đ avisos: conteĂșdo +18, conteĂșdo soft, headcanons, jude jogador de futebol. (nĂŁo sei colocar avisos)
đđ!đđđ đ que deve ser um amor de namorado, onde suas formas de demonstram amor sĂŁo: toque fĂsico, tempo de qualidade e presentes.
đđ! đđđ đ que gosta de ficar perto. mas PERTO COM FORĂA. geralmente quando estĂŁo sentadinhos um ao lado do outro, ele estĂĄ praticamente encima de vocĂȘ. um braço rodeando seu pescoço, a outra mĂŁo segurando a sua ou com a mĂŁo na sua coxa.
(ele tem cara de quem senta de pernas cruzada as vezes ?????)
đđ!đđđ đ que quando vocĂȘs brigam ficam com cara de coitado te olhando, tenta se defender e dizer que vocĂȘ estĂĄ errada, mas nĂŁo consegue, fica bicudo e te deixa levar a razĂŁo.
đđ!đđđ đ que deve (muito) revirar os olhos quando vocĂȘ estĂĄ reclamando de algo errado que ele fez, por exemplo, deixar os sapatos bagunçados na sala. mas que logo depois vai lĂĄ arrumar os sapatos.
đđ!đđđ đ que tem as posiçÔes favoritas sendo; de quatro, papai e mamĂŁe e vocĂȘ por cima.
posiçÔes båsicas mas com variaçÔes que te deixam burrinha por ele.
- de quatro ele deixa seu tronco lĂĄ no colchĂŁo, enquanto mete por trĂĄs e passa a mĂŁo por suas costas e bunda. as vezes nĂŁo resiste e te puxa pelo cabelo para te beijar e escutar melhor seus gemidinhos.
đđ!đđđ đ que tem o cuidado pĂłs sexo mais desengonçado existente. depois do ato conjugal âđœ ele fica com sono, e adora a sensação de estar agarrado a vocĂȘ depois de transar. ambos quentinhos, cobertos com um lençol macio, vocĂȘ toda sonolenta. ele esquece de tudo.
mas nĂŁo reclama se vocĂȘ pedir ĂĄgua, algo para comer ou que quer tomar banho.
No aspecto sexual, o IV de ouros fala muito sobre controle. De certa forma, ele pode demorar para confiar em vocĂȘ, costuma a preferir relaçÔes mais estĂĄveis Ă aventura e nĂŁo gosta de se sentir vulnerĂĄvel. Acho pouco provĂĄvel ele ser adepto de sexo casual ou da vibe de "fuder por fuder", costuma abrir espaço aos poucos. Por conta disso, pode ser um pouco obsessivo ou ciumento, algo que facilmente pode transparecer na cama. Vejo ele puxando um pouco mais para o lado dom, principalmente se sentir que o ciĂșme estiver tomando conta de si. NĂŁo deixarĂĄ de descontar isso em vocĂȘ, talvez puxando para o spanking kink de vez em quando. Keeho gosta da sensação de familiaridade, principalmente no quesito de carinho prolongado; com certeza seria do tipo que te daria um aftercare mais prolongado depois de te comer com força rs.
(ah, e ele sabe a letra toda de just like heaven⊠que droga!)
serĂĄ que jobe era fruto da sua imaginação? sabe, bom demais para ser verdade. mĂŁos grandes que nĂŁo perdiam uma Ășnica chance de batucar na mesa (ou de segurar as suas). uma cintura estreita, ombros largos. o sorriso. os olhos dele. havia uma boa chance de ser esses olhos castanhos, vindos de outro planeta, encarando vocĂȘ como se fosse a coisa mais preciosa do universo.
eram tantas possibilidades do que tinha te encantado naquele garoto. e de todas elasâŠ
â olha isso...
...esta era a mais surpreendente.
â puta que pariu â ele sussurra com a voz rouca embaixo de vocĂȘ. â nunca vi nada mais lindo.
jobe te olha com aqueles olhos que antes eram tĂŁo atentos. agora, eles estĂŁo turvos, exaustos e completamente consumidos pelo prazer e pela visĂŁo Ășnica de vocĂȘ. a cueca dele tinha escurecido nos Ășltimos minutos, e a sua calcinha nĂŁo estava muito atrĂĄs. cada fricção da ereção dele, ainda vestida, contra o seu clitĂłris carente faz vocĂȘ se pressionar ainda mais forte contra a virilha dele. suas unhas se cravam nos bĂceps enormes dele, deixando marcas.
â jobe... â vocĂȘ sussurra. o rapaz agarra seus quadris, te guiando em um movimento controlado e preciso que te deixa tonta. muito mais zonza do que a cerveja do bar jamais conseguiria te deixar. â porraâ
â me diz, linda â ele resmunga, a voz ĂĄspera, quase selvagem, enquanto leva uma mĂŁo ao seu rosto. â que que cĂȘ quer? quer mais? tĂŽ te dando. mem perguntou o que eu quero, amor. sĂł tĂĄ me usando...
â tĂŽ te fazendo sentir bem, bebĂȘ? tĂĄ gostoso? â os dedos dele dĂŁo leves tapinhas na sua bochecha, tentando fazĂȘ-la abrir os olhos. sem sucesso. â abre os olhos, quero olhar pra vocĂȘ.
vocĂȘ obedece. ele dĂĄ um sorriso de lado.
â olha ela aĂ... â o polegar dele passeia pelos seus lĂĄbios, contornando-os. a outra mĂŁo permanece firme, te guiando. â minha menina linda tĂĄ indo tĂŁo bem. gostoso pra caralho, amor. vai me fazer gozar assim que nem um otĂĄrio.
â vai gozar pra mim, bebĂȘ? â ele sussurra bem no seu ouvido. ele agarra sua bunda, os dedos espalhados pela sua pele, apertando como um homem totalmente fissurado. te esfrega do jeito certo, acertando o ponto em cheio como se pudesse ler sua mente. â porra, amor... cĂȘ tĂĄ indo tĂŁo bem. quer gozar? quer gozar gostoso pra caralho pra mim? vai, linda.
ele se pega gemendo junto com vocĂȘ quando vocĂȘ finalmente despenca no ĂĄpice do orgasmo. vocĂȘ goza forte, os dedos dele instantaneamente se enroscando no seu cabelo, puxando seu couro cabeludo e dominando totalmente o beijo. quando seu corpo finalmente para de tremer, liberto da onda de prazer, finalmente se afastam, conseguindo respirar.
encaram-se por um segundo, olhos hipnotizados, pupilas totalmente dilatadas, sem nenhum som a não ser a respiração pesada e esbaforida de ambos enquanto tentam recuperar o fÎlego.
vocĂȘ deita a cabeça no ombro dele, exausta. jobe acaricia suas costas de cima a baixo, pressionando beijos suaves nos seus fios e na sua bochecha. os corpos estĂŁo colados, grudentos e cobertos de suor.
â tudo bem, princesa? tudo certo? foi bom pra vocĂȘ?
solta uma risadinha fraca, genuinamente realizada.
acha que pode ter acabado de encontrar algo raro. talvez tenha encontrado exatamente o que estava procurando.
àčàŁ â êȘáš”tÉêŻ±ŚŚ Ö: Anon que me pediu, mil perdĂ”es pela demora. Espero que goste! TĂŽ voltando Ă vida aos poucos, viu gente? đđ€ àčàŁ â
Gabriel martinelli - smut - relação estabelecida(?)
âł Pornografia sem enredo
†Avisos: MDNI! creampie (usem camisinha), mĂșltiplos Orgasmos, sexo oral (f.recebendo), linguagem explĂcita, degradação leve, apelidinhos, provocaçÔes e acho que sĂł.
đ porta do apartamento dele mal tinha feito o clique de fechar quando o corpo dele se chocou contra o seu, te pressionando contra a madeira fria com uma urgĂȘncia que fez o ar escapar dos seus pulmĂ”es num suspiro rouco. A camisa branca do uniforme, ainda manchada de grama e suor da partida, estava aberta, pendendo solta sobre os ombros largos, revelando o peito moreno coberto por uma fina camada de suor que brilhava sob a luz fraca do corredor. O cheiro dele te envolveu â grama molhada, suor ĂĄcido, o sabonete neutro do vestiĂĄrio, e por baixo de tudo aquilo, o odor quente e animal de homem, de carne viva e mĂșsculo tenso.
â VocĂȘ nĂŁo parou de me provocar o jogo inteiro â a voz dele saiu rouca, grossa, o sotaque brasileiro carregado de desejo e impaciĂȘncia, as palavras quase se atropelando. â As mensagens que vocĂȘ mandou... Porra, eu tava no banco no intervalo e abri o celular, vi aquela foto que vocĂȘ mandou.
