CAMILO PARKINSON, parabéns! com um histórico escolar destes, é óbvio que seria aceito! esperamos que você complete o freshman year com sucesso, fazendo parte da DELTA UPSILON e aprofundando seus estudos em ARTES! lembre-se de que sua permanência na aias depende de seu sólido desempenho acadêmico contínuo no programa! seu rosto é similar ao de HARRY STYLES e na sua identidade consta que possuí 24 anos. fofocas correm a solta e dizem que ele é GENEROSO e TEIMOSO, então tome cuidado.
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ℍ𝔼𝔸𝔻ℂ𝔸ℕ𝕆ℕ𝕊
Nasceu no Canadá mas saiu do país quando completou o ensino médio, veio direto para San Diego.
Ao chegar, Lilo trabalhou como consultor de mídias sociais para uma revista de moda, era responsável pelo Instagram da revista.
Com não ganhava tão bem, passou a trabalhar como cuddler profissional, onde realmente ganhava bem mais.
Tem um apartamento perto da universidade, mas agora que está permanecendo na fraternidade, usará para seu trabalho atual de Cuddler.
É extremamente competitivo.
Toca alguns instrumentos, mas não sabe cantar. É simplesmente um desastre cantando. Boa sorte com isso de manhã, Deltas.
Adora gatos e tem medo de cachorros, não importa o tamanho destes, Lilo realmente tem medo.
Um dos motivos de ganhar tão bem como Cuddler é porque Lilo ama abraços. É uma pessoa que adora toques.
Sua maior paixão na vida é a moda. Para ter certeza de que é isso que quer, vai explorar essa área de Artes na universidade.
Sua cor favorita é vermelho.
Interesses: Arquivo X, Doctor Who, Harry Potter, Percy Jackson, Clássicos da Disney, filmes de terror, The Beatles, Sam Smith, Demi Lovato, Modern Family, High School Musical, Queer Eye, Stranger Things, filmes do Adam Sandler, RuPaul's Drag Race, Dan Brown etc...
𝕌𝕄𝔸 𝔼𝕊ℙ𝕀𝔸𝔻𝕀ℕℍ𝔸 ℕ𝔸𝕊 ℂ𝕆ℕ𝔼𝕏𝕆𝔼𝕊 ....
Vizinhos: Quando nas férias, Lilo fica em um prédio. MUSE mora lá e eles acabam sempre se encontrando, se divertindo e tal. Já quando voltam as aulas eles não sabem como agir. ( m/f/nb )
Cliente fixo: MUSE por sua vez, descobriu o trabalho de Lilo há algum tempo, tem sessões regulares e vai ser uma surpresa encontrar Lilo na universidade! Acontece que fora das sessões, eles não se dão bem. Lilo vai perder um cliente? ( m/f/nb )
Ex-namorado: a gente pode decidir se foram em bons ou maus termos!!! ( m )
Má influência ( muse sobre Lilo ): MUSE anda tentando fazer Lilo ir à festas no final de semana, a beber mais, é uma péssima influência mas eles são amigos então Lilo não recusa os convite.( m/f/nb )
paithoon era um menino dotado de diversas habilidades. talvez o tal deus que todo mundo falava sobre tivesse ficado com pena da vida trágica do menino e decidiu dar a ele alguns dons extras aqui e ali; só para que ele pudesse desfrutar um pouco do “lado bom da vida” mesmo. sendo uma pessoa muito energética, o asiático está sempre a procura de novas aventuras para que possa manter a sua cabeça no lugar e não acabar enlouquecendo ao lembrar de suas inúmeras responsabilidades. quando percebeu os cartazes da banda espalhados pela universidade, bun não pensou nem duas vezes antes de mandar a sua inscrição. música estava dentre uma de suas grandes paixões, e poder compartilhar isso com outras pessoas poderia ser exatamente o que ele precisava.
o menino conseguia escutar o som melodioso das cordas do violão de longe, e tal som se intensificou ao se aproximar da sala de música, fazendo com que ele não tivesse dúvida alguma que estava no lugar certo. respirando fundo uma última vez, bun abriu a porta do lugar com uma delicadeza que nem mesmo ele sabia possuir, um sorriso um tanto quanto tímido moldando os lábios. “oi…!” a voz saiu um pouco mais aguda do que o normal por conta do nervosismo repentino. “eu sou paithoon bun ma, mas todos me chamam de bun.” o sorriso se alargou um pouquinho mais, a direita sendo erguida em um breve aceno. “o prazer é todo meu. eu queria saber se vocês estão precisando de um tecladista…? não tinha nada especificado nos cartazes mas resolvi me inscrever mesmo assim.”
Se tinha alguma coisa que aprendeu com a banda foi a arte de ignorar toda ansiedade de seus amigos, claro que Jude estava nervoso, mas já tinha passado por isso tantas vezes que se acostumou a mais um processo, nada de mais ali. Tivera muita sorte de surgir Lilo em sua vida, por exemplo, mas nem sempre acertava assim tão fácil. Então, Lilo e Gui estavam naquela conversa que parecia só piorar todo clima enquanto Jude continuava a cantarolar com o violão que nem mesmo tinha um dono, só estava ali, sozinho e precisando de atenção.
