“If I wanted to kiss a boy, couldn’t I just… kiss him?” - AwaE s02e05
Anne please just go for it…. we’re waiting…

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@july-19-1997
“If I wanted to kiss a boy, couldn’t I just… kiss him?” - AwaE s02e05
Anne please just go for it…. we’re waiting…
anne: I DONT KNOW WHAT TO SAY I WHAT AM I SUPPOSED TO AND AND EVERYONE EVERYONE IS NOW AND NOW YOU JUST AND IM PIRATE AND WE NEVER EVEN AND PARIS IS AND YOURE NEVER GONNA FIND THAT MUCH I KNOW SO HOW CANT I WE
gilbert: she said no :(
Gilbert: i could achieve all my dreams the only thing holding me back is my love for you...so what should i do
Anne, drunk out of her fucking mind on moonshine: WHAT
“Era horrível a sensação de saber que não era suficiente pra alguém e de não ter um grande vínculo de amizade. A solidão sempre foi meu pior inimigo até nos melhores dias da minha vida.”
— Trechos de um livro inexistente.
WALLPAPERS ANO NOVO 2019/NEW YEAR 2019 | DÊ LIKE!
I love you, too. I can’t wait to spend the rest of my life with you.
I love you. And I’m worried about dancing in front of our friends. The end.
“A nossa geração não é uma geração feliz. E não tá tudo bem quanto a isso. Tá todo mundo perdido, todo mundo sem rumo. A verdade é que tá todo mundo sem esperança, e quando a esperança morre, uma parte da gente morre junto. Tá todo mundo meio morto por dentro, vivendo em um mundo aonde a gente é 24 horas pressionado pela sociedade, escola, família, estágio, faculdade, trabalho, amigos… Não tá tudo bem. Tá tudo mal. Tá tudo muito mal. A nossa geração tá baseada em ataques de pânico, crises de ansiedade, depressão, bipolaridade, tentativas de suicídio, suicídio, auto mutilação, transtornos alimentares, fobias. A nossa geração é infeliz pra caramba. A gente procura alguma coisa pra se viciar pra fugir dessa infelicidade, sorte a nossa quando o vício é a internet, um sono exagerado e umas séries na netflix. Ainda assim eu não consigo descrever o quão deprimente é ver jovens vivendo suas vidas trancados em quartos sem vontade alguma de sair. Mas mais triste é quando o vício é auto destrutivo. Triste é quando isso mata a gente por dentro aos poucos sem a gente perceber. E pior ainda é quando a gente percebe mas já perdeu o controle disso. Ou ainda tem controle e não se importa mais. A pressão vinda de todos os lados tá deixando os jovens doentes. A falta de entendimento tá deixando a gente maluco, se é assim que a maioria gosta de chamar. O crescimento da tecnologia, que tinha tudo pra ser algo bom, tá fritando nossas cabeças e controlando nossas vidas de uma forma bizarra em vez do nos ajudar. A ignorância em relação a saúde mental tá destruindo a cabeça de todo mundo. A falta de empatia entre nós mesmos tá tornando nossas vidas cada vez mais difíceis. E chega um dia que isso não tem volta. Não é drama, não é exagero. É uma realidade que ninguém quer encarar. Porque não é normal. Não, não é normal o cara parar de viver pra passar em um vestibular, não é normal o cara parar de comer para se encaixar em um padrão criado pela sociedade. Não é normal o cara não poder se divertir porque ele não tem tempo porque tem trabalhos demais da faculdade. Não é normal o cara não ter amigos porque ninguém “atura” as crises dele e não sabe lidar quando ele não tá bem. Não é normal o cara não conseguir um emprego porque ele se veste do jeito que quer e tem o cabelo azul. Não é normal o cara não conseguir sair de casa por dias sem ter uma crise de pânico. Não é normal o cara de 15/16/17/18 anos ou algo por aí passar mais noites chorando do que dormindo. Não é normal o cara não poder mais falar com os pais porque ele namora outro cara. Não é normal todos estarem 100% preocupados com o nosso futuro acadêmico, nosso sucesso no mercado de trabalho escolhido muitas vezes por outras pessoas e 0% com a nossa saúde mental, com nossos desejos, nossos planos, nossos sonhos. Não é. Não é normal um monte de coisa que a sociedade vêm dizendo pra gente que é normal, que a gente tem que aceitar, que a gente tem que seguir, que respeitar. Não é normal dizerem isso 300 vezes por dia no nosso ouvido até a gente acreditar e nunca se sentir bom o suficiente. Eu tô cansada de ver meus amigos indo embora, se tornando outras pessoas, se cansando de quem são, desistindo de quem são e de tudo que queriam ser. Eu tô cansada de ver meus amigos sumindo, desacreditando deles mesmos, desacreditando que eles são bons o suficiente. Tô cansada de ver meus amigos se cansando de viver. Tô cansada de ver todos os jovens perdendo sua originalidade em um vazio que foi dito a eles que era obrigatório ser seguido, porque o outro caminho que eles escolheram era inútil e não valia de nada. Tô cansada de ver jovens que não conseguem enxergar seu valor sozinhos e cansada do resto do mundo só confirmando a eles que esse valor é 0. A vida é pra ser prazerosa, e é isso que estão tirando da gente. Escuto constantemente que as outras gerações foram mais úteis para o mundo, fizeram mais pela gente, importaram mais. Mas como podemos ser ou fazer alguma coisa para o mundo quando as pessoas nos dizem pra não termos esperança nem em nós mesmos?”
— Maria Luiza Pimenta
Quando a via, queria ficar com ela; quando estava com ela, morria de vontade de tocá-la; quando encostava em sua mão, desejava abracá-la. Queria sentir o corpo dela contra o seu como sentira no sótão. Queria fazê-la rir. Queria sentar e ouvi-la falar sobre livros até suas orelhas caírem. Mas todas essas eram coisas que ele não poderia querer, pois eram coisas que não podia ter, e querer o que não se pode ter leva à tristeza e à loucura.
Príncipe Mecânico
(via princesa-juh)
Hoje tive uma recaída, não foi por bebida ou drogas, mas sim por um vício muito mais forte que possui nome e sobrenome, você. Minha mente sismou em lembrar, sismou em te trazer aqui com aquele sorriso que me conforta. Estou sendo traída por mim mesma, afinal, é como dizem… De que adianta tirar da cabeça o que não sai do coração?
Autor Desconhecido (via amadorizei)
“Em vão tenho lutado comigo mesmo; nada consegui. Meus sentimentos não podem ser reprimidos e preciso que me permita dizer-lhe que eu a admiro e amo ardentemente.”
- Orgulho e Preconceito, Jane Austen.
Aviso: eu não sou legal. Não gosto de gente burra, que força intimidade nas primeiras conversas e de repetir a mesma coisa duas vezes ou ter que responder perguntar óbvias até pra uma porta. Não me apego a praticamente ninguém… Mas quando me apego, é pra valer. Sou o tipo de amigo que não tá sempre bem, mas tá sempre junto. Sou facilmente conquistado pela boca. Tenho mania de corrigir os outros (e ficar puto quando sou corrigido), ironizar tudo — o tempo todo — e sou bem chatinho. Eu gosto de cafuné, dormir de ladinho e de chupões no pescoço. Outra coisa: uma dose de grosseria é sempre bom.
Vinícius Kretek. (via adesejar)
Eu realmente o amo, ou eu sou viciada na dor de querer algo que não posso ter.
Vi no facebook. (via adoidecer)