que a gente possa ser livre e respeitado aonde for! que a violência física e psicológica CESSE de uma vez por todas! que a nossa existência deixe de ser invalidada e questionada!
noivo!choi seungcheol x leitora ── fluff & smut +18
word count: 1.6k
conteúdo/avisos: conteúdo sexual explícito, relação estabelecida, breeding kink, massage kink (?), temperature play (eu acho? não é no sentido bdsm mas acredito que valha), cheol manhosinho, melosidades de casal, petnames (mô, bebê, princesa, etc), sexo desprotegido (não!), dry humping, cowgirl, creampie, e talvez um trigger warning pras solteiras...
menores não interajam!
notas da autora: essa fic aqui foi um sonho exato que eu tive com ele rsrsrs sei que tô devendo a do wonwoo pra vocês, mas essa aqui se escreveu quase sozinha… nem tava nos meus planos, só foi. espero que gostem! <3
now playing: belong to you - sabrina claudio
[22:36]
Desde o inesquecível dia em que você disse “sim” para o namorado sorridente ajoelhado na sua frente na Cordilheira dos Andes, suas noites têm sido bem particulares. Chegava do trabalho no fim de tarde, assistia um pouco da sua série favorita, fazia janta para vocês e esperava Seungcheol voltar dos ensaios. Se preparava arduamente para mais uma turnê do grupo, e seu noivo sendo o líder, significava que vez ou outra trabalhava até mais do que os outros 12 membros. Não era difícil o esperar quase até a madrugada, com os olhinhos mais caidinhos que o normal e só esperando a porta abrir para se jogar na cama.
Foi exatamente assim que ele te olhou assim que você foi atender a porta, o garoto nem energia para largar as malas e girar a maçaneta tinha mais. Nota o bico gigante nos lábios carnudinhos, os braços soltos ao lado do corpo, o cabelo levemente bagunçado e a sobrancelha franzida; tal qual um cachorrinho molhado. O corre para dar um abraço apertado, rindo leve do estado dele.
── Ô, meu bem... ── Sorri fofa quando Seungcheol te aperta contra o próprio corpo duas vezes o seu tamanho. Dá um beijinho rápido em seus lábios e volta a olhá-lo, tentando decifrar a expressão sofrida. Acaricia os braços largos enquanto os segurava. ── O que houve?
── 6 horas, mô... A gente ensaiou por 6 horas... ── O observa passar a mão pelo rosto, coçando os olhos de leve e em seguida apertando as têmporas. Finalmente entra em casa, largando suas bolsas ali mesmo e te dando mais um abraço acompanhado de um suspiro. ── 'Tô morrendo de dor nas costas, toda hora paravam pra corrigir alguma coisa... Eu 'tô morto.
Tinha tanta manha na fala dele que só faltava ele chorar. Não se segurou em rir de fofura e afagá-lo novamente; não era comum ver seu noivo nesse estado. Costumava cuidar sempre de você e dos outros, colocando as necessidades alheias acima das dele. Quem não o conhecia muito bem o veria como um completo machão, se não pudesse testemunhar esses momentos em que virava quase um ursinho de pelúcia nos seus braços.
── Ô, meu amor… Quer uma massagenzinha nas costas? ── A sua ideia sugerida com a voz suave como mel o intriga, sempre ficava molinho quando o massageava. Você desliza os dedos pelas bochechas ainda rosadinhas pelo frio externo, vendo um sorrisinho tímido surgindo nos lábios do noivo. O olha alegre, sabendo que a proposta o interessaria. ── Vai lá pro quarto, Cheolie. Vou cuidar de você.
Seungcheol ri com os olhos, mais do que grato pela sua generosidade. Te dá mais um beijinho casto nos seus lábios e rapidamente se dirige para a cama de vocês, aproveitando para tirar a própria camiseta. Se deita de barriga para baixo com os braços pra cima, acomodados debaixo do travesseiro. Te assiste voltar para o cômodo e logo se posicionar sentada sobre a lombar do noivo.
Você se inclina levemente deslizando as mãos pelas costas de Seungcheol, alcançando a pele com os lábios e distribuindo beijinhos por ali. Faz uma trilha de beijos pelo trapézio, nuca e costas, fazendo o garoto se arrepiar e soltar um risinho fofo pelas cócegas. Se inclina mais um pouco e chega nos lábios inchadinhos, que já não mostravam o bico de antes.
Pega a embalagem do óleo quente e despeja nas próprias mãos, levando-as às costas do noivo. As mãos deslizam como manteiga numa panela quente, o choque térmico fazendo Seungcheol murmurar um palavrão baixinho. Desliza suas mãos da lombar até o trapézio, dançando seus dedos por cima da região; a temperatura quente fazendo suas mãos formigarem de levinho. Dá apertadinhas de leve por ali antes de descer novamente, desenhando os músculos da dorsal.
