she told me âpick your poisonâ so I kissed her lips

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@liquida-mente
she told me âpick your poisonâ so I kissed her lips
Todo dia eu penso: podia sentir menos e menos e menos. Mas nĂŁo adianta, tudo me atinge, abala, afeta, arrebata, maltrata, alegra, violenta de uma forma absurda e intensa. Nasci pra ser intensa e dramĂĄtica.
Clarissa CorrĂȘa. (via quase-heroi)
Poema em Linha Reta
Nunca conheci quem tivesse levado porrada. Todos os meus conhecidos tĂȘm sido campeĂ”es em tudo.
E eu, tantas vezes reles, tantas vezes porco, tantas vezes vil, Eu tantas vezes irrespondivelmente parasita, Indesculpavelmente sujo, Eu, que tantas vezes nĂŁo tenho tido paciĂȘncia para tomar banho, Eu, que tantas vezes tenho sido ridĂculo, absurdo, Que tenho enrolado os pĂ©s publicamente nos tapetes das etiquetas, Que tenho sido grotesco, mesquinho, submisso e arrogante, Que tenho sofrido enxovalhos e calado, Que quando nĂŁo tenho calado, tenho sido mais ridĂculo ainda; Eu, que tenho sido cĂŽmico Ă s criadas de hotel, Eu, que tenho sentido o piscar de olhos dos moços de fretes, Eu, que tenho feito vergonhas financeiras, pedido emprestado sem pagar, Eu, que, quando a hora do soco surgiu, me tenho agachado Para fora da possibilidade do soco; Eu, que tenho sofrido a angĂșstia das pequenas coisas ridĂculas, Eu verifico que nĂŁo tenho par nisto tudo neste mundo.
Toda a gente que eu conheço e que fala comigo Nunca teve um ato ridĂculo, nunca sofreu enxovalho, Nunca foi senĂŁo prĂncipe - todos eles prĂncipes - na vidaâŠ
Quem me dera ouvir de alguĂ©m a voz humana Que confessasse nĂŁo um pecado, mas uma infĂąmia; Que contasse, nĂŁo uma violĂȘncia, mas uma cobardia! NĂŁo, sĂŁo todos o Ideal, se os ouço e me falam. Quem hĂĄ neste largo mundo que me confesse que uma vez foi vil? Ă prĂncipes, meus irmĂŁos,
Arre, estou farto de semideuses! Onde Ă© que hĂĄ gente no mundo?
EntĂŁo sou sĂł eu que Ă© vil e errĂŽneo nesta terra?
PoderĂŁo as mulheres nĂŁo os terem amado, Podem ter sido traĂdos - mas ridĂculos nunca! E eu, que tenho sido ridĂculo sem ter sido traĂdo, Como posso eu falar com os meus superiores sem titubear? Eu, que venho sido vil, literalmente vil, Vil no sentido mesquinho e infame da vileza.
â Ălvaro de Campos (Fernando Pessoa)
E eu que estou bĂȘbado de toda a injustiça do mundo⊠(âŠ) Ao sentir isto tudo, ao pensar isto tudo, ao raivar isto tudo, Quebro o meu coração fatidicamente como um espelho, E toda a injustiça do mundo Ă© um mundo dentro de mim.
Fernando Pessoa (Ălvaro de Campos)
O problema nĂŁo Ă© vocĂȘ, sou eu. à clichĂ©, eu sei, mas nada me descreve melhor do que isso. O problema sempre sou eu. Eu que nĂŁo sei amar. Eu que nĂŁo sei cuidar. Eu que nĂŁo sei me entregar. Eu tento, juro que tento. Mas nessas tentativas eu vou te machucando aos poucos. E me machuco tambĂ©m. Me machuco porque vejo que eu nĂŁo sei estar com vocĂȘ, que eu nĂŁo sei te fazer bem. Vejo que nunca vou conseguir te fazer feliz do jeito que vocĂȘ me faz feliz. Mas mesmo assim vocĂȘ me quer e insiste porque sabe que eu nĂŁo resisto a vocĂȘ. Talvez esteja na hora de resistir. NĂŁo porque eu nĂŁo te ame, mas porque eu te amo o suficiente pra saber que vocĂȘ nĂŁo precisa de mim.
Minha lĂquida mente
Nem tudo Ă© um mar de rosas. Me dizem e me gritam isso desde que eu me entendo por pessoa. Mas eu nunca quis um mar de rosas. Eu sĂł queria vocĂȘ. Eu e vocĂȘ. Mas eu fujo. Na tentativa de me proteger eu fujo e te quebro. Nem mesmo o amor Ă© capaz de conter o medo de me decepcionar. E Ă© por isso eu te decepciono. NĂŁo Ă© por mal, Ă© por medo.
Minha lĂquida mente
Ă estranho pensar que nĂłs mudamos a cada segundo e condenamos as pessoas por mudarem
Minha mente lĂquidaÂ
E no desespero de nĂŁo me machucar eu acabei te machucando
Minha lĂquida mente
âMy Hijab Has Nothing To Do With Oppression. Itâs A Feminist Statementâ
Not all Muslim women cover their bodies. Not all Muslim women who do are forced to do so. Like freelance writer Hanna Yusuf, who chooses to wear a hijab in a daily act of feminism. In a new video for The Guardian, Yusuf challenges stereotypes by setting out to reclaim the choice to wear a hijab as âa feminist statement.â
For more on on how the hijab helps women reclaim their bodies watch the full video here.
The best moments in reading are when you come across something - a thought, a feeling, a way of looking at things - that youâd thought special, particular to you. And here it is, set down by someone else, a person youâve never met, maybe even someone long dead. And itâs as if a hand has come out, and taken yours.
Alan Bennett, The History Boys (via wordsnquotes)
Fazer barulho Com o silĂȘncio nosso Isso eu sei Isso eu posso todo mundo sabe NĂŁo Ă© preciso muito estudo Quando fico mudo, Mudo
- Alan Kramer (via alankramer)
Mudei. Mudei muito. Ăs vezes sinto a minha falta. Mas outras vezes acho que foi um alĂvio.
Caio Fernando Abreu. (via comovocevive)
âźâŻ http://yogals.tumblr.com/ à„âŻ
We are the one we`ve been waiting for.
What if our world leaders, our elite bank owners and corporate titans, which contain the majority of the planets wealth, were to wake up to the ultimate oneness realization. What if they came together and saidâ OH MY, WHAT HAVE WE BEEN DOING!...