Sweet Seals For You, Always

Kiana Khansmith
official daine visual archive
No title available
$LAYYYTER

if i look back, i am lost
KIROKAZE

No title available

shark vs the universe
Cookie Run:Kingdom Official!
Interview Vampire Daily

Jar Jar Binks Fan Club
occasionally subtle
Color Me Curious
No title available

Origami Around
TMBGareOK. The Official They Might Be Giants tumblr
Doug Jones

blake kathryn
The Stonewall Inn
seen from United Kingdom
seen from Singapore
seen from Canada

seen from United Kingdom
seen from Uruguay

seen from Kenya

seen from United States

seen from United States

seen from United Kingdom
seen from Türkiye
seen from United States

seen from Malaysia
seen from United States
seen from Türkiye

seen from Saudi Arabia
seen from Saudi Arabia

seen from United States

seen from Indonesia

seen from United States

seen from United States
@kaylc-blog1
Na decisão de tomar uma posição menos estática, Kayla resolvera deixar de lado o temor pelos seus segredos e dos amigos: apenas medo não a levaria a lugar algum e nunca sentira-se confortável diante da estagnação. A forma mais vivaz que carregava-se naquela manhã, em especial, lhe atribuía espontaneidade evidente e não sabia se gostava, exatamente, de não ser capaz de prever ou antecipar as próprias atitudes — não enquanto no Gargari. Encontrava confortabilidade, no entanto, na ideia de que seria um dia calmo e, se não fosse, estaria preparada para mudar de atitude. Qualquer um que lhe observasse com atenção notaria que estava, particularmente, pungente aquela manhã e tentaria não transpassar durante o treino da torcida: já era exigente o suficiente com as meninas. Enquanto saía dos vestiários em direção ao campo, optou por parar por ali e iniciar o aquecimento. Agora que a capitã estava de volta, não via necessidade em prolongar-se com as outras líderes de torcida, precisava espairecer. O uniforme prendia-se em seu corpo confortavelmente e estava próxima de iniciar quando observou a figura conhecida de @breeprs próxima de si. ❛Enjoying the view, Preston?❜ Uma das sobrancelhas arqueando-se automaticamente enquanto um sorriso ladino ocupava-lhe os lábios, o tom questionável mantendo a frase aberta a interpretações. ❛Eu pensei que odiasse líderes de torcidas,❜ O tom jocoso era evidente, o que não tornava o provocação menos sincera. ❛Ou pessoas, em geral.❜
Ao contrário do que seria costumeiro para si, Kayla optara por não repassar a decisão muitas vezes pela mente agitada: a última coisa que precisava, tão perto do mês de seu aniversário, era pensar — a simples ação abria espaços para recordações que não seriam bem-vindas aquele ponto. Preferia agir sem represálias, fosse de si mesmo, fosse do peso de seus segredos. Não sabia, no entanto, que a escolha a levaria aonde encontrava-se: tão, inegavelmente, próxima de tudo o que tentava evitar. A Drayton passara a mão desocupada pela extensão do corpo em seu alcance, como se afastasse os pensamentos com a mesma facilidade que ajeitava as roupas pouco amarrotadas. A companhia, esperava, lhe distrairia o suficiente para não analisar o quanto havia mudado desde a primeira vez em que colocara os pés nessa mesma sorveteria. ❛Obrigada por vir comigo,❜ Um sorriso genuíno estampava-lhe os lábios enquanto buscava encarar @neeficns com um olhar de advertência, evidentemente brincalhão. ❛Mas eu espero que não tenha o mesmo gosto questionável que a sua irmã para times na hora de escolher coberturas.❜ Uma risada curta fora desperdiçada: provocações como aquela entre os times de torcida de basquete e de futebol eram comuns e não incomodaria-se em ter Nefertari no seu.
❛ 。‧ pressione o coraçãozinho ( ♥ ) para um starter ➴ 𝓹𝓮𝓻𝓼𝓸𝓷𝓪𝓵𝓲𝔃𝓪𝓭𝓸 com a ᴋᴀʏʟᴀ — up to FIVE.❜
