𝐏𝐀𝐑𝐀 𝐌𝐄𝐔 𝐀𝐌𝐈𝐆𝐎 𝐒𝐄𝐂𝐑𝐄𝐓𝐎: Jason Khan
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𝐏𝐀𝐑𝐀 𝐌𝐄𝐔 𝐀𝐌𝐈𝐆𝐎 𝐒𝐄𝐂𝐑𝐄𝐓𝐎: Jason Khan
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EMILY CAROLINE LAVITTON?! Por aqui ela é mais conhecida como LITTLE PRINCESS desde que se nasceu há UM ANO E OITO MESES. Ela não passa de uma FILHA DO PAPAI CARTER de UM ANO E OITO MESES. Quando encontrá-la eu sugiro que tenha paciência porque ela pode ser BARULHENTA E IMPACIENTE em seus dias ruins, mas há quem diga que ela também possa ser CARISMÁTICA E AFETUOSA quando está de bom humor. Espero que tenha sorte na sua procura!
Em suma, Emily é fruto de uma noite de amor doida do Carter, com uma garota que simplesmente largou ela na porta da casa dele e desapareceu. Ele não tinha noção nenhuma de como ser pai, e vive deixando ela aos cuidados de babá para trabalhar, e também, se divertir. Mas já adquiriu mais responsabilidades!! Cada conquista dela é comemorada com muita vitória pelo Lavitton, desde o primeiro dentinho ao primeiro cocô que ele mesmo trocou a fralda!
❝—— Passou, passou. Shhh... O papai está aqui. ❞ Tentava acalmar Emily, sacudindo-a calmamente de um lado para o outro, enquanto a garotinha chorava de uma forma que lhe causava um aperto no peito. Alguns meses antes, se a filha estivesse protagonizando a mesma cena, ele se perguntaria porque insistiu em levá-la, enquanto poderia deixar com uma babá. Agora, contudo, ele apenas desejava aprender a consolá-la. Focado demais em atender as necessidades de Emily, não prestou atenção no espaço ao seu redor, esbarrando em alguém. De imediato, trouxe a garotinha para mais perto do corpo, afim de protegê-la, e foi nesse mesmo instante que a ouviu rir, esquecendo-se de pedir desculpas para outrem. ❝—— Você parou de chorar!! ❞
Uma pequena introdução sobre Carter Lavitton.
Send “⁇” for a DRUNK text.
[ TEXT ]: FUCK! [ TEXT ]: Eu fui um babaca ok? [ TEXT ]: E você poderia acabar comigo me metendo um processo. [ TEXT ]: Mas, porra! [ TEXT ]: Eu tenho uma filha agora e estou tentando mudar. [ TEXT ]: Me dê uma chance. Por ela.
QUESTIONÁRIO DA VIZINHANÇA
É o mais gente boa do bairro: @jasonkhxn
Queria convidar para um jantar na sexta-feira à noite: @blackdonatella
Ainda chamarei a polícia por perturbação à ordem pública: @concordoeliostermos
Tenho certeza que espia alguém pela janela: @oliverz
Evito encontrar com ele na frente de casa: @lennardsullivan
Pisaria no jardim dele e depois fingiria que não: @daczyh
Ainda vai protagonizar um belo barraco: @todes porque não duvido do potencial de ninguém q
Já parei na janela pra ver o que ele estava fazendo na rua: @mayacvstillo
Converso apenas por obrigação: @agathayoon
Acho um tremendo irresponsável: @runawayfrannie (nem preciso explicar)
Deve largar tudo pra vender arte na ilha: @annelisepace
É possivelmente o mais bonito da cidade: @jasonkhxn só pra eu não apannhar
Tenho muita vontade de chamar pra um rolê: @daisyxjones @dbaxtcr @heinrichdiehl e @luciusarsenwood
