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Anaïs Nin, from “The Diary of Anaïs Nin, 1955–1966”
tu me estragou pro mundo
e me tragou pra si
como quem precisava respirar
e segurar
mas é só fumaça
esqueceu que eu sou ventania
escorrendo pelos poros
não fixa.
te escrever nessas linhas cortadas
ainda seria pouco
perdi a conta das estações
cê também perdeu?
se eu bobear demais
sinto a fratura no peito
dos fragmentos
das risadas sem pudor
e dos olhares com amor
até mesmo quando eu saí pela porta
por isso que te escrever
é pouco
tudo que eu penso em falar fica pulsando em uma pilha
de tudo que veio depois de nós
e que já não vale mais a pena
talvez eu nunca esqueça o que aconteceu
muito provavelmente é por isso
que não tenha uma noite sequer
sem nenhum pigarro
dançando pelas minhas cordas vocais
e por isso eu tenha parado de gritar
ainda que internamente
todos os meus sussurros
são pra mim mesma
como uma prece
de quem voou rápido demais
e desaprendeu a pousar
O que ninguém costuma admitir é que, antes de ir embora, a gente tenta. Tenta tanto que quase se desfaz.
— As borboletas tornaram-se poeira.
oh, your eyes are cold
and mine are crying for you
so much left to say
and little time to get through
you're on another path
while I'm stuck in the past
you're on another path
what's good can't ever last
I watched you change
now I don't know you, I don't know you anymore
I don't know you, I don't know you anymore
trust that everything will fall into place without you forcing it there.
Eu quero ficar aqui encolhido na cama e fingir que o mundo lá fora não me pesa tanto.
tenho tanto medo, zé.
tanto
tanto
tanto
no final do dia já nem sei quem sou.
juro que me encontrei, mas aí algo acontece e pedacinhos de mim se espalham por aí. tem um pouco de mim em todo canto, quase nada em mim.
voltei a desejar que minha existência não fosse real. voltei a sentir vontade de cravar as unhas na minha pele pra ver se sentindo algo físico meu peito deixa de ser esse pulsar constante de energia que nunca cessa mesmo estando exausto.
engulo à mim mesma sem mastigar.
e continuo existindo,
tão vazia de mim.
Quando as pessoas te tratarem como se não se importasse com você, acredite nelas.
te escrever nessas linhas cortadas
ainda seria pouco
perdi a conta das estações
cê também perdeu?
se eu bobear demais
sinto a fratura no peito
dos fragmentos
das risadas sem pudor
e dos olhares com amor
até mesmo quando eu saí pela porta
por isso que te escrever
é pouco
tudo que eu penso em falar fica pulsando em uma pilha
de tudo que veio depois de nós
e que já não vale mais a pena
yesterday is over, tomorrow is yet to come, today is yet unknown, let’s go ₊ ⋆˖⁺‧₊⟡₊
amo tudo aquilo que conheci de você hoje amanhã eu não sei