sou o que sinto, o que soa, o que ressoa
assim, se sou, o que me resta é ser

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@ipunchedthewallwithlove
sou o que sinto, o que soa, o que ressoa
assim, se sou, o que me resta é ser
Vontade de te ver, de falar, de derramar meu coração bem na sua frente. As lágrimas escorrem a saudade que carrego diariamente no peito. Você não imagina o quanto eu te amo. Você nunca fez ideia.
Seja feliz, meu amor. Eu sinto muito a sua falta.
Quando eu te deixar, vou levar papel em branco, espalhar por cada canto um barco de papel… Irônico gostar dessa música. Pensar no barquinho de papel como fim, se ele também foi o nosso começo. Nada está claro aqui, se você quer saber. Afinal, você partiu antes de mim. E eu nem sei se tu partiu quando me disse adeus, agora, na verdade, parece que você foi bem antes.
Da tua parte, era amor? Já não parece mais. Percebo-me pensando em tudo o que relevei, em tudo o que fiz para estar e mesmo assim, não valeu, certo? Você não era a pessoa mais comunicativa do mundo, mas por que você não me falou, garota? Porque você não expôs verdadeiramente o seu coração sendo que mostrei por “a” e também por “b”, que eu abriria mão de todas as minhas vaidades para estar no nível de cuidá-lo? Amansá-lo, mostrar que a porra do amor é o que muda, é o que move e é o que cura. O amor refaz, o amor se adapta e o amor cede. Tu me viu cedendo? Tu me viu dizendo que cederia mais? Você VIU? Ou fingiu que não? Para ti foi mais fácil assim? Fechar os olhos para o tanto que quis fazer pela gente? É fácil para ti fingir que não me vê? Fingir que não me viu? Que não me sentiu? Que esqueceu das sensações, das trocas, dos sorrisos? É fácil para você assim? Se não é fácil, eu diria, pelo menos, que me parece um grande dom. Um, inclusive, do qual sou completamente desprovida.
Não me parece amor, mas então, o que era? Como era fácil ver você querendo tudo, nos momentos que parecia me amar. Porém, como era fácil duvidar que tu me amava quando se recusava a falar comigo. Não se abria. Não me deixava entrar. Me culpava. Eu me sentia sozinha, completamente sozinha. (Des) amada; era como se, na verdade, tu estivesse me fazendo um favor por estar comigo. Punições. A permanência de um desapego latente, como se tu estivesse a ponto de ir embora a qualquer instante. E foi. Foi e voltou. Foi e voltou. Foi. Voltou. Foi e voltou. Até que foi e nunca mais.
É confuso e decepcionante. Eu não sou um alecrim dourado, mas eu me responsabilizo por cada um dos meus deslizes. Me moldei. Me calei. E mais do que isso, coloquei-me pronta para ser alguém que servisse para você. Por que isso? Porque eu nunca me senti assim por alguém. Nunca quis o pra sempre de maneira a plantar (ou tentar plantar) ele todos os dias. Eu me refiz por você. E, para ser bem sincera, disso não me arrependo. Porém, claro, dói mais que tudo o fato de você se recusar a enxergar isso, sendo que estava mais do que exposto. Eu escancarei o meu amor para você. Tu se alimentava dele quando era conveniente, mas ao menor desentendimento, você o vomitava em cima de mim. Como se te embrulhasse o estômago, como se fosse comida velha. Como se não servisse mais.
Ainda assim, é importante que saiba: não te culpo. Não te enxergo menor. Não finjo que a gente não existiu. Sei o que vivi. Tuas palavras se contradizem com o que tu coloca no olhar. Olho não mente. Aqueles abraços apertados não mentem. Não sei qual é a sua, mas sei que você não quer mais estar na minha. Tu foge de mim como quem sabe que se baixar a guarda, vai querer de novo, vai sentir de novo. A gente existiu. Você pode negar ou me dizer que não lembra. Mas a gente existiu pra caralho.