obs.: se quiser um starter baseado nos elementos dessa task, basta dizer qual deles.
babyfacd:
depois da festa e da exposed que rendeu assunto para algumas semanas pelos corredores, margot se sentia chateada que outra pessoa havia contado os segredos antes que ela e era a ruiva que vivia usando aquilo para favores próprios e, mesmo nunca admitindo em voz alta, ela tinha medo de ser a próxima vítima daquelx que se autodenominava renegade e que o segredo que guardou por uma vida inteira vazasse para a escola inteira, foi nesse momento que escutou um comentário vindo de alguma pessoa que passou por si o que causou um pouco de incredulidade na filha do detetive e ela precisou comentar. “por favor, se os cérebros fossem ouro, você seria mais pobre que may belle, e isso é dizer alguma coisa” revirou os olhos para a pessoa que passava por ali e logo olhou para alguém que estava ao seu lado. “sério, ainda não sei como pessoas burras podem estar nessa escola, isso me irrita profundamente.”
As ameaças da Renegade, agora mais que nunca, levavam Kayla a ponderar sobre a relevância das aparências que tanto esforçava-se para manter — mesmo se importando tão pouco. Tudo poderia ser em vão e, se não fosse pela carreira política do pai e pelo acordo que mantinham, consideraria abandonar as fachadas que estabelecera. Era tarde demais no Gaetano Gargari,no entanto — ou era o que repetia para si mesmo toda vez que frente a questionamentos. Não foi até ter sua atenção chamada pela ruiva que a Drayton voltara seu olhar para ela, analisando sua figura. Deixaria passar, era apenas mais uma das pessoas naquele lugar com um senso de superioridade que pouco lhe importava, mas a frase direcionada a si fora recebida com um sorriso falso. Não podia afirmar desgostar de todos os aspectos daquela escola e de seu meio: os jogos que podia fazer a entretinham como nada mais. ❛Cuidado, querida: alguém como você não vai querer ser classificada como tão pobre e antiquada quanto esse seu discurso, sim?❜ Hostilidade alguma fazia-se presente no tom de voz, optando por um amigável no lugar — como um conselho amigo. Não poderia ser culpada pela interpretação ou reação alheia, entretanto. ❛E a resposta é simples: não precisa de nada além de dinheiro.❜
compvss·:
assentiu com a cabeça levemente enquanto soltava um suspiro longo e profundo, ainda bem, não aguentaria brigar com mais ninguém naquele dia e, no fundo, kayla não era a pior pessoa do mundo, na verdade addison nunca pensara naquilo, as duas tinham uma rivalidade tão boba que chegava a ser cômico e parecia que as provocações viraram automáticas para as duas, mas o cérebro de addison estava cheio com outras coisas e ela não conseguiria responder as provocações à altura, então preferia que elas não brigassem naquele dia. não era difícil dizer que a garrafa da outra estava com uma quantidade de bebidas e o subconsciente de addison quis dar uma golada naquilo, mas sabia que não podia esquecer todos os problemas com um só gole e logo a ideia passou. “não suporta a bagunça? estranho, mas prefiro não comentar” soltou uma risada divertida e um pouco baixa antes de continuar com as perguntas, sabia que seu rosto deveria estar inchado e que era daí que ela estava tirando um mínimo de curiosidade para o porque do choro e sabia que não podia esconder por muito tempo. “eu não sei direito… estou em um misto de sentimentos que nem consigo explicar, mas acho que medo e mágoa podem ser os principais nesse caso” respondeu soltando um suspiro mínimo para a garota, caso ela quisesse saber mais alguma coisa, não iria se recusar a responder, mas naquele momento havia dado a sua resposta.