Praticamente babava com a visão que tinha, todos os músculos perfeitamente marcadinhos te davam água na boca. Jamais se cansaria. Alinha os polegares no meio das costas, pressionando de leve antes de descê-los para a lombar novamente, repetindo o movimento por algumas vezes.
── Que delícia, princesa… ── Diz, a voz grave parcialmente abafada pelo travesseiro. Solta suspiros manhosos com suas carícias, sentido os músculos relaxarem um a um. Direciona as palmas para as dorsais de novo, até abrir a garrafinha novamente e reaplicar o óleo em suas mãos. ── Obrigado, viu? ── Termina o comentário com mais um suspiro, que começavam a parecer gemidos.
── Você merece, bebê. Tem trabalhado tanto… morro de orgulho de você. ── Seu comentário tira um sorrisinho fofo de seus lábios de novo. O fato de Seungcheol ser tão trabalhador e ambicioso te excitava muito, na verdade. Era uma das coisas que mais gostava nele. E gostava mais ainda de retribuir todo o carinho que ele nunca deixou de demonstrar por todos. Os arfares manhosinhos do noivo não ajudaram sua situação; sentia uma piscininha da sua lubrificação se acumulando na sua calcinha.
Sobe suas mãos até os ombros largos, espalhando o óleo por ali. Se aproveita da sua posição com as pernas abertas e se prensa um pouco mais contra a pele do noivo, te dando uma pressãozinha gostosa no seu pontinho pulsante. ── Mô… ‘Tô de pau duro. ── O comentário repentino te faz rir, sem conseguir se segurar. Seungcheol te simula, rindo bobo e te olhando rapidamente por cima do ombro. Sente que tinha conversado com ele por telepatia, a informação havia feito seus olhos brilharem. Você solta um “hum” gutural, pensando no que responderia.
── Quer que eu cuide disso também? ── Pergunta ainda com os lábios em sorriso, se reclinando em cima do corpo do garoto novamente. Chega pertinho da orelha e posiciona um beijinho ali, vendo o noivo fechar os olhinhos e sorrir de lado. Assente lentamente e ajeita as mãos mais embaixo do travesseiro, se espreguiçando. Você se retira de cima do corpo do noivo, o assistindo se mover só o necessário para que você se acomode em cima dele outra vez.
Se senta sobre a pelve, a ereção mais do que rígida por baixo da calça de moletom te cutucando. Não se demora em se aliviar também, se pondo a se esfregar nele com movimentos lentos para frente e para trás, o aperto prazeroso no seu pontinho te fazendo conter um gemidinho com os dentes. Seungcheol não se move a não ser levar as mãos grandes até seu quadril e apoiá-las ali, te deixando fazer todo o trabalho. Não era comum que você conduzisse a relação, mas hoje se sentia na obrigação de remediar o estresse do seu amado.
O noivo grunhe baixinho, sentindo sua lubrificação transferir para a própria calça no decorrer dos movimentos hipnotizantes. Te observa dançar seu quadril contra o dele, aumentando a intensidade e a velocidade aos poucos. O contato agradável começa a deixar Seungcheol impaciente, que desejava por mais. A exaustão já tinha ido embora faz tempo, mas ainda queria suas carícias.
── Mô... Senta pra mim? ── Não resiste em sorrir ao ouvir o pedido manhoso, a voz do garoto quase saindo como um miado baixinho. De modo algum rejeitaria a sugestão, e não se demora em se despir da roupa íntima que usava por baixo do camisetão. Pela primeira vez no dia contempla o noivo abrir mais os olhos, que sorria de orelha a orelha ao poder ver sua intimidade livre de coberturas indevidas.
Desliza suas dobras molhadas pela calça mais algumas vezes, vendo Seungcheol franzir a testa pela quase tortura. Engancha os dedos na barra da calça e calmamente a puxa para baixo, deixando a piroca avantajada escapar. Passeia os dedos pelos pelinhos aparados da região, os escorregando pela extensão que já expelia um pouco de pré-gozo. Não demora em se posicionar em cima da extensão, não queria o afligir nesse estado.
Apoia uma das mãos no ombro do noivo descendo pelo pau devagarinho, soltando um gemido alto pela sensação prazerosa de ser alargada lentamente. Seungcheol revira os olhos enquanto geme grave, parte pela visão privilegiada ── da qual nunca se desanimaria ──, e parte pelas paredes da sua buceta o apertarem com fervor durante a descida. Inicia as sentadas lentas ainda mobilizando seu quadril para frente e para trás, a fim de senti-lo por completo.