“Que bom que calou a boca” Sussurrou para Guillermo antes de voltar sua atenção a música que continuava tocando. E então, finalmente aparecia o rosto do rapaz que se inscreveu para a vaga, apesar de continuar tocando o instrumento, observou Lilo sendo perfeitamente eficiente no ato de se apresentar e apresentar todos da banda, só então parando com o que fazia e largando o instrumento ali, o ato de se levantar acabou sendo um pouco mais escandaloso do que esperava, já que, ao fazer a cadeira ficar com todo os pés no chão, ele precisou jogar a parte da frente contra o solo liso da sala e isso fez com que o som ecoasse por todo o ambiente. “Idiota, hum.” Comentou rapidamente, com a expressão que, quem o conhecia bem já sabia o que significava, mal humor como sempre. “Deu pra perceber que o Lilo é bem nerd” Se aproximou do outro e levou a mão até o ombro dele, apertando levemente como o jeitinho que tinha escolhido para dizer ‘seja bem vindo’.
Foi até o piano e abriu o mesmo, como um sinal silencioso de que ele poderia começar, se quisesse. “Mostra o que você sabe fazer e a gente pode te dizer se precisamos ou não” Sorriu de canto e voltou a se afastar, mas dessa vez, se encostou contra o parapeito de uma das janelas, com os braços cruzados na altura de seu tórax e as pernas lhe dando apoio o suficiente para que seu corpo ficasse jogado, como sempre. “@bullstrode· pode dizer qual a música que você pode tocar ou talvez o Lilo, se não estiver muito a vontade” A última frase foi direcionada para o homem mais velho que estava logo ao seu lado.
Guillermo não respondeu ao comentário, mas deu o seu sorriso venenoso ou tirar o celular do bolso e abrir os contatos. Não precisava narrar o que fazia, nem se tinha a atenção aos seus movimentos quando trocou o nome de Jude para um Ruuuude cheio de emoticons. Travou o aparelho, assim como fechou o caderno para colocar toda a atenção no que sentia ser o próximo integrante. Não, meus caros, não era o sexto sentido lhe avisando do futuro. Só… só uma sensação de que queria findar essa procurar e tratar logo dos ensaios. “Eu poderia dizer uma, mas é fácil demais. Pode servir como desculpa, sabe? Não é uma música que estou preparado.” Comentou cheio de más intenções, o canto do lábio erguido para cima num sorriso lateral diabólico. Guillermo era pior do que isso, mas traiçoeiro por assim dizer. Ruminou um pouco, mas bem pouco mesmo, porque já tinha seu plano traçado antes mesmo de se sentar naquela cadeira da sala de música. “Use sua liberdade e toque o que você quiser. Não vou nem dizer para nos surpreender porque… é meio o que queremos.” Espreguiçou, os braços colocados para trás da cabeça enquanto esperava. Aquela sim era uma maneira boa para se avaliar. Se errasse, era porque não estava na altura da banda, afinal… ele escolheu. Sem artifícios, sem puxadas de tapete, só o talento e a preparação. ( @liloparkinson· )
A falta de humor de Jude nunca deixava de lhe surpreender, mas quando em uma audição, era inquietante. Tirou brevemente a atenção do novo conhecido para encarar o amigo mas não comentou nada, não iria tornar a situação pior. O rapaz parecia nervoso e sabia que seus amigos não estavam fazendo nada para ajudar, enquanto um era frio, o outro parecia encarnar o próprio Simon Lewis para julgar o pobre garoto. Sobrava para si novamente amenizar o clima, oferecendo ao mais jovem um sorriso simpático e apologético. Tinha se acostumado a assumir aquela posição de aliviar as situações, mesmo uma pilha de nervos, não conseguia ser como os outros; sabia o quão nervoso chegou quando precisou estar na posição de Paithoon há quase dois anos, então tentava o máximo confortar os candidatos. "Espero que possamos chamar de Bun então." se esticou para pegar o violão que o líder da banda tinha largado há pouco; apoiando o instrumento no joelho, os dígitos finos passaram nas cordas, o som melódico quebrando o silêncio do ambiente. "Você pode tocar o que estiver confortável, okay? Se eu conhecer, te acompanho. Caso contrário..." encolheu os ombros, não oferecendo muita importância a esse fato. "... não tem problema, um solo sempre é bom de se ouvir." concluiu. @pxxthxxn
No inicio da faculdade Mary Alice se sentia tão deslocada, quase não interagia com ninguém. Contudo, depois que pegou intimidade nem dormir no seu quarto dormia mais, afinal ficava papeando com Lilo e a preguiça sempre batia na hora de ir embora. “Amor de minha vida, já disse que não deixo minha filha nesse antro.” comentou dando uma risada gostosa imaginando a cena que ele tinha descrito. Mary parou de pintar as unhas dele por um momento pensando em algo que lhe fez abrir um sorriso travesso “Lilo, sério, tenho certeza que das cobras que tu pega por ai a Suzy é a mais inofensiva.”