A provocação de Addison, ao contrário do que faria em um dia normal, fora respondida com um simples olhar de reprovação, mas não segurou a gargalhada que viera em seguida. Não conseguia imaginar um cenário onde a rivalidade boba que tinham era cessada por completo e era, estranhamente, grata por isso. Tudo o que precisava era a normalidade, o menor dos sinais que ainda restava dessa por aquela noite. A resposta da morena não diferia muito do que sentia. A verdade era que Kayla estava com medo, por seus amigos e por si mesma, independente do que demonstrasse. A Drayton, em momentos como aquele, conhecia um pouco mais dos laços que, anteriormente, questionava estimar. Independente do quanto dissimulasse, as pessoas do Gaetano se tornaram importantes para si e temia ter de assistir cada uma delas sendo humilhadas, de alguma forma. Sua preocupação, diferente do imaginado, recaía principalmente sobre outros e odiava, ainda mais, a sensação de impotência diante da situação. ❛Eu entendo,❜ Apontou, vacilando em dar continuidade. ❛Eu realmente entendo.❜ Garantiu, desviando o olhar da outra. Desconfiava ser incapaz de demonstrar tal fragilidade frente a alguém, principalmente dela, mas não via outra forma de reagir. Teria de lembrar-se de nunca mais beber em eventos escolares. ❛Isso tem relação direta com o Kenny?❜ Questionou, verdadeiramente receosa. Pessoas boas também faziam coisas ruins, indescritíveis, e apesar de não acreditar nisso quando referia-se a si mesmo, acreditava cegamente ao tratar-se do amigo.
martinozerbini:
“Fuck them.” Repetiu, com um discreto sorriso se formando em seu rosto. Era exatamente isso que sentia vontade de falar para a escola toda. “Se você diz, eu acredito.” Respondeu, erguendo uma das sobrancelhas, em uma expressão curiosidade, e assim contradizendo sua fala. Retirou do potinho um pouco de maconha, já desbelotada, e espalhou o conteúdo na nova seda. “Nada como o ar puro, livre de todo aquele veneno.” Disse, em um tom exasperado, enquanto enrolava o baseado. Esperava de tudo vindo daquela escola, mas não conseguia compreender o que fomentava o desejo coletivo de apontar a desgraça alheia. Pouco se importava com o que seus colegas fazem em suas vidas privadas, e espera deles o mesmo. “Vamos aproveitar também enquanto nossos segredos não são expostos.” O comentário veio seguido de uma breve risada. Seus olhos se encontravam fixos nos dela. Fazia referência ao segredo que compartilhavam, relacionado ao momento que passaram juntos na semana passada. Não fazia questão de manter sigilo, mas acreditava que essa opinião fosse correspondida por Kayla. Martino sabia que não tinha nada a perder, o pior que poderia acontecer seria receber uma segunda detenção. Sua reputação nunca foi das melhores e não seria no último ano, e no meio do caos que o Gargari se encontrava, que ela melhoraria. “Se importa?” Questionou. Por fim, lambeu o cigarro para selá-lo.
O comentário de Martino sobre o segredo que compartilhavam não a fizera recuar (como supunha ser o esperado), optando por, no lugar, sustentar seu olhar com o dele. A escolha de palavras lhe parecia cautelosa e atribuía tais cuidados as concepções erradas que a maioria dos alunos tinham de si. Não incomodava-se em abordar o assunto, não era, assim, tão virtuosa. De qualquer maneira, imaginava que por essa razão o garoto escolhera uma forma tão indireta de referir-se aos acontecimentos passados. ❛Don't tell me you, of all people, believe in this whole reputation, Zerbini?❜ Pouco decoro era acrescentado a indagação e seu sorriso questionável, definitivamente, não contribuía de forma a amenizar o tom intencionado que entrosava-se na conversação. ❛Os equívocos sobre mim nessa escola são divertidos, I'll give you that.