Acho que é um verdadeiro exemplo: @eu
Confiaria nele para olhar minha casa nas férias: @santateresc porque ela já faz isso mesmo q
ℂ𝕒𝕣𝕥𝕖𝕣 𝔸𝕝𝕖𝕩𝕒𝕟𝕕𝕖𝕣 𝕃𝕒𝕧𝕚𝕥𝕥𝕠𝕟 • 𝖈𝖊𝖔 • 27 ʏօ
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Poderia se dizer que Lua tinha duas personalidades, para quem não a conhecia dependendo do dia poderiam achar que ela fosse super patricinha como também uma Tomboy com orgulho. Lua apenas era o que dava vontade e nunca foi de se prender a rótulos, nem em sua sexualidade e muito menos sobre suas roupas ou coisas que fazia. - GOLLLLLL! - gritou comemorando depois que chutou a bola que foi direto debaixo das pernas do goleiro do outro time. Estava com um biquíni laranja e o cabelo loiro longo preso em duas tranças boxeadoras e seu corpo todo coberto de espuma dos pés a cabeça, quando apitou o fim do jogo caminhou para uma mesa pegando um copo de chopp que estava disposto para todos e olhando a pessoa do seu lado enquanto Lua virava o copo de uma vez - Não vai me dizer que eu estou velha para futebol de sabão. Ou que é um esporte masculino. Porque eu estou de bom humor hoje. - falou tirando a espuma que escorria da sua barriga e jogando na pessoa que ela tinha dirigido aquelas palavras em forma de brincadeira.
Emily havia adormecido há poucos minutos dentro do carinho, e Carter tomava o que dizia ser o último copo de água de coco antes de voltar para casa. Havia cancelado com a babá da garotinha pouco antes, decidindo ficar à noite com ela em casa. Talvez a aparição de Grimaldi tivesse ligação com o fato, mas ele não se via perdendo muito, quando podia assistir à qualquer um dos filmes em algum streaming. Inclusive, Emily havia adorado frozen 2. Distraído, ele arqueou as sobrancelhas em estranhamento conforme ouvia as palavras da loira, sem entender exatamente sobre o que ela falava. ❝—— Okay... ❞ Fora a única resposta que viera à sua mente mediante a explicação alheia, antes de levantar-se do banquinho. A surpresa viera, contudo, ao ser atingido pelo sabão, e se a garota estava de bom humor, o seu dera uma leve piorada. ❝—— Eu pretendia não colocar essa camisa para lavar hoje, sabe... ❞ Respirou fundo, ciente de que havia sido apenas uma brincadeira e sua irritação não era com ela. Esfregou as têmporas por um instante antes de voltar os olhos para a outra. ❝—— Quer dizer... você pode jogar futebol se quiser, e eu recomendo um banho de mar para tirar o sabão do corpo. Com esse calor ele vai secar na sua pele e, sei lá... Mancha carros, então talvez possa manchá-la também. ❞
“Oi, você pode me ajudar…? Acho que torci o pé.” Revelou enquanto tentava caminhar na areia, mas acabou que mal conseguia suportar a dor que era se apoiar no pé direito. Grunhiu de frustração. “Dá pra acreditar?? Em um dos poucos dias que eu tenho livre, eu machuco o pé. Agora como que eu vou aproveitar a praia? Ou jogar futevôlei? Não é justo!”
