Realistic fanart of England (APH).
I like to draw him because of his eyebrows, lol.

Product Placement

blake kathryn
Keni
Claire Keane

Kiana Khansmith

izzy's playlists!
$LAYYYTER
No title available
tumblr dot com
Show & Tell

No title available
★
cherry valley forever
Today's Document

roma★

oozey mess
TMBGareOK. The Official They Might Be Giants tumblr
Sweet Seals For You, Always
Cosimo Galluzzi
untitled
seen from United States

seen from Switzerland
seen from Bangladesh
seen from Netherlands
seen from Argentina
seen from United States
seen from Singapore

seen from Malaysia
seen from Netherlands
seen from Türkiye

seen from United States

seen from Türkiye
seen from Türkiye

seen from Italy

seen from United States
seen from Germany

seen from Sweden

seen from United Kingdom

seen from France

seen from Russia
Realistic fanart of England (APH).
I like to draw him because of his eyebrows, lol.
Original drawing by Swing Lolita.
Draw This In Your Style Challenge.
Realistic fanart of Romano (APH)
Time taken: 2h
Macaw study in colored pencils (1h30m).
Painting of a scene from Gladiator (2000).
Time taken: 6 hours
The Eye of The Painter (3)
No último resumo do livro, aproveitei para postar alguns estudos de valores tonais. Desta vez, trago alguns rápidos estudos em cores que fiz desde então, com as mesmas pinturas de artistas renomados, seguindo as dicas do ilustrador Noah Bradley. Peguei obras de artistas sugeridos por ele e pretendo continuar fazendo esses "master studies" com outros artistas que também gosto. É um bom treino para conseguir enxergar as referências de forma simplificada, enxergar cores corretamente e fazer pinturas mais rápidas. Cada um dos estudos foi feito em 15~30 minutos.
Capítulo 2: o que devo pintar?
Essa pergunta, por mais simples que pareça, pode surgir na vida de artistas, iniciantes ou experientes, carregada com um certo desconforto. Feita num momento de art block, é uma pergunta que pode ser paralisante dependendo de como lidamos com ela. Quando a temática se liga à identidade artística, devemos ser originais ou seguir uma temática na moda? Enfim, o que devemos pintar? Loomis trata do assunto no segundo capítulo de seu livro, mas não com a subjetividade que muitos artistas que veem essa pergunta como problema gostariam que ele o fizesse. O autor é prático ao oferecer uma resposta ligada à sua concepção de beleza em arte: o artista deve pintar o que considera belo. Apenas isso.
Edwin Landseer, Maxim Komissarchik, John Haskins
Sabemos que há artistas que pintam profissionalmente, então o tema já lhes é dado de antemão. Porém, muitos desses, e os que pintam por hobby, podem ficar sem rumo ao produzir algo que não seja a trabalho. Para Loomis, o caminho é pintar aquilo que se gosta, aquilo no qual o artista vê beleza. O autor recomenda sketches de cenas cotidianas que o artista ache interessantes, até mesmo arranjos de objetos da casa. Recolher referências é sempre importante, sejam os sketches ou pinturas rápidas já feitos, sejam fotos. Vale lembrar que na época em que Loomis escrevia, os artistas não dispunham dessa maravilhosa ferramenta que é a internet. Hoje, podemos coletar referências várias com uma facilidade impressionante.
Além disso, Loomis escrevia numa época em que os artistas normalmente pintavam em telas, por isso, a simplicidade era algo importante de se levar em consideração ao escolher um tema, pois uma pintura que pudesse ser identificada de longe teria mais impacto. Artistas tradicionais que expõem seus trabalhos em galerias podem levar essa dica em consideração. Pessoalmente, acredito que na era digital muitos de nós estamos pintando digitalmente, tirando fotos ou escaneando nossas pinturas para que sejam vistas através de um computador. Podemos dar zoom e observar detalhes facilmente, por isso, inúmeros artistas contemporâneos conferem detalhes minuciosos em seu trabalho, sem que isso o prejudique.
Huang Guangjian
Mas aqui vale a consideração, mesmo para arte digital: quanto menor o tamanho da tela (ou a resolução), mais simplificada a pintura deve ser. Quanto ao uso de referências, o autor volta a dizer o que já havia dito no capítulo anterior: é recomendável saber selecionar o que deve ficar -- cerca de dois terços dos elementos podem ser removidos, segundo o autor. O objetivo não é produzir uma réplica fiel da referência, mas um belo quadro. Sendo assim, vale combinar referências e modificá-las da maneira que julgar apropriada.
