FLASHFOWARD: Thor finalmente registrando o momento em que Oberus acontece!!!!
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FLASHFOWARD: Thor finalmente registrando o momento em que Oberus acontece!!!!
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clairelamartine:
Ela nunca contaria como, mas desde o terceiro ano Claire sabia a senha para entrar nos dormitórios da Liberté, então ela estar ali nem devia ser mais nenhuma novidade para os rapazes. Passava pelos corredores cumprimentando todos os que conhecia, e comentando sobre a tão falada festa da noite anterior. No entanto, estava focada em um objetivo. Ir até o quarto de @kingoberxn. Precisava falar com o bruxo sobre a conversa que tiveram na festa.
A francesa não conseguia evitar sentir o coração apertar ao se lembrar dele dizendo sobre ter que teria muito a perder se fizesse o que queria, e que existiam pessoas que o impediam de ser feliz como gostaria. Por mais que o assunto não a envolvesse pessoalmente, ela queria saber mais, e encontrar uma forma de ajudar. Não podia deixar que ele simplesmente deixasse de lado as coisas que o faziam bem, pelo desejo alheio.
Chegou em frente ao quarto de Oberon e bateu na porta, abrindo um sorriso largo quando o mesmo apareceu. “Hey!” Exclamou dando um beijo estalado na bochecha alheia. “Nós precisamos conversar!” Foi direta, entrando no quarto alheio mesmo sem permissão e se jogando na primeira cama que encontrou.
O dia seguinte à festa foi um dos mais estranhos da vida de Oberon. Não pela ressaca, com a qual já estava acostumado, ou pelo clima de destruição pós-festa que todos os alunos se encontravam. O problema para ele naquele dia era estar sendo ignorado por um de seus melhores amigos. Seu humor, portanto, não era um dos melhores -e isso era algo significativo para alguém quase sempre mal-humorado como Oberon. Por mais que tentasse manter tudo o que acontecera longe de sua mente, as memórias continuavam a voltar de tempos em tempos. Nem a benção da amnésia alcoólica ele tivera para poder falar que não sabia porque Icarus estava o evitando. Ele sabia muito bem e, pior ainda, não sabia se estava muito arrependido. Ao menos não do que fizeram, porque estava se amaldiçoando por ter liberado em sua mente todos os sentimentos trancados a quase uma década e ter feito Icarus lhe evitar daquele jeito.
Depois da aula de ballet e de um banho quente, seu humor melhorou consideravelmente. A dança fazia mágica em Oberon, como sempre. Por isso, quando a garota invadiu seu dormitório -desabitado naquele momento além dele mesmo- Oberon não a expulsou imediatamente, afastando toda interação humana como fizera no resto daquele dia. Ouviu Chien reclamar da garota pulando na cama em que ele estava dormindo antes do gato levantar-se e deitar na cama de Oberon. “Eu fiz algo ontem a noite que te deu a impressão de que você pode fazer isso?” o loiro perguntou à garota, porém seu tom era amigável e até divertido, considerando o estado emocional que ele estava. “Aliás... Como entrou aqui? Enfim, não importa. O que precisamos conversar?” perguntou assim que terminou de vestir sua blusa e sentou-se em sua cama, de frente para ela.
neels visser.
labelle-lafleur:
“Não, mas aposto que ela recebe pouquíssimos elogios.-deu de ombros, rindo em seguida, parando no meio da pista de dança, o corpo movendo-se conforme o ritmo da música.-Então, o que você me indicaria?-perguntou, falando mais alto para que pudesse ser ouvida.”
Você já bateu sua meta das bebidas?”
“Tem razão, ela não recebe tantos elogios quanto deveria receber. Pode elogiar mais, se quiser.” o loiro brincou, rindo, e começou a dançar junto dela. Não era ballet, mas ele sabia dançar em balada também. “Depende do que você quer. A azul é perfeita para ficar loucona. Ainda não tomei todas, mas não sei se vou tomar também. Quero só beber, mas não gosto muito dos efeitos da roxa e da rosa.”
violcttc:
Vendo que ele conseguia falar e ainda estava disposto a tomar outra, a loira aliviou um pouco de sua preocupação, rindo baixo “Cuidado, ouvi dizer que as com efeitos tipo esse são as mais perigosas… Mas também não sei se estou falando algo certo, quer dizer… Eu não costumo beber, sabe? Então acho que vou passar essa…”
“Depende da bebida e do que você considera um efeito perigoso... Tem algumas que realmente são e aconselho a ficar longe da roxa e da rosa... Pera, você nunca experimentou nenhuma com efeito? Quer experimentar?”
staffsupreme:
Espera, o que tem no meu cabelo? — Questionou assustado, balançando ligeiramente a cabeça e observando uma quantidade anormal de gliter cair em frente ao seu rosto. Aquilo seria difícil de tirar e explicar no dia seguinte. — Isso eu percebi, vi você virando todas agora pouco. Quem foi o sortudx por quem se apaixonou por uns minutinhos? Bem, a minha essência tem gosto de chocolate meio amargo e panqueca, era o que comia quando pequeno…Antes da minha mãe morrer. E pra você, tem quais gostos?