Não é só o meu ego ferido, mas também é. Dói saber que eu perdi a batalha que mais me esforcei para ganhar em toda a vida. Lutei por você. Até me negligenciei nisso. Tanto perdão, tanta compreensão me levaram para onde? Para o mundo em que você não existe. Infelizmente, ou felizmente, não sei me arrepender disso. Não sei amar de outra forma. Se o amor exige coragem, exijo de mim, tê-la. Mas amar é ser nu, é se expor, é divagar no desconhecido mundo do outro, até conhecê-lo tão bem, que os mundos se fundem, fica parecendo casa.
Achei que você seria a minha casa. O teu mundo foi o mais escuro dos mundos por onde andei. Mas foi também o que eu mais quis desvendar. Eu te amei mais do que já fui capaz de amar em toda vida. E pareceu o meu maior ato de coragem, porque amar o que é igual, é fácil, mas te amei em meio a todas as particularidades, amei tuas singularidades, amei o teu lado duro, porque eu simplesmente queria estar. Amar não é isso? Eu espero que seja. Tu teve o meu lado mais bonito. E eu não me arrependo de ter me virado e desvirado por você. Te quis pelo que tu é, na essência, no pelo. Te amei dos átomos às entranhas. Te amei com meu corpo e com cada pedaço da minha alma. Na verdade, eu ainda amo. Amor não finda assim, quando ele existe, vira parte de nós. Você é parte de mim. Sempre será. Obrigada por ter me mostrado quem eu quero ser e quem eu não serei novamente.
Saint-Exupéry fala que somos eternamente responsáveis pelo que cativamos. Me responsabilizo pelo que provoquei aí, mas também me responsabilizo por esse amor todinho que dedico a ti. Ele é meu, além de ser seu, agora é meu. Cuidarei dele com a dedicação que ele merece. Até ficar guardadinho, em silêncio, mas vivo. Amor é vivo. Amor se existiu, viverá. Além da vida, viverá.
Voltando para o barco, tu partiu antes de mim e eu realmente naufraguei por te dar o meu coração. Não por isso, mas além disso, canto todo poema em ode sua e recorto em dobraduras, mais um barco de papel. Para nós.
Que encontres a paz que procuras. Que ame o próximo peito que te amar.
O amor da vida, vive. E viverá.
a pulseira azul quebrou
eu te amo tanto.
concreto, verdes e memórias
caminhei e lembrei lembranças sorríveis
é ainda mais evidente que a vida são todos os momentos quando a gente não tem como, de forma alguma, revive-los.
carrego minhas saudades no coração, mas essas de quem preciso decorar a risada (pois não há mais chance ALGUMA de ouvi-la novamente) mexem com tudo aqui dentro.
a vida é muito mais vida por existir a morte, porém perder essas partes que nos compõem, essas que nos regaram e foram regadas com amor puro e gratuito, torna o estar completamente maluco. insano.
sei que a gente sobrevive com a dor, que a força cresce ao redor da imensidão da ferida, mas a gente sabe que esse buraco torna-se parte de nós pra sempre.
saudade.
saudade na sua infinidade pura.
saudade que não morre -parece até que mata.
não há nada mais satisfatório do que se compreender. aceitar o que é vivo por dentro.
Essa inércia que pousa no meu peito, atônita, paralisada, por mais anestesiada que pareça, soa inconfundivelmente como a dor aguda, chocante, inesperada, assustadora, que, obviamente, sinto.
Escrevi e apaguei algumas vezes antes de conseguir realmente iniciar esse amontoado de palavras que quero dedicar a você. Digo amontoado de palavras não porque elas não importem, mas porque é um momento estranho, você sabe, e nada soará agora tão claro como eu gostaria, porém, tentarei. Tem que ser de verdade, tem que ser verdadeiro.