Se nota mais afetada do que o parceiro, a piroca te penetrando perfeitamente conforme suas reboladas. Não se segura em soar uma série de gemidos e arfares manhosos, sons esses que entravam em sintonia com os do noivo. Aumenta a intensidade das sentadas, sendo incentivada pelos apertos ardentes que recebia na sua bunda. Em meio à sua agilidade, reclina seu tronco sobre o garoto, lhe agradando com rápidos beijos no pescoço. Ouve-o grunhir à medida que o pau te atingia até o final, os olhinhos cansados apertados pela sensibilidade.
── P-porra se continuar assim... ── Consegue dizer com a fala entrecortada, sendo interrompido pelos próprios gemidos. ── Vou gozar d-dentro dessa buceta. ── A provocação te faz sorrir travessa, te incentivando a aumentar mais ainda o vigor das quicadas. Adorava quando seu noivo te deixava toda cheinha, o leitinho quente escorrendo pelas suas pernas. Se reclina para trás de novo se apoiando nos dois ombros agora, pressionando o corpo do garoto contra a cama enquanto sentava o mais forte que conseguia.
Não restringe seus gemidos agudos, que ressoavam pelo cômodo todo. Se delicia pela extensão por mais uns instantes até sentir o líquido quentinho te preencher por dentro, acompanhados de grunhidos e arfares graves da boca do noivo. Acalma as movimentações até que parasse completamente, encontrando os olhos do parceiro de novo. Seungcheol te presenteia com um sorriso largo, mais extasiado do que nunca. Sentia o gozo descer pelas suas pernas, exatamente como almejava.
Não se retira de cima do pau do noivo e se reclina sobre o corpo dele novamente, soltando seu peso o envolvendo num abraço desajeitado. Trocam risadinhas fofas, acompanhadas de cafunés gostosos no seu cabelo. O mima com mais beijinhos pelo rosto, até se acomodar na curva do pescoço largo. ── Pelo jeito vou ter que adiantar esse casamento.
notas da autora: quem falou aqui na rede que ele tinha pau de marido não podia estar mais que certa...
★. Jaafar Jackson and woman reader ☆. “Noite de karaokê”
avisos ★. 1.083 palavras, conteúdo adulto (nsfw), linguagem imprópria (dirty talk), leves partes de dominação/submissão, public risk (mesmo a porta do banheiro estando fechada, revisado porém pode haver erros... boa leitura !! ‹𝟹
Já se passava das duas da manhã quando Vitória, e mais duas amigas — Emilly e Júlia —, cantavam a todos os pulmões Blame It on The Boogie num karaokê que acharam por engano nos becos de Chicago.
Emilly era a responsável por causar aquele furdúncio igual do Roberto Carlos; e mesmo sendo a mais velha e a com mais senso entre as garotas, fazia a primeira voz da música enquanto Vitória se confundia cantando a versão original misturada com a versão em espanhol.
Mas o que Vitória não sabia era que um homem — acompanhado por alguns amigos — a observava com desejo. Encantado pela brasileira, ele se manteve com os olhos fixos nela por um longo período de tempo.
Sorria ao vê-la com o corpo completamente soltinho, sua cintura se movia como uma onda à beira do mar, os cabelos cacheados acompanhavam cada movimento dela enquanto a língua se enrolava para cantar.
Elas estavam bebinhas, bebinhas…
— Olha só que homem gostoso que tá te encarando amiga! — Gritou Júlia em português com um sorriso no rosto quando a música acabou.
Foi a primeira vez que Vitória olhou para o homem.
Ainda de longe, sua pele morena a encantou de primeira. Não ia negar nem que pagassem por isso; aquele homem — desconhecido até então — estava explodindo de tão gostoso que era usando aquele conjunto jeans e camisa branca igual o tênis.
Uma coisa que Vitória aprendeu com Emilly: Se a vida te der uma oportunidade de ser feliz, não a desperdice porque pode ser a última.
E Vitória não a desperdiçou. Estava solteira afinal.
— Porra, caralho, faz meu tipo! — Vitoria levou seu indicador até a boca o mordendo de leve.
Júlia parou de dançar e foi escolher uma música para cantar. Mal conseguia se manter em pé direito perto da máquina antiga. Então, performática como sempre, Julia escolheu justamente Chicago de Michael Jackson.
— I met her on the way to Chicago, e o quê!? She smiled and looked at me… Canta comigo Emy! — Julia entregou o microfone com fio a amiga.
Enquanto a trilha sonora perfeita ecoava pelo barzinho, Vitória chamou o desconhecido com um gesto simples com os dedos e foi em passos lentos até o banheiro.