“Ah, não tem nada. Só parece que um unicórnio vomitou em você.” deu de ombros rindo e se afastando um pouco para que o glitter não voasse nele. “Virando todas ainda não, poxa. Ainda faltam... Ok, acho que eu só não bebi a purple power e o beijo de veela porque eu tenho amor a vida. Surtuda, claro. Foi uma conselheira da Egalité, que se formou ano passado e não continuou para o avançado. Ela foi uma vaca e me fez de capacho até o efeito passar. Parece gostoso, mais pela memória boa do que pelo sabor. Agora fica até triste eu falar que sinto gosto de nicotina e menta.”
mcrwl:
Okay… é só que você está bem no caminho… e você não é exatamente pequeno…
“Você está me chamando de gordo? Assim? Na cara dura? Ou só está deixando claro que é limitada e não sabe dar a volta em uma pessoa?” brincou, saindo do caminho dela.
aleklvandamme:
Beijo de Veela é a coisa mais desnecessária. Como foi essa sua experiência? Não pode me deixar curioso, tenho imaginação fértil.
“Eu virei capacho de uma conselheira da Egalité louca até o efeito passar. Não é um experiência que eu recomendo.”
kenperguntou:
“Não eu não estava. Geralmente sou bem arroz de festa, mas esses períodos têm sido tão intensos no curso que eu tô tendo que faltar eletiva pra estudar, acredita?” Tinha desgosto na expressão. Bayard amava o curso avançado que fazia, mas mentiria se negasse já estar ficando saturado com tantas matérias. “A Brienne? Nossa, sei sim. Aquela garota é o conceito de pessoa frígida, pela pata do testrálio. Deve ter sido hilário, não tô acreditando que perdi isso.” Balançando a cabeça em divertimento, Bayard soltou uma risadinha. “Aqui, toma.” Falou, estendendo-lhe a garrafa de coloração roxa que trazia em mãos. “Se é pra avacalhar, vamos fazer isso em grande estilo.”
“É isso que o curso avançado faz com você, suga sua alma.” assentiu como se fosse sério e entendesse do assunto. “O segredo é não dormir nunca, Ken. E viver de energético e café. Isso, a Brienne. Ela não é frígida, ela é só louca de pedra. Como ousa? Foi terrível! Hilário foi eu ter feito ela beber o beijo de veela e se apaixonar pelo Michaels, da nossa casa.” balançou a cabeça rindo ao se lembrar. Estava exagerando, claro. Ele achava engraçado, hoje, também a ocasião que ele próprio caíra pela garota. “Purple Power? Está tentando arrancar meus segredos, Bayard?” levantou uma das sobrancelhas. “Se é para avacalhar, prefiro tomar Elixir de sangue de dragão e sopro de narguilê. Mas tomo um shot desse contigo.”
lago-shmi:
Que isso, acoontece sempre. Olha, continua me elogiando assim que eu vou começar a achar que voce tá querendo me comer, hein? Brincadeira, pode elogiar sim.
“Não posso nem mais elogiar que as pessoas acham que eu sou fácil? Que absurdo! Ok, eu sou fácil, mas é um absurdo.”
justastrib:
Eu to aqui, não to? Você acha que eu vim pra que? Pra comer pizza?
Ta bom, talvez a pizza seja um dos principais motivos, mas eu realmente quero ver. A maioria das pessoas da minha idade são burras, eu não. Desse jeito, quando eu finalmente tiver idade pra beber eu vou saber o que fazer o que não fazer e o resto deles vão parecer um bando de idiotas. Eu encaro como um aprendizado.
