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Drama ou não, ninguém sofre por opção.
Renato Russo. (via memoriatos)
Eles estão soltando balões no céu. Dá para acreditar? Balões japoneses são um símbolo de desapegar do passado. Aqui está a novidade, nós não somos japoneses. Você sabe o que eles são? Crianças. Como se soltar balão fosse fazer tudo ficar bem, ou até rezar, ou fingir que a Elena não vai acabar como o resto de nós, vampiros assassinos. Crianças idiotas, iludidas e irritantes. Eu sei o que vai dizer. “Isso os fazem se sentir melhor, Damon.” E dai? Por quanto tempo? Um minuto? Um dia? Que diferença faz? Porque no fim, quando você perde alguém, cada vela, cada oração não vai mudar o fato de que a unica coisa que sobrou é um buraco na sua vida, onde alguém que você se importou costumava estar. E uma pedra. Com o nascimento cravado nela que eu aposto estar errado. Obrigado, amigo. Obrigado por me deixar aqui de babá. Porque eu deveria estar longe daqui agora. Eu não fiquei com a garota. Lembra? Estou só preso aqui brigando com o meu irmão, e cuidando das crianças. Você me deve uma.
Damon Salvatore. (via oxigenio-dapalavra)
Eu quis tanto ser feliz. Tanto. Chegava a ser arrogante. Tanta coisa dentro do peito. Tanta vida. Tanta coisa que só afugenta a tudo e a todos. Ninguém dá conta do saco sem fundo de quem devora o mundo e ainda assim não basta. Ninguém dá conta e quer saber? Nem eu. Chega. Não quero mais ser feliz. Nem triste. Nem nada. Eu quis muito mandar na vida. Agora, nem chego a ser mandado por ela. Eu simplesmente me recuso a repassar a história, seja ela qual for, pela milésima vez. Deixa a vida ser como é. Desde que eu continue dormindo. Ser invisível, meu grande pavor, ganhou finalmente uma grande desimportância. Quase um alivio. I don’t care.
Tati Bernardi. (via aprendizdepoeta)
Oh, meu bem, se tem algo mais bonito que você, eu diria que esse algo, somos nós.
Capitule. (via cambaleei)
Você me deu uma eternidade dentro dos nossos dias numerados, e sou muito grato por isso.
A culpa é das estrelas. (via cambaleei)
“Eu tinha 16, e achava que sabia demais. Tudo que eu tinha era um quarto e o dinheiro dos meus pais, e alguns amigos que cabiam numa mão.”
Fresno. (via cambaleei)
E ele me perguntou: “O que você tem?” E eu respondi: “Nada.” Ele provavelmente tenha perguntado se algo tinha acontecido comigo e eu o respondi no sentido que não tenho nada, nunca o tive, nunca o terei. Mas infelizmente, ele não entendeu. Poucas vezes, conseguem entender minhas entrelinhas.
Brenda G. (via cambaleei)
Eu queria ser engraçada. Dizem que as pessoas se apaixonam por quem é assim. Eu queria saber falar melhor das coisas que você provoca em mim, desde os medos até as curiosidades. E queria, principalmente, me admitir fraca sem a menor culpa, mas você não precisa saber disso. Eu queria ser o melhor, para mim, para ti, para nós, mas acontece que eu sempre escapo da estrada boa, tenho mania de precisar passar por muitos buracos até entender que nem tudo precisa ser tão difícil e dolorido. Quando eu escrevo, falo alto demais, e nessas de gritar pode ser que você se ensurdeça ou enlouqueça quando não entender nada. Eu queria, também, poder entender melhor, mas não entendo nada, por isso, não se esforce, eu quase não valho a pena. Talvez eu valha a pena nos dias pares, porque sempre gostei mais deles, mas nos dias ímpares nem a minha sombra vale. Ou vice-versa, não sei se isso é uma regra, ainda não decidi. Eu queria escutar mais música alternativa, essa que as pessoas dizem que é pura cultura, ou ler os clássicos que todo mundo leu enquanto eu gastava tempo com livros desconhecidos. Saber dançar melhor é outra coisa que eu queria, esse tipo de gente também leva lá as suas vantagens. Ter um gosto refinado para vinhos, ser boa em arquitetura , um sorriso menos torto e menos cara de quem sempre perde. É, eu queria ter o ar dos vencedores, quem sabe isso te prendesse mais em mim, demonstrasse confiança, mas eu só sei tremer de medo em silêncio. E você dorme, não vê tudo isso e mesmo assim me vê de um jeito que o espelho não me conta. Eu queria ser metade do que você vê. Metade do que as revistas dizem que devemos procurar em alguém. Metade do que os meus sonhos pedem. Eu queria ser quem te falasse ao invés de te escrever. Mas o que sou, entre linhas, entre erros e acertos, sorrisos tortos e gostos trocados, é tudo teu.