Lorenna, sinceramente, eu não queria acreditar, só que como eu já havia até comentado em algum desses dias atrás, é impossível negar a verdade de tudo o que aconteceu nesses últimos dias. Tu era parte constante dos meus dias. E, ali, repentinamente, pouco a pouco, foi deixando de ser. E eu vi, amiga, vi tua ausência se alastrando pelos cantos dessa casa diariamente. A porta do seu quarto fechada todos os dias, a não ser quando eu entrava lá só pra me abastecer um pouquinho de você e talvez seguir acreditando que você pudesse, talvez, um dia, voltar. Não necessariamente pra casinha que a gente resolveu partilhar, mas principalmente pra vida. Pra vida das pessoas que te amam. Pra vida que tanto te sorriu e que tu tanto sorriu de volta, mesmo quando não era fácil, eu vi, tu sempre tentou sorrir de volta.
Nesses vinte e poucos dias de um pesadelo que começou e foi apenas trazendo cenários mais complicados, eu fui tão forte, amiga. Tão forte. Além de pensar em como eu deveria ficar bem para ser útil caso você e sua família precisasse, em todos os momentos que foi difícil resistir e dava vontade de sucumbir eu lembrava de você, senhorita, exaltando em dias diferentes e situações também distintas o quanto me achava forte e o quanto me admirava por isso. Senti dor (sinto) nessa situação, mas fui força, fui muita força.
A saudade que me acompanhará pelo resto de minha vida não só me fará lembrar dos nossos momentos descontraídos e bobos, rindo, gargalhando das coisas mais lelés possíveis. Mas me lembrará principalmente das nossas parcerias, de como a gente se resgatou algumas vezes. Como a minha mão se estendia quando você caia e como o seu braço também puxava o meu quando eu sentia que ia falhar. Vou sentir saudade da credibilidade que depositou em mim. Saudade de te ver sonhando meus sonhos como se fossem os seus próprios. Saudade do teu estar perto. Da tua companhia. Da reciprocidade que se fez presente em tudinho que a gente viveu.
Me felicita o fato de ter tantas vezes te dito para que você acreditasse em si. De ter te falado tantas vezes que a tua força precisava vir de dentro. Que você era grande o suficiente. Que os teus objetivos seriam conquistados. Que é uma puta sorte compartilhar a vida contigo. E que eu te amo, minha tão leal e fiel amiga. Eu te amo muito e, por mais que eu quisesse te dizer isso ainda por muitas vezes, fico feliz por ter falado várias, várias e várias vezes.
Os dois últimos anos selaram nossa amizade de maneira muito clara. A presença e partilha foi tão real que eu preciso mesmo agradecer ao universo, a Deus, por ter me cedido o privilégio de sorrir teus últimos sorrisos. Dividir as últimas cervejas. As séries e os filmes. O Rio de Janeiro. Aquele último gole de refrigerante que sobra na garrafa. Dividir a rua. Os rolês. As músicas. As dores e cada pingo de felicidade que nos foi concedido. Eu agradeço imensamente por ter te tido tão perto e só eu sei a falta que vou sentir de te ouvir dizer ao se despedir para dormir que qualquer coisa você estaria no quarto da frente. Ou de te dizer “tô chegando, amiga”, pra qualquer buraco que eu te chamava. O Flamengo, Lorenna. Como vai ser difícil ver o nosso Flamengo sem você. Mas eu vou, tá? Eu vou ver e xingar por nós duas quando eles jogarem como se não recebessem salário. E eu também lembrarei do quanto você gostava de me ver feliz toda vez em que eu me sentir triste. Vou lembrar do quanto você, simplesmente, naturalmente, me amou.
Começo hoje a escrever as saudades que jamais serão saciadas. E digo que em minhas memórias eu sempre vou te ver sorrindo. E teu sorriso vai fazer falta, Larissa Manoela.
Obrigada por esse turbilhão de bondade que você depositou em mim.