“Com o seu tamanho? Eu espero realmente que tenha vindo só para comer pizza. Ok, você tem um ótimo ponto. Mas é relativo sabe? O tanto que eu bebo pode não ser o tanto que você vai conseguir beber quando começar a beber. Mas é bom saber uns truques básicos tipo nunca beber de estômago vazio, não beber muito rápido e essas coisas.”
felippor:
Sentiu o liquido pegajoso escorrer da sua cabeça para o seu rosto, costas e peito. Se tivesse mais descontrolado talvez tentasse agredi-lo ali mesmo, mas ainda estava sóbrio o suficiente para se lembrar de alguns de seus princípios, ser contra agressão era um deles. - Faccia di culo bugiardo di merda! Metti la bevanda nel culo di tua madre! - Arrancou o copo vazio que Oberon ainda segurava da mão dele, jogando contra o mesmo em um ato de raiva. - A droga do meu problema com você é eu ainda ter que ouvir essa sua voz horrorosa que parece um grito de mandrágora! Ninguém te aguenta, stronzo! Por que você não faz um favor pra todos nós e vai embora! É ridículo você ainda ter a coragem de vir nessa festa depois de todos os absurdos que falou! Que vocês sabem né? Ele acha bonitinho usar as cores das bi na bochecha mas na hora do vamo ver mesmo sai um monte de merda homofóbica da boca desse lixo! Agora vem aqui se fingir de amiga, falsa do caralho isso sim!
Sem se dar o trabalho de responder às ofensas em italiano, apesar de entendê-las, Oberon simplesmente revirou os olhos. Era incrível a habilidade que Felippo tinha de acertar os nervos do francês. Ele cerrou os punhos e respirou fundo, se recusando a dar o gostinho de seu descontrole a ele simplesmente por saber que isso o irritaria. Não era fácil, porém, fingir estar calmo com tanto álcool no sangue. “Não é o que parece sendo que toma maldita oportunidade você aproveita para vir me encher o saco.” foi só o que conseguiu falar mantendo a calma, porque tudo o que veio a seguir já estava contaminado pela falta de paciência e pela raiva. “É, eu falei merda! Eu tenho capacidade de admitir isso. Eu estava tão furioso e eu falei sem pensar. Errei ao falar tudo aquilo como se fosse sobre todos os gays do planeta enquanto estava só falando de você. Eu tenho maturidade para admitir isso, ao contrário de você que ainda continua pleno e me enchendo a porra da paciência como se não tivesse feito nada de errado. Então vê se me supera, enfoiré, cresce e me deixa em paz, porra!”
teindigo:
“Elixir de Sague de Dragão é com certeza minha favorita, me rendeu uma das melhores transas da minha vida.” contou enquanto se servia com um pouco da bebida. “E espero que hoje ajude também. Do Beijo de Veela eu quero distância.”
“Sério? Eu preciso sopro de narguilê, mas o exilir de sangue de dragão tem efeito maravilhoso também. É o melhor jeito de se terminar depois de uma festa, então boa sorte nisso. Todo mundo em sã consciência quer distância do beijo de veela.”
emmelagarde:
“Ok, se você está dizendo, eu acredito.” Decidiu se dar por vencida. Sabia que nunca conseguiria convencê-lo a não beber. Encolheu os ombros, sorrindo com o beijo. Apesar de todo o desconforto que estava sentindo no meio de tantas pessoas, era um alívio ter Oberon ali, já que nem mesmo o irmão ela conseguira encontrar até então. “Sério?!” Soltou uma risada alta com a imagem que lhe vinha a mente. “Ela não é uma pessoa muito boa. Fica claro quando alguma pessoa está sob o efeito das bebidas mágicas… Você tentou se vingar? Eu já não ia beber, agora que eu vou evitar mesmo. Não seria nada legal acabar apaixonada por qualquer um.”
“Ela era uma pessoa terrível.” concordou rindo da memória. Na época do ocorrido, ficara ressentido da garota, mas hoje não passava de uma lembrança divertida e de uma boa lembrança de não tomar mais a bebida. “Eu me vinguei, dei a bebida à ela para ela se apaixonar por um idiota da minha casa. Quer beber alguma coisa que não seja o beijo de veela? Ou você não bebe nada mesmo?”
guinsclair:
“Vou tentar ter mais atenção, prometo. Bom, sou da Fraternité… Eu acho que não sobreviveria lá também”
“Minha irmã odeia que eu fale isso, mas eu não sei como qualquer pessoa sobrevive lá. São todos meio loucos.”