❜ A imagem de boa garota pouco combinava com seus pensamentos ou sua ideia de diversão e não era apta a amabilidade ou complacência, como demonstrava. Ali, entretanto, discrição alguma importava — não depois de tantos goles e não com quem a vira livre de pretensões (ou roupas). ❛But it would be a nice touch, huh?❜ Uma risadinha melodiosa fora desperdiçada, observando de relance o que ele fazia. Um menear permissivo indicara que não incomodava-se, concluindo no tom de reprovação que imaginava sendo utilizado se aquilo fosse a público. ❛'A garota exemplar e Martino Zerbini, numa sala, ainda no Gaetano'.❜ Dera de ombros, suspirando de leve. ❛Seria o menor dos meu problemas, honestamente.❜ Apesar da possibilidade de exposição não ser a melhor, o cenário não era visto como mais um aborrecimento ou inconveniente e sim uma escapatória válida, tentadora até — e facilmente considerável se não imaginasse que distração alguma pudesse tirar de sua mente o segredo que verdadeiramente lhe assombrava.
kennpldn·:
BEFORE the EXPOSED
⊱ ˙ ✦ ៹ . o braço que kayla segurava se mantinha fixo, mas as pernas do garoto estavam mais bambas que gostaria. a caminhada dele, no entanto, só se endireitava pois queria parecer sóbrio na frente dos professores dentro do ginásio. ❛ —— se provando? ela sempre foi impossível, drayton. ❜ replicou, agradecendo mentalmente que a garota estava a guiá-lo, ou nunca conseguiria sair de dentro do ginásio sozinho. ❛ —— let’s! ❜ afirmou kennedy com felicidade, olhando em volta. o campo aberto era enorme e, já não tão sóbrio, não sabia dizer ao certo onde havia escondido a garrafa de whisky. ❛ —— we have a problem. ❜ disse, em meio a uma risada. ❛ —— eu não lembro onde está. ❜ confessou, soltando o braço dela para que pudesse pegar seu celular. ❛ —— i have a picture. ❜ passou seu celular para kayla, para que ela pudesse procurar.
Os lábios comprimiram-se em concordância evidente, não poderia dizer o contrário. O Gaetano era complicado, sempre fora, e diria ter pego o jeito ao redor dos desafios da escola — diria, antes de toda a bagunça criada pela Renegade. A animação contagiante do amigo a levara a sorrir despreocupadamente, encarando-o confusa assim que escutou ele apontar que encontraram uma advertência. Naturalmente, imaginou que estavam acompanhados por alguma figura de responsabilidade, mas não foi capaz de olhar ao redor antes da explicação de Kennedy. Uma gargalhada abafada ocupara Kayla enquanto ousara pegar o celular da mão dele, reconhecendo a marca na garrafa. ❛What would you even do without me, Paladino?❜ Questionou, em falsa reprovação, acendendo a lanterna para auxiliá-la na busca. A procura mostrou-se curta, entretanto, quando aproximara-se da frecha em uma das arquibancadas, onde encontrou o Whisky. Virou-se para o garoto, exibindo o achado. ❛Se estivéssemos contando,❜ Começou, brincalhona. ❛Eu diria que acabei de salvar a sua vida, mais uma, de muitas vezes.❜ Gargalhou, sentando-se na arquibancada. ❛This is some good stuff.❜
capzeke:
deu de ombros, simplesmente, um leve sorriso no rosto. assentiu à justificativa dela, tentando não demonstrar nenhuma mudança brusca na expressão. o que poderia lhe entregar eram suas mãos. por isso, rapidamente as enfiou dentro dos bolsos da calça e tentou relaxar. “yeah, i get it. isso é tudo tão louco, eu nem sei como reagir.” admitiu, sentindo o celular pesar em seu bolso. “i mean, right now i just feel really bad for kennedy. the other guys too. não acho que alguém mereça passar por isso. por outro lado, como a gente pode saber o que vem a seguir? tipo, podemos estar estudando com psicopatas e nem sabemos de nada.” ao perceber o quanto estava divagando, balançou a cabeça em negação e suspirou. “enfim… você está com medo, kay?” perguntou, analisando a expressão dela. zeke riu baixo, empurrando-a de leve com o ombro. “eu sei que sim.” confirmou, escondendo um ‘obrigada’ em suas palavras. “você tenta às vezes, preciso admitir o seu esforço. mas esse é meio que o meu departamento.” completou, arqueando as sobrancelhas e sorrindo de canto, provocando-a. instantes depois, explodiu em uma risada. “sem ofensas.”