"Você disse que não, mas e se um dia ela precisar ficar? Eu sempre estou em alerta!" alegou, soltando um suspiro pesado. Ainda não entendia como alguém, de todos os bichinhos possíveis para criar, podia escolher uma cobra! "Tenho certeza que ela só deve estar esperando o momento certo pra te comer inteirinha." acrescentou. E se a cobra devorasse ela por inteiro, quem iria mantê-la presa? Lilo tinha pensado em todos os cenários possíveis já. Mas o dizer alheio lhe fez rir, o olhar saindo das unhas para subir e fitar a amiga. "Mas essa é a única que pode me comer de maneira ruim! A única que eu tenho medo."
Franziu o cenho com a maneira como ele olhava as fotos e riu, Lilo era adorável, tudo nele agradava o jogador e por isso sentia que deveria cuidar dele, não deixa-lo cair na tentação. “Pelo visto eu vou precisar ocupar a sua boca com outra coisa” Apesar do comentário ter um duplo sentido, não era a intenção de Gregg e poderia não ser uma boa ideia soltar aquela sugestão para alguém claramente alcoolizado. “Não precisa ter pressa” Respondeu guiando-o para um espaço em que pudessem dançar afinal, sem larga-lo em nenhum momento, apertando-o contra si enquanto pensava em uma forma de respondê-lo. “Por que quer tanto beber, Lilo? Eu tô aqui… vamos fazer outra coisa” Um de suas mãos foi até o rosto alheio, passando a mão na lateral de seu rosto, ajeitando os fios que insistiam em cobrir o rosto bonito, prendendo uma mecha atrás da orelha. Não que Gregg fosse certinho em tudo, mas tivera uma educação conservadora, se sabia de alguma coisa, era de que deveria cuidar de quem ele gostava e Lilo era uma pessoa que já conseguia nutrir algum carinho. A música mudou e ele precisou se afastar um pouco do outro para que pudessem dançar então, sem jeito por ter sugerido aquilo, ele começou a mexer o corpo no ritmo da música, de uma maneira desajeitada e engraçada, mas ainda estava próximo o suficiente para não deixa-lo escapar de suas mãos para encher a cara.
As sobrancelhas de Lilo subiram em surpresa ao ouvir o que julgava ser uma insinuação. Sua mente bêbada lhe incentivou a soltar uma risada bastante divertida, o sorriso travesso enfeitando os lábios vermelhos cobertos — ou agora só manchados — com o gloss. "Minha boca sempre está pronta pra ser ocupada de maneira produtiva." disparou também, ainda que soubesse que estava bêbado demais para qualquer coisa que não fosse um flerte divertido. Provavelmente se tentasse beijar o rapaz ou qualquer outro, erraria o alvo até. "Estamos em uma festa! Eu nem sei quando vou ter a chance de sair de novo, muito menos de quando vou poder beber." explicou, erguendo um pouco a face para ajudá-lo na missão de afastar suas madeixas. Atrapalhava bastante mesmo os cachos soltos. "Sim, você me ofereceu uma dança." cobrou, seu corpo já tentando se mexer no ritmo. O problema é que não tinha muita coordenação para isso, então acabava acompanhando os passos desordenados de Gregg, o que resultava em dois idiotas dançando de modo desajustados. "Mas acho que não somos tão bons." observou, abaixando o olhar para os pés de ambos em divertimentos.
Jude tinha uma regra própria em que ele evitava olhar demais pros parceiros de banda, de flertar ou qualquer coisa parecida, mas como não olhar para Lilo, repreendeu o mais velho várias vezes em ensaios quando aparecia com muita pouca roupa, porque nunca conseguia manter sua concentração. Tinha aquele lance, não só porque era um sem vergonha descarado, mas que ele tinha uma visão artística de tudo, já tinha desenhado Lilo tantas vezes que tinha perdido a conta, gostava tudo nele e foi pensando nisso que se perdeu em pensamento com os olhos fixos na imagem do outro de calcinha e amarrando os seus cabelos em coque, gravando a imagem em sua mente e não demorou para pegar o seu caderno, sua lapiseira 0.3 mm e a borracha, iniciando umas rabiscadas enquanto ouvia o que já sabia dele. “Sério, o que você não assistiu da Disney ainda? Não vale dizer o que não saiu.” Revirou os olhos, mas ligou a série do mesmo jeito, se ele tinha gostado, não se importaria de ver de novo. “É, precisamos, com todos os meninos da banda, ia ser engraçado. Podia ser no apê do meu pai, tem uma sala de filmes que ninguém nunca usa.” E a cena era estranha, os dois a vontade sobre a cama, o computador ligado na série que estava sendo ignorado enquanto rabiscava no seu caderno, as curvas de seu amigo, as tatuagens que surgiam naquele ângulo e a calcinha que ficava muito bem nele.
Abriu a boca para citar algumas coisas que ouviu com os anúncios recentes da Disney mas com a falta de permissão para falar sobre o que viria, Lilo acabou encarando Jude com um biquinho no lábio inferior. "Assim fica difícil. Mas eu nunca me importo de ver tudo de novo." respondeu. Aliás, até gostava de ver repetido, sempre tinha algo novo para descobrir, nunca se cansava. As íris verdes tentaram espiar o que o amigo desenhava, mas ao ver que o esboço parecia algo humano, apenas riu. "Vai me desenhar de novo?" indagou, um dia queria entender como Jude via graça em lhe desenhar tantas vezes. Podia adorar também desenhar os amigos, mas a si mesmo? Nunca nem tentou. A menção de terem uma boa maratona em um local apropriado lhe animou. Gostava de estar com os rapazes e gostava ainda mais quando tinha chance de verem algo; adorava filmes, séries, curtas, tudo. Não era muito exigente. "Acho muito bom. Podemos fazer no fim de semana depois que finalmente tivermos fechado as vagas novas da banda? Pra dar boas vindas a quem vier." sugeriu, tinha agora a atenção voltada para a tela do notebook, mas não parava de tagarelar com o outro.