A boca dele desceu para o seu pescoço, mas nĂŁo foi um beijo. Foi uma mordida. Os dentes cravariam na pele sensĂvel, pressionando com força suficiente para fazer vocĂȘ ofegar, e ele mordiscou, puxou a carne com os dentes, soltou, e lambeu o local com a lĂngua quente, sentindo o gosto do seu perfume, da sua pele. Ele repetiu o movimento um palmo acima, depois outro, descendo pela sua garganta numa trilha de marcas que iam florescer nas prĂłximas horas.
â Ă isso que cĂȘ queria? â ele murmurou contra sua pele, a voz abafada, os lĂĄbios ainda colados na sua garganta, os dedos cavando nos seus quadris com tanta força que vocĂȘ sabia que ia encontrar marcas roxas no dia seguinte. â Queria que eu chegasse em casa e te comesse igual um animal, cachorra?
â Queria ver vocĂȘ implorar â vocĂȘ respondeu, a voz baixinha, doce, venenosa, os olhos fixos nos dele. â Ver vocĂȘ perder o controle que vocĂȘ segura tĂŁo firme dentro de campo.
Os olhos dele escureceram ainda mais, se isso era possĂvel, a mandĂbula tensa, os mĂșsculos do pescoço saltando enquanto ele processava suas palavras. Por um longo segundo, ele apenas te olhou, a respiração pesada, o peito subindo e descendo num ritmo acelerado. E entĂŁo, num movimento tĂŁo rĂĄpido que vocĂȘ mal teve tempo de reagir, ele se curvou, passou um braço sob suas coxas, e te ergueu como se vocĂȘ nĂŁo pesasse nada.
A boca dele encontrou a sua num beijo que era mais ataque do que carĂcia. Os lĂĄbios dele pressionaram os seus com força, a lĂngua invadindo sua boca sem cerimĂŽnia, e o gosto dele preencheu seus sentidos â suor, sal, e algo mais escuro, mais primitivo, que fazia seu estĂŽmago se contrair de desejo. Ele mordeu seu lĂĄbio inferior, puxou, soltou, e lambeu o local dolorido, os olhos ainda abertos, fixos nos seus, como se ele quisesse ver cada reação sua.
Ele te carregou pelo corredor escuro do apartamento sem desgrudar a boca da sua, os passos dele firmes e rĂĄpidos, guiados pela memĂłria do espaço que ele percorria todos os dias. VocĂȘ sentiu quando ele virou um corredor, quando passou por um batente de porta, e finalmente quando a parte de trĂĄs dos seus joelhos encontrou a borda do colchĂŁo.
â Tira essa porra de roupa â ele ordenou, a voz rouca, as mĂŁos jĂĄ puxando o prĂłprio short com movimentos impacientes, os dedos grossos e ĂĄgeis trabalhando no short fino. â Quero ver vocĂȘ pelada na minha cama, quero ver cada pedaço de vocĂȘ enquanto eu decido por onde vou começar.
VocĂȘ se sentou devagar, apoiando o peso nos cotovelos, os olhos fixos nos dele enquanto ele se livrava do uniforme. VocĂȘ levou as mĂŁos Ă barra da sua blusa com uma lentidĂŁo deliberada, os dedinhos deslizando pelo tecido, provocando, e puxou o vestido por cima da cabeça num movimento lento que fez seu cabelo cair solto sobre os ombros.
Ele parou de mexer as mĂŁos. Os olhos dele percorreram seu corpo, descendo do rosto para o pescoço, para os seios cobertos pelo sutiĂŁ de renda preta, para a curva da cintura, para as coxas ainda pressionadas uma contra a outra. A respiração dele ficou mais pesada, e vocĂȘ viu o pomo de AdĂŁo subir e descer quando ele engoliu em seco.
â Mais â ele disse, a voz um pouco mais grossa, um pouco mais trĂȘmula. â Tira o resto.
VocĂȘ levou as mĂŁos Ă s costas, os dedos encontrando o fecho do sutiĂŁ, e soltou com um clique seco. As alças deslizaram pelos ombros, e vocĂȘ deixou o sutiĂŁ cair, revelando seus seios num movimento que era quase coreografado. A pele dos mamilos jĂĄ estava dura, enrijecida pelo ar frio do quarto e pelo olhar faminto dele.
â Vem aqui â ele disse, a voz baixa, os olhos fixos nos seus, as mĂŁos encontrando o prĂłprio pau, os dedos envolvendo a haste grossa num movimento lento, quase distraĂdo. â Vem aqui e senta na minha cara.
VocĂȘ subiu no colchĂŁo, as pernas abrindo enquanto vocĂȘ se posicionava sobre o rosto dele, as coxas de cada lado da cabeça dele. VocĂȘ sentiu o hĂĄlito quente dele contra o centro do seu corpo, a pele sensĂvel arrepiando com a proximidade, e vocĂȘ desceu devagar, sentindo a boca dele encontrar seu centro com uma precisĂŁo que fez vocĂȘ arquear as costas.
â Porra â ele murmurou contra sua pele, a voz abafada, a lĂngua ainda deslizando entre seus lĂĄbios, provando cada dobra, cada curva. â VocĂȘ tem um gosto do caralho.
Ele chupou seu clitĂłris com força, os lĂĄbios selando em volta, a lĂngua pressionando em cĂrculos lentos que faziam sua visĂŁo embaçar. VocĂȘ passou os dedos pelo cabelo dele, os fios grossos e macios se enrolando nos seus dedos, e vocĂȘ puxou, guiando, os quadris se movendo contra a boca dele num ritmo que vocĂȘ nĂŁo conseguia controlar.
â Assim? â ele perguntou, a voz abafada, os olhos erguidos para encontrar os seus, as pupilas dilatadas, o rosto brilhando com a umidade de vocĂȘ. â Ă assim que vocĂȘ gosta? Ă assim que vocĂȘ queria quando mandou aquela fotinha desgraçada?
â Mais... â vocĂȘ gemeu, puxando o cabelo dele com mais força, os quadris se movendo mais rĂĄpido contra a boca dele. â Mais rĂĄpido, nĂŁo para!
Ele obedeceu, a lĂngua acelerando, os lĂĄbios chupando com mais força, os dentes arranhando de leve o grelinho sensĂvel, provocando arrepios que percorriam sua espinha. Uma das mĂŁos dele soltou sua coxa e deslizou para frente, os dedos grossos e quentes encontrando sua entrada, deslizando para dentro com uma facilidade que fez vocĂȘ gemer alto.
â Molhada pra caralho â ele murmurou, a voz abafada, os dedos se movendo dentro de vocĂȘ num ritmo que combinava com a lĂngua, cada empurrada fazendo vocĂȘ se contrair em volta dele. â JĂĄ estĂĄ pingando, sua putinha, sĂł de pensar em vir aqui e me dar.
Os dedos dele se moveram mais rĂĄpido, a lĂngua pressionando com mais força, e vocĂȘ sentiu o orgasmo se acumular no fundo da barriga, quente e urgente, crescendo como uma onda prestes a quebrar. Os mĂșsculos do seu abdĂŽmen se contraĂram, as pernas começaram a tremer, e a respiração ficou curta, irregular, os gemidos escapando em ondas que vocĂȘ nĂŁo conseguia controlar.
â Vou gozar! â vocĂȘ avisou, a voz trĂȘmula, os dedos enroscados no cabelo dele com tanta força que vocĂȘ devia estar machucando, mas ele nĂŁo reclamou.
â Goza â ele ordenou, a voz rouca, a lĂngua ainda pressionando seu clitĂłris em cĂrculos rĂĄpidos e precisos, os dedos ainda se movendo dentro de vocĂȘ, encontrando aquele pontinho que fazia sua visĂŁo embaçar. â Goza na minha cara, porra.
Ele se apoiou nos cotovelos, os olhos fixos nos seus, a respiração pesada, o cabelo escuro caindo sobre a testa. Ele estava lindo assim â o rosto molhado, os lĂĄbios inchados, os olhos escuros brilhando com uma mistura de desejo e algo mais profundo, mais possessivo.
Ele desceu a boca pelo seu pescoço, mordendo, chupando, marcando a pele num ritual que parecia de posse. Cada mordida era uma declaração, cada chupĂŁo uma assinatura. Ele desceu para seus seios, a boca quente encontrando o mamilo, chupando com força, os dentes arranhando a ponta sensĂvel, fazendo vocĂȘ arquear as costas contra ele.
â Seus peitos sĂŁo perfeitos â ele murmurou contra sua pele, a lĂngua deslizando em volta do mamilo, provocando. â Macios, perfeitos pra chupar, eu podia passar a noite inteira sĂł nisso.
