escuridão. No segundo seguinte, sentiu que o policial estava carregando-a e, algum pouco tempo depois, encostou-a em uma superfície gélida. Suas pernas estavam entrelaçadas no tronco do rapaz. A mulher abriu os olhos e percebeu: estava dentro do box, com Aaron Holden à sua frente, prestes a penetrá-la. Era a visão do paraíso; seu paraíso particular.
O homem passou a pincelar o membro por toda a extensão da intimidade de Angel, hora pressionando-o fortemente contra seu clitóris rijo. A mulher gemia sem dó contra os lábios do homem, que estavam grudados ao seu. Holden segurava-a fortemente, caso contrário, Angel Pierce desabaria aos seus pés.
– Por Deus, Holden... – suplicou. Oras, precisava dele! Seu interior não mais gritava; urgia de dor por Aaron Holden. Necessitava dele fodendo-a forte, rápido, selvagem, sem dó alguma. Necessitava de toda a sua extensão preenchendo-a, esquentando-a; sua glande roçando contra por suas paredes internas. Seu fogo. E, naquele momento, um segundo sem seu calor torturava até mesmo todas as partículas de seu corpo.
Em desespero, Angel passou a masturbá-lo, tentando forçar o homem a penetrá-la. Ela masturbava forte e rápido e Aaron precisou fechar os olhos com força. Reassumindo o controle, o policial tirou delicadamente a mão da detetive de seu membro, beijou-a e a prendeu entre sua mão e o box. Sem aviso prévio, Holden a penetrou forte, levando-a à gritar. Os movimentos feitos pelo rapaz iniciaram demasiadamente firmes e apenas aumentavam a cada segundo – se é que seria possível. A glande do policial chocava-se cruelmente contra a parede interna de Angel, deleitando-a, enquanto a dor proveniente dos encontros violentos de suas costas contra o box apenas aumentava seu prazer. Os gemidos travavam uma batalha, para ver quem seria o mais alto; rijo; doloroso. Para deleite da amada, Holden passou a estimulá-la, acariciando dolorosamente seu clitóris, que pulsava contra seu polegar.
Holden sentiu suas pernas clamarem por um descanso, afinal, sustentar a si mesmo e à uma Angel totalmente entregue, em parte era difícil. A rapidez e força com que penetrava-a estavam fazendo seus músculos implorarem por descanso. Porém, o homem não pararia. Estar dentro de Angel era, de fato, a coisa mais prazerosa do mundo todo e ele não se entregaria. Não até ter certeza que ela havia gozado como jamais antes. Como nenhum outro homem havia feito-a gozar.
Ao sentir Angel contrair-se internamente contra seu membro, o homem teve a certeza de que seu ápice estava perto. Ele tratou de diminuir o ritmo, dolorosamente. Em seguida, passou a dar estocadas fortes. Estocava-a e saía de dentro dela, agoniando a detetive. Cinco estocadas foram o bastante para fazer ambos atingirem o clímax; o cúmulo do prazer, da forma mais intensa possível. Estavam acabados; molhados; suados. Angel sentia arrepios espalhando-se por todo o seu corpo, enquanto Holden afundava fortemente seu membro na mulher. O líquido espalhou-se por toda a intimidade de Angel, encharcando-a por completo, preenchendo-a e esquentando-a. Angel sentia-se completa. Totalmente inebriada, a mulher fechou os olhos e agarrou-se à Holden, perdendo qualquer noção de sanidade.