Camila Costa. (via defensor)
Eu nunca disse oficialmente que te amava. Porque, pra lhe dizer a verdade, eu nunca achei que você precisasse ouvir. Eu me enganei sobre muitas coisas, Robin, eu deixei muita coisa pra trás. Coisas que nunca deveria ter deixado. Mas você me conhece, Robin, sabe que de 10 coisas que eu faço 15 eu faço errado. De tanto tentar acertar, eu acabei errando tudo. Mas que novidade, não é? Eu sempre errei com você, eu sempre fiz tudo errado quando o assunto era a gente. Mas foi bom, Robin, algum dos meus erros nos fez ver o que era melhor pra gente e o que não era. Você decidiu ir embora, lembra? E eu não me esforcei pra mudar isso, porque eu tinha percebido que pra você… Era tanto faz. Eu nunca disse que te amava, Robin, mas se você tivesse prestado atenção em todos os meus sinais… Você teria percebido. Porque todo mundo sabia, menos você. Porque você nunca fez questão de ver, você nunca fez questão de prestar atenção nos meus sinais. E foi por isso, Robin, que eu nunca disse que te amava. Porque você não precisava ouvir. Eu posso ter errado muito, Robin, mas eu sempre fiz questão de mostrar pra você o quanto eu me importava. E você pode ter feito tudo certo, mas você sempre fez questão de mostrar que tanto faz. E o que será que compensa, Robin? Eu ter feito tudo errado por você, ou você ter feito tudo certo… Por você? Porque falando sinceramente, Robin, tudo que você fez pela sua própria pessoa. Eu te amei muito, Robin, e tenho certeza que você também… Você também se amou.
robin and stubb. (via defensor)
E o nosso amor sem fim acabou pela quinta vez. Se ele não é eterno ao menos é insistente.
Soulstripper. (via defensor)
“Eu gosto de beber café sozinho e ler sozinho. Gosto de andar de ônibus sozinho e ir andando para casa sozinho. Isso me dá tempo para pensar e definir coisas na minha mente livre. Eu gosto de comer sozinho e ouvir música sozinho. Mas quando eu vejo uma mãe com seu filho, uma menina com seu amante, ou um amigo de rir com seu melhor amigo, percebo que mesmo que eu goste de ficar sozinho, não gosto de estar sozinho.”
Autor Desconhecido. (via defensor)
Tira a maquiagem pra que eu possa ver, aquilo que você se esforça pra esconder. Agora somos só nós dois, já podes parar de fingir, mas cala essa boca e me diz com o olhar quem era você até me encontrar? Se agora és diferente, o que eu fiz que te fez mudar? Eu lembro dos lábios tremendo ao dizer “eu não vivo sem você”. Então diga que não vai sair da minha vida, diga que não passa de mentira quando dizem que o amor morreu, tira essa roupa pra que eu possa ver que não há uma arma tentando se esconder o mal vive num lar perfeito e sem infiltração. E tira o cabelo da cara e me diz, se por um segundo quiseste me ver feliz ou se és o meu destino tentando me dar outra lição. Eu lembro de cerrar os punhos pra dizer: “Eu não amo mais você!”. E diga que não volta mais pra minha vida, e que a nossa estrada é bipartida, esqueça o dia que me conheceu! Então diga que nem todo dinheiro dessa vida não vai comprar de volta acolhida no peito de quem já foi todo seu. A casa é minha, mas pode ficar, eu volto amanhã e não quero mais te enxergar, faça as suas malas e nunca mais volte aqui! E eu juro pela vida da mãe e do pai, ciente do peso da expressão “nunca mais”, volte a oferecer teu corpo a quem preferir. Viver ao lado de quem não tem nada pra dizer, confesse pra mim de uma vez! Mas diga que nunca foi feliz nessa tua vida, teu texto, teu sorriso de mentira, pode enganar a todos, não a mim! Então diga que essa mão que acena na partida, por tantos idiotas pretendida, é a mesma que decreta o nosso fim. Assisto ao teus passos como a um balé, quem vais usurpar agora que ninguém te quer? A verdade demora mas chega sempre sem avisar. E o grito contido no teu travesseiro, ecoa nos lares do mundo inteiro, não tira esse rímel, pois hoje quero vê-lo borrar.
Fresno. (via tua-ceruja)