Depois que descobriu que @babysharkbr tinha uma cobra de estimação, Lilo nunca mais foi o mesmo ali dentro da fraternidade. De madrugada os sustos eram constantes, vivia alarmado que o animal fugisse e entrasse de alguma forma em seu quarto; mas como estavam ali há alguns meses e nenhum acidente tinha acontecido, presumia que a amiga falava a verdade quando disse que a cobra nem ali ficava. “Ontem eu vi um fio no banheiro e ele estava meio escondido embaixo do balcão, sabe? Eu jurei que era sua cobra. Quase fiz xixi nas calças, nem parei pra pensar que era muito fino e que estava muito parado pra ser ela.” confessou, soltando uma risada. Trancados em seu quarto, Lilo tinha preparado uma rotina de tratamento para os dois; tualmente estava pintando as unhas e tinha uma máscara de argila preta aplicada na face.
“Ah sim, entendi” Gregg não quis perguntar demais, até porque sua mãe sempre lhe ensinou a ser discreto e evitar perguntas muito íntimas, e achava que era íntimo demais perguntar sobre o loft dele e o que fazia no trabalho. “Sim, fácil, só… tirar tudo” Riu sem jeito por falar aquilo em voz alta, Gregg não ligava muito pra essas coisas, sempre vestia o básico do básico de roupas esportivas, algumas vezes seguia pra calça jeans e camiseta, mas nunca saía das cores básicas e discretas, sua mãe gostava assim e estava acostumado. Quando o outro mostrou um bonequinho daqueles cabeçudinhos dizendo que era o tal funko, ele só assentiu e bem, era bonitinho, mas não entendia muito o motivo de ter aquilo. “Meu nome é Gregg…” Disse inseguro porque não entendeu muito, ele sabia que seu nome era aquele né? “Ah, espera… o Patrick… nossa, como eu sou burro” Riu e entendeu, finalmente, ao que ele se referia, chegou a dar tapinhas na própria testa como se pedisse daquele jeito que o seu cérebro funcionasse direito. E voltou sua atenção ao seu professor ao ouvir sobre as maratonas, assentindo levemente com a cabeça, ouvindo sobre ficar a vontade, bem, começou a se despir, tirou a calça e a blusa que tinha sobre a regata, ficando apenas de cueca boxer e regata, tirando até os tênis. “Bem…” Se sentou sobre a cama dele, levando a mão até a nuca e curvando-se tanto que praticamente se encolheu sobre a cama, completamente sem graça em dizer aquilo em voz alta. “Eu… tenho dificuldade em tudo” Falou enfim, nunca tinha admitido aquilo para ninguém além do seu orientador pedagógico. “Eu não consigo ler direito, não presto muito atenção, não consigo associar bem as palavras, então… sou de humanas, então… eu não entendo nada."
"Mais fácil não quer necessariamente mais confortável ou mais legal. Eu não posso te emprestar algo pra provar meu ponto porque acho que nada meu ia servir direito em você." eles poderiam ter a mesma altura, mas o tipo físico de Gregg era bem maior e mais avantajado. Enquanto o outro tinha braços musculosos, Lilo tinha mais macios. Claro, seu corpo mostrava os sinais de que malhava e corria, cuidava disso, mas não era tão bem definido como o rapaz. Sua feição mostrou-se confusa quando o nome alheio foi dito como se ele não tivesse se apresentado em outro momento; tinha uma memória ruim, mas para nomes e feições Lilo conseguia ser bem melhor. Mas só quando o próprio Gregg se corrigiu foi que percebeu do que se tratava. E não conteve a risada divertida então. "Eu estava me perguntando o que te fez pensar que eu não sabia seu nome! Então estamos no mesmo barco da burrice." brincou, apoiando as costas na parede. Para seu alarde, porém, o estudante realmente começou a se despir ali na sua frente. E oh Odin, onde foi que se meteu? Quando sugeriu que ele se livrasse das roupas não esperava que o cara fizesse isso. Para nãoo deixá-lo sem graça, preferiu não apontar que era brincadeira, ainda mais que ganhou uma visão muito boa ali. Lambeu distraidamente os lábios, forçando-se a se concentrar na situação quando o viu parecer mais tímido ao confessar as dificuldades. Ainda que não tivesse irmãos mais jovens para ensinar, Lilo tinha sido um nerd no High school, isso não mudou muito agora; logo, fizera muitas sessões como tutor. "Ei, está tudo bem. Você só não deve ter achado algum método que funcione contigo. A gente pode procurar, você vai se sair bem, vai ver." garantiu, exibindo um sorriso. Se arrastou para fora do colchão para que pudesse pegar um caderno e uma caneta, quando voltou a se sentar foi do lado do rapaz. "Você sabe seu horário? Quais aulas pegou pra ter? Porque podemos passar pelas piores matérias em mais dias. As mais simples, passamos uma vez na semana... ah, dias de quarta eu não estou disponível, mas o resto podemos ver."