A simples menção do nome do Paladino trazia apreensão a Drayton, que não conseguia evitar imaginar onde estaria e como estava se sentindo. O resultado da exposição da Renegade seria inevitável, mas não queria entrar em detalhes sobre o desenrolar dos próximos dias. Em contradição ao que faria, se em uma situação qualquer, recusava-se, momentaneamente, a planejar uma forma de conter a situação. Não preparava-se, ainda não, e nem seria capaz de o fazer até certificar-se de que Kennedy estava bem. ❛Você sabe, dizem que todas as crianças ricas têm tendências psicopáticas,❜ Apontou, encarando o amigo com um olhar falsamente receoso. ❛O que torna o Gargari o lugar menos seguro para se estudar, babe.❜ Apontou, fazendo uso do apelido em provocação jocosa. A brincadeira, apesar de ser exatamente isso, carregava uma verdade inegável e sabia que o Capitani entenderia. O Gaetano, agora mais que nunca, era um péssimo lugar para se manter segredos... ou o menor dos níveis de privacidade. ❛Ele é uma boa pessoa e isso tudo... Isso tudo não muda nada.❜ Respondeu, dessa vez abrindo mão de desvios. ❛I'm terrified, Zeke.❜ Disse, recordando-se das mensagens que lhe foram enviadas. Não gostava da ideia de estar fora do controle de sua vida, não gostava da frieza que conseguia alcançar apenas para manter a transgressões do pai um segredo e menos ainda do que fizera para a mãe. O comentário dele a fez sorrir, natural e inesperadamente, e deu um soco fraco em seu braço. ❛You're an asshole.❜ Declarou entre risadas.
apollxnking:
Depois de um certo tempo e após as recém informações soltas pela stalker doida da escola, a festa pareceu entendiar ainda mais para Kendall, que agora só procurava um jeito de esfriar a cabeça e limpar os pensamentos. Com esse intuito, o de descendência japonesa saiu para fora do ginásio indo em direção ao campo do colégio, onde tinha a certeza de que ninguém o iria perturbar, ou assim imaginava. A brisa noturna emaranhava-lhe os cabelos um poucos mais longos que o de costume e ele sentia um grande alívio, bem como o delay comum dos efeitos da maconha. Por conta disso, demorou um pouco para identificar Drayton quando a escutou, mas ainda assim se aproximou da garota. . “Uh…Maybe both?!” Proferiu, sem ter certeza alguma do que lhe escapava pela boca. Parou no degrau de frente para a morena, se sentando neste de forma que a pudesse observar. “E você, por qual motivo está fugindo da festa?”
Um balançar de cabeça curto fora o suficiente para demonstrar seu entendimento da resposta do garoto, desviando seu olhar do mesmo para pegar sua garrafa ao lado dos saltos. Nunca o faria, tão explicitamente, se em um dia comum, mas aquele não era um dia ordinário e esperava que ele tivesse reconhecido por si próprio. Kayla não poupou um longo gole da bebida antes de voltar a encará-lo, buscando segurar seus olhares. ❛Humilhação pública iminente é uma resposta boa o suficiente?❜ Questionou, arqueando as sobrancelhas enquanto pendia a cabeça para um dos lados. A verdade era que todos corriam o risco de serem expostos, mas o fato de ter sido informada particularmente a afetava, independente do tom casual que utilizara para esconder que temia, sim, por si mesma. ❛E você? Do que está fugindo enquanto busca minha companhia?❜ A pergunta remetia a anterior do Walker e não conseguiu evitar fazer a menção, em uma provocação inofensiva. Só então, passou por sua mente que talvez não fosse a única ali que precisava encontrar uma distração e não tardou em oferecer a garrafa para o rapaz.