Ele desceu mais, a boca traçando um caminho quente pelo seu abdĂŽmen, a lĂngua deslizando sobre a pele sensĂvel, os dentes mordiscando de leve. Ele chegou ao seu quadril, mordeu o osso saliente, chupou a pele, deixou uma marca. Depois o outro lado. Depois desceu para o interior da sua coxa, a boca quente encontrando a pele macia, os dentes pressionando, a lĂngua lambendo o local dolorido.
â VocĂȘ treme todinha â ele observou, a voz abafada contra sua coxa, os olhos erguidos para encontrar os seus. â Cada vez que eu mordo aqui, vocĂȘ treme.
â Pede â ele disse, a voz baixa, rouca, os olhos fixos nos seus. â Pede pra eu te foder, pede igual vocĂȘ pediu nas mensagens, putinha.
VocĂȘ passou as mĂŁos pelos ombros largos dele, os dedos cavando na pele morena, sentindo os mĂșsculos se contraĂrem sob o toque. VocĂȘ puxou ele para mais perto, a boquinha roçando a orelha dele, a lĂngua deslizando pela pele quente.
Ele parou quando estava completamente dentro de vocĂȘ, o corpo dele pressionando o seu, o pau pulsando dentro de vocĂȘ, se ajustando, se acostumando ao calor e Ă pressĂŁo. VocĂȘ sentia cada batida do coração dele ecoar dentro do seu corpo, cada respiração, cada tremor muscular.
Ele começou a se mover devagar, as estocadas longas e profundas, cada uma fazendo a cama ranger sob o peso dos dois. Ele tirava quase todo o pau, deixando apenas a cabecinha dentro de vocĂȘ, e empurrava de volta, lento, deliberado, fazendo vocĂȘ sentir cada centĂmetro.
â Assim? â ele perguntou, a voz rouca, os olhos fixos nos seus. â Ă assim que vocĂȘ queria, mĂŽ?
â Mais rĂĄpido... â vocĂȘ respondeu, os dedinhos cavando nas costas dele, as pernas se enrolando na cintura dele, puxando ele para mais perto. â Mais forte, nĂŁo me trata como se eu fosse quebrar, porra!
O sorriso que curvou os lĂĄbios dele era lento, predatĂłrio, e ele obedeceu.
As estocadas ficaram mais rĂĄpidas, mais duras, o corpo dele batendo contra o seu num ritmo que fazia a cama sacudir, a cabeceira batendo na parede num ritmo constante. Cada empurrada fazia vocĂȘ gemer, as unhas cavando nas costas dele, as pernas apertando a cintura dele, buscando mais, sempre mais.
â Isso â ele murmurou, a respiração pesada, o suor escorrendo pela testa e pingando no seu peito. â Isso, porra, assim que eu gosto, assim que vocĂȘ merece, safada.
Ele mudou o Ăąngulo, as estocadas ficando mais rasas, mais rĂĄpidas, a cabeça da piroca dele encontrando aquele ponto dentro de vocĂȘ que fazia sua visĂŁo embaçar. VocĂȘ gemeu alto, o corpo se contraindo, e ele sorriu, um sorriso satisfeito e possessivo.
Ele nĂŁo parou, as estocadas rĂĄpidas e precisas, cada uma acertando o mesmo ponto, fazendo o prazer se acumular dentro de vocĂȘ como uma pressĂŁo que precisava ser liberada. VocĂȘ sentiu o orgasmo se aproximar novamente, mais rĂĄpido dessa vez, mais intenso, e vocĂȘ se agarrou a ele, os dedos enroscados no cabelo moreno, as perninhas apertando a cintura dele.
â Vou gozar de novo, biel!â vocĂȘ gemeu o apelidinho carinhoso, a voz trĂȘmula, os olhinhos fechados.
â Goza â ele ordenou, a voz rouca, as estocadas ficando mais rĂĄpidas, mais desesperadas. â Goza no meu pau, cachorra.
O orgasmo te atingiu como um choque, o corpinho inteiro se contraindo, os gemidos escapando num grito abafado enquanto vocĂȘ se apertava em volta dele, as ondas de prazer percorrendo cada mĂșsculo, cada nervo. Ele continuou se movendo dentro de vocĂȘ, as estocadas mais curtas, mais rĂĄpidas, buscando o prĂłprio clĂmax.
â Porra! â ele murmurou, a voz rouca, trĂȘmula. â Vou gozar, vou gozar dentro.
Ele enterrou o rosto no seu pescoço, as estocadas ficando erradas, descoordenadas, e vocĂȘ sentiu quando ele gozou, o corpo inteiro se tensando, o gemidinho rouco abafado contra sua pele, a piroca gordinha pulsando dentro de vocĂȘ, enchendo vocĂȘ de calor.
Ele ficou imĂłvel por um longo momento, o corpo pesado sobre o seu, a respiração quente contra seu pescoço, o coração batendo acelerado contra o seu peito. VocĂȘ passou os dedos pelo cabelo suado dele, sentindo os fios grossos e Ășmidos, e ele se aconchegou mais perto, a boca encontrando seu ombro num beijinho lento e preguiçoso.
â Ainda nĂŁo terminei â ele murmurou contra sua pele, a voz rouca, cansada, mas ainda cheia de promessa. â Vamo descansar cinco minutos e começar de novo, princesa.
Gente, desculpa pela demora pra postar. Provavelmente vou conseguir publicar menos histĂłrias durante a semana, porque minha vida tĂĄ bem corrida ultimamente. Mesmo assim, vou fazer o possĂvel pra continuar trazendo conteĂșdo pra vocĂȘs! đ«¶
Gostou? Da um forcinha ai;) Uma curtida, um comentĂĄrio jĂĄ ajuda bastante.
amigo do ex!choi yeonjun x leitora ââ smut +18
word count: 2.4k
conteĂșdo/avisos: conteĂșdo sexual explĂcito, relação nĂŁo-estabelecida, menção a outros membros do tubatu (beomgyu), yeonjun canalha (finjam surpresa), meio pov dos dois, sexo desprotegido (nĂŁo!!), sexo oral (f), rough sex, doggy style, slap kink, hair pulling, menção a sexo anal (estou testando ĂĄguas ok), creampie, dumbification, dirty talk.
menores nĂŁo interajam!
notas da autora: minha mente esses dias tava "yeonjun canalha yeonjun canalha yeonjun canalha" aĂ veio isso aqui, aproveitem <3
now playing: one night only - sonder
[23:46]
Ădio, frustração e raiva eram suas Ășnicas sensaçÔes dos Ășltimos dias. Levar um chifre do seu namoradinho que vocĂȘ tanto amava nĂŁo estava nos seus planos, algo que prejudicou seriamente seu desempenho do trabalho e a sua capacidade de fazer qualquer coisa que nĂŁo fosse ficar deitada na cama e comer chocolate. De certo esgoelaria Beomgyu se o visse em sua frente em algum lugar, mas por hoje sĂł aceitou o convite de suas aliadas para ir espairecer a cabeça e beber um pouco de sua felicidade lĂquida. Nada que um salto alto, um espresso martini e energia feminina conjunta nĂŁo resolvesse.
Por sorte aquilo havia salvado sua semana, a serotonina liberada pelas risadas trocadas entre vocĂȘs te transformou de uma pessoa deprimida e antissocial em algo um pouco melhor. Mal sabia vocĂȘ que seu sorriso se derreteria por completo ao receber uma ligação durante a volta do caminho para casa no tĂĄxi. Se sentiu tremer involuntariamente pelo pensamento da mera possibilidade do ex te ligar apĂłs ter lutado tanto pra se sentir um pouco melhor naquela noite. No entanto, felizmente, o nome na tela de seu celular nĂŁo era o que esperava. Hesita por uns segundos antes de aceitar a chamada.
ââ AlĂŽ? ââ Atende com um tom nem um pouco amigĂĄvel. O que diabos o melhor amigo do seu ex queria te ligando essa hora da noite? Era bom ter um bom motivo.
ââ _____? ââ Yeonjun diz relutante, a voz mais grave e rouca do que o normal. ââ Como 'cĂȘ tĂĄ? ââ Revira os olhos e bufa ao ouvir a pergunta estĂșpida. Com certeza o garoto teria ouvido a novidade, a indagação soando quase retĂłrica. Agradece ao motorista e se dirige Ă porta de seu apartamento enquanto pensava em como responder.
ââ O que que vocĂȘ acha? ââ Responde sem cerimĂŽnia, com um leve tom de agressividade. O mais velho decide nĂŁo te pressionar mais.