&. ━━ ❛ por mais que detestasse, lucas entendia que toda aquela desconfiança era algo bem compreensível. mas por lilo estar do seu lado durante todo o período da reabilitação, o jovem se sentia um pouco mal com tal desconfiança vinda dele. para lucas, essa desconfiança era como se nada do que ele e o mais velho enfrentaram nos últimos tivesse acontecido, mas mesmo assim ele tentou ignorar a insistência alheia numa tentativa de reconquistar aquilo que estava quebrado. “não, eu não estou, mas se precisar de um antidoping pra acreditar em mim, as enfermarias são logo ali!” debochou, deixando sutilmente no ar a sua insatisfação com aquele assunto enquanto voltava a se deliciar com algumas batatas fritas, antes de empurrar a tigela para lilo poder comer também. “ainda bem que me perdeu de vista então, imagina a má influência que seria pra mim?” o provocou, dando uma risadinha de leve logo em seguida. levou uma das mãos até o cabelo daquele que ele tinha como seu irmão mais velho e deu uma bagunçadinha nos fios com a ponta dos dedos. “cê nunca vai confiar em mim de novo, né?”
A frase rude serviu para Lilo recuar um pouco com a preocupação e a desconfiança. Aquilo não deveria estar nada confortável para o rapaz, mas não conseguia evitar. Conhecia-o há quase todo tempo em que esteve em San Diego; Lucas ainda era jovem demais quando Lilo chegou à cidade e a mãe deste começou a lhe aconselhar. Devia muito à mulher e sentia um pouco como se tivesse falhado quando soube da overdose de Luc. Acima de tudo, foram meses assustadores após o acidente; estava com um medo constante quando celular tocava ou quando ia visitá-lo, mesmo sabendo que era improvável o rapaz ter contato com drogas de novo estando sob a vigilância cerrada do pai, com um viciado nunca dava para saber. "Verdade. Mas eu teria tentado fingir que estava sóbrio então você perdeu uma diversão." brincou para descontrair. O sorriso tornou-se envergonhado então com a pergunta, fazendo-lhe suspirar. Pegando uma batata frita, levou para a própria boca. "Eu vou sim. Você sabe que eu sou mole, Luc. Vai demorar um pouco? Provavelmente não, nem isso. Mas... agora não. Vai ter que me aguentar sendo uma mãe galinha o tempo inteiro."
Jude poderia prolongar aquela parte da conversa e prender o amigo em um loop de desculpas e explicações, mas entendia que era o trabalho dele e não poderia, nunca, impedi-lo de exercer aquela função. Então via em sia a chance de ser ele a pessoa a melhorar o seu dia, tirar um pouco aquela carga, Lilo merecia se sentir leve. E seria Jude a oferecer um pouco de carinho, claro, dentro dos limites que o seu humor permitia, um carinho na mão, comida gorda e filmes, ficariam a vontade na cama, falariam o mínimo possível e poderiam rir quase o tempo todo. “Vou dizer uma coisa que você adora…” Enquanto abria o aplicativo para fazer os pedidos. “Fica a vontade, como você gosta” Sorriu e voltou sua atenção ao celular, procurando sorvetes que pudesse entupir de porcarias e depois de fazer o pedido, escolheu as batatas fritas, depois de tudo e de pagar o pedido, se deitou na cama de novo, esperando que o outro pudesse lhe seguir ali, pegando o notebook para abrir ali o stream e acessar a série que havia mencionado. “Está bem, é high school musical e parece que isso me persegue, porque um dia desses o Sebastian estava falando do filme”
Os olhos verdes estavam atentos ao amigo mas rapidamente quase se fecharam quando Lilo finalmente riu. A primeira risada verdadeira do dia. Entre os amigos mais próximos era conhecido por estar sempre com poucas roupas ou as mais curtas possiveis se estivessem em privado; infelizmente o traje atual não era muito confortável para relaxar e ver filme, mas como o próprio Jude ofereceu a deixa, o canadense agarrou. Não demorou para se levantar e começar a se livrar das peças, dobrando-as no finzinho da cama quando estava apenas com a calcinha de renda. Os cabelos foram presos em um coque frouxo, meio desleixado já que alguns fios escapavam, e os sapatos foram deixados embaixo da cama do mais novo. Não perdeu tempo em voltar para a cama, dessa vez se deitando no colchão. "Eu já assisti." confessou, soltando uma nova risada, agora mais baixa que a outra ao se apoiar na cabeceira da cama. "Mas não me importo de ver novamente, vamos, é muito adorável. Precisamos fazer uma maratona dos filmes qualquer dias desses."
Jude havia espalhado cartazes em busca de um novo membro pra banda, na verdade, ele não deixou específico quantas vagas tinham, apenas pegou o papel e colou nas paredes da universidade, pontos estratégicos onde pudessem ver e isso foi o bastante para que algumas pessoas se interessassem, sabendo que todos os outros membros da banda tinham mais o que fazer, o rapaz decidiu separar os horários de audição, deixando o rapaz de nome complicado para depois, então lá estava ele, com um copo de café e um cigarro apagado sobre uma cadeira vazia, sentado em outra com as pernas cruzadas, praticamente jogado sobre dela a ponto de encostar a nuca no encosto de trás e fazendo as pernas da frente ficarem suspensas no ar, dedilhando um violão que encontrou ali enquanto esperava os demais membros e o garoto que seria vítima da sessão de tortura.