compvss·:
antes que pudesse ir embora com alguém, o que parecia não acontecer tão logo, addison achou melhor dar uma escapada da festa, ainda tinha os olhos cheios de água e precisava ficar sozinha por um momento, longe de todas aquelas pessoas, ela parecia estar ficando completamente sufocada do lado de dentro e as arquibancadas do ginásio era sempre o melhor esconderijo para si. assim que a brisa noturna bateu em seu rosto, ela soltou um enorme suspiro e secou as últimas lágrimas que haviam em seu rosto, caminhando a passos lentos até o local anteriormente citado. o ambiente, no entanto, não estava vazio, kayla se sentava por ali e addie a reconheceu pela silhueta que ela produzia, se sentou ao lado da outra e suspirou assim que o fez. “não estou a fim de brigar hoje, drayton e sei que nós não nos damos muito bem, mas podemos dar uma pausa somente por hoje?” perguntou na melhor calma possível, realmente não estava a fim de nada naquele dia, havia sido estressante o suficiente sozinho e precisa de um tempo de tudo e de todos. “está fugindo também?”
Era incrível como, no início da festa, a Drayton imaginava que seria uma noite divertida e que estaria livre da ansiedade palpável que a Renegade causava em sua vida. Até ousara, em um momento anterior, analisar com minuciosidade alguns detalhes da decoração que fizera parte em executar, suspirando satisfeita (e só agora via o quão inconsciente estava sobre o que viria a acontecer). O silêncio que desfrutava momentaneamente, apesar de reconfortante, ainda não era o suficiente e ao deparar-se com Addison, Kayla questionou se o encontro seria pro melhor ou pior. A indagação silenciosa, entretanto, não perdurou por muito ao observá-la mais atentamente. Todos os detalhes na face da Lacey entregavam que encontrava-se, anteriormente, chorando e franzira o cenho com a ideia. Não gostava de vê-la assim, em contradição ao que pudesse parecer ou passar em uma base diária. ❛Eu também não estou me sentindo particularmente ansiosa pra brigar, Lacey.❜ Não com tudo o que aconteceu e não com ela, especialmente daquela forma. Um suspiro fora desperdiçado antes de encorajar-se a vir com uma resposta, virando-se para encarar a morena. ❛Sim, eu não suporto toda aquela bagunça.❜ Declarou de maneira simples, pondo-se a beber um gole da garrafa alterada. ❛E imagino que você também não.❜ Não via outra maneira de abordar a razão pela qual chorava, então abandonara a tonalidade ríspida ou dual costumeira, em genuína empatia. ❛Como está se sentindo?❜
lovcqueen:
a morena estava animada naquela noite, tinha saído da clínica e estava bem novamente, apesar da médica aconselhar a não ir em festas e coisas do tipo, mas como uma boa adolescente escolheu não escutar. acompanhou a amiga até o bar, apesar de não estarem entregando bebidas alcoólicas, sabia que alguém poderia batizado o ponche e rezava para aquilo. - essa noite será a melhor… aliás, vai ter uma after party? por favor me diz que vai ter, preciso mostrar meus dons na dança longe daqui. - brincou apoiando a cabeça no ombro dela e soltando uma leve risada.