Havia desistido de tentar levar o carrinho de bebê para a areia, tendo o deixado no quiosque para que pudesse mostrar o mar para Emily. Estava agachado com ela à beira mar, os risinhos da filha o fazendo esboçar um sorriso, quando o rosto fora atraído pela voz feminina. Os olhos, estreitos por conta da luz do sol, caíram aos pés da morena quando a torção fora mencionada, e imediatamente ele ajeito Emily nos braços para que pudesse endireitar a postura. ❝—— Você pode tentar se apoiar em mim. Eu até ofereceria te levar no colo, mas essa gatinha é ciumenta. ❞ Pendeu a cabeça na direção da filha, divertido. Era novidade a postura discontraída, mesmo para si, mas gostava dessa versão do homem de negócios que era. ❝—— E embora eu ache que realmente não vá conseguir jogar futevôlei, acho que existam atividades divertidas que possa praticar. ❞
Eleonor era naturalmente agitada, então festividades como aquela realmente conseguiam animá-la. Prova disso é que estava desde cedo no meio daquela agitação toda, correndo de um lado para o outro levando suas amigas consigo, até, enfim, ter se distraído com uma atração muito mais específica: o futebol de sabão. Sequer vira o tempo passando, mas no instante em que saiu de lá, disposta a ir atrás de algo para comer e beber, sentiu um rompante na altura do centro de suas costas. No mesmo segundo, seus braços foram até a parte de cima de seu biquíni, controlando o comportamento seguinte da peça que seria, naturalmente, se deslocar de seu busto por, aparentemente, ter arrebentado. Incrédula, ela ainda tentou alcançar com a outra mão o que poderia ter sobrado do tecido na parte de trás, tentando mensurar o tamanho do desastre, mas quando percebeu que muito provavelmente o tecido havia se separado do fecho que o prendia ali, ela riu baixo consigo mesma e se voltou para a pessoa mais próxima que pudesse ajudá-la a mensurar melhor a situação. Era incrível que, além de algumas escoriações por causa do frenesi dentro do futebol de sabão, agora tivesse de lidar também com aquilo, amaldiçoando-se por ter deixado suas roupas na mochila que dividia com Nick e que, até onde ela se lembrava, havia a avisado que iria para casa pegar algumas coisas e voltaria dali a pouco. — Oi, desculpa incomodar… — Começou, sem muitas papas na língua, tocando gentilmente o ombro de quem estava por ali. Dificilmente ficava sem jeito, mas aquela situação era bastante específica. — Será que você poderia dar uma olhadinha na parte de trás do meu biquíni, fazendo um imenso favor? Eu acho que o fecho arrebentou.
Sentado em uma das cadeiras do quiosque, Carter esperava pelo seu drink quando a mão em seu ombro o fez olhar sobre o mesmo, deparando-se com a garota às suas costas. Garotas bonitas eram conhecidamente o seu ponto fraco, o que justificava a forma como tirara os óculos, guardando-os no bolso da camisa florida antes de se levantar, dando tempo para que ela explicasse o que havia acontecido. ❝—— Oh darling, definitivamente não há salvação para essa peça. ❞ Ele concluiu após uma rápida análise, conhecendo o suficiente de peças como aquela para saber que, se não comprasse um novo, precisaria ao menos dar alguns vários pontos naquele. ❝—— Mas, como imagino que não queira perder o restante do dia... ❞ Iniciou, desabotoando a camisa que vestia. Tinha outra, no carrinho de Emily, e poderia ter ofertado esta para a garota, mas não perderia a oportunidade de exibir seu abdômen. Carter sendo Carter. Retirou a peça por completo, finalmente oferecendo à outra, antes de ser atraído pelo leve chorinho da filha. Elevou o indicador no ar, como se pedisse um instante, e então retirou a garotinha do carrinho ao seu lado, tomando-a no colo. Se havia aprendido algo no um ano que vivia com ela, é que mulheres se derretiam por pais solteiros. ❝—— Emily, papai vai emprestar a camisa para a moça. Porque não a convidamos para jantar em casa amanhã, para que ela possa devolver? ❞
Os botões da camisa social abertos, e a postura relaxada com a qual andava pelo calçadão mostravam uma versão de Carter que ele próprio se privava. Uma versão menos séria, e até mais divertida, reservada normalmente para amigos. @santateresc, que caminhava ao seu lado, conhecia bem aquela postura, considerando que havia morado em sua casa por tempo o suficiente para que compartilhassem noites descontraídas. Em diversos sentidos. ❝—— Eu não sei nem por onde começar te agradecendo por ter ficado com Emily aquele dia. Consegui um investidor. ❞ Empurrava o carrinho com a criança adormecida sem muita pressa, enquanto desfilavam pela calçada, antes de parar na barraquinha para adquirir sorvetes. Teresa sempre era a salvadora de sua pátria quando o assunto era a filha, e ele culpava isso pela familiaridade que a garotinha havia adquirido com ela. Mas também existia o fator confiança, já que Carter não largaria Emily com qualquer pessoa — as babás, inclusive, mesmo após indicação da firma, tinham suas vidas completamente vasculhadas. ❝—— Aqui ❞ Ofereceu um dos sorvetes à Teresa, estando pronto para retomar a caminhada quando um artista, ao lado deles, se levantou, entregando um papel à Carter ao mesmo tempo em que falava “um retrato para a linda família”. Lavitton observou o desenho por um momento, antes de também oferecê-lo à sua companhia, sorriso presente nos lábios. ❝—— Vamos guardar para quando você me der moral. ❞ Brincou, agradecendo ao rapaz antes de retomar a caminhada. Ah, adorava o feriado!
