Escola de Fotografia: A Rua
Apreço por arte é um traço de personalidade que eu tenho desde muito cedo, eu desenho desde que me conheço por gente. Ainda tenho lembranças de quando eu era criança, por volta dos 5 anos de idade, copiando desenhos das caixas de brinquedos que eu ganhava.
O tempo passou e esse apreço só aumentou, me fazendo querer alcançar outros nÃveis de realismos no desenvolvimento da minha expressão artÃstica. Por coincidência do destino, o primo de um amigo de infância era fotografo, foi assim que eu descobri e desenvolvi interesse por essa arte, e junto ganhei um professor que passou anos sendo meu mentor, dando dicas e ensinando técnicas.
O mentor que me apresentou a fotografia, Elinton Souza.
Todo o conhecimento passado por esse professor foi agregado junto do meu hiperfoco, que me fez, compulsivamente, ir atrás de livros e vÃdeos que trouxessem ainda mais informações sobre essa expressão artÃstica. Saber a parte teórica é fundamental pra uma compreensão mais profunda, mas de nada adianta se não houver o desenvolvimento empÃrico, e não há lugar melhor pra aprender do que na rua.
A rua proporciona uma infinidade de acontecimentos e situações, que desafiam tanto a habilidade de manuseio do equipamento, quanto a ótica pra contar uma história, ou pra abordar a vida como uma arte. É na rua que tu vai enfrentar os primeiros desafios de luz, sombra e movimento, e também lidará com as primeiras frustrações de foto sem foco, perder o momentos por estar focando mais no equipamento, pra tirar a foto ideal, do que registrar a situação, coisas básicas que só se aprende com tempo, te levando a maestria.
Eu, como um bom aluno dessa escola chamada Rua, gostaria de deixar aqui alguns registros feitos ao longo desses anos, fotos sem contextos, apenas porque sim.
Provavelmente algumas dessas fotos estão em futuras postagens, porque elas fazem parte de outras histórias que eu quero contar.