Exemplo de amplo uso de referências, por Sasha R. Jones
Sobre os temas sugeridos pelo autor, há vários: retratos, animais, pessoas fazendo alguma coisa (se divertindo na praia, trabalhando, jantando, etc), paisagens naturais ou urbanas, etc. Várias coisas podem se tornar belas pinturas, tudo dependerá do gosto do artista, já que a beleza está em todos os lugares. Para o autor, há tanta beleza ao nosso redor que sequer conseguimos notá-la. Aquilo que nos cerca pode servir para se tornar belas pinturas, e o artista deve procurar se cercar pelo tipo de beleza que mais o inspira. Locais específicos, pessoas... Pode ser a paisagem natural de onde você mora, e há quem viaje para se cercar do que acha belo, mesmo com a facilidade de se encontrar referências atualmente. Mateusz Urbanowicz, por exemplo, foi para o Japão, onde pintou sua bela coleção de fachadas de lojas. Ele mesmo foi até o local onde se sentia inspirado e tirou suas próprias fotos para transformá-las em aquarelas depois.
Mateusz Urbanowicz
Em suma, pinte o que você realmente considera belo, sem se importar com tendências ou com preferências de galerias de arte. Para o autor, nenhuma arte deve ser desprezada e a beleza nunca deve ser considerada ultrapassada. Pode até ficar meio esquecida pelas tendências do momento, mas sempre é redescoberta e revivida.
Alguns temas favoritos de Andrew Loomis
The Eye of The Painter (2)
Dando continuidade à apresentação do livro The Eye of The Painter, trago o resumo que fiz do primeiro capítulo e alguns estudos que fiz. Nesse capítulo, um dos pontos principais é a importância dos valores tonais, ou seja, a escala de cinza, que também se aplica às cores, pois "valor" também é um atributo da cor e pode significar a claridade/escuridão dela. Para uma boa pintura, conseguir identificar o valor das cores que se vê numa referência é fundamental. É também importante para se criar uma boa composição.
Nessas duas semanas decidi reforçar o reconhecimento de valores com mais um exercício que une as lições do primeiro capítulo de Andrew Loomis às instruções do ilustrador Noah Bradley, contemporâneo nosso que tem vídeos e um site bastante instrutivos. Como Bradley é um dos que aconselha o estudo de composição com base nas ilustrações dos grandes mestres, especialmente os ilustradores da "Golden Age of Illustration", aproveitei sua abordagem de começar com poucos valores (4, no caso) e depois aumentei para 6 e 8 valores da escala tonal, sendo 8 o número recomendado por Loomis para se atingir um bom nível de realismo.
Cada um dos estudos levou cerca de 10 minutos, e foram feitos com base em ilustrações coloridas, com exceção de algumas de Gustave Doré que eram originalmente em branco e preto (de bônus, eu também desenhei os retratos de alguns dos artistas). O objetivo era justamente treinar os olhos para os valores tonais contidos nas cores. Separar a cor do seu valor foi algo que desde o começo me ajudou bastante a progredir nas minhas pinturas, e esse exercício serve justamente para treinar essa identificação.
Nos primeiros estudos, usei 4 valores para a maioria das ilustrações de Gustave Doré, que é excelente em questão de composição nesse sentido. Suas ilustrações tendem a definir muito bem foreground, middleground e background na distribuição dos valores tonais, o que simplifica bastante a quantidade de informações e facilita a visualização da ilustração. Isso se aplica tanto às suas ilustrações em branco e preto quanto às suas pinturas, e é uma ótima técnica de composição para deixar uma cena mais interessante.
Já para os estudos de Albert Bierstadt, em alguns eu utilizei uma escala livre de valores. É fácil notar que nas suas pinturas o contraste não é tão acentuado quanto nas de Doré.
Nos estudos dos dois últimos pintores, em ambos foi usada a escala de 8 valores, mas para a segunda eu reduzi sua solidez fazendo uso de outro pincel e elaborando algumas gradações.
Capítulo 1: ver com o olhar de um pintor
Loomis chama atenção para as primeiras coisas que devemos ter em mente ao fazer uma pintura. A principal delas é: aprenda a enxergar em termos pictoriais. De início, não se importe tanto com a técnica, mesmo se você possui um artista favorito, não tente imitá-lo, mas se preocupe em pintar aquilo que você vê, da forma como você vê. Para o autor, "a técnica é um grande indicador de individualidade, e se você assim permitir, ela entrará inconscientemente no seu trabalho. É como nossa letra cursiva, sendo que a de duas pessoas nunca é igual." Ou seja, com treino, a técnica, o estilo, virão naturalmente.