Por algum motivo ter recebido essa ligação que demonstrava pelo menos o mĂnimo de compaixĂŁo com a sua situação, aquece seu coração de levinho. Ainda mais por se tratar de Yeonjun, visto que jĂĄ haviam ficado no passado, algo que o ex sequer imaginava saber. Conseguiram deixar tudo o mais casual possĂvel, tanto que manteram uma amizade bem "ok" durante seu antigo relacionamento. Ouve o garoto bufar pelo autofalante enquanto tira seus sapatos ao lado da entrada.
ââ Abre logo, vai. ââ Escuta a voz abafada por trĂĄs da porta, juntamente com a expressĂŁo de falso sofrimento e a voz levemente manhosa. ââ TĂĄ frio aqui fora.
Solta uma pequena risadinha sapeca apĂłs abrir a porta num movimento sĂł, encontrando o rosto do garoto que te devolvia o sorriso na mesma energia. Os braços grandes te envolvem num abraço cuidadoso, depositando um beijinho casto no topo da sua cabeça. ââ Senti sua falta, sabia?
Solta um gritinho involuntĂĄrio assim que sente o puxar no seu pontinho, seguido de lambidinhas carentes em volta do seu buraquinho. Arqueia as costas Ă medida que te estimulava mais, a lĂngua brincando com o clitĂłris e o presenteando com chupadas lentas. NĂŁo conseguia segurar os prĂłprios sons, a boca de Yeonjun acertava exatamente onde precisava. Poderia facilmente gozar assim, as perninhas jĂĄ tremiam.
O garoto nota sua sensibilidade e se afasta momentaneamente, aproveitando para recuperar o fĂŽlego. Nota seu estado, e solta um risinho ladino. ââ âTĂĄ toda inchadinha jĂĄ, bebĂȘ. ââ Traça opolegar pela regiĂŁo, notando os lĂĄbios jĂĄ vermelhinhos. Te abocanha de novo, te fazendo gemer alto outra vez. NĂŁo poderia continuar nesse ritmo ou gozaria vergonhosamente rĂĄpido.
ââ Yeonjun, por favor... ââ Geme quase desesperada, nĂŁo podia esperar mais.O garoto acha graça, se pondo a tirar a prĂłpria camiseta a fim de atender Ă sua sĂșplica.Arranca a prĂłpria calça em seguida, e se inclina para te dar beijinhos no rosto.
ââ De quatro, linda. ââ O obedece instantaneamente, se apoiando no braço do sofĂĄ enquanto arreganhava aspernas na frente dele. Yeonjun aperta a prĂłpria ereção diante da visĂŁo que tem, suas dobrinhas pingando da mistura da lubrificação e da prĂłpria saliva, as bandas da bunda suficientemente abertas para que ele visse o buraquinho mais apertado; era tudo lindo demais. Profere um tapa ardido em uma das nĂĄdegas, antes de descer a cueca e alinhas o pau babadinho com a sua entrada.
Te cutuca com a cabecinha e logo te adentra apertando seu quadril, fazendo vocĂȘs dois soarem um gemido sincronizado. O sentia te alargar, como se tentasse te abrir no meio. Talvez fosse pelo amargor da coisa toda, mas Beomgyu jamais te fodia assim, e Yeonjun sabe disso. Sabe bem que vocĂȘ nĂŁo gemia alto desse jeito quando dividiam a casa de veraneio nas viagens, nĂŁo se derretia dessa forma com as carĂcias do ex. Yeonjun era quase uma fantasia sua, e era quase certo que sempre te faria chorar de tanto prazer.
â đšđœđ°đșđ¶đș:  hee!maridinho, alerta de homem devoto e prestativo, fingering, overstimulation, sexo desprotegido (cuidado), lugar inusitado, um pouquinho de spit kink, menção a anal, menção a creampie, dirty talk, hee!softdom, degradação (da parte da reader), big dick energy, uso de diminutivo e praise kink.
A luz solar descia lentamente no horizonte denso, transformando o mar aberto em um tapete de ouro lĂquido em tons alaranjados. O iate balançava com suavidade, ancorado em alto-mar, longe de tudo e de todos, como foi planejado. Heeseung havia lutado muito por esse dia â agendas exaustivas, noites em claro e um esforço que custou caro, mas que ele faria mais mil vezes sĂł para ver vocĂȘ assim. Feliz.
Ao se aproximar, Heeseung parou por um segundo só para te admirar, respirando fundo e se recompondo não sabia como. Depois, sentou-se na borda da espreguiçadeira e se deitou ao seu lado, a puxando com cuidado para junto do próprio peito. Te fez sorrir quando os braços quentinhos te envolveram com naturalidade, como se aquele fosse o lugar mais seguro e habitåvel do mundo.
âOlha praâ vocĂȘâŠâ murmurou ele, admirado, os dedos jĂĄ traçando linhas lentas e preguiçosas nas suas costas nuas. âFica tĂŁo linda assim, relaxada, brilhando com essa luz toda sobre vocĂȘ. Eu nunca me canso de te ver desse jeito, amor.â
VocĂȘ suspirou, contente pela presença dele depois de um tempinho sozinha, aconchegando o rosto no peito dele e sentindo o calor familiar da pele levemente bronzeada.
âEu seiâŠâ vocĂȘ respondeu ciente, sorrindo eufĂłrica contra a pele fresquinha e cheirosa dele, seus dedos subindo pelo braço do mais velho sem divagar muito. âE eu adorei. VocĂȘ sempre pensa em tudo, amor⊠obrigada.â
VocĂȘ levantou um pouco o rosto, encontrando os olhos dele, naturalmente grandes e cobertos pelo seu prĂłprio reflexo. O pĂŽr do sol refletia neles, deixando-os ainda mais bonitos de se ver. Se sentia tĂŁo amada toda vez que olhava para eles que chegava a doer.
âVocĂȘ fala isso toda hora.â murmurou vocĂȘ, com um sorrisinho leve e carinhoso, passando os dedos no peito dele como sinal de compreensĂŁo, amor. âMas eu gosto de ouvir. Me faz sentir... especial.â
Heeseung arfou alto, se recostando contra o macio do sofĂĄ fixo, relaxado, mas com o olhar faminto penetrado em seu corpo quente sobre o dele. Um sorriso preguiçoso brilhou em seus lĂĄbios enquanto vocĂȘ se posicionava de costas para ele, as coxas tremendo levemente em pura expectativa e desejo, sĂł deixando o homem mais desesperado.
âPorra... assim mesmo, linda.â murmurou ele, a voz ficando grogue conforme sentia te empalar todinha, enquanto as mĂŁos dele se firmavam em suas ancas, sem medo de te forçar um pouquinho mais. âVocĂȘ tĂĄâ tĂŁo quente⊠caralho.â
âT-TĂĄâ bom assim?â vocĂȘ perguntou, a vozinha fraca jĂĄ entrecortada, olhando por cima do ombro enquanto um gemidinho manhoso ousou escapar. Jurou que sentiu o caralho inchar dentro de vocĂȘ.
âCacete... cĂȘâ tĂĄâ tĂŁo molhada pra mim.â sussurrou ele, a voz cheia de desejo e rastros de todo o tesĂŁo que sentia. âTĂĄâ me apertando tĂŁo gostoso, puta que pariu.â
Resmunga baixinho quando o cansaço começa a chegar em suas pernas, nem um pouquinho contente em parar. Por isso inclina o corpo para frente, apoiando as mĂŁos nas coxas dele em busca de algum equilĂbrio. O Lee percebe automaticamente, entĂŁo segura sua cintura com firmeza para começar a jogar os quadris para cima em estocadas profundas, te fodendo tĂŁo gostoso que era impossĂvel nĂŁo se desconectar do mundo.
âShh, vem cĂĄ, eu cuido de vocĂȘ agora.â disse ele, com certa dificuldade, hipnotizado com a posição favorĂĄvel. âNĂŁo para, linda. VocĂȘ tem que gozar, hm?â vocĂȘ gemeu alto, arqueando as costas pelas estocadas certeiras, te deixando tĂŁo cheinha que a fazia ver estrelinhas por trĂĄs dos olhos.
Ele riu baixinho contra sua orelha, e sĂł aquele maldito risinho foi capaz de fazer seu buraquinho vazar ainda mais ao redor dele. O chamou baixinho novamente, sentindo a mĂŁo dele subindo para enroscar os dedos no seu cabelo, puxando forte o suficiente para que entendesse o recado, grudando as costas suadas contra o peito dele.
âVocĂȘ aguenta, amor. Ă tĂŁo boa, tĂŁo bem treinadaâŠâ miou em seu ouvido, o incentivo soando tĂŁo malevolente que sequer parecia o seu marido amoroso. Muito pelo contrĂĄrio, soava exatamente o oposto, e isso te excitou em nĂveis doentios. âEu sei que aguenta, porra. âCĂȘ tĂĄâ engasgada no meu pau com essa buceta gulosa, igualzinha a uma vadia bem treinada, mĂŽâ.â
âHee!â balbuciou, o rostinho queimando em algo que passava longe de ser vergonha. âNĂŁo fala assimâŠâ rebola mais forte, sugando cada centĂmetro de excitação do seu marido sedento.