Assim que tocou a maçaneta, sentiu as mãos grandes e grossas do homem. Nem se importou em virar, no fundo sabia que era aquele moreno gostoso que queria.
Seu toque era macio mas havia alguma malícia também…
Vitória entrou com ele grudado em seu corpo e trancou a porta — já que era um banheiro único, não teria ninguém pegando eles no flagra.
— Tá me querendo tanto assim? — Perguntou a garota sentindo o carinho cheio de segundas e décimas intenções do rapaz.
— Você não imagina o quanto. — Sussurrou o homem apertando a parte farta do lado direito dos glúteos de Vitória e deixando um tapa tanto quanto forte no lugar. — Gostosa…
Soltinha como estava, um gemido manhoso saiu dos lábios dela, o que fez ele sorrir largamente com isso, a pegando no colo, deixando-a sentada perto da pia e ficando entre suas pernas.
— É virgem, bebê? — Ele perguntou levantando a minúscula saia jeans que a garota usava.
— Nem se eu fosse eu falava, adoraria perder meu cabaço com você. — Vitória fala sem filtro fazendo ele soltar uma risadinha. — Mas respondendo sua pergunta, eu não sou não.
— Então eu posso meter meu cacete bem fundo nessa boceta?
Vitória sorriu quando acompanhou o olhar dele para baixo. Seu amiguinho — que de “inho” não tinha nada — estava duro feito pedra. Salivou tanto que um fio de baba escorreu no canto de sua boca.
— ‘Tá que pariu, gatinha, licença tá? — Disse o homem de forma apressada e atacou a boca da garota, lambendo onde escorria a saliva dela primeiro.
Com o beijo ficando mais gostoso e molhado, ele deu pequenas batidinhas no clitóris dela para atiçar e começou a enfiar até o amiguinho dele estar todo dentro da moça.
Vitória entrelaçou suas pernas na cintura do homem e revirou os olhos quando ele — sem esforço algum — acertou aquela partezinha em específico dentro dela. Nem ela mesmo acreditava que estava tão molhada, o pau dele deslizava com maestria pra dentro da sua boceta.
Os gemidos dos dois não eram tão altos quanto a música que tocava lá fora, mas com certeza quem passaria ali perto do banheiro escutaria aquelas cordas vocais fazendo um belo trabalho.
— E-Eu vou gozar. — Vitória sorriu quando percebeu aquela mão a enforcando, a deixando sem ar por um instante.
Sua boceta pulsou assim que sentiu um tapa forte no rosto e em seguida um puxão de cabelo vindo da região de sua nuca.
Nunca havia sentido tanto prazer em sua vida como agora.
O homem, aproveitando a exposição do pescoço da garota, se inclinou e passou sua língua molhada naquela pele sensível, dando um chupão, a marcando de propósito.
— Vai gozar no meu pau, vai? Vai lambuzar ele todinho com seu melzinho, amor? Vai deixar eu sentir sua boceta me sufocar vai? — Vitória se arrepiou ao escutar aquela voz grave perto de seu ouvido.
Até a voz dele era gostosa.
Mesmo negando pra quem pergutava que amava uma degradação na hora sexo, Vitória sentiu seu corpo relaxar quando o homem meteu rebolando em sua intimidade.
Com um sorriso largo nos lábios, ele também atingiu seu limite, despejando toda sua porra dentro da garota.
Quando ambos já estavam limpos e devidamente vestidos, Vitória sentiu seu ventre congelar quando o homem a puxou e selou seus lábios.
Sentindo uma dorzinha na virilha, a garota levou sua esquerda até o queixo dele e o levantou, fazendo ele a olhar com um sorriso sacana por ter cortado o ósculo.
— Posso saber pelo menos o nome do cafajeste que acabou de me comer?
— Jaafar. Jaafar Jackson.
Vitória começou a rir.
— Vai me dizer que tu é ‘fi de quem? 'Fi do Michael Jackson? — Indagou ela tirando a mão do queixo de Jaafar, levando os braços ao redor do pescoço dele.
Jaafar umedeceu os lábios e a puxou mais para perto de si.
— Na verdade ele é meu tio, amor.
— Mentiroso do caralho. Sendo assim, minha mãe é a Dilma Rousseff e meu pai o Chay Suede!
— Tá bom, amor, tá bom, agora deixa eu te beijar um pouco vai… — Jaafar a cala com outro beijo e assim eles ficaram por um tempo; se pegando no banheiro de um barzinho que tinha karaokê depois de uma rapidinha.
E por conta da bebida, Vitória acabou nem percebendo que o homem desconhecido, vulgo Jaafar Jackson, tinha gozado dentro dela…