Na sala vazia, podia ouvir além do som do pé batendo contra o chão liso do lugar, a música que tocava de um violão, obviamente, a melodia denunciava mais até que a voz baixa que soava mais como se estivesse cantarolando do que realmente cantando. “Yesterday, all my troubles seemed so far away, now it looks as though they’re here to stay. Oh, i believe in yesterday” Se tocava beatles, qualquer pessoa que passava ali sabia de quem se tratava. “Suddenly, i’m not half the man i used to be, there’s a shadow hanging over me. Oh, yesterday came suddenly”
I think I’m losing my mind. Estava no topo da folha que rabiscava, as letras de três canções diferentes se misturando conforme o remix nos fones de ouvido ganhava corpo. Melodia. Uma trama complexa que o colocava balançando a cabeça inconscientemente. Batucando o lápis nas bordas, dançando o objeto entre os dedos e fazendo a gracinha de baterista. Guillermo desistira do celular minutos antes, as redes sociais o enfadando no momento que abrira as inúmeras mensagens diretas. I’m better by myself. Finalizou num floreio a palavra no idioma materno, um fone de ouvido retirado para ouvir o ambiente. “Que horas você combinou mesmo esse teste? 18h ou 15 minutos para nunca?” Cutucou o líder da banda com a ponta afiada, o sorrisinho de deboche aparecendo nos lábios pela brincadeira. A expressão irritada era de brincadeira, tanto a pose de que estava impaciente. Se tinha algo que ele estava, de verdade, era ansioso. “Você acha que ele vai ser um hugger ou um mundano, @liloparkinson? Porque, se for que nem o Ju-. Ei, eu acho que ouvi alguma coisa.” Endireitou a coluna e encarou a porta, os olhos atentos para o espaço além da sua visão.
Procurar membros para a banda sempre lhe parecia um processo cansativo. Gostava de ter a equipe completa, mas ultimamente andava difícil; odiava passar por aquelas seleções pois a parte de dizer não para todos os que se apresentavam, exceto uma ou duas pessoas no fim passavam, lhe partia o coração mole. Enquanto os amigos faziam algo produtivo, Lilo mexia no celular, passando o feed do tiktok, as íris esverdeadas não desgrudavam da tela embora prestasse atenção no barulho do ambiente. Como prova disso, um riso lhe escapou com as brincadeiras de Guillermo, a paz do espírito de Jude era invejada por si que sentia-se uma pilha de nervos. "Provavelmente 15 pra nunca." brincou também, o sorriso divertido esticando os lábios rosados; finalmente erguia a vista para os dois amigos. "Ou só chegamos cedo demais." o que para si soava como uma novidade tremenda, considerando que não chegava cedo para nada. Dessa vez, porém, sua ansiedade falou mais alto, o levando até o local marcado mais cedo do que certamente lhe esperavam. O som da porta abrindo atraiu rapidamente a atenção do candense naquele momento, seu olhar seguindo na direção do barulho.
O sorriso ficou mais largo mas ao mesmo tempo as bochechas ganharam um tom levemente rosado. Que merda! O garoto era bonito e antes mesmo de falar algo já parecia adorável. Veja bem, Camilo tinha um problema. Seu coração idiota gostava de agarrar-se às pessoas com uma velocidade alta demais; no instante foi o que aconteceu, a atração não iria perturbar seu julgamento para com a vaga, mas iria lhe distrair durante o processo. "Olá, bem-vindo...?" não sabia o nome alheio e também hesitava ao soltar qualquer tratamento. Superficialmente já tinham uma resposta para a brincadeira de Gui, então. "Eu sou Lilo, é um prazer. Esses idiotas são Guillermo e Jude, nosso Yoda." apontou respectivamente para os rapazes.
Melhores amigos: Lilo conhecerá MARY quando pisar na Armstrong, eles dois serão inseparáveis. ( m/f/nb )
Boa influência ( Lilo sobre muse ): Como nunca fumou e bebe apenas quando está em alguma festa, Lilo tenta ajudar MICAH a controlar um pouco seus vícios. Ele é uma ótima pessoa pra se conversar quando em crise porque tende a ser calmo, então está sempre disposto a ajudar. ( m/f/nb )
Vizinhos: Quando nas férias, Lilo fica em um prédio. MUSE mora lá e eles acabam sempre se encontrando, se divertindo e tal. Já quando voltam as aulas eles não sabem como agir. ( m/f/nb )
Ex-namorado: a gente pode decidir se foram em bons ou maus termos!!! ( 1 vaga )
Ex-namorada: de mentirinha. Eles "namoraram" no ensino médio, Lilo estava sendo muito intimidado então MUSE lhe ajudou na época. Ela precisa ser do Canadá. ( 1 vagas )
Crush ( Lilo sobre muse ): Lilo é um emocionado, ele pisca e crush fácil demais, mas claro, nunca passa disso. Só que MUSE anda habitando os pensamentos de Lilo por muito mais tempo que o normal.Só que Lilo NÃO vai realmente agir sobre essa paixão, é algo que ele descobrirá que é mais platônico.