Come a little closer. Oberus
picquesconde:
Ele engoliu em seco em reação a o que Oberon disse e agradeceu por ele não o estar vendo ainda, queria conseguir estar levando aquilo numa brincadeira, contudo era muito real. E agora sua atenção ia completamente para Oberon para tirar sua mente daquela maldita porta trancada que nem mesmo ele conseguia compreender como o deixava tão desconfortável a ponto de precisar de uma distração, ele balançou a cabeça em afirmativa, buscando uma forma de não conseguir falar mais, já que pelo visto ele diria a primeira coisa que viria em mente de qualquer forma, e o que era tranquilo para ele previamente, não era agora que as primeiras coisas que vinham em mente agora eram coisas que ele tinha certeza que não deveria pensar.
Ele colocou uma mão no braço de Oberon e abaixou a cabeça para sua testa encostar o ombro dele, estava sentindo seu coração bater mais rápido, mas não sabia se era o nervosismo que o confinamento criava ou se era a vulnerabilidade de estar lidando com sentimentos que ele evitava custosamente.
Ele abriu a boca e talvez aquilo fosse um erro, mas ele estava naquele dilema de achar algo um erro ao mesmo tempo que outra parte de sua mente gritava com ele que nada podia ser errado. — Eu acho que você está perto demais. — Ele disse, mas a mão no braço do Beauregard se firmou e ele não fez nada além de levantar a cabeça novamente, ele observou Oberon de perto, já estiveram próximos assim, mas em outros contextos, em outras situações. Dessa vez a imagem era clara, principalmente para ele, ele podia estar perto demais, e Icarus não queria que ele se afastasse agora. Seu olhar foi para a boca do amigo e ele tentou desviar, mas se viu não querendo de verdade fazer isso. — Ou não perto o suficiente. — Sussurrou e uma pequena parte de si desejava não ter dito isso, mas era pequena e irrelevante no momento.
Ele não saberia explicar o que sentiu por uma fração de momento. Desde quando existia algo como ‘próximo demais’ para Icarus? Estava acostumado ao Picques ser uma das pouquíssimas pessoas no mundo que Oberon permitia invadir seu espaço pessoal, estava acostumado ao Icarus sendo a pessoa mais fisicamente afetuosa que ele conhecia. Então, a primeira reação às palavras foi uma pontada de dor só de pensar que Icarus queria que ele se afastasse. Se pensasse um pouco, acharia a reação completamente egoísta e teria se afastado de qualquer forma, para dar espaço ao amigo por saber como ele se sentia desconfortável trancado em algum lugar, se Icarus não tivesse afirmado o aperto em seu braço.
Seu corpo estava queimando com a proximidade -efeito que ele obviamente culpou na quantidade de bebidas que consumiu- , porém, em sua cabeça, o motivo que Icarus não o deixou se afastar fora pelo conforto. Sem pensar, passou a acariciar os cabelos do amigo quando este deitou em seu ombro e não se viu parar quando agora que ele levantara a cabeça. Só o encarou, sem entender ao certo porque ele dissera estar próximo demais mas não deixava que se afastasse. Não ia discutir, entretanto, não queria se afastar. Foi só ao encarar Icarus que as coisas começaram a fazer sentido na mente de Oberon.
Tanto tempo de negação fizeram com que fosse difícil para Oberon acessar aqueles pensamentos sobre Icarus. Entretanto, todas as suas defesas caíram com o olhar de Icarus para seus lábios e com a frase sussurrada que seguiu. “Prefiro acreditar que não estou perto o suficiente.” e foi tão natural que, mesmo enquanto falava, Oberon já estava se aproximando para terminar aquela pouca distância que ainda tinham entre eles. No momento, não parou para pensar no quanto era estranho que a última vez que se beijaram fora o primeiro beijo de Oberon, também não pensaria no que faria depois daquilo. Já nem sabia mais a quanto tempo tinha aqueles sentimentos pelo amigo, então, agora que tinha se permitido acessa-los, não perderia tempo criando obstáculos inexistentes. Oberon aproveitou que já tinha uma das mãos nos cabelos de Icarus para iniciar o beijo, apesar de não firmar a mão para que ele se afastasse se quisesse, e sua outra mão se prendeu na camisa dele, aproveitando a proximidade enquanto o beijo iniciava mais incerto do que delicado e, certamente, com uma paixão que ele havia quase esquecido.
[text]: I wouldn't know what to do. You never really mentally prepare for a cactus getting thrown at your face. /helena
[text to Lena]: Se você sabe disso,
[text to Lena]: lena meu amor
[text to Lena]: ENTÃO POR QUE VOCÊ JOGOU UM CACTUS NA MINHA CARA?
[text to Lena]: SÓ ME EXPLICA POR QUÊ, ENERGÚMENA!