Seguindo as instruções de Loomis, atente-se menos ao contorno e mais às massas, levando em consideração seu relacionamento quanto à cor e ao valor. Veja a referência em sua totalidade, onde é mais claro, onde é mais escuro, compare uma massa com a outra, estabeleça a gradação. Comece pela tonalidade média das formas e depois adicione luz e sombra. Para facilitar a visualização do que se quer pintar, uma dica: deixe os olhos quase fechados e enxergue através dos cílios, embaçando a visão e simplificando a forma e a tonalidade do que se vê.
Acostume-se a enxergar pelo menos oito gradações de valores (como numa escala de cinza). Numere-as, se necessário. Dica pessoal: inicialmente, você pode começar com uma quantidade menor de valores, esse é um bom exercício para começar a eliminar a quantidade de informação que você vê e aprender a simplificar o que está vendo. Pegue uma foto colorida e faça isso, depois passe as duas pra branco e preto e verifique se você acertou a escala. Pode ser que algo esteja mais claro do que deveria estar, ou mais escuro que o original. Meus primeiros exercícios nesse sentido foram com fotos coloridas, fazendo um rascunho e numerando as regiões de diferentes valores tonais ao analisar a foto. Depois prossegui com as hachuras nos valores correspondentes.
Loomis também aconselha a tomar cuidado com a impressão afetada pelas cores vizinhas, "um amarelo claro pode parecer muito mais claro e brilhante que um azul claro, apesar de ambos terem a mesma proporção de branco e preto na escala de valores tonais; reconhecer isto demanda um certo treino."
Inconscientemente, mesmo quando fazemos uma pintura, temos a tendência de nos preocupar com o contorno das coisas. Desenhos devem dar atenção às linhas, mas aqui estamos tratando de pinturas realistas, e uma pintura clássica deve dar atenção às formas, valores, extremidades, pois não há contornos na natureza. Mas não se engane, desenhar é importante para treinar proporção. Um esboço inicial pode ser útil, porém, não se concentre tanto assim nos contornos, eduque os olhos para as formas e valores e passe para as cores depois de dominar a escala em preto e branco.
Além disso, como na natureza há muitas informações, ao usar a paisagem diante de você ou mesmo uma foto como referência, é bom considerar a composição do que se vai pintar, decidir o que vai deixar, o que vai descartar, o que vai mudar de lugar, acrescentar, etc. Muitos pensam que a pintura com referência não dá espaço para a criatividade do pintor, mas o pintor de realismo não precisa se prender à referência pintando-a exatamente como ela é; ele pode usá-la como apoio, pode combinar referências, ou exercer sua criatividade na composição, na hora de selecionar o que vai incluir da referência e o que vai ficar de fora.
Na imagem acima, Loomis faz um exercício de simplificação de formas, eliminando detalhes cada vez mais, até atingir um nível abstrato. Da mesma forma, evite enxergar contornos, veja formas.
Loomis dá mais algumas dicas com cenários: "Há alguns fatos testados e geralmente aceitos sobre pintura de paisagens, e prestar atenção neles ajuda a treinar os olhos. O céu é geralmente a massa mais clara, a não ser que haja prédios claros ou outros elementos que sejam brancos ou quase. A segunda massa mais clara é normalmente o chão. Ele recebe a luz direta do sol, numa superfície mais ou menos plana. O terceiro valor será encontrado em planos inclinados em relação à fonte de luz, como montanhas, telhados, barrancos e daí em diante. Os padrões mais escuros na maioria das vezes são encontrados no que está em pé, como árvores, penhascos, ou qualquer coisa que projete luz no chão".
Está foto é um bom exemplo do que foi dito. Lembre-se que o que foi dito são dicas para se ter como guia. É de grande importância conseguir enxergar as coisas como de fato elas são, pois você pode se deparar com exceções à regra. É isso que Loomis pretende em seu livro, fazer com que você aprenda a enxergar as coisas como elas são, e não como você acha que são. Isso é fundamental para desenvolver sua habilidade de pintura.
Finalmente, uma boa citação para o autor é: "pinte a maçã, não uma maçã" (Nicolai Freschin). Para ilustrar, desenhos de 2013, quando eu estava começando a treinar realismo:
A bunch of memes sketched.
Reference