O meu conhecimento sobre a morte é tão pouco. O de todo mundo é. O sofrimento de ficar e o mistério de ir. É sempre um dilema. Mesmo em dias de festa, a sombra dela está lá. Eu não consigo achar natural a falta de quem até ontem era tão presente. Não dá pra “fazer de conta” que tudo é um mar de felicidade. Também não posso sobrepor a lacuna ao que me completa, ao que me ajuda a enfrentar esse espaço faltante. Sim, eu sei, é controverso. Mas a vida, com seu fim iminente, também é. E ela sempre continua. Teimosamente.
