âAh, meu amorâŠâ o timbre grave preencheu seus ouvidos, te deixando ainda mais molinha sobre o corpo dele, deixando que ele tomasse todo controle de uma vez. âNĂŁo se pode chamar uma putinha de princesa.â
Como se fosse impossĂvel controlar, virou o rosto de supetĂŁo, buscando a boca dele com urgĂȘncia desenfreada. Ele te beijou como podia pela posição estreita, mas faminto, mordiscando seu lĂĄbio inferior e sugando o que podia enquanto continuava se movendo como um manĂaco dentro de vocĂȘ, soltando uma das suas ancas sĂł pra agarrar sua mandĂbula num aperto determinado.Â
âEu amo o seu pau, porra⊠eu te amo!â confessou entre beijos, a voz trĂȘmula e desafinada quase cedendo junto das suas perninhas cansadas por todo o esforço que fazia. Madita hora que disse que daria conta. âNĂŁo para!â
Ele acelerou um pouco, uma das maÔs descendo para apertar seu seio e beslicar o mamilo com delicadeza irreverente ao momento, a boca salivando pra te mamar gostoso. Sente seu estÎmago revirar em vontade, quente pra cacete, por isso responde contraindo mais ao redor dele, rebolando no colinho do ruivo mesmo enquanto ele te fodia incansavelmente.
âIsso... me aperta assim.â grunhiu ele, sem discernir mais nada que nĂŁo fosse a ideia de esporrar gostoso na sua buceta. âCaralho, vocĂȘ vai me matar.â
VocĂȘ esticou uma mĂŁo para trĂĄs, segurando a nuca dele sem muito jeito, puxando-o para mais perto enquanto os movimentos ficavam mais intensos abaixo de vocĂȘ. O suor brilhava na pele de vocĂȘs dois, capturando a bagunça perfeita que causaram um no outro, e nem mesmo a fresca marĂtima conseguia diminuir o calor que sentiam.
âEu tĂŽ quaseâŠâ vocĂȘ avisou, a voz tĂŁo sem força que falhava facilmente.Â
âGoza praâ mim, amor. Quero sentir vocĂȘ apertando meu pau.â pediu ele, a respiração quente no seu pescoço sĂł servindo como outro incentivo para se deixar desfazer por inteira.
E quase que imediatamente o orgasmo te acertou forte. Seu corpo tremeu completamente enquanto vocĂȘ praticamente gritava o nome dele, as paredes pulsando ao redor dele sem parar, jorrando tanto do seu melzinho que sentia querer expulsar o pau dele dali. Mesmo assim, Heeseung nĂŁo parou. Em vez disso, te segurou firme contra o peito, mantendo o pau enterrado fundo enquanto uma de suas mĂŁos descia pela sua barriga suada. Os dedos dele encontraram seu clitĂłris sensĂvel e começaram a circular devagar, pressionando com a pressĂŁo exata que sabia que te deixava descontrolada.
âIsso, continua gozando pra mim... nĂŁo para ainda.â murmurou ele no seu ouvido, te deixando sensĂvel com tamanha fome. âOlha como vocĂȘ tĂĄ pulsando toda... tĂŁo sensĂvel, tĂŁo molhada. Quero sentir vocĂȘ apertar de novo, deixa? Deixa, meu amor. Hm?â
Os movimentos dos dedos dele eram precisos, lentos e implacĂĄveis, combinando com as estocadas curtas e profundas que ele ainda dava com o quadril, mais lentas agora. O prazer se transformou em uma sobrecarga deliciosa, fazendo seu corpo inteiro tremer e contrair sem controle novamente, sentindo um nĂł enorme se criar em seu ventre. VocĂȘ agarrou o braço dele, as unhas cravando na pele amostra, gemendo alto enquanto outra onda te invadia aos pouquinhos.
Por isso geme surpresa quando ele te toma no colo, sem tirar o caralho de dentro de vocĂȘ, te deixando empinadinha no sofĂĄ fixo, deixando apenas a bunda descolada do acolchoado e completamente a mercĂȘ dele. Mal tem tempo de protestar, jĂĄ que devagarinho o maldito volta a mexer os quadris. Mas nĂŁo sĂł metendo, ah⊠o ruivo havia perdido as estribeiras, usando a mĂŁo esquerda para apoiar a palma aberta nas suas costas, enquanto a cintura trabalhava com o quadril molinho em direção ao seu enquanto empurrava o pau rebolando.
âHeeâŠâ o chama pela Ășltima vez, com algumas lĂĄgrimas bobas jĂĄ adornando o cantinho dos seus olhos pidĂ”es. Ah, aquilo partia o coração do Lee.Â
âVocĂȘ pediu por isso, meu amor. Sempre pede. Me pede praâ ser bruto, praâ nĂŁo pegar leve.â foi mais manso agora, usando a mĂŁo livre para afastar alguns fios teimosos do seu rostinho molhado, falsamente controlado. Mesmo depois de gozar o que pareceu um riacho, ainda se encontrava duro feito pedra e isso nĂŁo poderia ser mais desesperador para ele. âDisse que aguentaria, entĂŁo cumpre a sua promessa. Pode obedecer, nĂŁo pode?â
âBoa garota.â sussurrou, inclinando o corpo sobre o seu com extrema facilidade, a fazendo engasgar com um gemido pela posição fazĂȘ-lo ir ainda mais fundo. âPorque sou eu quem digo do que vocĂȘ precisa, entendeu?â ele usa a lĂngua em seu pescoço, lambendo a pele melada em direção ao lĂłbulo da sua orelha, cheirando sua pele sem se importar, ouvindo o seu lamĂșrio em concordĂąncia. âEntĂŁo me obedece e goza.â
đŁČ Ë. á”á”avisos: fluff, muito dengo e amorrđč
VocĂȘ pode escutar as gotas de chuva contra as janelas grandes do quarto de Erick, o barulho reconfortante da tempestade presente nas Ășltimas duas ou trĂȘs horas.
A brisa do temporal invade o quarto pelas frestas das janelas, trazendo um aroma fresco de orvalho para esse fim de tarde de domingo.
O vento frio deixa o calor das cobertas ainda mais aconchegante, as pernas entrelaçadas nas dele, a cabeça apoiada confortavelmente no seu peito, que se expande a cada respiração, os batimentos rĂtmicos do seu coração te induzindo ao sono.
Seu peito sobe e desce lentamente, o cheiro dele e do amaciante nas cobertas se misturam naturalmente, como uma combinação perfeita.
Seus olhos se abrem e fecham com suavidade enquanto vocĂȘ sente o efeito da sonolĂȘncia deixando seu corpo pesado da melhor forma possĂvel.
VocĂȘ usa a camisa dele, se sentindo um pouco triste pelo seu cheiro ter substituĂdo o dele.
Vira o rosto para cima, os olhinhos se esforçando para ficarem atentos, desejando apreciar um dos seus momentos preferidos: seu namorado dormindo tranquilamente.
Os cĂlios longos tremulam sobre as bochechas dele.Os lĂĄbios permanecem entreabertos. Tatuagens enfeitam o topo da maçã do seu rosto, ainda um pouquinho avermelhadas depois do sexo e do banho quente que vocĂȘs tomaram.
Os braços dele repousam na sua cintura, debaixo da sua camisa â dele.
VocĂȘ observa a escrita e os desenhos no pescoço dele, a pequena pinta que enfeita o maxilar e o bigode que começa a crescer. Sorri para si mesma pensando nas pequenas brigas que vocĂȘs tĂȘm por causa disso, sempre se queixando de que machuca durante o beijo.
VocĂȘ afunda lentamente o rosto no peito dele, tentando absorver aquele cheiro, desejando, de alguma forma, fixĂĄ-lo em vocĂȘ e no seu subconsciente.
Sorri baixinho, fechando os olhos outra vez, levando consigo a imagem dele como a Ășltima coisa que deseja ver antes de adormecer.
Algumas lembranças merecem ser vividas devagar, só para que seu coração tenha tempo de guardå-las do jeito certo.
â Amor⊠Volta aqui, foge nĂŁo. â Jude agarra sua cintura, te puxando para perto dele. Os braços fortes te apertam forte, mas os dedos calosos fazem carinho na sua pele exposta.
â NĂŁo tĂŽ fugindo Jude, sĂł vou ao banheiro. Eu jĂĄ volto! â Ele finalmente afrouxou o aperto, mas abraça uma almofada no seu lugar.