A calmaria que encontrara no início da festividade trazia uma sensação frágil de segurança, mas a Drayton optara por prender-se aos momentos que conseguia tirar dali. A presença da amiga apenas contribuía no bom humor e não conseguiu prender o sorriso descontraído que repousara em seus lábios. A sugestão não era ruim, definitivamente, e Kayla gostava da ideia de uma comemoração afastada do Gargari. O estado, entretanto, dos alunos estava dentro do esperado. Enquanto era capaz de observar alguns mancando e outros adolescentes rindo de absolutamente nada, por razão alguma, confirmava: não tinha condições. ❛Por mais que eu fosse gostar muito disso, olhe ao seu redor.❜ Apontou com o queixo um garoto cambaleante, insinuando que Carlota deveria olhar para a imagem maior; um sorrisinho questionável expressando suas intenções. ❛Terá que mostrar suas habilidade por aqui mesmo, babe.❜ Concluiu, brincalhona, parando frente a mesa de bebidas. Sabia exatamente qual ponche servir para as duas e o fizera, voltando-se para garota em seguida. ❛Se quiser algo mais forte, tenho quase certeza que sei onde encontrar.❜ Os benefícios de fazer parte do comitê organizador e do ciclo social com mais influência, recordou-se.
alecthxgreat:
Alexander estava tentando passar ao máximo, despercebido. Não queria responder a perguntas de como se sentia, o que tinha acontecido após o seu exposed ou até de como já estava de volta, queria apenas relaxar, e parecia que as novas mensagens, infelizmente, iriam ajudar nisso. Foi também até às arquibancadas, se sentando ao lado da garota que parecia não estar acompanhada. “Fugindo? Mas também agradeço a companhia!”
Kayla balançou a cabeça positivamente diante da resposta alheia, comprimindo os lábios minimamente antes de pegar a garrafa do lado oposto ao rapaz, tomando um gole considerável. ❛Bom, eu acho que agora todos precisamos da distração.❜ Ofereceu a bebida a ele, como se dissesse para desfrutar de sua companhia enquanto ainda não era revelada um completo monstro. Não tinha cometido algum crime, direta ou particularmente, mas imaginava a reprovação de seu meio quando virara as costas para alguém tão importante em sua vida. A presença do moreno, entretanto, era reconfortante: havia algo pós exposição, e gostava de se agarrar aquela ideia — apesar de ter certeza que não fugiria, como agora, quando a hora viesse. ❛We might as well drink,❜ Incentivou um última vez, continuando: ❛Há coisas piores nessa escola que apenas bebidas.❜ Normalmente, esconderia sua insatisfação para não chegar perto de mencionar que tinha algo a esconder ou temer, mas podia sempre desconversar.
martinozerbini:
“É tão óbvio assim que estou fugindo?” Martino respondeu, sem reconhecer a voz de quem perguntava. Depois de alguns passos a mais conseguiu observar o rosto de Drayton, a parceira tal tarefa do mural do comitê de eventos. Um pequeno sorriso se formou no seu rosto ao se lembrar da atividade que participaram juntos. Comparando com certas companhias, ela seria a menos problemática. Sentia uma doce nostalgia ao reparar como as coisas eram tão diferentes ⏤ e bem mais simples ⏤ há apenas alguns dias atrás. “Prefiro ficar sozinho no frio do que lá dentro junto com toda aquela gente hipócrita.” Ele tinha medo do que estava por vir, de qual seus segredos seria exposto apenas para fazer a toda escola vibrar em uníssono por alguns segundos. “E o que você faz aqui?” Perguntou, ao se sentar na arquibancada próximo à menina. A verdade é que estava fugindo de algumas pessoas. Não queria encontrar com ninguém que fosse julgar Kennedy, e muito menos ver Carmelia Harvey, pois assim finalmente teria que encarar sua nova realidade. Precisava de alguns minutos de paz. “Vou aproveitar enquanto minha companhia é bem-vinda” Disse de brincadeira ao retirar do seu blazer uma seda e um potinho de metal, pronto para começar a bolar um baseado.
