“Como os artistas, me enlouqueço. Sofro. Já não participo mais desse mundo. Não sou mais igual as outras pessoas. Meus sentidos estão além de apurados. Não quero ouvir mais, corto minhas orelhas em desespero, mas não pinto quadros. Pinto palavras que tentam expressar essa bagunça de loucuras. Ao anoitecer durmo amarrado por pensamentos destruidores.”
— Callebe














