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@kanibaloj
(Rascunho perdido) Outros homens
Eu não tenho mais o seu número e não me lembro se foi porque apaguei ou se você mudou, mas ainda tenho vontade de te ligar. Eu não vi mais o seu show, mas ainda bato palmas e sou feliz imaginando nós dois. Eu não sei com quem andas agora, mas rezo pra que cuidem de você. Eu imploro aos céus pra que se você sofrer e se perder, ao menos eles não te deixem beber como antes. Eu bebo às vezes, mas não é hipocrisia, sei que faz mal, mas completamente sóbrio não dá. Pra te esquecer, pra te perder, pra não te amar, pra não chorar. Listo uns vinte e cinco motivos, mas não adianta, porque não dá. O fato é que você não pode e eu também não, mas, pra mim, eu abro exceção. Se você morrer eu morro junto. Se eu morrer, melhor não dizer. Pra não ser drama e só verdade. Conheci alguns outros homens, pra variar. O primeiro não era você, mas foi pra te esquecer. O segundo não era você, mas foi o álcool. O terceiro muito menos era você, mas era carnaval e estava tudo bem. Aqueles nas festas eu nem cheguei a conhecer, foi só sexo barato. O de ontem, bom, com ele até rolou algo legal. Mas não era você. Ninguém nunca vai ser, o que torna tudo quase vão.
Digo que se não soubesse escrever, escreveria mesmo assim. As palavras ganham sentido, firmeza, força quando se juntam, se misturam.
Pierre Grimblat, 1968
(Rascunho perdido) sobre um amor adolescente e distante
É difícil imaginar você com ela. Quer dizer, eu fui embora, eu fui. Mas foi você quem seguiu em frente. Os anéis são legais. Nas fotos você parece tão bem. Tão feliz. É...eu sinto muito. As minhas pontas ainda estão soltas. Como anda o céu? Gosto de lembrar de quando a vida era mole e tudo que fazíamos era sair e comemorar. Nossas lágrimas eram tão poucas, meu amor. Tão poucas. Eu te amei tanto. Tanto. Dizem que ainda não passou, mas assim parece doença. Não é, nunca foi. Amor não é doença. Eu te contei que desisti? Até pensei em jornalismo, porque, então, talvez eu te encontrasse um dia. Pensei no Rio. Pensei em você. Tanto.
Rascunho perdido
É gostoso quando o sol vai se pondo e colore num tom de laranja-calma todas as paredes da casa. Quando as luzes casam com os vidros, apaixonados, gerando arco íris secos de dor. Quando as nuvens adotam novos tons de seda para dar um aspecto novo ao lar. Quando o mar parece se acertar com o céu, e, pacíficos, deixam o sol chegar. O problema é a noite. Com toda sua traiçoeira beleza e delicadeza. Chega lente com um sopro frio e uma canção. Ele não vai voltar, olha-me irônica a lua. Mesmo quando não se quer, mesmo quando não existe um alguém, a noite adentra teu peito.
La jalousie
untitled by sol anna
Indiana Bones.