
No title available

@theartofmadeline

if i look back, i am lost
🪼
macklin celebrini has autism
Peter Solarz
we're not kids anymore.
KIROKAZE
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$LAYYYTER
Xuebing Du
Cosimo Galluzzi

JVL
Sweet Seals For You, Always

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Monterey Bay Aquarium

blake kathryn
Not today Justin
I'd rather be in outer space 🛸

seen from Italy
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seen from Saudi Arabia

seen from Ecuador
@lost-in-november
entende ?
sacou?
Homemade Big Mac Cheeseburger
Se algum dia pararmos de conversar e você não souber como voltar. Me manda uma música.
“Eu não me espanto quando alguém vai embora. Me assusto mesmo é quando alguém decide ficar.”
— Descriar.
Não há noite de sono que tire o cansaço de ser.
-semcontext0
A vida te dá exatamente o que você precisa. Só que, por mais estranho que pareça, raramente é o que você realmente quer.
De repente, se tornou um estranho Cuja silhueta Eu reconheceria Em qualquer esquina.
— ecosdoinfinito
é um tipo diferente de dor quando você percebe que pro outro é indiferente e pra você é o que te mantém vivo.
Estamos vivendo um tempo em que há mais espinhos do que rosas.
Você vem, observa o que plantamos… e depois some por dias.
De que você tem tanto medo?
Eu preparo o café pra nós dois olha que ironia, eu nem gosto de café mas a ideia de dividir o dia com você sempre pareceu suficiente pra aliviar o peso do mundo.
Fico à janela, esperando a sua chegada.
E você não vem.
E, mais uma vez, o café esfria.
Você teme tanto o nosso “e se”, mas não percebe que ele sempre retorna porque suas idas e vindas são como um ioiô, presas a um ciclo que nunca se rompe.
Então me diz… do que você foge?
Por que trazer os ruídos do lado de fora pra dentro de algo que, um dia, foi só flores?
Uma vez, você me disse que ninguém morre de saudade.
E aquilo me atravessou.
Porque ali estava eu… morto de saudade de você.
E talvez você tenha razão ninguém morre no corpo.
Mas a saudade… ela rasga.
Ela ocupa o peito como um vazio que pesa, como a ausência de algo que ainda insiste em existir dentro da gente.
Então me diz… por que não atravessa a ponte?
Vamos tentar.
Se não for pela direita, a gente tenta pela esquerda.
E se for preciso, a gente recomeça do início da rua mas não precisa acabar.
Porque, nesta vida… e em qualquer outra, eu escolheria você.
Mas me diz… por que tanto medo, se eu estou aqui parado na sua frente, inteiro na minha vulnerabilidade, e mesmo assim, ainda escolhendo ficar?
Nossa conexão sempre foi caótica.
Intensa.
Improvável.
Dois mundos diferentes que, de alguma forma, decidiram colidir.
E, apesar de tudo, eu sou grato por isso.
Você é um planeta cheio de frestas… e mesmo quando acha que não há beleza nelas, eu vejo.
O mundo nasceu do caos e foi dele que surgiram as coisas mais bonitas.
A arte nasce da dor, e os poemas mais verdadeiros vêm das lágrimas.
O seu caos… não me assusta.
Ele me chama.
Talvez isso seja o que a gente tem: caminhar juntos, mesmo quando tudo parece incerto.
Mesmo quando a estrada se perde.
Mesmo quando a gente não entende.
Mas então… quando foi que o medo virou maior que nós?
Quando foi que os muros cresceram tanto
que esqueceram de deixar espaço pra gente passar?
E se a gente deixasse eles cair?
E se, por um instante, a gente escolhesse tentar… de verdade?
Vamos conversar um pouco.
Vamos rir outra vez.
Criar teorias bobas, inventar novas piadas…
ser, de novo, aquilo que a gente sempre foi.
Então me responde… do que você tem tanto medo?
Porque eu já entendi o meu: tenho medo de te perder mesmo quando você ainda nem decidiu ficar.
-Ariel