( @lavittonca )
❝ — Carter… ❞ A voz que soava nem parecia ser dela, como se um bolo se formasse em sua garganta só de estar se referindo ao outro, ainda mais que não tinha se preparado, sequer estava sonhando em encontrá-lo tão cedo. ❝ — Espere! Não diga nada ainda, olhe, eu posso explicar, ok? Eu posso explicar tudo, só…Me dê uma chance, 20 minutos em algum lugar privado. ❞
O sorriso de malícia, com o qual normalmente atendia quando ouvia o nome ser pronunciado por vozes femininas, se desfez no instante em que girou no próprio eixo e dera de cara com a Grimaldi. Há um ano, poderia até dizer que vê-la era tudo o que ele mais queria, para que pudesse devolver o embrulho que a mesma o entregou na soleira da porta de sua casa. Mas agora... o rosto de Francesca lhe causava incômodo. Raiva, ele diria. ❝—— Não. Você só pode estar brincando com a porra da minha cara. ❞ Um riso anasalado, sem sinais de humor, escapou conforme erguia os braços, a cabeça sendo meneada para os lados. Ele simplesmente não acreditava que ela estava ali, agora. ❝—— Você largou uma criança comigo, sem nenhuma explicação, e agora está me pedindo vinte minutos? Fala sério, princess. ❞ Seguia em tom passivo agressivo, leve pintada de ironia ao usar o título dela, como se não possuísse medo dele. E de fato não tinha, porque ele era Carter Lavitton. ❝—— Ela não precisa de você, okay? Emily tem à mim. Então pode voltar para onde quer que tenha passado esse último ano. ❞ Concluiu. Não estava magoado, afinal, entre eles nunca havia existido sentimentos reais. Mas ele sentia pelo abandono. Havia perdido a própria mãe e ele sabia como a figura era importante para crianças. Então, perdoá-la por ter abandonado a filha, parecia irreal.
andrew colocou o drink — muito bem preparado, diga-se de passagem — na frente da pessoa apontada pelo seu cliente. “parece que é seu dia de sorte… pagaram um drink para você.” comentou dando uma piscadela, em seguida, acenando com a cabeça na direção do homem interessado. “espero que goste e eu não tô falando só da bebida…”
❝—— Andrew, Andrew... se essa for sua forma sutil de pedir um aumento... ❞ Carter brincou, o tom levemente jocoso, à medida em que aceitava o drink. Havia notado, no entanto, que a ruiva do outro lado do bar lhe lançava olhares, e estava bastante intrigado por ela ter tomado a iniciativa, invés de esperar que fosse ele a lhe enviar um drink. Ele acenou com a cabeça, concordando para o bartender, e então redirecionou o olhar para a mulher, erguendo levemente o copo para simular um brinde à distância. Foi o suficiente para que ela saísse de seu lugar. ❝—— Acho que podemos pensar no aumento, sim. ❞
Estava atrasada para o seu trabalho, entretanto, decidiu que pararia em um de seus cafés preferidos em Valletta para tomar pelo menos, uma xicará de chá. Caso contrário, provavelmente passaria o dia mal humorada. Não que precisasse de muito para que isso acontecesse. Sentou-se em um dos bancos posicionados perto do balcão enquanto aguardava pelo seu pedido, distraindo-se com o celular. Viu, pelo canto do olho, um copo ser colocado na sua frente e se adiantou para pegá-lo, acreditando ser a sua bebida. Ao invés disso, tocou a mão de alguém, afastando-se logo em seguida. Desviou os olhos do aparelho para se desculpar com a pessoa ao seu lado e se deparar com @lavittonca, não foi nada animador. Agatha ainda guardava bastante rancor do homem, principalmente pela maneira como ele lidou com toda a situação depois. – Que desprazer em vê-lo… – Murmurou, deixando o seu descontentamento evidente.