Ao notar que sua mais nova companhia se tratava de ninguém menos que Martino, a Drayton desperdiçara um menear leve de cabeça com um sorriso afirmativo em resposta a sua pergunta. Se tivesse que encontrar escapatória na presença de alguém, que fosse do Zerbini, certo? Que lhe rendera momentos livres de pensamentos acelerados ou preocupações desconcertantes, há apenas dias atrás. Apreciava a descontração e completa ausência de inibição que ele lhe proporcionou na última vez em que se encontraram e não podia evitar recordar-se, principalmente ao pensar no momento anterior de excessiva contradição — e principalmente agora, frente ao rapaz. Um suspiro cansado escapulira-lhe os lábios na simples menção do que acontecera no ginásio. Tudo parecia prestes a desmoronar naquela escola, e desconfiava ser o início de um longo processo com com um decorrer numeroso. Não conseguia pensar em ser exposta e ter de lidar com suas próprias transgressões, mas as de Kennedy já eram preocupações o suficiente por aquela noite. ❛Bom, nesse caso, fuck them.❜ A voz rouca ressoara determinada, expressando ao máximo a rejeição completa a estar acompanhada pelos que se colocavam em uma posição de julgar. ❛Não precisamos suportá-los hoje.❜ Disse, seu olhar traduzindo que manteria companhia ao italiano por hora, no lugar de estar sozinho. Não estava sentindo-se também, especialmente, apta a teatros controlados. ❛Você acreditaria em mim se eu dissesse que precisava de um ar?❜ Virou-se para o menino, imaginando que reconheceria a simplificação gritante; estava fugindo, assim como ele, e o sorriso ladino entregara-a por completo. ❛Aproveite bastante, não é todo dia que eu estou tão receptiva.❜
capzeke:
zeke ainda não tinha tido a chance de conversar com kayla naquela semana. ela parecia tão distante, e bem perturbada também. o garoto já podia imaginar o que tinha acontecido ou o motivo das atitudes da morena, mas tinha medo e não sabia como aproximá-la com esse assunto. ela era aterrorizante com aquilo de ler tão bem as pessoas, e se descobrisse alguma coisa? quando a viu deixando o ginásio, porém, não conseguiu se segurar. o instinto protetor falou mais alto. ele riu quando ouviu as palavras da amiga, resolvendo por permanecer no anonimato que a falta de luz lhe trazia por mais algum tempo. “estou seguindo você, na verdade. not in the creepy stalker way.” deu alguns passos para a frente, tomando o lugar ao lado dela na arquibancada. “eu diria que se alguém está fugindo da festa, esse alguém é você.”
Antes que pudesse alertar-se com a frase do garoto, reconhecera sua voz e, posteriormente, a feição do amigo. Um sorriso fraco estampava os lábios de Kayla, mas sentia-se muito melhor na presença de Zeke. Imaginava que a preocupação fora o que o levara ali, mas no lugar de garantir que estava bem para o rapaz, resolveu observar o estado dele. O moreno estava sempre disposto a cuidar de si e, por mais que desnecessário frisar, ela estava mais do que propensa a fazer o mesmo. A Drayton, como alvo declarado da Renegade, queria privar os amigos do mesmo destino e se questionava se o garoto já encontrara problemas com a incomoda 'justiceira'. ❛Eu não posso evitar, você me conhece bem demais.❜ Comentou e, apesar do tom brincalhão, a afirmação era inquestionável. ❛Eu só precisava de um tempo, de tudo isso.❜ Referiu-se a toda a bagunça que seguira as mensagens, encolhendo os ombros. ❛Você está sempre cuidando de mim, huh?❜ Tombou a cabeça para um dos lados, encarando o amigo na tentativa de uma seriedade confortável. ❛Sabe que eu faria o mesmo por você, certo?❜ Apesar do tom indagatório, afirmou com sinceridade. Talvez a bebida lhe tornasse mais transparente do que o necessário, mas não incomodava-se ao redor dele.