Se levanta e observa seu namorado, a expressĂŁo de cansaço e tristeza eram evidentes nos olhos gentis e escuros, sorri de leve com a aparente carĂȘncia de Bellingham.
Derrotas nunca foram o forte dele, mas essa, com certeza pesa bem mais na cabeça do seu pretinho.
Sai da sala de estar mas volta rĂĄpido, sabendo da urgĂȘncia do seu namorado em te manter por perto. Quando chega perto do sofĂĄ onde estavam percebe as lĂĄgrimas descendo as bochechas dele.
â Amor⊠Ei! Olha pra mim. NĂŁo foi sua culpa.
â Eu sei. Mas nĂŁo deixa de ser frustante pra porra.
Sente pena, o jogo contra a Argentina nĂŁo tinha sido fĂĄcil, especialmente para o seu camisa dez. Jude enxuga as prĂłprias lĂĄgrimas, tentando controlar os sentimentos.
â Lembra do quĂȘ sua mĂŁe falou? VocĂȘ precisa por pra fora.
â NĂŁo quero.
â Victor.
â O quĂȘ?
â Tem algo que eu possa fazer para te ajudar.
Ele era apaixonado pela mulher dele, no seu cabelo de fases, na sua pele dourada e macia, abençoada pelo sol, no seu cheiro, no seu olhar⊠VocĂȘ era a deusa dele, e por que nĂŁo adorĂĄ-la nos momentos de angĂșstia?!
â Vai deixar? â Ele te olha, esperançoso. Afirma com a cabeça, tĂmida, e se ajeita no sofĂĄ.
Ele se ajoelha no chão, envolvendo os braços longos no seu quadril como se fosse um abraço. Deixa solares molhados na sua coxa, roçando o nariz na sua intimidade coberta apenas pela calcinha, o tecido fino jå estå encharcado com a sua excitação.
Geme manhosa, arrancando um sorrisinho dele.
Enfia a lĂngua, te mama gostoso, a boca de Jude se enche com o seu mel, escorre queixo abaixo.
Troca a atenção para o seu clitĂłris, os dedos grossos automaticamente vĂŁo para a sua buceta para compensar a ausĂȘncia da lĂngua dele.
â Obrigado. â Ele abraça seu quadril novamente.
â Eu que te agradeço. â Responde, rindo da cordialidade do momento. â TĂĄ melhor?
â Ainda nĂŁo. Mas talvez meter em vocĂȘ me ajude a melhorar mais ainda.
diva eu amo teu blog demais đ estou completamente viciada na sua escrita!!
ce conhece ou ja ouviu falar no irmĂŁo do jude bellingham?? o jobe eh tĂŁo gatinho :( e ele parece ser o oposto do jude pq ele parece mais quietinho e introvertido.
vc poderia escrever com ele?? um smutzinho bem fazendo amor vibes (ouuuu algo bem putifero pois eu sou a prova de que, sim, nĂłs quietinhos somos os PIORES)
Obrigada pela ask! Ă um prazer escrever sobre esses irmĂŁos saborososđ«Šdesculpa woo, nĂŁo fiz eles de dengo mas prometo fazer com o Jude!! (ou algo putĂfero),eu gostei bastante de escrever esse (primeiro boquete literĂĄrio??).
âËâ§ Û¶à§!!avisos: smut, oral (Jobe quem recebe), cum eating, apelidos, e amorrđč
VocĂȘ apoia a bochecha em uma das coxas fortes dele, os olhos grandes e brilhantes fixados no seu namorado, tentando capturar cada uma das suas expressĂ”es quase contidas.
"VocĂȘ tem essa mania de dizer 'tanto faz', mas eu quero saber o que vocĂȘ quer", vocĂȘ dizia tranquilamente, seus braços descansando em torno do pescoço dele, ele faz que nĂŁo com a cabeça, o rosto enterrado no meio dos seus seios, como se tentasse se esconder, tĂŁo fofo.
"Vai amor... eu sei que vocĂȘ tĂĄ com vontade" levanta o queixo dele lentamente, fazendo com que te encare, "SĂł dessa vez, deixa eu cuidar de vocĂȘ um pouquinho, hm?", distribuindo beijinhos pelo rosto dele, que começava a ficar quente.
Como ele poderia dizer nĂŁo com vocĂȘ pedindo com tanto jeitinho?
VocĂȘ suspira docemente contra a sua pele quente, se sentindo tĂŁo necessitada com os sons que ele deixa escapar, as coxas se fechando com força, a umidade entre elas crescendo a cada segundo.
Suas mãos emitem barulhinhos molhados enquanto faz movimentos de vai e vem por toda a extensão do seu pau, os dedos encharcados com a sua saliva e a lubrificação dele, deixando tudo mais sujo.
"Caralho,amorâ tĂŁo boa", ele sussurra rouco, as palavras saindo sem que ele nem perceba, acariciando seu rosto, o polegar traçando cĂrculos carinhosos sob suas covinhas.
VocĂȘ o envolve mais firmemente com as mĂŁos pequenas, lenvantando o rostinho pra poder abrir a boca e recebĂȘ-lo.
PĂ”e a lĂngua pra fora, dando pequenas batidas com a glande rosada e molhadinha, sentindo seu gosto almiscarado invadir seu paladar, antes de finalmente acomodĂĄ-lo na sua boca.
"Puta merda", vocĂȘ sorri maliciosamente enquanto a cabeça dele pende pra trĂĄs, os dedos se fechando em torno no seu cabelo e os quadris indo de encontro a sua boca, tentando estabelecer um ritmo.
Seus olhos continuam nele, nĂŁo conseguindo evitar admirĂĄ-lo, o calor cresce no seu ventre, ficando mais descarada a medida que seu tesĂŁo aumenta.
VocĂȘ leva os dedinhos pro seu centro, abrindo os lĂĄbios e massageando suavemente seu clitĂłris negligenciado, indo um pouquinho mais pra baixo pra coletar seu mel e espalhĂĄ-lo por toda sua fenda.
Ele deixa escapar xigamentos desconexos e sussurrados, perdido do calor da sua boca, cada vez mais entorpecido pelo prazer que vocĂȘ proporciona.
VocĂȘ o leva mais profundamente, seus dedos te aproximando de um orgasmo desajeitado. Ele levanta a cabeça das almofadas com dificuldade, as pĂĄlpebras pesadas se esforçando pra se abrirem.
Quando seus olhos encontram os seus, completamente atentos a ele, tudo dentro de Jobe se desfaz, gemendo silenciosamente seu nome enquanto goza em jatos quentes e espessos, vocĂȘ pode jurar que tem um gosto doce.
Abre a boca pra receber tudo o que ele tem pra te dar enquanto os dedos se enterram uma Ășltima vez na sua vagina sobrecarregada.
Ele parece tĂŁo surpreso e confuso, as bochechas coradas em um tom lindo, vocĂȘ continua dando lambidinhas na ponta do seu pau que ainda pulsa,sobre o efeito das Ășltimas ondas de prazer.
Depois que ele limpa suas digitais, seu corpo pende pra trås e suas perninhas se abrem naturalmente pra ele, mostrando a bagunça que ele deixou no meio delas.
Notas finais: gatinhas que pediram do Jude, Kenan Yildiz, Olise e principalmente nossos queridos Erick Pulgar e Richard Rios.... Aguardem que a vitĂłria de vocĂȘs vai chegar!!
đ«ă €Û« avisos: àŁȘ á ÖŽ fluff/smut, p in v, unprotected sex, nipple sucking, established relationship, dirty talk, sub!gabriel, soft sex, praise kink, creampie, slighty spit kink, menção a cockwarming. Ț àŁȘ
âœă €Û« ApĂłs a derrota do Brasil nas oitavas de final, Gabriel Martinelli, seu noivo, demonstra grande tristeza e decepção com o prĂłprio desempenho. Era sua obrigação confortĂĄ-lo e provĂĄ-lo que ele era excelente..àŁȘ á ÖŽ Ț àŁȘ
ËËđąÖŽà»â nota: a copa pra gente acabou, mas o tesao continua intacto!!! confesso q n gostei da escrita esse daq đźâđš
A Ășnica pessoa que circulava em sua mente era Gabriel. Ele nĂŁo era um jogador interesseiro, era um menino com sonhos, cumprindo a ambição de jogar na seleção para a qual preparava-se hĂĄ mais de cinco anos. Seu parceiro possuĂa a paixĂŁo pelo futebol, o dinheiro e a fama eram bĂŽnus. No pĂłdio da vida sempre foi vocĂȘ, a famĂlia e o propĂłsito do esporte.
O Brasil eliminado pela própria seleção, mesmo possuindo jogadores cheios de garra. Os brasileiros no estådio lotado perguntando-se, onde nosso futebol brilhante se perdeu? Pelas suas memórias de outras derrotas no Arsenal, supÎs que Martinelli cobraria-se pelo que aconteceu, apesar da perda não ser unicamente dele.