Cliente fixo: MUSE por sua vez, descobriu o trabalho de Lilo há algum tempo, tem sessões regulares e vai ser uma surpresa encontrar Lilo na universidade! Acontece que fora das sessões, eles não se dão bem. Lilo vai perder um cliente? ( m/f/nb )
Cliente por engano: MUSE quando viu o anúncio, achou que era apenas uma fachada e aquilo se tratava de um garoto de programa. Contratou uma sessão e… confusões! ( m/f/nb )
tinha certeza de que havia deixado seu copo em cima daquela mesa mais cedo, porém já havia olhado mais de 3 vezes no mesmo lugar e, mesmo assim, não o encontrara, apenas para o ver nas mãos de outra pessoa minutos depois. se aproximou de @liloparkinson suspirando e apontando para o copo que havia um pequeno rasgo lateral. “você que fez isso? porque esse é o meu copo, espero que esteja indo o jogar no lixo, porque seria bem estranho ter pego um copo em cima de uma mesa qualquer, sabe?”
Já não podia ser considerado ali a pessoa mais sóbria. Lilo tinha um problema: o fato de não beber constantemente lhe atrapalhava bastante. Não bebia por escolha, por causa do trabalho e agora por causa da faculdade; mas quando fazia, enfiava o pé e com três copos já se sentia tonto. Não hesitou em pegar mais um copo como um dos caras do time de... rugby? Tênis? Não tinha certeza de qual equipe era o uniforme que o outro vestia, mas ele avisou que poderia pegar os copos das mesas pois estavam sendo repostos. Foi assim que acabou com finalmente o primeiro de fácil acesso em mãos, ainda nem tinha bebido quando a outra se aproximou. "Uh, não? Disseram que podia pegar qualquer um que estivesse na mesa, eles estão repondo, sabia? Provavelmente era seu mesmo e encheram de novo." explicou. Repetindo em voz alta, agora não parecia mais algo muito inteligente.
Havia tido poucos encontros com Lilo para ser a pessoa que procuraria em qualquer ambiente festivo que fosse, mas quando o braço dele lhe envolveu os ombros, sendo tão carinhoso e afetivo, mesmo que o álcool estivesse correndo em suas veias e estivesse visível pelo rubro nas maçãs de seu rosto e o sorriso, Gregg sentiu que deveria mudar isso, o seu lado protetor falou mais alto e isso acabou envolvendo-o na sensação de impedi-lo de fazer besteira. “Calma, eu não tô entendendo nada. Eu vou seguir você no instagram, mas não vamos fazer você beber os outros doze copos, eu não vou deixar” agora que tinha abraçado ele direito, percebeu como ele parecia a vontade ali e como se encaixavam bem naquele abraço, seria como se fosse o seu ninho e Lilo fosse o passarinho que não sabia voar ainda, do jeito que estavam, ele abraçou o outro e guiou ele para longe de qualquer ambiente que tivesse bebida disponível.
"Eu ficaria ofendido de você não me seguir... mas eu ainda não te sigo também." confessou. Nem tinha tido tempo para stalkear o rapaz como gostava de fazer quando conhecia pessoa nova. Estava ocupado com o trabalho e as redes sociais eram sua última preocupação na mente. Quando registou o restante da frase, porém, franziu o cenho. Os amigos tinham lhe arrastado para aquela festa num dia tão incomum na semana, mas já que estava ali, tinha que beber, não? "Mas como não? Eu tenho uma meta pra bater! Não estou te pedindo grana, cara. Eu já paguei até." ergueu a mão com a pulseirinha VIP, podia tomar quantas bebidas quisesse ali! Seus pés tinham vontade própria e ele não protestou quando Gregg lhe guiou, mas soltou um bufo baixo. "Eu ainda preciso de... dez! Não, calma, é mais, não é? Quantas eu disse que tinha bebido?"
&. ━━ ❛ durante todo o período em que passou isolado dentro de casa devido a reabilitação que fazia após sua overdose, camilo era a única pessoa com quem lucas tinha contato além de seus pais, seus médicos e os funcionários da mansão dos muñoz. desde sempre, o rapaz era como um irmão mais velho para o colombiano e saber que ele estudava na mesma universidade era uma das coisas que confortavam lucas. “c’mon lilo, eu sei que é difícil acreditar mas eu realmente só estava bebendo coca-cola naquele dia.” confessou, enquanto comia uma porção de fritas com o rapaz no refeitório de armstrong. “i think i’m finally clean!”
Depois do acidente no ano que se passou, Lilo não tinha certeza se confiava em Lucas com a própria segurança dele. O olhar deveria ter sido desconfiado ainda para o rapaz precisar reafirmar que não tinha bebido álcool na festa, mas quem poderia lhe culpar, certo? Soltou um suspiro pesado, subindo a destra para colocar uma mecha atrás da orelha. "Você não está mentindo para mim, está?" insistiu. Queria poder voltar a ter confiança no outro, mas por enquanto não conseguia. Não agora que ele estava livre da vigilância constante do pai; podia odiar a forma como o homem tratou o assuntos, isolando o filho daquela forma, mas ao menos parecia ter funcionado. "Quando eu tentei ir até você, te perdi de vista. Eu estava tão bêbado."
