Deixo o meu nada, deixo a minha pequenez. Perdida no campo minado, vou de encontro às minas que me não me ferem fatalmente. Me recupero para ser atacada novamente. Os bombardeios incendeiam o meu ser, mas algo é capaz de cessar as chamas. Nunca estarei de fato recuperada. Espero encontrar um fim! Este campo não me pertence mais. Alguém me tire daqui?