VocĂȘ dirigiu-se para o apartamento alugado, as burocracias pĂłs-jogo o prenderam na staff e ele voltaria para descansar mais adiante. Os seus sogros compartilhavam da mesma angĂșstia, ambos escolhendo o repouso no quarto de hĂłspedes. Usufruiu do intervalo sozinha para banhar-se e retirar a maquiagem, vestindo uma camisola escura e uma calcinha de algodĂŁo bĂĄsica. NĂŁo quis se enfeitar, zero Ăąnimo, ansiando por um colchĂŁo macio.
Tortuosos minutos, maiores do que sua ansiedade suportava, correram para vocĂȘs se encontrarem. Conversara com Gabriel por mensagens, confortando-o, as respostas eram monossĂlabicas com emojis decepcionados falando sobre ele querer estar contigo nessa hora.
A porta do quarto abriu devagarinho, o moreninho cabisbaixo pousou a bolsa esportiva no chĂŁo e caminhou na sua direção. A luz baixa do ambiente lhe permitia pouca visualização de sua aparĂȘncia. VocĂȘ o recebeu de braços abertos, o rostinho abatido enterrando-se no vale dos seus seios. Martinelli estava cheirosinho, aroma de desodorante, seus fios estavam Ășmidos, pele fria e roupa casual, caracterĂsticas de um banho tomado no vestiĂĄrio.
VocĂȘ optou por aguardar Gabriel falar, preparada para escutar suas reclamaçÔes. Seus dedos faziam movimentos de pente no cabelo preto, depositando selares nas tĂȘmporas e desenhando cĂrculos imaginĂĄrios na pele clara do braço malhado.
â TĂŽ com medo de olhar meu Instagram. â Murmurou fragilizado, afligiu seu emocional vĂȘ-lo retraĂdo dessa maneira. A face encostada no seu busto, remexendo-se de vez em quando para suspirar pesado. â Ainda nĂŁo caiu a ficha de que a gente saiu da copa...
â Medo de como os torcedores estĂŁo reagindo, amor? â Ponderou, acompanhando a voz baixa. Suas mĂŁos levantaram a cabeça alheia para selar seus lĂĄbios.
â NĂŁo sei nĂŁo, vida... Acho que comparado com o Ășltimo jogo, nesse eu joguei mal. A Noruega era fraca, essa partida foi dada pra gente e ainda assim levamos dois gols. â Sacudiu a cabeça, produzindo um "tsc" baixo, suas sobrancelhas juntinhas no semblante sĂŽfrego.
â Dois gols depois que vocĂȘ saiu, Gabe... â Soprou suave contra o nariz grande, o ninando em seu abraço, a nuca dele sendo arranhada de levinho. â 'CĂȘ tĂĄ exausto, precisa descansar. NĂŁo enche a cabeça com isso.
Martinelli manteve-se calado, concordando em gesto. Ergueu o tronco, engatinhando para cima de ti, as mĂŁos percorrendo a sua cintura, parando em cada lado do travesseiro. Suas mĂŁos menores alisaram as costas largas, explorando a pele embaixo da camisa. A pontinha da sua lĂngua pedindo pela boca de Martinelli, ele cedeu o controle, amolecidinho na sucção vagarosa de seus lĂĄbios.
Escorregando as palmas pelas costas de Gabriel, a barra da camisa masculina acompanhava a subida, o moreninho ajudando a tirĂĄ-la. Ombros definidos agraciados com o toque casto da sua boca, a aliança de noivado arrastando na clavĂcula. O anel que vocĂȘ foi presenteada era encantador, um solitĂĄrio de ouro branco com uma pedra enorme no centro do aro. Inclusive, vocĂȘ mostrou para Martinelli uma jĂłia idĂȘntica a essa meses antes do pedido, ele nĂŁo apenas memorizou, como comprou exatamente a que vocĂȘ queria.
Um homem bonito, meigo e atencioso. A cada dia, vocĂȘ ansiava mais passar o resto de seus anos ao lado dele. Gabriel tocou sua mĂŁo, puxando-a para beijar sua aliança, a dele cintilando no anelar. Ele pressionou sua palma no lado do coração para vocĂȘ sentir os batimentos cardĂacos. Hematomas amarelados espalhavam-se pelo peitoral e abdĂŽmen, resultado de confrontos nos jogos e feitos por vocĂȘ. â Ainda tĂĄ tristinho? Quer que sua noivinha te console?
A alça da sua camisola escorregou sem pressa, Gabriel selava cada amostrinha de pele. â TĂŽ muito triste, sem chĂŁo, precisando de um conforto... â Afastou-se para arrancar fora seu pijaminha, as mĂŁos grandes imediatamente apalpando seus seios. â Por favor.
â Deixa eu cuidar de ti, meu bebĂȘ... â Sua frase soou semelhante Ă um canto de pĂĄssaro numa manhĂŁ ensolarada na percepção dele. Gentilmente puxara a bermuda para baixo, suas unhas raspando o volume duro por cima da cueca box. Martinelli fechou as pĂĄlpebras, roçando o nariz na sua pele.
VocĂȘ acenou, chupando o polegar dele ao mesmo tempo que sua mĂŁo envolvia a pica molhadinha, achando graça do jeito alheio. Gabriel escondia os ganidinhos no seu seio, comprimindo os lĂĄbios. Agoniado, ele empurrou a cueca e a bermuda para a beira da cama usando as duas mĂŁos, o pau com a cabecinha vermelhinha livre na sua palma. VocĂȘ apertou o eixo e ele choramingou seu nome, a sua buceta pulsou em retorno. â Moleque carente.
Martinelli engolia seu mamilo direito, mordendo e puxando entre os dentes, desceu lambidas para sua barriga, trilhando ao umbigo, por fim, arreganhando suas pernas. O indicador traçou a calcinha manchada de excitação, empurrando para o lado.
O eixo grossinho penetrando seu canal vaginal, vocĂȘ esforçou-se para relaxar, afagando a face suada. Gabriel avançava com estocadinhas, o quadril indo para trĂĄs, logo voltando para forçar mais alguns centĂmetros. A ardĂȘncia era suportĂĄvel, seu estĂŽmago doĂa com a sua respiração trancada. Ele soltava lufadas de ar, equilibrando o peso corporal pra nĂŁo te esmagar. â V-vai, amor. â Seus tornozelos apertavam os posteriores de coxa dele, vocĂȘ demandava ter cada centĂmetro enterrado na sua xotinha.
Ele estava concentradĂssimo na tarefa de te dar prazer, os braços alongados contra o travesseiro. Em certo ponto, quando fodia rĂĄpido demais, a cama rangia e o coitadinho diminuĂa a velocidade pra nĂŁo fazer barulho. A testa tensa, juntando gotĂculas de suor que pingavam no seu rosto.
VocĂȘ via Martinelli custando para manter o ritmo da foda e nĂŁo arrombar sua buceta. â Amor, vamos de ladinho, acho que faz menos barulho. â Ele concordou, vocĂȘs mudaram a posição sem tirar de dentro, um giro rĂĄpido das mĂŁos maiores em seus quadris, suas costas contra o peitoral, uma palma indo direto apertar seu peito e a outra levantando sua perna pra perto do ombro dele, forçando sua musculatura.
Apesar do esforço continuar, a cama rangia menos e ele dava o nome, te alargando em investidas ligeiras. NĂŁo era por pouca coisa que Gabriel era considerado um jogador ĂĄgil... Ele puxou o edredom da cama pra cima de ambos, contendo o som, entretanto, seus corpos esquentaram o dobro. O caralho batendo na sua buceta, o aperto na sua perna, esticando ainda mais, te fazendo se queixar pelo estiramento. DoĂa e era gostoso por doer, ficando abertinha pra ele.
â Seu Gabe tĂĄ fazendo direitinho? â Rugiu na sua orelha, chupando o lĂłbulo da sua orelha.
Ele choramingou de olhos fechados, as unhas curtas fincando na sua coxa. Os quadris começaram a cansar, afinal, Gabriel havia jogado hoje. Manteve-se devoto Ă vocĂȘ, desejando seus elogios, quase rasgando o lĂĄbio inferior com a avidez que mordia.
â Vai gozar, bĂȘ? Eu conheço essa carinha. â Gabriel nunca disfarçava quando estava perto de gozar, a respiração arquejava e as Ăris perdiam-se no ambiente.
â Deixa, amor?
â Como se diz?
â Por favor... â Martinelli suplicou com risinho, a atenção retornando pra vocĂȘ. Ele envergonhava-se fĂĄcil, desviando o olhar e o vermelho intenso tomando as maçãs.