Não era um santo. Na verdade, já havia sido comparado ao próprio diabo, e ele acumulava uma lista interminável de pecados cometidos. E embora desacreditasse que pessoas poderiam melhorar da noite para o dia, não poderiam tirar seu crédito por tentar melhorar, desde que Emily adentrara sua vida. Ainda assim, alguns de seus erros possuíam efeitos colaterais maiores, que iam além dele, e afetavam outras pessoas. E estes, eram mais difíceis de reparar. A garota, sentada do outro lado da cafeteria, era parte de um desses erros, e ele havia a levado junto de si para o fundo. Se arrependia agora, é claro, por isso aproximou-se. O sorriso à tiracolo sendo exibido, mesmo que Agatha não estivesse o observando. Olhos focados no celular, Carter fora obrigado a rolar sutilmente os olhos. E então pigarreou ao parar defronte a outra, intuito de chamar sua atenção. Não que fosse necessário, visto que já havia sido notado e bombardeado com algo que ele intitulou de mal humor matutino. ❝—— Não é o que costumava falar, mas tudo bem. ❞ Para alguém em sua posição, provocá-la àquele modo não era muito inteligente, mas a ideia não lhe ocorreu. Sentou-se à sua frente, sem sequer ser convidado, já erguendo o braço para que pudesse ser atendido. ❝—— Ouvi dizer que recebeu a visita de um advogado essa semana. ❞ Não havia ouvido nada. mas era bom sempre sondar.
Como bartender, Maya sempre reconhecia quando algo parecia não estar certo para o cliente. Além disso, dentro dos seus ambientes de trabalho, ela era conhecida como a psicológa por ser uma ótima ouvinte e amiga, nem que seja por um instante ou um breve momento. “— Tá bom, o que aconteceu? Conta.” Começou, enquanto olhando para a pessoa do outro lado do balcão esperando uma resposta e fazendo o drink que lhe foi solicitado anteriormente. “ — Tenho bastante tempo e não vou sair daqui tão cedo, já que meu turno só acaba no fim do dia.”
Ser o dono do local não o impedia de gozar do ambiente. Bem da verdade, o deixava mais livre para que aproveitasse. Ainda assim, ele o evitava fazer, sempre sentando-se em sua poltrona de couro vermelho, no segundo andar, o escritório com isolamento acústico, para analisar e observar. Naquela noite, contudo, estava diferente. Dois ou três botões da camisa de linho estavam abertos, e ele sustentava os cotovelos sobre o balcão de vidro, braços largados para dentro do espaço pertencente à bartender. Estava bêbado, mas ainda levemente consciente. ❝—— Eu sou um péssimo pai para ela, não sou? ❞ Indagou, assim que a funcionário o perguntou o que estava acontecendo. Normalmente, não o faria. Conversaria, é claro, mas não ao ponto de exibir sentimentos como aquele. Mas, ora, ele havia tido uma péssima reunião, e depois recebera Emily em casa pelos braços de Abigail, sendo que sequer havia notado sua ausência. Era um péssimo pai! ❝—— Daqui alguns anos ela sequer irá me reconhecer! Vai me chamar de Carter. Céus, o que estou fazendo? ❞