Ainda vou chegar onde você me disse com tanta firmeza que eu chegaria e vou dedicar essas vitórias, também, a você.
Vou cuidar dos seus. Te prometo.
Que a sua nova casa seja linda.
A lá Elis Regina canto assim: quando você foi embora, fez-se noite em meu viver. Forte eu sou, mas não tem jeito, hoje eu tenho que chorar.
Te amo pra sempre. Estou com saudade.
Descansa, Lolô.
te amo muito, lorenna mendonça de barros.
o 301 ecoa a tua falta.
tu me desconcerta
sou boba, né.
🥺
ta tudo bem. ta tudo bem.
o aqui e o agora
o laço foi desfeito, há tempos que sou apenas uma parte do fio que nos juntava. apesar de ser sozinha, a vida me apresenta encontros, uns que passam despercebidos, e alguns que, epa, me tiram o pensamento até mesmo de ti. e é louco, é bem louco mesmo me perceber envolvida a outro balançar de sintonias, me ver envolvida a outros sons, sendo que é sempre a tua música que toca aqui... acho que o meu corpo e a minha mente seguirão ainda por um tempo fantasiando desejos quase que utópicos sobre sentimentos reais, que vem da alma. apesar de julgá-los sentimentos reais e vívidos, me felicito por ver que, por falta de contato com o real, eles se tornam cada vez mais comoções e conceitos do que sensação e consciência. te sinto nas minhas entranhas, porém não sei mais rotular o que eu quero, o que te amar significa. eu te amo, provavelmente sempre irei te amar, porém, tu tem se tornado uma espécie de sombra, intocável. a abstração possui, inclusive, muita beleza e admiração. porém, você, apesar de ter nome, endereço e uma história inesquecível que habita o espectro mais bonito de minhas memórias, fica cada vez mais sem forma, sem rosto, sem tons reais. é um preço caro que eu pago por não mais te conhecer, mas apesar disso, saiba, emano que você seja a pessoa mais feliz do mundo, assim como você se esforçou tanto para que eu me sentisse assim (e conseguiu). apesar de TUDO, a parte do fio anteriormente citada, que se entrelaçou tão bem com o seu, bordeja e às vezes sente até determinada energia quando contorna-se a outros fios. é estranho desejar e querer estar em ambientes desconhecidos, pois ainda (calma, eu posso ter o tempo que precisar) me sinto mais confortável em pensar nos sítios familiares que contigo habitei. o ser nua, que não se refere apenas a estar inteiramente despida, mas principalmente a deixar-se SER vulnerável, desarmada, exposta, e ainda assim, à vontade, amparada, cuidada. emtindo sons ALTOS e extremos provindos da intimidade; toques que adentram tanto a essência de viver, que tiram o ar apenas com a lembrança, que são e serão impossíveis de esquecer.
o novo é difícil quando se sente, porém o novo nos faz lembrar do que é estar vivo. do que é realmente exercer a vivência, que sobressai as lembranças (sejam elas marcantes ou não). o novo me lembra que eu posso carregar o que for dentro de mim, porém, eu posso viver. não o que eu tive contigo (e que saudade de você), mas o NOVO. o novo toque, a nova sensação e, quem sabe, novamente, um dia, um amor que me inspire tanto quanto o que sinto por você.
é um puta saco acabar falando mais de ti quando o que eu queria mesmo era contemplar a possibilidade do novo, porém, paciência, eu me dou o tempo que precisar para poder prepassar por esse sentimento de uma forma que ele aqui viva, mas possa viver como uma lembrança bonita, gostosa e que às vezes se silencia para que entre o novo.
é um puta saco, mas obrigada por tudo o que você foi, parece cada vez mais tudo bem você não ser mais.
amo você. porém acrescento que o NOVO faz lembrar muito mais o quanto posso e devo amar a mim.
viva ao que a gente foi. viva ao que somos agora. te quero feliz daí, e me quero feliz daqui.
sentimento estupido.