he wasn't even looking at me and he found me
PUT YOUR BEARD IN MY MOUTH
Xuebing Du

Andulka

Discoholic đȘ©

â
AnasAbdin
ojovivo

No title available
Monterey Bay Aquarium

tannertan36

if i look back, i am lost

blake kathryn
YOU ARE THE REASON

#extradirty

No title available
macklin celebrini has autism
trying on a metaphor

shark vs the universe
occasionally subtle
seen from United States

seen from Iraq

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seen from Netherlands
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@juazeiro-na-seca
Toda a fraqueza se vem entrando nas entranhas, os pĂ©s colados ao chĂŁo, a torneira aterrradora, o vĂcio maculado. Beba dessa tinta fosforescente e morra com as alucinaçÔes de ser amado pelo anjo caĂdo. https://www.instagram.com/p/B5zzDYsjS1jySW1u5zw9SKMWsuG4FIErFRPv000/?igshid=94nkksve76k5
âThe only people up at 3 am are in love, lonely, drunk, or all three.â
â (via stardreamer)
Talvez eu me vĂĄ nesse natal
Entre as castanhas maduras
As passas indesejadas,
Um prato vazio de uma casa
Vazia.
Nesse Natal eu me vou,
Entre agressÔes fatidicas,
Entre estupros de carĂĄter,
Na morte de um anjo,
Tocando
Um acorde seco.
O eco de tuas cantigas, me alfinetou o
espĂrito fraco.
Morro em baixo,
Dessa ĂĄrvore,
Sangue escorrendo,
E eu revivendo.
-Alexander Rouen
Na friagem da noite
Andando, tocando, sentindo. O vento tocava recortante o rosto rosado de olhos verdes e injetados de medo, angĂșstia e desprazer. Um dia ainda saio desse buraco do fim do mundo. Chutava latas e garrafas, seus Ășnicos companheiros no deserto das ruas da madrugada. Tinha sede, tinha fome e tinha vĂcios, de cigarro, borĂŽ, crack e pĂł.
Procurava nas vielas, becos e suburbios, no submundo da cidade pequena. Mundos dentro de mundos, vazios de espĂrito e cheio de ratos, corruptos e imundos. Encontrou numa dessas praças vagabundos, uns vĂĄrios que fumavam, a mĂŁo tremeu no compasso do espĂrito sedento por um trago.
Chegava mansinho, como quem nĂŁo quer nada, observando (Venha cĂĄ! Se achegue conosco, aqui tem cigarro, borĂŽ, crack e pĂł). Sua alma se acendeu e ele se sentiu em casa, sua famĂlia era aquela. O frio fazia tremer os dentes, o verde sumiu e ficou sĂł o preto da pupila dilatada.
Cada vez mais trĂȘmulo, agitado, agoniado. Seus amigos? Se foram, deram-lhe a morte e fugiram para a vida, a noite explodia e junto o seu coração. A saliva saia gosmenta e grossa, uma espuma branca de tristeza. A agitação passou e ele sĂł pensou: Um dia saio dessa cidade. Ficou daquele jeito mesmo, jogado na sarjeta. Com as latas e garrafas, suas Ășnicas amigas. Encontrado com a pureza de um defunto nos olhos, frio como ao noitecer.
-Alexander Rouen.
A jornada.
Que seja rĂĄpido e silencioso, que doa, mas que doa pouco.
Que seja simples e sem escĂąndalo. O azul ou o vermelho?
Misture os dois em uma coquetel assassino, que sugara sua alma para um fosso nas profundezas dos abismos,
A senhora pegara minha mĂŁo e caminhara lentamente enquanto Espumo silenciosamente olhando as estrelas cadentes em chamas na minha mente.
Primeiro o coração e por Ășltimo o cĂ©rebro demente tendo visĂ”es de alĂ©m mundo.
Que a Ășltima visĂŁo de mim seja aquela lĂĄgrima derramada lentamente enquanto gritava desesperado.
Acolho o destino como simples serviço prestado neste mundo. Que meus poemas sejam teu acolhimento na noite deserta.
-Alexander Rouen
âNĂŁo me deixe esperando ao sol do meio dia, em uma vĂ©spera de Natal. Me abrace, me chame, seja sincero. Voe comigo pelas veredas dos bosques da Matriz. Arraste me as fendas matizada de tua boca ferida.â -Alessandro Ruan
Silencio de Henrique.
As coisas se vĂŁo aos poucos,
Se consumindo no espaço da memória,
So resta o frio dentro de nĂłs.
O aconchego que se sente,
Ă forte e devastador.
Mas sempre, sempre:
EstarĂĄ comigo aonde for.
-Ruan, Alessandro
âUm dia vocĂȘ conhece uma pessoa que te faz sentir nas nuvens mesmo com os pĂ©s no chĂŁo. E a vida ganha nova forma, novos tons, novos sons. VocĂȘ começa a acreditar que tudo tem um significado e uma resposta bonita.â
â Clarissa CorrĂȘa.Â
âVocĂȘ Ă© dos que magoam e eu dos que saem magoados.â
â Alice, 1980.
âĂs vezes vocĂȘ quer muito uma coisa, mas nĂŁo Ă© pra ser. Ă preciso ter coragem para aceitar as coisas que nĂŁo consegue mudar.â
â Apartment 23.
Querem, quem, querem, quem.
Dias de sol iluminados.
Dias de flores nublados.
Querem um mundo devastado.
Um sopro evaporado.
Obra: âSei lĂĄâ, de W. Tinta na tinta, olhos vazios se vendo no escuro, canto do mundo escorre na pele. Pegue sua menina e corra loucamente na 24 de Março para nĂŁo sufocar. -Ruan, Alessandro