â Leita sua mulherzinha, garotĂŁo. Mais tarde eu te dou buceta de novo.
O moreno derreteu, figurativamente, na sua lateral, respirando pesado, erguendo a face pra vocĂȘ beijar a tĂȘmpora dele. E ali ficou, acariciando sua barriga, a fadiga Ăłbvia nas pĂĄlpebras pesadas. NĂŁo quis mexer-se nem um centĂmetro pra fora, vocĂȘ deveria começar a suspeitar que Gabriel era um grande fĂŁ de cockwarming.
VocĂȘ fez companhia ao seu noivo, jĂĄ sentindo saudades de ficar cheinha de pau. Vestiu a camisola e arrumou a calcinha, iria se limpar em alguns minutos, temia que Martinelli morresse caso vocĂȘ se afastasse. Ambos ajeitaram-se debaixo do lençol e vocĂȘ diminuiu a temperatura do ar condicionado para 16°C, amenizando o calor corporal.
â Meu menino, tenho tanto orgulho de vocĂȘ...
Caindo no sono dos justos, o moreninho te abraçou com firmeza, na esperança de que vocĂȘ nĂŁo fosse para mais nenhum lugar. Depositou um Ășltimo selinho na sua boca antes de render-se ao sono profundo. VocĂȘ seguiu o mesmo caminho, a mente pedindo por doze horas seguidas de sono para processar as emoçÔes exageradas.
㠀㠀㠀㠀㠀đđž notas: eu vi as notĂcias de que ele tinha perdido espaço na seleção por nĂŁo aceitar ser banco pra um jogador ruim e fiquei doido pra escrever algo rapidinho com esse linguarudo.
㠀㠀㠀㠀㠀đđž avisos: Richard RĂos x fem! reader, oral (fem! recebendo), penetração e um leve xingamento.
Apenas o nome do homem ecoando pela sala fechada como um mantra. Richard. Richard. Rebola na boca alheia em busca de mais, uma putinha sedenta que nunca estĂĄ satisfeita com o que ganha e o colombiano estapeia sua coxa com força. Seus dedos se enroscam nos fios tingidos tentando puxĂĄ-lo para perto, as pernas tremendo de leve anunciando seu gozo que jĂĄ ameaça tomar conta de ti. RĂos se afasta com um sorriso sacana, os lĂĄbios inchadinhos ficam ligados por uma linha fininha do seu melzinho na boca dele.
â Vagabunda, nunca âtĂĄ satisfeita com nada â xinga, segundos antes de cuspir com vontade na sua bucetinha. A lĂngua desce sem pudor por sua xota, o mĂșsculo molhado pressionando seu cuzinho com vontade.
â Richard⊠â choraminga, as mĂŁos apertando a borda da mesa para se sustentar no meio de tanta fraqueza.
â O quĂȘ, amor? Fala pra mim â provoca, o dĂgito do meio ameaçando entrar em vocĂȘ. Fazendo sua entradinha melada apertar em torno do nada.
â Quero gozar, Richard⊠â implora, a marra indo embora a cada passada chupada gostosa que o colombiano dĂĄ no seu grelinho inchado.
đđđđđđđ. âVocĂȘ jĂĄ havia deixado đđđ±đČ derramar as
próprias frustraçÔes no seu ombro, então não teria
problema com elas đČđđ°đŒđżđżđČđ»đ±đŒ na sua lĂngua.â
âVocĂȘ âtĂĄ mais calmo?â, a indagação soou hesitante, saiu quase num sussurro. A pergunta nem era tĂŁo retĂłrica quanto parecia, apesar de estar visivelmente menos agitado, Jude sempre guardava muita coisa na cabeça â Ă s vezes deixando que elas acumulassem ao ponto de explodir. âFala comigo.â, preocupou-se mais quando tudo que ganhou como resposta foi um suspiro baixinho.
Esticou-se no abraço dele, largando um selinho morno no cantinho da boca. Estar sobre a pele quente do homem era a Ășnica coisa capaz de te fazer aguentar a madrugada gelada, as mĂŁos correndo livres por todo e qualquer pedaço de pele que encontrava pela frente.
âĂ tĂŁo ruim te ver quietinho assim.â, roçou o nariz no maxilar firme, sentindo os pelinhos repuxando sua pele. O olhar, agora meio apĂĄtico, nunca perdia seu toque de adoração â mesmo quando os olhos ainda estavam tĂŁo vermelhos pelo choro recente. Achou que essa mesma adoração estava se mostrando presente quando Jude acolheu a lateral do seu rosto com uma das mĂŁos, o carinho demorado com o polegar quase confirmou a dedução, no entanto ela foi arruinada assim que sentiu-o forçar o dĂgito para que ele adentrasse a sua boca.
âMe faz parar de pensar.â, o timbre dele era mais rouco que o usual, a voz ainda embargava na garganta. O pedido pareceu ter sido sussurrado em vĂŁo, afinal nĂŁo houve curiosidade alguma da sua parte em descobrir o que ele queria dizer com aquilo â pelo visto, quem havia parado de pensar foi vocĂȘ. Jude esfregou o polegar contra a sua lĂngua, brincando com a saliva, entretendo-se com a sua falta de resistĂȘncia ao aceitar ele experimentando como bem quisesse com a cavidade quentinha.
Embora parecesse, a sĂșplica nĂŁo havia sido ignorada. Estava disposta a muita coisa se isso significasse deixĂĄ-lo minimamente satisfeito consigo mesmo. Os dedos, que jĂĄ nĂŁo tinham pudor algum em tocĂĄ-lo, alcançaram o volume meio adormecido sem dificuldade. Correu as pontinhas das unhas por cima do tecido que cobria o local, refreando um sorriso ao notar a pulsação. Jude demonstrou perder o interesse na sua boca, o dedo repousando quieto ao que ele se concentrava em sentir o carinho safado.
âQuero encher ela de porra.â, soou impassĂvel, como se houvesse certeza da sua resposta. Se a vontade nĂŁo fosse clara, a maneira faminta de encarar sua boca fazia a intenção dele ser muito explĂcita. Sentiu o estĂŽmago se apertar em excitação. VocĂȘ jĂĄ havia deixado Jude derramar as prĂłprias frustraçÔes no seu ombro, entĂŁo nĂŁo teria problema com elas escorrendo na sua lĂngua.
Mostrou obediĂȘncia logo no inĂcio. Deixou que Jude fizesse todo o trabalho de alcançar o prĂłprio pau dentro dos shorts e pincelar contra a sua boca. NĂŁo houve muita cerimĂŽnia, impaciente como estava, ele forçou para dentro no primeiro sinal de que realmente podia fazer o que bem quisesse.
Suas prĂłprias lĂĄgrimas ainda foram generosas o suficiente para te permitir enxergar que as de Jude pareciam prestes a cair outra vez â o que era admirĂĄvel, ele jĂĄ havia se derramado tanto. Fosse impressĂŁo sua ou nĂŁo, o rostinho contorcido numa expressĂŁo chorosa te fez arrastar as pernas contra a cama num rebolado inquieto, nĂŁo conseguia achar uma posição boa o suficiente para esfregar a bucetinha no edredom e menosprezava a vontade que sentia de usar os prĂłprios dedinhos. NĂŁo, nĂŁo poderia. Mantinha as mĂŁos ocupadas com o carinho que fazia na piroca encharcada e nas bolas cheinhas de porra, negligenciava o prĂłprio prazer porque queria oferecĂȘ-lo completamente a Jude.
O barulho da sucção havia se tornado tĂŁo obscenamente intenso que jĂĄ beirava o nojento. Enchia a sua audição, te fazia prestar atenção em como a saliva corria abundante pelo seu queixo para dar espaço para a porra de Jude dentro da sua boca. NĂŁo sentia repulsa alguma ao sabor salgado, sinceramente sĂł nĂŁo havia engolido ainda porque isso significaria abrir mĂŁo de respirar. Na verdade, a privação te causava sede, sentir o lĂquido morninho descer pela sua garganta talvez fosse o mais prĂłximo que vocĂȘ passaria de um orgasmo no momento e te frustrava que Jude estivesse sendo malvado ao ponto de nĂŁo te dar um tempinho nem para engolir.
Dessa vez, nĂŁo houve discussĂŁo com o seu corpo, precisou se levantar Ă s pressas e tossir copiosamente para compensar o tempo em que esqueceu-se de respirar. O pouco do esperma que nĂŁo havia descido completamente pela sua garganta escorria no canto da boca.
A falta de ar ainda nublava os seus olhos assim que tentou olhar para o seu namorado outra vez e, mesmo desorientada, nĂŁo era difĂcil notar que ainda tinha muita frustração para vocĂȘ engolir.
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