Aquela sexta-feira poderia ter sido um retrato de tantas outras, mas nĂŁo. ApĂłs uma dĂ©cada de silĂȘncio, Leo despertara com o primeiro raio do sol que pintou o horizonte com a voz de Rafael, o arcanjo, gritando em sua mente. Ele falhara em sua missĂŁo e alguĂ©m tinha a espada flamejante de Aziraphale! Lhe davam duas opçÔes encontrar a espada atĂ© o final do Cheshvan ou perder suas asas. Reunindo as poucas provas que tinha conseguido travou aquele ser entre a parede, seu braço e sua espada: --- Diga-me aonde estĂĄ! --- rosnava apoiando a ponta da arma celestial no pescoço do outro com o objetivo de deixar um arranhĂŁo ali.









