Hoje eu contei para ele que eu me toquei pensando nele...
Não é fácil superar a timidez e aos poucos ir deixando de reprimir certos desejos que ainda são vistos como "impróprios" por nossa sociedade hipócrita.
Tentei dizer para ele que nessa tarde quente, fechei os olhos e com um travesseiro duro e rígido no meio das minhas pernas, fui transportada para Curitiba.
Estávamos em um quarto meio escuro, iluminado apenas por uma luz que entrava por uma janela aberta... Os móveis e o assoalho eram todos de madeira escura e a cama em estilo medieval.
Nós dois estávamos completamente nus, eu usava apenas uma coleira, com o nome dele cravejado em pedras, com uma guia, segurada por ele.
Sem dizer uma palavra sequer e olhando profundamente nos meus olhos ele se abaixou e prendeu minha guia no pé da cama, me forçando a ficar de quatro com as mãos e os joelhos apoiados no chão.
Alí, completamente vulnerável e sem saber o que aconteceria a partir daquele momento, olhava para ele com medo e suplicando no silêncio que ele tivesse piedade de mim.
Olhando para ele debaixo para cima, nossa diferença física parecia ainda maior... Eu já não tinha mais o que fazer, eu não poderia lutar e se tentasse me defender só iria deixá-lo com raiva.
Minha única alternativa era me entregar e aguentar firme, deixando ele me foder como um animal, até que se sentisse completamente satisfeito e já não tivesse mais forças para me usar...
Alí de quatro, totalmente vulnerável, enquanto minhas lágrimas escorriam... A única coisa que eu poderia fazer naquele momento, era colaborar para que ele conseguisse se satisfazer enquanto ele alternava em me penetrar pela frente e por trás...