*⛧⋆ — O erguer do olhar foi involuntário, este seguido de um ligeiro pressionar das pálpebras ante a claridade. Lilo tinha um ótimo ponto. “Veja pelo lado bom, ele poderia estar nos congelando. Isso sim seria desagradável. E estranho.” Provocou com um risinho, dando um cutucão na altura do abdômen masculino. A afirmação conseguinte arrancou outra risada da Quandt. E era justamente o fato de o rapaz ser tão convicto de si próprio — capaz de externar preocupações que jamais seriam proferidas por homens de masculinidade tóxica — que Liesl tanto gostava de sua companhia. “Tudo bem, tudo bem. A gente faz uma hidratação lá em casa mais tarde.” Assegurou, passando os dedos pelas madeixas sedosas do amigo. “Mas não se preocupa, seus cachinhos são lindos demais, impossível seu cabelo ficar uma merda.” Completou, lançando-lhe uma piscadela. “Então sorte a sua porque você não ia escapar de um!” A risada veio acompanhada do envolver do corpo alheio em um abraço apertado. “Pronto para um mergulho épico?”
"Sim, tem razão. Seria anormal e provavelmente morreríamos fácil." fez uma careta. Não entendia muito de ciência, mas se o sol congelasse, nada bom viria disso, única coisa que dava para ter certeza. Então realmente precisava parar de reclamar, ainda mais tendo em um acesso tão fácil uma praia maravilhosa como aquela. Lilo soltou uma risada com a cutucada, se encolhendo um pouquinho por causa de cócegas. "Eu vou cobrar essa hidratação porque sei que vou sair daqui com o cabelo parecendo um bagaço. Está lindo agora! Mas depois do mergulho você vai ver!" exagerou. Claro, o sal não fazia bem para as madeixas, mas com apenas alguns mergulhos também não conseguiria estragar tanto. Só ficaria com os fios mais grossos e os cachos pesados. O abraço, no entanto, era algo que podia facilmente lhe animar. Lilo devolveu o contato sem hesitação, os braços apertando em torno da garota. Adorava abraços, mesmo com Lis molhada, a magia disso não sumia. "Sim! Vamos lá, sobe aqui." chamou, largando-a para oferecer as costas para a mais nova se pendurar.
“Você tem um loft?” A cabeça do atleta diria que era chique, mas sabia que tinha um poder aquisitivo que lhe proporcionaria até mesmo uma cobertura, nem mesmo sabia porque tinha negado esse presentinho do seu pai, mas o carro havia sido a melhor forma de ser comprado pelo mais velho dos Robinson. Deixou-se ser guiado até o quarto do outro, caminhando com cuidado para não acabar caindo e então não demorou para que entrasse no quarto no momento em que compreendia a mensagem sobre a roupa, bem… “Camiseta e cueca boxer serve de pijama também” Foi a melhor sugestão que poderia dar, não se incomodaria, até porque Lilo era muito atraente e só lhe causaria problemas se por acaso eles se pegassem ali naquela cama. “Está bem, eu nem sei o que você tá falando” E não sabia mesmo, sequer tinha ideia do que era funkos e quando o quarto dele foi aberto, lógico que achou tudo um máximo, bonequinhos cabeçudos e… “Uau, quantos filmes” O lado cinéfilo falava um pouco mais alto, então ignorou toda poluição visual que tinha ali e foi direto a extensa e diversa quantidade de DVD’s e quando ouviu a proposta. “Se eu for bem nas provas, aceito um momentinho de cinema com você, eu amaria assistir todos esses filmes, mas sem companhia não vale” Virou-se para o outro e sorriu. “E então, quer que eu fique a vontade?” Disse já tirando a jaqueta.
"Eu tenho, agora virou basicamente só meu local de trabalho, mas ainda assim tenho sim." não podia levar os clientes para a fraternidade, afinal. E também não podia se dar ao luxo de pagar a universidade e um escritório. Além do mais, agora que tinha transferido o trabalho para o loft, tudo parecia bem mais aconchegante. "Ah, bem, isso você pode resolver então." brincou, olhando para as vestes alheias. Lilo não compreendia como algumas pessoas poderiam não dar atenção aos pijamas. Eram invenções incríveis! Talvez a parte infantil de sua alma quisesse colocar em dias as coisas que não pôde comprar na infância. Um olhar torto foi direcionado para o rapaz enquanto fechava a porta atrás de si. Como alguém poderia não saber o que eram funkos? Presumia que essa fora a parte que passou desentendida pelo outro, afinal, não podia ser os dvds ou livros. Caminhou até um dos bonecos, o 6th doctor, e mostrou-lhe. "Isso é um funko, Patrick." havia um tom divertido em sua voz ao brincar com o nome do personagem que vivia só uma rocha. "Fechado! Pego pela palavra, okay? Eu não brinco em serviço quando o negócio são maratonas! Então vamos estudar bastante porque você precisa tirar uma nota legal." declarou deixando o boneco na prateleira de novo antes de ir para a cama. "Sim, eu prefiro quando as pessoas ficam à vontade porque tendem a prestar mais atenção no que explico. Você precisa me dizer com o que tem dificuldade, aliás. Pra que possamos trabalhar em cima disso."